3 MARÇO 2021
01:41:21
INFORMATIVO - MATÉRIAS
14-01-2021 - AUTORITARISMO NECESSÁRIO?

14-01-2021   -   AUTORITARISMO NECESSÁRIO?

 

 

          O escândalo da vez é o artigo do biólogo da máfia, publicado no jornal da máfia, defendendo uma medida da máfia, censura e vacinação obrigatória. E quem determinaria isso? O tribunal da máfia, o STF.

 

          Este é o golpe em andamento, num conluio geral entre todos os bandidos, para que numa orquestração de algum dos partidos da máfia (como a REDE petista ou o PSOL petista ou o próprio PT petista, entre outros) seja ajuizada ação no STF pedindo para que seja decretado judicialmente um estado de sítio, com "lockdown", censura e vacinação obrigatória. Uma gigantesca orquestração criminosa, que começa num jornal e vai até o tribunal. Todo mundo junto. Uma super organicidade criminosa.

 

          E o que aconteceria neste meio-tempo?

 

          O "impeachment" de Bolsonaro, a toque de caixa, igual ao que se tenta agora fazer, injustamente, contra Trump nos EUA.

 

          Trata-se de um golpe de Estado em andamento, uma encenação que começa com um artigo de um canalha, num jornal de canalhas, para ser usado por canalhas de algum partido do "Foro de São Paulo", para que canalhas do STF decretem judicialmente um estado de sítio, passando por cima do presidente da República, que é quem decreta o estado de sítio, com aprovação do Congresso Nacional. E durante o estado de sítio judicial inconstitucional se faz o "impeachment" do presidente a toque de caixa. Este é  golpe que começou com o artigo imbecil no jornal que só serve como papel higiênico.

 

          Este é o golpe em andamento. Usar a palavra de um energúmeno que já se contradisse inúmeras vezes como laudo para que juízes bandidos imponham o terror, calando o povo, obrigando o povo a se submeter a uma merda sem comprovação científica integral e ainda censurando a internet, tal como os canalhas das "Big Techs" fizeram. Um golpe de Estado em andamento. É isso que está acontecendo, é isso que está engendrado, a partir de um artigo de merda, num jornal de merda, para que um partido de merda peça a um tribunal de merda que faça uma merda. É isso, PuTaria. O lugar desse imbecil, assim como de todos os outros, é na cadeia, por integração de organização criminosa. O jornal, segundo Emílio Odebrecht, na "lava-jato", é parte da máfia, é subornado com patrocínio das empresas que superfaturaram obras públicas, dinheiro que Bolsonaro cortou, a "teta". Por isso a imprensa corrupta está irada contra o governo, querendo sangue, querendo suicídio, querendo censura, querendo vacinação compulsória, querendo "lockdown" e estado de sítio, querendo "impeachment".

 

          Autoritarismo necessário? Sim, a decretação do artigo 142, para dissolução do Senado Federal, um órgão de composição corrompida a serviço do crime, que se omite quanto a cassação dos criminosos que integram o Supremo Tribunal Federal, todos eles, não salva um, como disse Roberto Jefferson, sendo ainda até ameno. Se não o artigo 142, uma guerra civil. Os canalhas declararam a guerra civil, querem a guerra civil, querem sangue derramado.

 

          Eles querem o autoritarismo para eles, não contra eles. Esse é o jogo. Desde a primeira hora já vimos que não era flor que se cheirasse o biólogo de araque, mas agora ele confessou, em grande estilo, sua ordinariedade, seu pertencimento ao crime organizado.

 

          É isso que querem, um golpe de Estado. Querem que o STF declare estado de sítio, para que durante o "lockdown" judicial ocorra a cassação de um presidente da República que nada fez de tecnicamente criminoso no cargo, querem que ele seja deposto durante um "lockdown", a toque de caixa, com o povo impedido de ir às ruas se manifestar. Mas não só ser impedido de se manifestar, ser impedido de ir às ruas para por tudo abaixo, bandidos do STF e bandidos do Congresso Nacional. Todas as palavras já foram ditas, todos o argumentos foram expostos nas vias institucionais. Querem agora a censura, para que o povo absolutamente nada possa fazer em sua defesa. Querem que o povo seja subjugado, para que este não se levante numa guerra civil. É isso que querem, confessam isso. E assim, declaram a guerra civil, pedem a guerra civil, pedem para que sangue seja derramado, pois ultrapassam a cada dia todos os limites, arrebentam a corda todos os dias, na crença estúpida de que o povo é 100% constituído de baratas. Embora em boa parte seja, não é 100%. Querem agora calar, prender, subjugar todos.

