21 JANEIRO 2021
18:46:33
INFORMATIVO - MATÉRIAS
10-01-2021 - ESPECIAL: FIM DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA. MUNDO LACRADO. FIM DA HISTÓRIA. ATAQUE TERRORISTA BIOLÓGICO CHINÊS FOI UM SUCESSO PARTE 2-2

10-01-2021   -   ESPECIAL: FIM DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA. MUNDO LACRADO. FIM DA HISTÓRIA. ATAQUE TERRORISTA BIOLÓGICO CHINÊS FOI UM SUCESSO PARTE 2-2

 

          Palavras do nosso livro publicado no ano 2000, página 278 ("A globalização e os trinta anos de indexação no Brasil", "link" para "download" gratuito no pé da página):

 

          E assim se consumará o mais fantástico capítulo da história: o fim do Estado, cerca de 200 anos apenas após sua criação, destruindo-se no Brasil, em apenas 36 anos, o que a Humanidade levou milênios para criar. No mundo globalizado, esta será a grande diferença dos países: os Estados democráticos ou não e as anarquias, estando mais da metade dos países enquadrados na segunda hipótese. Será, porém, em países como o Brasil, o campeão mundial de desigualdade social, que ocorrerão os maiores prejuízos.

 

          São lugares (México, Colômbia, etc) onde o capitalismo se desenvolveu muito, havendo muitos “incluídos”, que morrerão num “banho de sangue”. No lugar do “bem comum” haverá o “cada um por si”, “salve-se quem puder”. Previsões apocalípticas diziam que em 1.999 o mundo acabaria em questão de alguns dias, por uma III Guerra Mundial ou então com o choque da Terra com um outro planeta, diziam que 2-3 da humanidade morreria em questão de horas. O verdadeiro apocalipse será muito pior do que isso: será lento e gradual, provocado pelo próprio homem. Alguém um dia disse a frase: “reuniões são ótimas para quando nada se quer decidir”. Isso vale desde trabalhos em grupo em sala de aula até governos. É a DEMOCRACIA tão criticada hoje. Mas não se inventou nada melhor que ela até agora. E nem surgirá. Até mesmo nos Estados Unidos isso é um problema. Mesmo em lugares onde há normalidade institucional e mesmo entre pessoas relativamente semelhantes há divergências. Exemplos são os índices de violência e corrupção da cidade de Washington (iguais aos das cidades brasileiras) quando comparados com os de Nova Iorque (os menores do mundo hoje). Sempre existe um panaca em algum lugar, mesmo nos EUA. Imagine-se a dificuldade de consenso em um Congresso Nacional, com centenas de parlamentares.

 

           O livro foi publicado em 2000. Os 36 anos referidos começam a contar em 1964. O regime militar no Brasil foi um mal necessário. Mas como todo remédio, tem efeitos colaterais. Para que fossem executados os terroristas comunistas vigaristas da época (entre os quais estava o capo José Dirceu, que foi poupado, o que resultou no atual desastre), houve repressão, perseguição, censura, cassações. A determinação era eliminar os terroristas, matar. Mas para isso o povo tinha de calar a boca, pois cirurgia não se faz com gente atrapalhando ou dando pitaco. Sem a censura, os assassinatos de terroristas guerrilheiros iriam ser objeto de contestação na imprensa, criando-se mais turbulências. Com isso o povo se acostumou a calar a boca e a terceirizar a solução dos problemas que a ele competia resolver. A ditadura militar teve de prosseguir por anos a fio, pois havia o perigo de revanche, os terroristas serem eleitos e depois usarem o Estado para fazer perseguição política, tal como agora ocorre com Trump. Assim, a ditadura continuou até não poder mais, chegando-se a um acordo de anistia em 1979, para ambos os lados, a ditadura e os terroristas. Com isso, começou a "abertura política" e em 1980 foi fundado o Partido dos Trabalhadores, a fachada da organização criminosa petista, comandada pelo terrorista José Dirceu e pelo ladrão Luís Inácio Lula da Silva.

