21 JANEIRO 2021
16:51:41
INFORMATIVO - MATÉRIAS
06-01-2021 - 06h40 - FIM DA HUMANIDADE SERÁ DECIDIDO HOJE PELO CONGRESSO DOS EUA

06-01-2021   -  06h40 -  FIM DA HUMANIDADE SERÁ DECIDIDO HOJE PELO CONGRESSO DOS EUA

  

          Hoje, 6 de janeiro, é o dia da abertura dos votos no Colégio Eleitoral nos EUA. Em tese, os Estados, por meio dos delegados, repetirão na proporção o resultado oficial das urnas, o que significaria a vitória de Biden, o boneco senil da máfia globalista, da máfia russa e da máfia chinesa. Em tese, somente os representantes legalmente previstos devem ter seus votos aceitos, descartando-se os dos representantes adicionais enviados.

 

           Há a possibilidade legal de abertura de discussão a respeito da fraude eleitoral, podendo-se então descartar os votos dos delegados dos Estados onde se verificaram problemas.

 

          Em tese, as questões verificadas relativas a irregularidades são ortodoxas e objetivas, independem de ter havido ou não fraude. Morto votando, eleitor de outro Estado votando, cédulas enviadas após o prazo, assinaturas sem conferência, discrepâncias em tabulações, inidoneidade de "softwares" e "hardwares" utilizados, entre outras coisas, por si só já caracterizam irregularidade que anula a respectiva contagem. A fraude se caracteriza pelo fato de as irregularidades, onde se apresentaram, ocorrerem de forma direcional e volumosa, a ponto de trazer vantagem para Biden onde ele tradicionalmente não a deteria.

 

          É como se fosse um caixa cheio de dinheiro. Notas de três reais não podem ser contadas, pois são falsas, não existem. Seja isso pró ou contra Biden. Esse é o ponto. As irregularidades foram crassas, óbvias, primárias, evidentes, ridículas, obscenas e infantis. Não pode um Estado de Direito continuar a existir ao se relevar tantos vícios em atos jurídicos. Não importa quem venceu ou perdeu, o ponto é que o procedimento foi violado em sua essência, o que abre as portas para a anarquia, para a guerra civil, para o desmonte do estado civil de que tratou Rousseau. Virou bagunça.

 

          Como vimos, a justiça se sobrepõe à política. Mesmo que hoje, 6 de janeiro, algo seja decidido pelo Congresso, o Judiciário pode tornar isso sem efeito, anulando total ou parcialmente algumas certificações, hoje, do dia 7 em diante e até mesmo após a posse do dia 20. Tal como se dá na justiça eleitoral brasileira, o empossado pode ser deposto pela justiça, caso assuma e se verifique algo irregular na campanha eleitoral ou, no caso em curso, algo irregular na votação e na apuração. É uma questão de separação de Poderes. Se a carteira de habilitação foi expedida a partir de um registro geral (RG) falso, a CNH (documento para dirigir) é falsa também. Não é porque está expedida que torna a situação irreversível.

 

          Com juros negativos em "treasurires", um sistema político falido e, hoje - veremos -, a relevação de vícios monumentais relativos à mais importante questão jurídica estatal, quem vai governar, os EUA transformam-se em país de Terceiro Mundo. O próximo passo no atentado terrorista chinês, a III Guerra Mundial, será fazer implodir o sistema financeiro de vez, caso o domesticado Biden não seja subalterno o suficiente. No Dia D, em 6 de junho de 1944, tropas chegaram à Normandia na II Guerra Mundial. Hoje é um novo Dia D, 6 de janeiro, o dia em que a mão chinesa poderá se apoderar dos EUA. É o inverso.

 

          A guerra civil será o resultado posterior da não resolução do impasse que hoje está posto. Com o país destruído, arruinado financeiramente e sem soberania, por ter o poder político capitulado, as parcelas remanescentes do povo, em cidades ou Estados, irão querer se separar da confederação, para constituir outras nações, livres do imperialismo chinês e livres da subserviência de Biden. Esta guerra civil será o corolário do plano terrorista chinês.