 

           Querem o que com a vacina? Querem as propinas do superfaturamento da vacina mais cara e menos eficaz das disponíveis. Querem o presidente deposto, para retomar a roubalheira do Mensalão. Querem todos calados, presos e subjugados, para que nunca mais haja uma "lava-jato" e todos possam roubar à vontade. É isso que todos esses filhos da puta querem. Não existe limite para a canalhice, confessam que querem a ditadura, defendem o autoritarismo, dizendo que as pessoas lúcidas são idiotas.

 

          Esse é o plano. E tudo começa com um artiguinho mixuruca num jornaleco, para que o partideco esquerdopata peça aos juizecos a decretação inconstitucional de um estado de sítio, para neste meio-tempo cassar o presidente da República, sem que o povo possa impedir isso com as vozes, com as manifestações ou com as próprias mãos, a justiça com as próprias mãos, nesta terra de ninguém, uma anarquia institucionalizada, uma ditadura civil. Este é o plano, que começa com este artigo de merda, esta canalhice de um energúmeno que usa a merda de um diploma como escudo para falar a merda que quiser, na esperança de convencer apenas quem é idiota.

 

          Autoritarismo necessário? Sim, é necessário, para conter o autoritarismo. Estamos numa guerra civil francamente aberta, declarada, explícita. É hora de por abaixo esta ditadura civil, começando pela eleição para a presidência do Senado e em seguida com a cassação dos 11 corruptos do STF, que integram as organizações criminosas identificadas pela "lava-jato". Não é vacina já, como na "hashtag" de merda do governo chingling, é STF na cadeia já, deposto pelo Senado. É isso ou a guerra civil. É isso ou o artigo 142. É renúncia geral ou morte. O poder emana do povo, esteja isso escrito ou não. 

 

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          E que nenhum palhaço venha dizer que é "fake news" a pregação de autoritarismo e censura pela máfia petista, em conluio com as demais organizações criminosas identificadas pela "lava-jato", veja:

 

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/atila-iamarino/2021/01/autoritarismo-necessario.shtml

 

 

 

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          Para quem não agüenta mais acompanhar o noticiário tendencioso abjeto pelas vias tradicionais, recomendamos ver apenas o resumo das coisas, com tudo já filtrado, excluindo-se a parte que gera gastrite, úlcera e câncer (as deturpações, "fake news", diversionismos e críticas tendenciosas a Bolsonaro - aqui e ali podem ser feitas críticas, mas há de se convir que o presidente faz o que pode diante do cenário catastrófico):

  

https://tercalivre.com.br/

   

 

 

          O novo canal do Portal do Conhecimento, Portal 137, com as lacrações do dia comentadas:

 

 

          Seguindo com as recomendações de noticiário filtrado:

  

 

 

    

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          Nós aqui não atuamos em redes sociais, nem temos "Facebook". Desde sempre já sabíamos que este seria o fim, as empresas renderiam-se ao fascismo, parte para sobreviver, parte para garantir o oligopólio.

 

          Agora querem o suicídio de Bolsonaro. Confira mais este "discurso de ódio" de jornalistas da imprensa corrupta na narração do jornalista Políbio Braga:

  

 

          Políbio é bem anódino, bem suave, bem tranqüilo, zen, agradável, de nada pode ser acusado, sempre atua dentro da linha dos limites formais de ato lícito. Nós aqui sempre pegamos pesado, desde sempre, pois sabemos com o que lidamos. Com máfias que não são só de ladrões, são ditadores, são assasinos, são TERRORISTAS. Verdadeiros demônios. Quando se lida com este nível de canalhice é preciso bater de frente desde a primeira hora, matar no ninho os vermes, antes que cresçam, como cresceram, ocupando todos os espaços. Depois que uma ditadura civil se estabelece, como se estabeleceu ao longo do período iniciado em 2003, com o criminoso Lula presidente, todos são calados, são presos, são mortos, como já começou a acontecer. Até quem não tem uma palha que seja de motivo para ser acusado de coisa alguma vai para a masmorra do regime, basta dar um pio e pronto, Ma, Jack Ma. É por isso que nós aqui mandamos todos os filhos da puta tomarem no cu. Políbio não, é bem sossegado. Quando a ditadura chega ao nível máximo, como se vê na China, em Cuba, na Coréia do Norte, na Rússia, não importa o que seja falado. Sendo contra, vem a retaliação. Discurso técnico, debate, exposição de idéia, manifestação de pensamento, etc., se faz quando se está diante de autoridades de um regime democrático num Estado de Direito. Nós não estamos mais num regime democrático, não estamos mais num Estado de Direito. As regras do Estado de Direito estão revogadas. Estamos num estado de natureza. O povo está em estado de necessidade, não tem mais a quem recorrer para por abaixo a ditadura civil. É o próprio povo que terá de por abaixo a ditadura civil. Chegou-se a este ponto. Vamos ser presos? Vamos ser censurados? Vamos ser mortos? Iremos. E se ficarmos em silêncio? Virá o nível venezuelano de ditadura. E daí para frente nada mais poderá ser feito, nem que se queira. A hora é agora, apoiar o presidente da República, para que seja decretada uma intervenção militar com o presidente no comando ou então exigir a renúncia coletiva do Senado e do STF. Esta é a situação. Confira com Políbio, de forma bem suave, o que defendem os marginais que integram a organização criminosa formada por todos que compõem a atual ditadura civil (acima).