 

          Com a volta do governo civil em 1985, o país já estava com uma inflação anual na casa de 200%. Houve o Plano Cruzado em 1986, congelamento de preços de Sarney. Era só um plano para o PMDB ganhar as eleições. Depois das eleições, o preço da gasolina foi catapultado para a estratosfera e se reiniciou a inflação, que se tornou hiperinflação. Isso destruiu salários no setor público, levando à falência às polícias por corrupção, à falência o ensino público, pelo êxodo de professores gabaritados, e à falência a saúde, também pelo êxodo de bons profissionais. Com a hiperinflação houve muitas greves, o que catapultou a carreira política de ladrões vigaristas como Lula, fazendo crescer o PT.

 

          Iniciada década de 90, sob hiperinflação, veio o confisco do Plano Collor I, o maior desastre econômico até então. E junto veio a abertura econômica, com a volta das importações, proibidas desde os anos 70. Inicia-se então a globalização no Brasil. E junto com isso inicia-se o desemprego tecnológico estrutural pelos motivos já elencados acima. Toda esta deterioração contínua foi o que possibilitou ao ladrão Lula chegar ao poder em 2002, eleito para iniciar governo em 2003, formando-se uma ditadura civil, um "feixe" perfeitamente visível: imprensa corrupta, empresários corruptos, bandidos do STF e bandidos da política subornados via Mensalão e Petrolão, o completo FASCISMO. O "feixe" que sempre existiu foi aumentado, a ele se juntaram os bandidos petistas. Mas a idéia era formar um "feixe" petista só, exclusivo, alijando o resto do poder. Formou-se então a briga entre máfias que vem até hoje e que agora se intensificará quando Bolsonaro for assassinado ou cassado pelo "feixe", o que deve se dar durante o próximo "lockdown", um verdadeiro estado de sítio a ser decretado judicialmente pelos bandidos do STF, para evitar que o povo tome as ruas em revolução. Será o totalitarismo imposto pela via do medo.

 

          Como dito no livro publicado em 2000, até os Estados Unidos estariam no futuro numa situação de sujeição aos efeitos deletérios da globalização, que são prepondenrantes em face da variável povo, que é uma constante numérica na equação, vale zero. E os Estados Unidos foram também engolidos, tornando-se agora um Estado não democrático em esfacelamento, em face da relevação da fraude eleitoral, mas não só por isso: em essência,  o plano do governo Biden é continuar o suicídio, a sujeição à ditadura chinesa, a sujeição à armadilha da desindustrialização e da decadência. Mesmo que a eleição não tivesse sido fraudada, o resultado do que aconteceu seria um desastre. Assim, o desastre é duplo: um país com contas públicas em ruínas, governado agora por uma elite fascista visível e burra e que vai levar a economia ao colapso total, além do que agora é um país desmoralizado, onde o Estado de Direito foi suplantado por um golpe de Estado que contou com uma miríade de autoridades corruptas em todo o país, abrangendo isso também altas esferas federais, com traidores em toda parte. Agora é um Brasilzão que deve USD 30 trilhões, que vai continuar importando loucamente da China, que vai continuar com déficit público monstruoso para garantir benesses esquerdistas e que vai aumentar impostos, para gerar mais êxodo de empresas, falências e exclusão social e mais dependência de favores do Estado. E que por causa disso vai continuar imprimindo dinheiro sem parar, loucamente, como na época da República de Weimar na Alemanha antes de Hitler. Poderá agora se tornar uma anarquia, quando eclodir a guerra civil. E há a questão do arsenal militar a ser cindido na secessão. Ou usado na secessão. A falência financeira e a ruína política juntas são ingredientes suplementares na secessão. Assim, o que valia para o futuro do Brasil no nosso livro publicado em 2000 agora vale para os EUA de 2021 também. É o Brasilzão da América do Norte. O Brasil do Norte. Governado agora por Lembo Suplicy e tendo como vice Manuela D Ávila. Literalmente. Um coquetel explosivo de pusilanimidade, displicência, incompetência, infantilidade, inconseqüência, insanidade e letargia. Fora a submissão à ditadura chinesa, que é um ingrediente à parte.

