21 ABRIL 2021
11:03:36
INFORMATIVO - MATÉRIAS
30-03-2021 - GUERRA CIVIL DIA 16. EXATAMENTE COMO DISSEMOS: SANGUE DERRAMADO. VAI TER MAIS

30-03-2021   -   GUERRA CIVIL DIA 16.  EXATAMENTE COMO DISSEMOS: SANGUE DERRAMADO. VAI TER MAIS

 

          E-x-a-ta-m-e-n-t-e  c-o-m-o  d-i-s-s-e-m-o-s.

 

          EXATAMENTE.

 

          Dissemos que haveria sangue derramado. Está aí. Começou.

 

         No domingo, o cabo PM Wesley Soares Goes saiu fardado e armado de sua cidade no interior da Bahia, a 400 km da capital Salvador, e dirigiu-se para o Farol da Barra, um dos principais pontos turísticos da Bahia.

 

          Lá chegando, desceu do veículo e começou a gritar palavras de ordem como "honra", "seus filhos estão presenciando sua covardia", entre outras. Para chamar a atenção no local vazio, começou a atirar. Era ainda dia, durante a tarde. O fato chamou a atenção e tudo passou a ser filmado por pessoas próximas no farol e a PM foi chamada. Lá chegando, vários policiais tentaram por várias horas, até anoitecer, fazer o Cabo PM Wesley se acalmar e se entregar.

 

         Ao anoitecer, o Cabo PM Wesley disparou ainda mais uma vez, mas ligeiramente para cima e na direção dos PMs que tentavam acalmá-lo. Depois disso baixou a arma. Em seguida, os PMs dispararam vários tiros, o que para outros PMs que presenciaram a cena constituiu uma execução.

 

          Nós fizemos a nossa perícia particular preliminar (e portanto incompleta, só olhando os vídeos) e vimos que de fato o disparo último feito por Wesley foi, em princípio, ligeiramente para cima, não exatamente na altura de onde estavam os PMs. E a distância entre Wesley e os PMs era grande, de modo que uma ligeira inclinação faria o projétil passar longe dos PMs. Isso de acordo com algumas filmagens disponíveis. Outras, se existirem, poderão mostrar com mais exatidão a direção do último disparo que acabou resultando na reação dos PMs. Confira nos vídeos abaixo:

  

 

           A imprensa, que estava no local, foi afastada pelos PMs e impedida de filmar de perto a situação, pois havia risco de algum projétil atingir quem estivesse próximo. Só que para afastar a imprensa a PM deu tiro na direção da imprensa e de perto, só que para cima, algo semelhante ao feito por Wesley. A imprensa não reagiu, pois não tinha arma (aqui é só uma ironia):

 

 

  

 

  

 

          Para outros PMs que estavam nas proximidades e viram tudo, houve uma execução:

  

 

 

          Ainda durante a noite um grupo de PMs se reuniu e decidiu que não acataria mais ordens ilegais de prender pessoas trabalhando. E houve o grito de guerra, "Ôoooo, a PM parô, a PM parôoooo":

 

 

           No dia seguinte, centenas de PMs se reuniram de manhã no farol da barra e protestaram por horas. Discutiram novamente sobre o que fazer, concluíram tratar-se de uma execução, exigiram a prisão e exoneração do Comandante-geral da PM e também do governador do Estado, o petista Rui Costa. Sem almoçar, seguiram depois em carreata rumo à governadoria, onde continuaram os protestos, numa mega carreata histórica. Confira abaixo no vídeo de cerca de 5h, com toda esta movimentação:

  

 

          Não vamos entrar no mérito aqui se foi uma execução ou não. Sendo um governo petista, a chance deter sido uma execução, para esconder o escândalo, é de 101%.

 

          Mas nós vamos entrar no mérito sobre o "surto". Não houve "surto" algum. O que houve foi uma profunda revolta, super profunda, acompanhada da letargia e da displicência que se vê no entorno, onde um povo acomodado não se liga a respeito da gravidade do que se passa no país como um todo.