 

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          Sobre o caso da Ford, confira no vídeo abaixo a real situação. Cabe a ressalva de que o presidente pouco pode fazer, pois as leis são feitas pelo Legislativo, não pelo presidente. Confira:

 

 

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          Em resumo, como vimos, o que vem agora é, pelo menos por ora, a Idade Média Digital. O Rei, a Corte Real, o "feixe" no setor público e privado, vai se manter, o fascismo. A burguesia, a classe média, será extinta. E a plebe vai continuar existindo, ficando ainda mais na miséria. Teremos um capitalismo feudalista, no qual as gigantescas empresas monopolistas e os gigantescos trustes, nas mãos de meia dúzia de pessoas, imporão o totalitarismo, copiando o modelo da ditadura chinesa. Já impuseram, veja-se o que agora acontece com Donald Trump. Cada habitante já é, mas será oficialmente um mero número, uma simples coisa. Logo mais será decidido o que será feito das amplas parcelas de população, que serão descartáveis. Possivelmente virá um envenenamento na própria comida, para que todos morram aos poucos, gradativamente. Com a tecnologia, ninguém mais é imprescindível. A parte de plebe que sobrar será de escravos. Este é o cenário otimista do que vem agora.

 

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          Sobre a vacina chingling ter eficácia geral de menos de 50%, como aventado, a conta que leva a este resultado é a seguinte (de maneira rápida e objetiva):

 

          Dentre as pessoas que funcionaram como cobaias da vacina chinesa, 252  foram contaminadas. Dessas, 167 não foram vacinadas (placebo) e 85 foram vacinadas.

 

          As 167 faziam parte de um grupo de não vacinados com 4599 pessoas. Isso significa que 3,6312241% do grupo se infectou ao longo do tempo durante o experimento.

 

          As 85 faziam parte do grupo de vacinados, que tinha 4.653 pessoas, o que dá 1,8267784% do grupo. Todas as 4.653 foram vacinadas, com 0,3% tendo no máximo alergias como efeitos colaterais, até o presente momento.

 

          Como os grupos são de tamanhos diferentes, é feito o cálculo em porcentagem, para se ter a proporção do que acontece.

 

          O que aconteceu é que num determinado tempo 1,82% de pessoas vacinadas se contaminaram e 3,63% de pessoas não vacinadas se contaminaram. O resto do grupo de vacinados não se contaminou porque não teve oportunidade de se expor ao vírus.

 

          Assim, a cada 3,63 pessoas que sejam vacinadas 1,82 serão contaminadas, ou seja, para elas a vacina não vai funcionar (ou não vai funcionar totalmente). E 1,81 não serão contaminadas. Esse 1,81 é 49,86% de 3,63, em números aproximados.

 

          Ainda fica meio abstrato para entender. Mas peguemos outro exemplo.

 

          Dos 167 que não tomaram vacina e se contaminaram, 31 tiveram sintomas leves da doença, ou seja, 18,56%. Dos 85 que tomaram a vacina e se contaminaram, 7 tiveram sintomas leves, ou seja, 8,23%. 

 

          Assim, tem-se que 18,56% dos contaminados terão sintomas leves. Mas se tomarem a vacina, esse número cai para 8,23%, ou seja, 10,33% não teriam nem sintomas leves tomando a vacina. Esses 10,33% são 55,65% de 18,56%, ou seja, a vacina teve uma eficácia de 55,65% no caso de sintomas leves. Para sintomas graves a eficácia foi de 100%, mas essa é só a fase III, não foram feitos testes com idosos e pessoas com comorbidades, assim o índice de eficácia geral (final) será um pouco menor.

 

          A conta da eficácia geral, segundo divulgado, com todas as casas depois da vírgula possíveis e sem arredondamento, seria essa:

 

          167/4599 = 3,6312241%

          85/4653 = 1,82267784

 

          (3,6312241 - 1,8267784) / 3,6312241 = 0,496924907

 

          Assim, a eficácia geral é de 49,6924907%.