 

          Palavras do nosso livro publicado no ano 2000, página 306 ("A globalização e os trinta anos de indexação no Brasil", "link" para "download" gratuito no pé da página):

 

          Com a globalização, o número de empresas nacionais deverá diminuir ainda mais. Para sobreviverem à concorrência internacional, empresas nacionais associam-se. Empresas médias e pequenas hoje acabam absorvidas por empresas estrangeiras. Independentemente disso, a concorrência cada vez maior faz fortunas e ruínas numa velocidade impressionante. Com a Internet e toda a transformação da economia, que ainda está começando, os resultados das empresas oscilarão bastante. Enormes empresas, com décadas de existência, quase instituições nacionais, chegaram na década de 90 a apresentar rentabilidade negativa crescente (lucro ou prejuízo X patrimônio líquido) e faliram. Não é, porém, pelo fato de a economia estar se tornando virtual que os princípios econômicos mudarão. O crescimento da internet, momentaneamente (início de 2.000), tem produzido grande valorização de empresas, tornando-se, talvez, a conjuntura que esteja servindo de instrumento para o avanço da “irrational exuberance” (que fez com que o próprio presidente do Federal Reserve, dos EUA, Alan Greenspam, ficasse perplexo: no Fed desde 1987 e com mais de 70 anos de idade, dizia que não compreendia muito bem quais eram as forças de mercado que faziam com que os EUA crescessem por muitos anos sem inflação ao mesmo tempo em que um volume colossal de capitais provocava altas sucessivas na Bolsa de Nova Iorque – as ações da Time Warner subiram 40% num único dia, depois caíram um pouco, meramente com o anúncio da megafusão com a AOL em janeiro de 2.000).

 

          O que se chamava de "exuberância irracional" no ano 2000 era uma alta de 40% nas ações. Hoje se tem ações que subiram mais de 400%. Por aí se vê o nível de insanidade coletiva hoje em curso. A imbecilidade de hoje é no mínimo dez vezes maior do que era há duas décadas. Depois de fumar bastante maconha e cheirar bastante pó, o mercado segue agora de "overdose" em "overdose". O que vai acontecer? A "overdose" final, obviamente. Mas virá o Fed e vai imprimir mais dinheiro, fazendo o corpo do morto ressuscitar, com máquinas de respiração artificial, mantendo-se o coma por tempo indeterminado. E enquanto isso, vem mais cocaína na veia. Os loucos tomaram conta da administração do hospício. E lá dentro prenderam agora as pessoas normais. É isso que aconteceu com o mundo inteiro. E em particular com os Estados Unidos da América, agora destruídos.

 

          Palavras do nosso livro publicado no ano 2000, página 306 ("A globalização e os trinta anos de indexação no Brasil", "link" para "download" gratuito no pé da página):

 

          Outro indicativo da extrema gravidade da situação de decadência cultural da sociedade brasileira é a distância monumental entre assuntos superficiais como os tratados nesta obra e a profunda alienação em que se encontram até mesmo “incluídos” hoje. A desigualdade social não é mais apenas financeira, educacional, profissional. Não é mais como a diferença entre um japonês, um muçulmano, um judeu, um inglês e um brasileiro, agora a desigualdade é tão gigantesca que seria como comparar um terráqueo dos tempos do Egito antigo, um extra-terrestre, uma alma de alguém que já esteja do lado de lá e espíritos iluminadíssimos como os Santos da Igreja. Não são mais “vários Brasis” dentro um só, são várias dimensões incomunicáveis. As reflexões, quando existem, tornam-se cada vez mais primárias e as conclusões são feitas com base em premissas que não formam qualquer silogismo. Mesmo entre os que estão perplexos com todo este quadro, poucos são os que percebem a verdadeira magnitude deste acontecimento histórico. O século XX foi um sonho que foi mágico até a década de 80. Acordamos agora em 2.000 e o chão sumiu.