 

          Nós já passamos por situação absolutamente igual. Ficamos cercados 360 graus por PMs prontos para nos matar, dentro de um Quartel da Polícia Militar, dentro do qual ingressamos com a a viatura para solicitar apoio em face da possibilidade de uma ameaça velada de morte. Foi em 2014, quando houve o assassinato de Eduardo Campos no suposto acidente aéreo no Boqueirão, em Santos. Como nós vimos e provamos aqui, foi uma sabotagem e foi um assassinato. Na época postamos vídeo em que falávamos da possibilidade de assassinato. Dias depois, coincidência ou não, recebemos uma possível ameaça de morte velada. Não estávamos preocupados na época em sermos assassinados e sim preocupados com a possibilidade de sermos assassinados antes de desvendarmos o mistério que acabávamos de denunciar como assassinato. Isso nos deu tanta raiva, tanto ódio, tanta revolta, que entramos no Batalhão bravos, gritando palavras de ordem, tal como fez o PM Wesley. Para quem viu e vivia em alienação, parecia um "surto psicótico". Ficamos cercados em 360 graus por PMs prontos para nos matar, pois estávamos armados. Mas não sacamos armas, não disparamos tiro algum. Entregamos as armas voluntariamente e depois tudo se acalmou. Mas ficou o aviso sobre a suposta ameaça velada de morte. Caso morrêssemos, ficaria sabido quem mandou matar. Estava cumprida a tarefa, deixar sacramentado que no caso de morte não seria acidente, seria assassinato. E também quem mandou executar. 

 

          Nós aqui temos portanto experiência disso tudo. Na época dos atentados do PCC em 2006 estávamos de plantão, 48h de plantão. Pegamos o auge da coisa. Ficamos com calo no dedo, de tanto ficar com o dedo no gatilho. Já naquela época sabíamos que era orquestração da máfia petista. E nem fomos embora para casa, ficamos mais 24h de plantão, para ajudar a rendição, fazendo cobertura na viatura, para fazer a varredura em 360 graus quando em movimento. Foi super nojento. Não existe medo de morrer. O que existe é ódio ao crime organizado, fúria extrema. Desejo de matar, como no filme de Charles Bronson, o 1, o 2, o 3, o 4 e o 5. A coisa mais estressante nestas situações de guerra é lidar com palermas que não tem noção do que se passa e do risco envolvido, achando que a coisa é brincadeira. E pior, sujeitar-se a ordens de alienados. É realmente o fim da picada. Todos imaginavam que era só uma babaquice de bandidos idiotas, quando na verdade era um mega ataque terrorista PT-PCC para abafar o escândalo do Mensalão no ano eleitoral de 2006. Era isso que ninguém percebia. E é isso que era nojento, ter de ficar na dependência do que cretinos imaginam sobre o que seja o pandemônio em curso.

 

          Essa era toda a situação do cabo PM Wesley. Além de lidar com o estresse do trabalho policial militar, que nós vimos na pele como é ao pegar o ônibus das 23h para ir embora do trampo em pleno horário de maior risco de assalto, o PM tem de lidar com péssimos salários, tem de se sujeitar às vezes a ordens absurdas dadas por cretinos, tem de lidar com a corrupção. A tudo isso, no caso concreto da Bahia, soma-se o estresse de ter de cumprir ordens manifestamente ilegais de prender pessoas que trabalham, sujeitar-se a esta vergonha, tudo a mando de um governador canalha, integrante de organização criminosa, fazendo um trabalho criminoso sujo de destruição do país, de destruição da sociedade, de humilhação do povo e tudo isso a troco de absolutamente nada.

 

          O policial militar é quem mais sente a verdade na pele em sua total dimensão. Ou ele mata ou ele morre. Diariamente.

