21 JANEIRO 2021
18:01:03
INFORMATIVO - MATÉRIAS
08-01-2021 - PROSSEGUEM OS JOGOS MORTAIS

08-01-2021   -   PROSSEGUEM OS JOGOS MORTAIS

 

 

          Vencida a batalha pelos Estados Unidos da América, que agora caíram, prossegue a guerra, prosseguem os jogos.

 

          Com caminho livre, restam no tabuleiro agora apenas as máfias, que disputarão entre si o espólio do mundo. Máfia russa, máfia chinesa, máfia globalista, máfia fundamentalista islâmica e máfias locais (como o "Foro de São Paulo", o "centrão" e PSDB no Brasil).

 

          O que segue agora é um festival de assassinatos, de todos os lados, na disputa pelo controle dos territórios conquistados. Seja internamente, seja entre máfias, o que vem agora é um festival de caixões. 

 

          No caso do Brasil, o que vem agora é a deposição de Bolsonaro, via bandidos do TSE, via bandidos do STF, via assassinato ou via "impeachment". E será a toque de caixa. Não há motivo técnico para cassação, mas isso não importará. E junto com isso virá a disputa entre máfias pelo espólio do Brasil. Máfias de dentro lutando entre si e máfias estrangeiras também em disputa. Os inimigos do regime serão cassados, presos, assassinados ou censurados. O que vem agora é barra pesada, pesadíssima, nível Coréia do Norte. O poder será tomado, como disse o canalha José Dirceu, mas até ele agora está sob risco de ser assassinado na disputa de poder em que não há mais contendores de peso, apenas adversários corruptos na disputa pelo butim.

 

          O assunto agora acabou, a História chegou ao fim. No nosso caso aqui, este "site" é só um passatempo. Para quem acredita ou acreditou que se daria bem na internet para subir na vida ou simplesmente ganhar a vida, o jogo acabou. O resto da História agora será apenas um obituário, uma lista de bandidos que serão mortos por outros bandidos na disputa de poder. Os bandidos todos se uniram no mundo inteiro para derrotar o Estado, a democracia e o povo. Conseguiram. Agora vão se dividir, digladiando-se, matando uns aos outros na briga pelo poder total e absoluto. Na lista de cadáveres à espera de caixões estarão o ditador da calça apertada de São Paulo (que emergirá como sucessor virtual de Bolsonaro), José Dirceu e bandidos do STF, em âmbito interno. Os assassinatos ocorrerão por conta da disputa entre máfias pelo espólio brasileiro.

 

          Será como se a PM fosse completamente inativada no RJ e bandidos de todas as favelas que se uniram para destruir a PM agora entrassem em guerra entre si, pois a PM foi inteiramente eliminada e a cidade está largada à própria sorte. Este é o cenário. No cenário externo temos o assassinato de Putin pela ditadura chinesa e o encampamento de empresas dos globalistas na China, além de assassinato de espertalhões chineses, como já começou a acontecer. A luta entre máfias internacionais será para estabelecer qual delas manterá sob jugo o governo Biden nos EUA, um país que agora chegou ao seu fim, tal como o Brasil chegou em 2002, quando o criminoso Lula foi eleito. A degeneração vista no Brasil em dezesseis anos de 2002 a 2018 ocorrerá nos EUA em dezesseis meses. E em 2022 o Brasil estará num nível de miséria e ditadura igual ao da Venezuela.  Nesse ponto os EUA deverão chegar ainda antes de meados da década.

 

          O Titanic afundou ao bater no "iceberg" chinês e agora os sobreviventes nos botes e na pedra de gelo que já haviam pilhado o navio vão se matar entre si, na disputa pelo resto de tesouro ainda dentro do navio afundado. Agora é máfia x máfia. Estado e povo morreram, são cartas fora do baralho. Vai ser pesado agora.

 

 

          Em memória dos EUA e do último presidente dos Estados Unidos da América, antes da completa ruína do país, conseguida com o golpe terrorista biológico chinês:

 

 

          Em tese, as ações na justiça deveriam prosseguir até o esgotamento de toda fase recursal, explorando-se todas as brechas legais. Mesmo após a certificação pelo Congresso, se na justiça houver invalidação de algum evento, total ou parcialmente, e em monta que assegure superação da diferença de votos entre Biden e Trump, repetindo-se as decisões para alguns Estados, a certificação pelo Congresso tem de ser invalidada. Como no "impeachment" da criminosa Dilma em 2016 no Brasil, em que se fez a fraude do "fatiamento" do julgamento (cassação sem inabilitação por oito anos para exercício de função pública), para garantir à bandida uma colher de chá na punição, a Corte Suprema poderia em tese invalidar o julgamento legislativo, mas sem entrar no mérito do caso concreto em si, determinando-se novo julgamento. E isso porque há separação de Poderes. No caso dos EUA, isso significaria anulação de resultados de alguns Estados, mas sem determinação automática judicial de vitória e sim determinação de nova reunião congressual para deliberação sobre o que fazer a respeito. Em tese, Trump tem de continuar com as ações até o fim. Foi traído também por seus advogados?

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