21 JANEIRO 2021
17:35:59
INFORMATIVO - MATÉRIAS
07-01-2021 - 05h45 - ASSASSINATO, GOLPE DE ESTADO, DITADURA, SECESSÃO NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, O FIM DO DÓLAR

07-01-2021   -   05h45   -   ASSASSINATO, GOLPE DE ESTADO, DITADURA, SECESSÃO NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, O FIM DO DÓLAR

 

          As pessoas comuns gostam de assistir aos cardápios de merda globalista diversionista da Netflix, um seleção de porcarias sem pé e sem cabeça, filmes feitos para idiotas, 100% sempre agora com mensagens subliminares comunistas. Enquanto isso, a maior conspiração da história está em curso, num cinematográfico desastre, o colapso dos Estados Unidos da América, o fim da maior nação do mundo, o fim do Império.

 

          Centenas de milhares de pessoas lotaram Whashington DC para o discurso de Donald Trump, visto abaixo, algo histórico, as últimas falas do último "president of The United States of America" antes de o país ruir e ser destroçado, numa auto-implosão. Confira abaixo:

  

 

          O vídeo ontem mostrado foi removido, por temor de cancelamento do canal pelo dono do canal. É a censura da merda do Google. O visto acima é o mesmo, mas do canal Yahoo Finance. É um vídeo histórico. Tivemos até de baixar uma cópia para guardar, pois é sabido que agora vem a escuridão.

 

          Confira também nos vídeos abaixo:

 

 

          Acontecesse algo igual em Brasília, haveria suicídios de ministros vagabundos do STF na mesma hora, em face do cagaço. Mas aqui não, aqui o povo é covarde, frouxo, é gado. Nos EUA o povo foi pra cima, como em 1789 na França, invadiu o Congresso e tomou todos os espaços, fazendo os parlamentares vagabundos fugirem e só voltarem para agora, na calada da noite, terminarem o golpe de Estado em andamento, a certificação de um resultado eleitoral fraudulento. E houve fraude mesmo, digam o que disserem os filhos da puta das "Big Techs" e da imprensa corrupta mundial. A revolta de centenas de milhares de pessoas em massa na capital mostrou que houve fraude mesmo.

 

          Houve também um assassinato no meio dos protestos. Evidentemente que, como no Brasil, houve a atuação de infiltrados, para gerar a violência e a reação policial, na qual uma manifestante foi assassinada com um tiro no pescoço. Isso agora será usado para se tentar o afastamento imediato de Donald Trump do cargo, sob acusação de incitar violência. Depois de ameaça de bomba, invasão e assassinato, houve decretação de toque de recolher na cidade e na calada da noite os bandidos do Congresso voltaram a se reunir, para certificar, a toque de caixa, o resultado fraudulento. E poderá haver também o afastamento de Donald Trump do poder já, para que o vice traidor assuma em seu lugar. Tudo isso somado é o sinal de forte reação da máfia comunista globalista do Partido Democrata, que ao ser acuada pelo povo furioso viu sob ameaça o plano golpista. Querem Trump fora já, para evitar que haja alguma reação em face das provas da fraude, evitando-se a discussão e pondo-se fim ao assunto. Para isso colaboraram também os canalhas das "Big Techs", as maiores empresas do ramo de internet, que censuraram Trump por 24 h nas "redes". Um bando de canalhas. Se o povo estava furioso, ficará ainda mais furioso.

 

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          A despeito do golpe de Estado em curso na calada da noite, resta ainda a fase recursal na Suprema Corte, que poderá ser o golpe de misericórdia na República combalida pelo golpe terrorista biológico chinês.

 