 

          Isso foi escrito há vinte anos. Parece coisa de hoje. Mas não, foi há vinte anos. Já era assim naquele tempo. A coisa piorou  exponencialmente, na mesma proporção do avanço tecnológico. Do disquete de 750 KB foi-se para o "pendrive" de 128 GB. Na mesma proporção evoluiu a ignorância. O assunto básico de gente hoje com quarenta anos de idade e curso superior é assunto de pré-adolescente dos anos 80. É por isso que o "feixe" agora deita e rola, dizendo na imprensa que a sombra de Bolsonaro disse que ele peidou no banheiro e que isso é um ato antidemocrático nazista. E tem gente que acredita. A mesma decadência se viu nos EUA nos últimos vinte anos, mas em menor proporção. A causa disso é a mesma: quanto mais pobreza, mais decadência.

 

          Em 2000, o chão havia sumido no Brasil. Agora ele sumiu também nos EUA, no mundo inteiro. Pessoas dormiam no século XX. Acordaram agora no século XXI, em 2021, e o chão sumiu. Não só sumiu, foi aberta uma cratera cheia de magma ao fundo.

 

          Palavras do nosso livro publicado no ano 2000, página 319 ("A globalização e os trinta anos de indexação no Brasil", "link" para "download" gratuito no pé da página):

 

          Todos os que foram citados nesta obra com elogios o foram pelo que fizeram ou disseram até hoje (junho-2.000). Fatalmente alguns deles ainda serão acusados de corrupção ou até presos, razão pela qual pedimos desculpas antecipadas pelo elogio. O mesmo vale para as besteiras que poderão dizer.

 

          Em 2000 o editor tinha trinta anos de idade, hoje tem cinquenta. Muita coisa mudou em vinte anos, inclusive a visão sobre a realidade. Quase ninguém que foi elogiado no livro conseguiu manter intacta a reputação, começando pelo ex-presidente FHC, com relação ao qual fazemos aqui uma retratação. O livro foi dedicado ele por conta do Plano Real de 1994. Mas hoje se vê que o comunista foi o principal culpado pela ruína completa do país, ao abrir caminho para a ditadura civil comunista vigarista de Lula, para o "gramscismo" comunista e para a morte da sociedade. Alguns elogiados foram de fato até presos. E outros ainda serão presos. Daqui a vinte anos, quando formos menos idiotas do que hoje, coisas ainda mais escabrosas se tornarão reveladas. O que nós falamos aqui não é "fake news", não é mentira, não é teoria da conspiração. É só uma parte da verdade. A verdade integral é algo infinitamente mais horroroso e nojento.

 

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          Antes não havia internet e havia mais comedimento na esbórnia. Mas isso ocorria porque o povo era mais estudado, era mais culto, era mais exigente, menos idiota. Um adulto de 40 anos de idade hoje é o equivalente de um pré-adolescente de quarenta anos atrás. É por isso que mesmo sem internet, com censura e repressão, um milhão de pessoas encheram a praça da Sé em 1984 exigindo eleições diretas para presidente da República, em voto de papel. Hoje um tribunal de vermes legisla e diz que a votação deve ser eletrônica e ponto final, mesmo a lei dizendo que não. E fica por isso mesmo. Esse foi o resultado de um povo que se degenerou progressivamente, até morrer por excesso de idiotice. Assim está sendo com os Estados Unidos da América, que agora presenciaram algo da mesma envergadura e, a despeito da vigorosa manifestação no Capitólio, com centenas de milhares de pessoas, em dia de semana e em horário de trabalho, pode, quem sabe, se anestesiar e deixar tudo por isso mesmo, como brasileiros do curral latrino-americano. Com ou sem guerra civil, é o fim dos Estados Unidos da América. O Brasil já era uma vergonha mundial antes de 1994, a estabilização econômica passou a dar a impressão de que aqui era um país com algum futuro e decente, mas não era, era só impressão. A vergonha mundial da vez agora são os EUA. Mas vergonha perante quem, se o mundo acabou?