 

          Destarte, em situações críticas como a atual, chega-se a um ponto em que a revolta atinge níveis inimagináveis. O que pode ser feito? Matar o governador canalha criminoso? Mandar a chefia tomar no cu? Enfiar uma arma na boca do parceiro corrupto? Pedir exoneração? Explicar para os alienados o que se passa, para ver se eles acordam? Matar é crime, matar é pecado. Mandar tomar no cu é infração disciplinar. Pedir exoneração é ficar desempregado. Explicar para os alienados é inútil. O que fazer? Enquanto isso pipocam as ocorrências, segue-se agredindo a população com prisões ilegais. Chega uma hora em que tudo explode. E aí o cara "surta". Mas esse "surtar" não é enlouquecer, é ter um profundo acesso de ódio, de raiva, de revolta, para chamar a atenção de todos os energúmenos em volta a respeito do que se passa. E nessas horas a raiva maior que a pessoa passa é ter de explicar para alienados displicentes covardes e acomodados o que se passa. 

 

          Assim, o cabo Wesley não teve "surto" nenhum, não teve "surto psicótico". Teve sim um acesso radical de raiva, deu vontade de mandar tomar no cu geral. Foi isso que aconteceu, mandar todos à merda, mandar todo mundo para a puta que o pariu. Foi isso que aconteceu. É verdade que a partir de um determinado ponto, sobretudo quando se passam várias horas num acesso de raiva, o ódio acumulado só vai piorando, pois tem-se de ouvir que há um caso de loucura em andamento. Chamam até a ambulância para levar o "maluco". É aí então que o ódio chega ao nível máximo, pois aparecem os palermas para falar em "surto psicótico".

 

          Quem está realmente "surtado" come cocô e rasga dinheiro. Não foi o caso do cabo PM Wesley, que apenas gritou palavras de ordem, algo feito por alguém que está saturado de ver tanta merda em andamento e falta de reação de pessoas acomodadas e inúteis.

 

          O cabo PM Wesley é de fato um herói. O país teve Pedro Álvares Cabral, teve Duque de Caxias, teve Tiradentes, teve Dom Pedro I, teve o Marechal Deodoro, teve o MMDC de 1932, teve Castelo Branco, teve Sérgio Moro, teve Deltan Dallagnol, teve Jair Bolsonaro. Agora o Brasil tem também Wesley Soares Goes, o mais novo herói nacional. Foi de arrepiar ver o patriotismo de um soldado de verdade, que pintou a cara de verde e amarelo, disparou tiros para o alto para acordar um povo inerte, chamando a atenção da Pátria inteira contra a ditadura e o crime organizado. Foi de arrepiar. Terminou executado, morto. Mas com absoluta certeza já está neste momento sendo recebido do outro lado, na verdadeira vida, como um herói, como um exemplo, como um missionário de Deus, alguém que veio para ser o líder espiritual do início de uma revolução contra o Mal e o crime organizado. Andou 400 km para ir a ponto de referência nacional, para chamar a atenção de um povo covarde, inútil, imprestável e frouxo. Foi até o Farol da Barra, mas ele se constituiu no próprio farol. Jesus Cristo veio para dar o exemplo da caridade, da tolerância, do perdão. Mas Wesley veio para dar o exemplo da coragem e da perseverança inabalável. Foi realmente de arrepiar, de arrepiar!

 

          E tanto foi assim que imediatamente em seguida centenas de PMs também revoltados com tudo isso se reuniram para se rebelar contra a ditadura e seguir o exemplo do soldado de Deus.

 

          Wesley foi o evento da semana, o evento do ano, o evento do século, o evento do milênio. Um verdadeiro herói, que merecerá ter no futuro um monumento do tamanho de uma pirâmide egípcia, em memória à coragem, à lucidez, ao patriotismo e à honra. É realmente o novo herói nacional, um mártir. Ofuscou tudo que aconteceu no país no dia, na semana, no ano, na década. Foi, ou melhor, é, o marco divisor de águas. A vida de um PM parece algo sem valor e que que não merece as grandes manchetes, mas não, Wesley foi o cara que colocou o país de pé, ao contrário de desembargadores covardes do TJ-SP que se resumiram apenas a seguir o que os canalhas do STF ordenaram ao decidirem sobre toque de recolher inconstitucional. O desembargador é um lixo com sua toga inútil. Já o PM é um guerreiro, um verdadeiro general, a verdadeira autoridade. Ou, como disseram os PMs, Homem de Verdade, alguém que honra as calças que veste.