          Os vagabundos do Partido Democrata e os traidores vagabundos do Partido Republicano - a massa do chamado "Deep State", o estamento oligárquico corrupto (tal qual o brasileiro) - estão com pressa. Os protestos em Whashington, tal como o "Occuppy Wall Street" de 2008, expuseram a fratura institucional. Ninguém mais pode falar que não houve fraude, o povo em peso exigiu providências, a despeito de qualquer merda que diga a bosta do Facebook, a merda do Twitter ou a porra do Google para censurar postagens de usuários, como fizeram com Trump. A casa caiu e o país está literalmente sangrando. Literalmente, como se viu com o assassinato, que repete em analogia o MMDC da revolução constitucionalista de 1932 no Brasil, quando havia Homens de Verdade nesta bosta de terra de ninguém chamada Brasil. Os vagabundos estão com pressa. Querem tampar a privada cheia de merda em que todos estão. O povo furioso invadiu o Congresso, o "Capitólio", seja com ou sem infiltrados, arreganhando as tripas de uma República de bosta arruinada, humilhada, destruída, podre e fétida. Os parlamentares vagabundos todos fugiram pelos fundos em comboios, tal como se fosse começar algo como a revolução francesa de 1789, com guilhotinas e cabeças sangrando rolando em praça pública. Foi um espetáculo, a despeito da infiltração. A infiltração teve por objetivo gerar violência e fazer isso ser usado contra Trump como acusação de incitação. Embora possa funcionar para isso, é indicativo de uma dupla realidade: há medo do que possa vir a ocorrer caso a fratura institucional siga em aberto por tempo demasiado e ao mesmo tempo coloca mais lenha numa fogueira já acesa e gigantesca. O tiro sai pela culatra, como sempre. O discurso em que Trump pediu manifestação pacífica foi simplesmente censurado pela porra do Twitter, para depois se dizer que Trump incitou a violência e que seu discurso pacífico é "fake news". Bando de canalhas. Por que querem Trump fora já? Por que estão com tanto medo? O que mais querem? O que mais precisam? O que os vagabundos querem é seguir a estratégia brasileira, o "know-how" de corrupção do Congresso e do STF brasileiros: resolver tudo a toque de caixa, na calada da noite, antes que tudo exploda, antes que haja sangue de canalhas derramados em praça pública.

 

          Este é o nível da fratura institucional em aberto nos Estados Unidos. A máfia do Partido Democrata quer o controle total já, para evitar o uso da ordem executiva de 2018. A máfia obteve maioria nas duas Casas do Congresso e terá carta branca para a agenda legislativa ditatorial globalista totalitária. O plano é implantar uma ditadura civil, como a brasileira. E para isso há o projeto de aumentar o número de juízes da Suprema Corte. Querem uma Suprema Corte corrupta, como o STF brasileiro, integralmente corrupto. Querem isso a toque de caixa, para garantir a irreversibilidade da ditadura civil totalitária.

 

          A merda está fedendo, a privada está cheia, o povo em massa na capital mostrou que a merda está transbordando, não há mais como esconder, é guerra civil. A vitória de Trump em 2016 é por causa do povo saturado do lixo do "Deep State". E agora o "Deep State" se reuniu para realizar um golpe de Estado, via fraude eleitoral, usando como pano de fundo viabilizador (e em associação) o golpe terrorista chinês biológico. A merda está transbordando, fedendo, vazou para fora da privada e se tornou impossível esconder, mesmo com a porra da censura dos canalhas das "Big Techs", que fazem parte da máfia globalista hoje. E se não fizessem seriam dela reféns. Por isso, a reação da máfia veio a toque de caixa também: na calada da noite certificar o resultado eleitoral fraudulento e ao mesmo tempo afastar Donald Trump do cargo, sob acusação de incitação de crime, invertendo-se as coisas, com o rabo abanando o cachorro, com o que colaboram os canalhas das "Big Techs" e os canalhas da imprensa global corrupta.

 

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          O Estado como instituição formal está agora morto e enterrado. O povo, não, ainda está vivo, em parte. Um povo armado até os dentes e patriota, não uma montanha de covardes desarmados como os da América Latrina ou da merda da Europa. Teremos sim uma guerra civil nos Estados Unidos da América. Pode não eclodir exatamente agora, amanhã ou depois de amanhã, mas ela é latente, como se viu em Whashington DC ontem. Como país confederado, a secessão, como no século XIX, é mais factível. Ela estará em curso, seja de modo pacífico, seja de modo violento. A vantagem para os Estados que se separarem será livrar-se do fardo do colapso do dólar, da montanha da dívida pública federal e da merda do Partido Democrata, esta merda fétida corrupta comunista globalista, agora a serviço da ditadura chinesa. A desvantagem será a constituição de países menores e menos importantes. Os separatistas, porém, poderão se unir e deixar o dólar e a dívida pública para as merdas de Estados que quiserem seguir a porra da Califórnia com seus maconheiros de merda. Eles que chafurdem na própria lama e se enterrem dentro da falha geológica, quando vier o "Big One". O povo armado poderá fazer a verdadeira revolução comunista, mas não para impor o comunismo e sim para restaurar a liberdade, a ordem pública e o progresso, num capitalismo responsável. O governo federal, no entanto, comandado pela máfia globalista e chinesa, impedirá a secessão, iniciando-se então a guerra civil violenta, como também ocorreu no Brasil em 1932 ou mesmo nos EUA, a "Guerra de Secessão" do Norte contra o Sul. A parte corna do povo segue a vidinha de gado domesticado, alheia a tudo, nem sequer conhecendo a história, a História na qual no passado houve Homens de Verdade, não uma cambada de maricas boiolas de merda que chupam o saco dos globalistas vigaristas da esquerda caviar norte-americana. A esquerda não é mais proletária, como muitos comentam hoje com acerto, ela só quer saber de defender direitos de gays, mulheres, pobres, negros, índios, não para resolver a situação deles, e sim para dividir o povo. E os gays de hoje acham isso lindo. Os gays de ontem, do YMCA, do "Macho Man", do "I will survive", como tocado na trilha sonora do fim dos Estados Unidos ontem no discurso de Trump, não são idiotas, são pessoas cultas, de elite, não precisam de babacas para os defenderem, fazem isso por si mesmos, sem serem idiotas como os de hoje, que se deixam levar por bandeiras políticas cretinas abjetas e idiotas. Até neste ponto o gado é gado, o gado gay, um lixo. Como isso aconteceu? Porque o preconceito foi acabando, com todos podendo sair do armário e vivendo uma vida de gado normal. Antes não, havia preconceito, vivendo todos dentro do armário, sem poder curtir a vida, tendo assim tempo de se informarem e se tornarem pessoas de elite e bom gosto. A vida de gado é acordar cedo, trabalhar como um cachorro, voltar e dar uma bimbada. E acabou o dia, foda-se o mundo. E o mundo se fodeu.