 

          O índice de 50,38%, valor arredondado, foi conseguido aplicando-se pesos (correlacionados ao intervalo proporcional, ou seja, não aleatórios) aos valores amostrais, para computar a variável tempo, pois todos não se contaminaram ao mesmo tempo. Embora seja possível ajustar os dados amostrais segundo outras variáveis, no que se poderia dizer - subjetivamente - ser um sofisma matemático, na prática não vai importar muito se alguém foi contaminado hoje ou no ano que vem. O que importa é saber quantos se contaminaram no grupo vacinado e destes quantos desenvolveram cada nível de intensidade de sintomas. Sob este ponto de vista, o que se tem é nenhum caso grave para os que tomaram a vacina, 0 num total de 85, ao passo que foram 7 (casos graves) de um total de 167, para os que não tomaram a vacina. Assim, tem-se uma eficácia de fato de 100% para os casos graves, ou seja, a vacina reduz o problema, mesmo não sendo a melhor. Esse dado é mais objetivo (é absoluto) do que o índice de eficácia geral, que é relativo.

 

          O ponto é que em se tratando de número de mortes, ninguém morreu no experimento, nem entre os não vacinados, ou seja, o experimento não retrata a realidade, pois não abarcou o grupo de idosos, crianças e pessoas com comorbidades, só uma faixa etária e pessoas saudáveis. Assim, o índice, seja o absoluto de 100% para casos graves, seja o relativo geral de 50,38%, é algo que não retrata a realidade integral, o que se tem é uma falácia em termos absolutos.

 

          Olhando-se os dados do grupo de não vacinados, o que se tem é que durante o tempo em que 4.599 pessoas ficaram sob observação, 167 delas se infectaram e destas só 7 foram de casos graves, ou seja, 4,1%, com zero mortes. Isso é um indicativo da fraude das estatísticas de números de mortos, pessoas com covid-19 e pessoas que morreram de covid-19. O experimento acabou por demonstrar a verdade, há uma estatística distorcida sobre número de mortos. No país morrem em condições normais 3,5 mil pessoas por dia. O índice de 200 mil mortos até agora, apesar de trágico, representa uma condição próxima da normalidade em termos de surto de doenças de temporada, levando-se em conta a distorção. E o experimento com não vacinados mostrou, assim, que o isolamento vertical proposto era viável.

 

          Como sempre, nada casa com coisa nenhuma quando se compara isso com o quadro geral de eventos. Vacinar todo mundo para que se só 4,1% evoluem para um quadro grave sem morrer? Onde estão os mortos na pesquisa? Falou o próprio Instituto que por isso o experimento não tem relevância estatística. E se a fase IV, com idosos e pessoas com comorbidades, for feita, a vacina vai resolver? Terá eficácia? As pessoas vão morrer porque já estavam no bico do corvo, só à espera de mais alguma complicação, ou vão morrer porque a coisa é realmente brava? Como é que a vacinação vai começar pelos idosos se eles não foram testados? E aí das duas uma: ou a doença não é tudo isso que dizem ou a vacina não serve para muita coisa. Foi testada em profissionais da saúde, os mais sujeitos a infecção. Mas mesmo entre esses só 167 se contaminaram em 4599 no período de teste. E se o grupo de teste fosse de mendigos, pessoas mal nutridas, pobres? Ah, mas o cara vai morrer porque é desnutrido ou vai morrer por causa da doença? O fato é que a doença existe. E mata. Mas a realidade filtrada de todas as distorções só vai aparecendo quando se contrapõe todas as contradições. Há exagero no número de mortos. E a vacina, apesar de funcionar, não é tudo o que foi dito que era. Assim como os testes não são definitivos, a própria vacina também não é definitiva, pode ser melhorada ou recriada.

 

          E, com tudo isso, existe autoritarismo necessário?

 

          Ou o autoritarismo necessário é outro (uma guerra civil, um artigo 142, para que se ponham as coisas nos devidos lugares, porque a lei não é cumprida no Senado)? O que cabe é a lei: cassação do STF e colocação de toda esta corja na cadeia, de alto a baixo, do jornal ao tribunal. A lei, ora a lei. Então o que cabe é o que se bem entender, como se faz no STF. O tribunal legisla. Caberá agora ao povo então o exercicio do poder EXECUTIVO? Executar? Executar as penas? E também legislando, com pena de morte? Autoritarismo necessário? O biólogo vagabundo vai ser incluído no inquérito-fake do STF por ato antidemocrático, ou só quem não é da máfia que dele faz parte?

 

          É. É PuTaria. Sem fim. O Brasil será vermelho. Vermelho da ditadura fascista comunista ou vermelho de sangue derramado? E ainda têm a petulância de dizerem que quem comete crime é o povo, o cidadão, o contribuinte. Quem achava que nós aqui éramos radicais, agora vê que somos até suaves. Era para esses vagabundos todos estarem num paredão de fuzilamento há muito tempo se fôssemos agir com a mesma moeda com que os vagabundos agem.

 

 

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