 

          Virá ainda o ataque terrorista chinês na internet e em computadores. Para arrematar o que ainda ficou de fora da bacia das almas. O ataque deverá ser brutal. As empresas precisam se preparar para a Idade da Pedra, reconstituindo logísticas analógicas e físicas, tanto internas quanto externas. A coisa vai ser muito feia. Se isso não for feito por todo mundo, teremos um mega colapso, desta vez sistêmico. E irá atingir até mesmo serviços essenciais, inviabilizando até as coisas obrigatórias.

 

          O mundo está agora "lacrado". A "lacração" é o termo jogoso empregado para indicar a atividade de puxar saco de comunistas e globalistas. Com a fraude eleitoral consumada nos EUA, o mundo inteiro agora foi "lacrado". Chegamos ao fim da História, com a vitória do globalismo na globalização, ou seja, a máfia de metacapitalistas (globalistas) manejou a globalização (processo de abertura capitalista do Segundo Mundo iniciado em 1989 conjugado com internet e revolução tecnológica que transformou o mundo inteiro, fazendo tudo se tornar uma pequena aldeia, a "aldeia global"). O resultado disso tudo agora é um gigantresco "planeta prisão", como o de Alex Jones, um grande campo de concentração norte-coreano. É o fracasso da democracia e do Estado de Direito, que na verdade nunca se estabeleceram de fato na integralidade. O desastre veio também porque a esquerda morreu ao se corromper, unindo-se ao "feixe" oligárquico, transformando-se em ferramenta de globalistas (que são a extrema-direita), criando-se grandes Estados fascistas, um mundo fascista, o Mundistão agora. Rei, plebe e burguesia. Era o que havia até o início do século XX. O Rei foi substituído pelos oligarcas e globalistas. A burguesia se reduziu a um ínfimo número de globalistas. Oligarcas e globalistas são agora o "feixe". E o resto é a plebe de sempre. O que vai desaparecer é a classe média. Tudo será nivelado por baixo, como num comunismo de fato.

 

          Aos poucos vai ficando desenhado que o atentado de 2001 em 11-9, a crise de 2008 e o atentado terrorista chinês de 2019-20 são eventos interligados. O resultado, agora sacramentado, é a extinção completa dos Estados Unidos da América.

 

          Como funcionaria um mundo com 100% de monopólio, com um povo 100% escravizado? Para quem se vai vender? Como crescerá a economia? O totalitarismo capitalista utilitarista globalista seria garantia de não precariedade do sistema, via escravização? Com qual objetivo tudo foi feito, se o resultado é a estagnação ou a destruição total? São, portanto, psicopatas. "Bohemian Grove", a continuação das sessões nazistas de macumba-quimbanda da II Guerra Mundial. Uma elite que consulta espíritos vagabundos para saber o que fazer para enriquecer e manter o poder. O resultado é que até os manipuladores são enganados, sendo manipulados por manipuladores zombeteiros. Esse é o resumo da esbórnia, por isso segue o atual nível de insanidade. É daí que vem a bestialidade.

 

          Com o fim dos Estados Unidos da América, vários países do mundo agora estão livres para guerrear, como Israel e Irã, por exemplo. 

 

          Com Biden, o lento envenamento dos EUA pela China continuará tendo curso. Destruir tudo é possível, mas não é compensador por ora para a China. Por isso, o que se deverá ver é um alívio geral na imprensa corrupta mundial, que voltará a ser bancada com dinheiro público. Haverá um ar de leveza, esperança e bonança que poderá até fazer a economia ter algum espasmo e o mercado soluçar, mas mais adiante voltará o terrorismo, desta vez com um ataque de vírus em redes de computadores, uma tela azul geral, sem possibilidade de "reset". Este poderá sim ser o verdadeiro "reset". Resta saber se as "Big Techs" vão colaborar com este ataque terrorista contra elas mesmas. Já a rede social que Trump quer criar deverá ser barrada com censura legal pelo governo fascista que assume em 20 de janeiro. Mas aí as "Big Techs" serão prejudicadas junto. Quem ajuda o Demônio acaba se queimando junto. É o que vai acontecer agora.