 

          É por tudo isso que teremos sim uma guerra civil nos EUA, já ou em futuro a curto e médio prazo. O primeiro Estado que declarar independência será o estopim aceso da pólvora que vai dizimar o país. É interesse da ditadura chinesa que isso ocorra? Tanto faz. Com o bonequinho Biden amestrado no poder, ou com a sucessora do senil, a Manuela D Ávila americana tresloucada Harrys,  os EUA seguirão sob as rédeas das máfias internacionais. Com os EUA destruídos, países menores trarão menos problemas para a ditadura chinesa. E o país destruído numa guerra civil será também útil. O que não pode então? Trump. O nacionalista Trump não pode, aí dá tudo errado para a ditadura chinesa.

 

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          Está acesa a pólvora. O povo está farto de tanta merda e não vai concordar em se sujeitar a uma ditadura que por sua vez terá o cabresto da ditadura chinesa, não na terra da liberdade. E quando se fala em povo fala-se parte do povo e não o povo inteiro, pois parte do povo, como se viu, não se importa com o próprio destino. As pessoas são pacíficas, mas são armadas. E quando a coisa começar a feder e a aparecer na inteira porção de desastre, vão se tornar violentas. E o foco será o separatismo. Se houver reação do governo federal, ter-se-á a guerra civil. E por aí se vê também o tamanho da incompetência atual das Forças Armadas dos Estados Unidos da América. Uma cambada de melancias, como no Brasil. Foi-se o tempo de McArthur, de Eisenhower, de Patton e tantos outros. Agora só há mercenários de armas.

 

          Seja como for, o modelo de solução para a vida em sociedade, o Estado, sucumbiu, fracassou. Em todo o planeta. E isso porque o Estado é feito de pessoas. E pessoas são constituídas pelo umbigo, o próprio.

 

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          Nenhum país sobreviverá à morte do Estado de Direito global ditada agora pelo Congresso dos EUA, que se tornou uma republiqueta de bananas latrino-americana. Qualquer país que por acaso sobreviva será engolido pela ditadura chinesa. Esta é uma premissa. Não fosse isso, o correto agora seria o abandono do dólar como moeda de reserva e a transformação de reservas cambiais em ouro, para fugir do colapso definitivo do dólar, que com a morte dos EUA como nação, como Estado, como modelo de sociedade, como ideal de sociedade, será automaticamente abandonado, acelerando-se a progressiva decadência de seu valor relativo em face de outras moedas. O ponto é que reservas em ouro não terão utilidade para países que, se conseguirem resistir à degeneração geral, não terão mais parceiros comerciais, pois estarão sob represália de embargo comercial global ditado pela ditadura chinesa, como meio de forçar a sucumbência, a capitulação das democracias remanescentes, caso alguma teime em sobreviver ao colapso de 2021.

 

          A decadência deve-se não a um conflito entre direita e esquerda apenas, mas a algo ainda mais profundo: é o engenheiro mecânico que não sabe usar um compasso e tem diploma, o médico diplomado que acredita em vacina chingling, o jurista que não sabe escrever corretamente, o contador que não sabe lidar com estatística avançada e assim por diante, todos formados pela escola utilitarista para qual o que a pessoa precisa saber é como apertar um parafuso apenas, para poder ter um emprego de apertador de parafusos. A atual epidemia é a de que diplomas de curso superior são inúteis. Embora eles até sejam hoje em face do desemprego tecnológico estrutural, a formação superior séria é algo necessário, como se viu com as teses acadêmicas kassianas e biólogos de merda ultramarinos, cujos diplomas são só passaporte de mercenários imorais e criminosos.