 

          Confira as últimas novidades nos vídeos abaixo:

 

          Há incerteza sobre se hoje tudo será resolvido, pois a pressão sobre os Estados problemáticos pode mudar a certificação, como se viu com Winscosin:

  

 

          O povo segue para Whashington, DC, a pedido de Trump. Vamos ver se teremos milhões de pessoas nas ruas, como tem de ser em protestos que pretendam ser significativos. Para quase 40% dos eleitores houve fraude mesmo. E o povo não pode deixar passar isso batido. Os restantes que não acreditam em fraude são o gado que se divide entre adeptos de republicanos boiolas traidores e democratas, gente que votou em Biden. Para esses não houve fraude, nem ouviram falar de fraude, pois não se informam. Confira no vídeo abaixo:

  

 

          A guerra nuclear entre Israel e Irã poderá ser antecipada a partir do resultado de hoje, confira abaixo:

  

 

 

          O povo vai para as ruas, para protestar contra a fraude eleitoral. Vamos ver em que peso isso se dará, vamos ver se os norte-americanos são também frouxos como os brasileiros:

  

 

            Independentemente do que aconteça, caminha-se para o que se chama de "grande reset" global. Trocando em miúdos, é o "global default", a falência total dos principais Estados nacionais, com colapso de moedas, seja com mergulho na hiperinflação, seja com abandono puro e simples das moedas, partindo-se para o escambo. Confira no vídeo abaixo uma pequena faceta das várias facetas do colapso (programado - e mesmo que não programado) que se avizinha:

  

 

          Enquanto segue o debate sobre os protótipos de vacina, veja com Olavo de Carvalho, abaixo, uma explanação sobre o que vem a ser ciência de fato e o que se toma por ciência hoje em dia pelo povo acéfalo:

 

 

 

          Sobre a parte eletrônica da fraude, de antemão ela se tornou visível a partir de clássicos indicadores, como a distorção abrupta verificada na evolução dos resultados da apuração. Confira nos endereços abaixo detalhes sobre a "lei de Benford", a teoria matemática sobre os indícios de fraude, como uma trapaça se torna visível e detectável:

 
http://blog.kleinproject.org/?p=1446&lang=pt-br
https://analisereal.com/2013/10/04/lei-de-benford-por-que-ela-surge/
https://analisereal.com/2014/01/26/benford-analysis-0-1/

 

           A "lei de Benford" em si, evidentemente que por si só quando verificados seus pressupostos num caso real, não tem o condão de servir de prova num processo judicial. É preciso mais, é preciso vasculhar as linhas de programação, o "hardware" e as ligações entre as empresas e os beneficiários do crime. Perícias e pareceres técnicos já indicaram irregularidades tanto no "software" quanto no "hardware" usados na eleição. É como um relatório do Coaf. A ele se somam depois uma quebra de sigilo bancário total, fiscal e telefônico, chegando-se então à teia completa de ilícitos.

 

          Nos vídeos abaixo tem-se, em inglês, entrevista coletiva com advogados de Trump feita em 19 de novembro, com legendas em castelhano:

  

 

 

 

          Com a relevação (pelo Congresso e pelo próprio povo) de fatos ilícitos notórios primários relativos ao que de mais vital existe, quem governará, mais nenhum tipo de informação tecnocrática terá mais valor no mundo inteiro: certificação de vacinas, auditorias contábeis, relatórios de dívida pública, informações sobre ameaças terroristas ou militares, etc.

 

          É o fim do "estado civil" de que tratou Rousseau há alguns séculos, pois se nem mesmo para o que de mais básico e primário existe (o resultado de uma eleição roubada) se tem seriedade tecnocrática no trato, nada mais resta a se exigir do Estado, que está agora morto como criação humana secular.

 

          Como oito bilhões de pessoas irão conviver em anarquia?

 

          Serviços de inteligência, agências de segurança e monitoramento, serviço secreto, cúpulas militares, assessorias tecnocráticas, agências reguladoras, auditorias, fiscalizações administrativas, poder judiciário, promotorias públicas. Tudo foi vencido pela corrupção e pela displicência, no maior país do mundo. Toda a estrutura política e administrativa do Estado segue a esmo, ao sabor do oportunismo político e da corrupção, com todos focados no próprio umbigo.

 

          "Wall Street" caiu em 2008 com a crise do "subprime" catapultada pela quebra do Lehman Brothers em 15 de setembro porque no setor privado financeiro aconteceu o mesmo: todos fecharam os olhos para tudo de errado que havia em volta, concentrando-se na própria sobrevivência e passando os seus riscos para outrem. Ao final tudo se desmanchou e segue desmanchado, desmilingüido, até hoje. O dólar, que estava prestes a implodir como o "World Trade Center" em 1971-73, passou a derreter como sorvete ao Sol com o "quantitative easing". Desde o QE 4 do terceiro trimestre de 2019 o sorvete foi colocado num forno de microondas no máximo. Com Biden, o dólar derretido será inicialmente tirado do microondas e depois colocado ao Sol, para continuar derretendo, até desaparecer. Haverá uma primeira impressão (ilusão) de que tudo melhorou e vai se recuperar. Mas será a famosa "melhora da morte".