 

          A Rússia sobreviveu até agora porque é uma ditadura, um regime também fascista. O líder do "feixe" é Putin, que agora será assassinado pela ditadura chinesa, para quebrar o controle com mão de ferro da Rússia. Putin, como estrategista, deverá se antecipar, fazendo o mesmo contra a China. Já a China, a despeito de todo o lixo, de toda ditadura, de toda crueldade, só chegou onde chegou porque é uma ditadura francamente aberta. Se fosse uma democracia, estaria atolada no pântano da estagnação até hoje. Os ditadores seguiram também com mão de ferro, demonstrando profissionalismo supremo na arte da subjugação de idiotas. E os idiotas finais serão os próprios globalistas.

 

          A união global de máfias agora, no fascismo mundial, ocorreu apenas para defenestrar Donald Trump. Com o objetivo conseguido, retorna o cenário inicial. Agora umas vão comer as outras, com todas provando do mesmo veneno. Seja em âmbito internacional, seja em âmbito local. No Brasil, por exemplo, teremos um "acidente" com o governador da calça apertada, o "idiota útil de Stálin" que fez todo o serviço sujo que José Dirceu precisava. 

 

          O mercado financeiro agora seguirá ao sabor da manipulação chinesa. Não por preponderância financeira, mas porque é a ditadura chinesa agora que vai governar os EUA e bancar a mídia corrupta mundial. Tudo agora será artificial, como é na China. Há algo de positivo nisso? O que poderia haver é que ela teria o interesse de não ver o sistema explodir, pois agora ela é dona de tudo. Nessa visão, o mundo poderia ter alguma estabilidade temporária por estarem agora abolidas as regras de mercado e tudo seguir numa encenação. O ponto é que desta encenação nunca mais vai se sair, transformando-se o mercado financeiro numa grande Chernobyl. Tudo segue bem, até que num determinado dia o inexorável destino de uma administração comunista se impõe.

 

          Por tudo isso, uma enorme encenação, um enorme teatro, uma enorme farsa, o mercado financeiro deverá seguir por um mar de rosas por uma temporada. Vai virar tudo bitcoin. Não no sentido de moeda digital, mas no sentido da palhaçada em si, da artificialidade, da bobagem.  A volatilidade futura agora será algo sempre pré-programado, para que alguns privilegiados ganhem mais com oscilações artificiais encomendadas. Vai virar tudo palhaçada. Ou melhor, já virou.  Vai continuar assim, mas com mais loucura, loucura, loucura. Em "Wall Street" tudo vai seguir lindo, mas em "Main Street" a coisa vai feder. O ano de 2020 foi um passeio no parque diante do que virá.

 

          Aqui é só passatempo. Se tivéssemos bilhões em patrimônio hoje, a única solução seria transformar tudo em ouro físico e seguir para Marte com passagem só de ida junto com o ouro. A coisa acabou. Para quem não é da altíssima casta fascista, não haverá muito o que fazer. Dinheiro será confiscado, imóveis serão expropriados, ouro físico será confiscado, pois num mundo comunista bravo não há liberdade. E quem é miserável ou escravo não tem patrimônio e não precisa de liberdade.

 

            Seja como for, tendo em conta a atual artificialidade, a tendência agora em tese é o mercado se manter estável, com tendência de ligeira alta. Mas é tudo artificial agora. A qualquer momento pode eclodir uma montanha russa, também artificial. O mercado agora será um BBB, com "script" feito em Pequim.

 

          Diante do momento de apocalipse em que um pedra gigantesca se aproxima do planeta e tudo vai destruir, uma recomendação agora é uma reunião com familiares, para que neste último momento se desfrute de algo lógico, natural, normal e agradável. É como se fosse a concessão de um último desejo para aquele que será enforcado. No velório do mundo, é o que resta agora a fazer. Flávio Josefo, 2021 depois de Cristo.

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