 

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          Quem diria? As desgraças que escrevemos sobre o futuro do Brasil há vinte anos no nosso livro hoje servem para os Estados Unidos da America e para a merda da Europa, ambos totalmente destruídos agora pelo totalitarismo globalista implantado a toque de caixa. O mundo acabou. Imaginávamos há vinte anos que alguns países ainda seriam hoje Estados de Direito, democráticos, mas não, tudo acabou. O que falamos agora serve para o mundo, não mais só para alguns países. É realmente uma tragédia.

 

          O desastre visto nos EUA com a fraude eleitoral que está sendo sacramentada pelo Legislativo e pelo Judiciário dos EUA, num verdadeiro golpe de Estado, é algo bíblico. Os selos do apocalipse estão sendo abertos agora, na calada da noite nos EUA. O reino dos judeus foi destruído em 587 antes de Cristo e depois reconstituído. Depois foi novamente destruído em 70 depois de Cristo, para só reaparecer em 1948 depois de Cristo. E tudo isso profetizado na Bíblia. A mesma coisa são os EUA de agora, são a Jerusalém de 587 antes de Cristo, um reino que acabou de ser destruído e que não voltará à glória por longos séculos adiante, o que significa a catástrofe para os seus atuais habitantes, o apocalipse. A secessão equivalerá à diáspora de 70 depois de Cristo em Jerusalém.

 

          É natural que muitos analistas anódinos digam que ainda não é fim. Mas não, nós aqui - CDFs, Cientistas Diplomados da Fudição, pela Escola Brasileira de Ruína social, política e econômica, formados nos anos 80 - que vimos como tudo era e como tudo ficou, colocando isso em livro ("link" para "download" gratuito abaixo, história da inflação no Brasil), falamos da cátedra, a coisa começou, não vai parar e só vai piorar, não existe volta quanto ao que aconteceu. De nada adiantaria a possibilidade de Trump retornar para um mandato pós-Biden. Até lá isso será impossível, pois a decadência é irreversível e envolve todos os setores, incluindo até a Suprema Corte, que passará a ser uma Corte ditatorial, como se vê com o projeto de aumento drástico do número de ministros. Para que isso? Para formar maioria corrupta de imediato. E com isso garantir a ditadura civil, tal como aconteceu no Brasil, hoje um caso sem solução, o mesmo se dando na Venezuela, em que só à bala será resolvida a situação, uma guerra civil. É a morte do Estado, hoje um fenômeno planetário.

 

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          É isso aí. O dia vai amanhecer, com os EUA já sob uma ditadura civil. Os passos seguintes são a guerra civil, para parte do país se livrar do jugo totalitário ditatorial, e o colapso da moeda, que nas atuais condições independe do futuro político, é uma realidade inexorável, dado que com Biden haverá subserviência à ditadura chinesa. Com aumentos de impostos, mais empresas deixarão o país. Com a volta dos déficits comerciais volumosos, a armadilha chinesa será remontada. Com as promessas globalistas, teremos mais déficit público primário. E, antes disso tudo se concretizar, vem o problema dos juros da dívida pública federal: se houvesse patamar normal de juros, já estariam consumindo quase toda a arrecadação tributária federal anual. Os EUA foram destruídos, aniquilados. E o resultado natural disso será o abandono do dólar, que definhará como um moribundo na UTI, até a falência múltipla de órgãos, o que só será adiado ou postergado por mentiras da imprensa corrupta a serviço do crime organizado no mundo inteiro, para que a China possa parasitar por mais algum tempo com tranqüilidade e previsibilidade.

 

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          Só quem viu de perto a viola em caco sabe o quanto é inexorável a irreversibilidade de uma tragédia na qual um país entra no pântano da corrupção comunista conjugada com decadência econômica, como se viu no Brasil de 1985 em diante, após o regime militar. Quem não acompanhou de perto isso por décadas a fio não tem a menor noção do que é a ruína total e irreversível de uma nação. Depois que a glande roçou no círculo não há mais volta, a desmoralização é irreversível, vem o coito, a conseqüência natural.