 

          Desta vez é a Estátua da Liberdade que está ruindo, tal como caíram as torres  do "World Trade Center" em 11 de setembro de 2001, o 11-9.

 

          Democratas corruptos e comunistas globalistas dissolveram a base da estátua. Republicanos corruptos traidores apátridas negaram-se a segurar a estátua que começou a pender. O Judiciário, ao se omitir até agora, fez a estátua implodir por dentro no seu pé. A estátua da liberdade segue agora tombando e baterá de cara no chão, espatifando-se em mil pedaços. 

 

          O arquétipo de "Wall Street" segue ainda pairando fantasmagoricamente com o "quantitative easing" infinito do Fed, com bolhas de ativos em toda parte agora. Já a Estátua da Liberdade é a própria egrégora viva da utopia tecnocrática do Estado de Direito. Não é o Fed que a sustenta, é a fé no "estado civil", algo que agora se esvai, sendo dissolvida pela displicência, pela anomia, pelo egoísmo, pelo individualismo e agora também pela miséria de um povo arruinado, cujo corolário será visto hoje no Congresso, que vai chancelar a esbórnia geral da mais nova e maior terra de ninguém planetária: os Estados Unidos da América.

 

           O Brasil acabou faz muitos anos e é algo desanimador. Mas quando se vê que é agora o próprio mundo que hoje vai desaparecer tem-se um consolo. É inútil planejar a própria vida quando não existe esperança, mas sobretudo quando se tem em vista que o próprio Universo se extinguiu.

 

          É hoje, 6 de janeiro de 2021, o dia em que o Congresso dos Estados Unidos da América vai declarar o fim da Humanidade. A agenda totalitária será alavancada com aceleração exponencial, não é a velocidade que vai subir exponencialmente, é a aceleração da degeneração que crescerá de forma exponencial. Vendo que a Igreja está vazia, o padre pedófilo tinha intenção de dar um beijinho na criança, mas ao saber que todos os adultos e adolescentes na cidade inteira morreram ele agora vai ao orfanato da cidade, para estuprar todas as crianças em praça pública. Vai estuprar e vai matar. O mundo agora está ao sabor do que decidir a elite totalitária: subjugação com mais quarentenas em ensaio de totalitarismo crescente ou então novas doenças e novas vacinas, desta vez mortais, para erradicar de uma vez por todas o problema da plebe rebelde que teima em acreditar ser detentora de algum direito. É o que vem agora: irão decidir se todos serão só escravos ou se serão mortos para evitar novas revoltas do tipo eleger Trump ou eleger Bolsonaro.

 

          Renan, Alcolumbre, Rodrigo Maia, Aécio Neves, Arthur Lira, Gleisi ... Pensam que é só aqui? Não, nos Estados Unidos também tem. É o que veremos. Depois de seis mil anos de evolução até se chegar ao atual "estado civil", veremos hoje o fim da História. Tal como no Brasil, o povo acredita que um presidente só tem poderes ilimitados. Não existem Trumps no Congresso americano, do mesmo modo que não existem outros Bolsonaros. Os dois são só eles, não têm sucessores naturais e nem discípulos à altura.

 

          Fecha-se então o ciclo de evolução humana. Seguimos agora para a escuridão do obscurantismo medieval recheado de armas nucleares e depois retornaremos à Idade da Pedra. Será a repetição de Atlântida. Tecnologia e moral incompatíveis entre si. A tecnologia nas mãos dos imorais tudo destruiu, inclusive a própria moral. Com o vírus chinês a economia foi destruída. E esta destruição fez crescer os umbigos para os quais todos sempre olham. Todos foram engolidos pelos umbigos gigantes e viraram pelo avesso, sendo cagados pelos próprios cus, como mostraram os traidores do próprio partido Republicano. No país onde cada casa tinha uma bandeira, o patriotismo hoje não tem mais valor algum. Os EUA transformaram-se num grande Brasil. E por causa disso vão se transformar numa Venezuela agora, somando-se mais territórios ao campo de concentração globalista.

 

          Esta foi a história do maior país do mundo, que hoje vai morrer, com a chancela da esbórnia geral coletiva na qual o que vale é o salve-se quem puder. A fractal implosão econômica de "Wall Street" em 2008 foi congelada pelo QE do Fed. Já a fractal implosão política não tem o que a congele, sobretudo quando a economia se transforma em pó.

 

          Pretendemos estar aqui na orquestra do Titanic tocando até que afunde o último centrímetro do barco, dentro do qual morreremos também. 

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