 

          E, como dissemos, os bandidos no Brasil aproveitam o cenário para também dar o xeque-mate. Bandidos do STF reuniram-se com bandidos do Congresso para traçar o plano de vacinação obrigatória, ou seja, quando receberão as propinas das vacinas mixurucas com superfaturamento livre, mas reuniram-se também para traçar o plano de defenestração de Bolsonaro, o Trump brasileiro, que será também riscado do mapa agora numa velocidade alucinante, dentro dos 60 dias originalmente arquitetados pelo grupo de Ditadória. Enquanto centenas de milhares de pessoas encheram as ruas de Whashington DC ontem, vindo até de avião, no Brasil só alguns milhares enchem Brasília, DF. Por isso nada acontece. Uma vergonha. Nos EUA só parte do país, com a guerra civil, poderá escapar da miséria bolivariana que agora se instalará em âmbito global.

 

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          Enquanto isso, os protótipos de vacina, chamados de vacina, começam agora a apresentar problemas, com efeitos colaterais graves e até morte. Confira nos vídeos abaixo, do canal "Caio O Alemão", alemão que viveu no Brasil nos anos 80 e 90 e retornou para a Alemanha em 1994:

 

 

          Teremos um 2021 apocalíptico, dignamente apocalíptico, 2020 será fichinha perto do que começou ontem. Com o fracasso das vacinas, seguir-se-á em "lockdown" indefinidamente, criando-se, a jato, as bases para a ditadura totalitária global. Miséria, fome, fim da liberdade e morte. Este é o destino da esmagadora maioria da Humanidade agora. É um digno apocalipse, muito pior do que o descrito na Bíblia, que seria algo repentino e rápido. O verdadeiro, em curso, será lento e gradual, progressivamente irreversível, como um avião que entrou em estol e caminha para cair em parafuso, seguindo para trás e para baixo. Os selos do apocalipse estão sendo abertos agora pelos vagabundos do Congresso dos EUA, nesta calada da noite. A fraude da Pensylvânia foi relevada pelos vagabundos do Congresso nesta madrugada. Falta agora relevar as fraudes dos outros Estados.

 

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          Para quem acha que isso tudo é pouco, veja abaixo os novos drones do Irã:

  

 

          O Estado de Direito foi, no século XX, a maneira de possibilitar uma convivência de milhões de pessoas em sociedade, resolvendo-se problemas de maneira pacífica, ordeira, eficiente e exclusiva, não há outro arranjo social possível que permita uma organização social civilizada de milhões de pessoas. Com a morte do Estado de Direito, em âmbito global, agora no século XXI, o planeta caminha para o caos, para a III Guerra Mundial franca e aberta, caminha-se agora para a completa extinção da Humanidade. Drones fazendo ataques em massa, armas nucleares para qualquer um, vírus produzidos em laboratório como o SarsCov-2 chinês para ataques terroristas biológicos, nanoarmas, ... O vírus chinês poderá se tornar agora uma multidão de cepas resistentes e mais mortais, saindo do controle e inviabilizando até mesmo qualquer plano mafioso, pois todos poderão morrer. 

 

          A desgraça vista nos Estados Unidos da América é o ponto inicial de um caminho terminal sem volta pelo qual já seguiram Brasil, Argentina, Venezuela, Cuba, China, Iraque, Irã e tantos outros. Ordens privadas criminosas apoderam-se dos Estados nacionais, transformando-os em instrumentos de organizações criminosas e terroristas de âmbito internacional. Povo ignorante, governado por psicopatas e com altíssima tecnologia à disposição. A receita para a desgraça total.

 

          Ou o povo se reúne, AGORA, JÁ, para por fim nisso tudo, pondo abaixo o Congresso dos Estados Unidos da América, ou será o fim da Humanidade, que no passo atual será extinta em questão de semanas ou meses. O povo norte-americano, da única nação livre que ainda restou, tem de se reunir e por abaixo os vagabundos do Congresso, repetindo-se o que se viu na revolução francesa de 1789. JÁ, HOJE, AGORA. Ou será tarde demais. Ou a nação norte-americana se põe de pé e impede a auto-extinção, ou é o fim da Humanidade. Com Trump reeleito há alguma chance de o mundo sobreviver ao colapso. Haverá um moderador pacífico para regular as disputas entre máfias, entre povos e entre cidadãos. Sem Trump, será o fim. Na disputa pelo espólio do mundo, as máfias chinesa, globalista, russa e fundamentalista do Oriente Médio se aniquilarão umas às outras, levando a Humanidade junto para o seu apocalíptico fim, cumprindo-se então as escrituras. O Estado, no mundo inteiro, está morto. Para restabelecê-lo será preciso partir para a guerra civil, como em 1789 na França.

 

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