 

          Reconhecendo tudo isso, disse a deputada Bia Kicis que Wesley é um herói. Foi imediatamente rechaçada por todos os canalhas do Congresso Nacional e da imprensa maldita e fétida, que agora exigem a cabeça dela, querem ela fora da CCJ.

 

          O caso Wesley é a demonstração prática de até onde chegam os efeitos do terrorismo petista em aliança com o terrorismo da diabólica diatura chinesa, esta sim comandada por pessoas com problemas mentais gravíssimos, psicopatas. As pessoas lúcidas, consicentes, que estão a par de tudo que ocorre, estão exatamente como Wesley, estão "surtando" já. A maior fonte de raiva não é a bandidagem, é ver o entorno, o povo acomodado no sofá assistindo BBB. Isso realmente é de fazer "surtar" qualquer um. O mundo entrando em colapso total e o otário concentrado na Big Bosta, como se absolutamente nada estivesse acontecendo.

 

          A verdade, quando dita, para o cirme organizado, é loucura.

 

          No fim, como dissemos, haveria sangue derramado. Está aí. E é só o começo. Os PMs reunidos no Farol da Barra disseram que o caso Wesley era o quarto deste tipo só nos últimos dias na Bahia, tendo inclusive um capitão da PM "surtado" também. E disseram que vários PMs estão também pelo mesmo caminho, prestes a ter uma explosão de raiva.

 

          O tal "surto" é apenas um acesso de raiva, algo comum, tal como visto no filme de 1992, Um dia de fúria, com Michael Douglas:

 

 

          Como dissemos, a coisa não vai parar aí. Nós temos os nossos acessos de raiva, mas nós nos controlamos. Não porque há lei e punição, mas porque seguimos ou tentamos seguir a religião. É a religião que nos segura, não o Código Penal. Nós temos certeza da vida espiritual, por isso conseguimos segurar a nossa revolta, pois entendemos o que mais além se passa nos bastidores e que tudo explica em termos de injustiça. Não existe injustiça no mundo. Cada um está colhendo o que plantou em vidas anteriores. Quem matou pela espada será morto pela espada, como disse Jesus a Pedro. É por isso que nós não enfiamos a espada nos canalhas todos. Se uma canalhice está em curso hoje e nos afeta é porque nós também fomos canalhas da mesma forma no passado. Esta é a história. Sendo assim, não adianta ficar matando os outros por aí. Temos de repudiar, lutar, mas matar não resolve, só piora e prorroga o nosso carma. É por isso que nós seguimos numa revolta "light", que se resume apenas em falar.

 

          Mas esta não é a realidade da grande maioria. A grande maioria não acredita em porra alguma. E não tem qualquer pudor em se tratando de vingança. A maioria não está limitada por qualquer senso de tolerância ou perdão. Para a maioria, só o Código Penal impede os homicídios. Falando nisso, quando o corno encontra o Ricardão com a ex, entra em cena a lei Maria da Penha. Há um "surto psicótico" e a primeira vítima é sempre a tampa do forno do fogão. Quando é o corno reclamando da ex, aí é só revolta de corno, mas quando se trata de um servidor público irado por conta de toda a PuTaria aí é "surto psicótico". Executaram logo o PM para que o "surto" saísse logo de cena e parasse de atrapalhar os planos de subjugação do povo. Para a máfia petista tudo é "surto", é "genocida", é "xenófobo", é "misógeno", é "racista", é "homofóbico". Assim foi o caso do PM, um "surto". Não era alguém completamente emputecido com toda a merda e que explodiu de raiva.

 

          Voltando, como dissemos, as coisas não vão parar por aí. Há todo tipo de revolta. Existe o revoltado que segue a esmo como fez Wesley, existe o revoltado que se mata e há também o revoltado que mata os outros, mas não a esmo, e sim pessoas específicas, aquelas que ele identifica como sendo a causa de tudo. Aí entra o corno que mata a ex e o Ricardão. Aí entram aqueles que tentaram matar Hitler na Alemanha nazista. Na época muitos viram que Adolf Hitler levaria o país para um desastre. Assim, muitos tentaram matá-lo, para desviar o curso da história, sendo célebre a chamada "operação Valquíria" em julho de 1944. No livro Tropa de Elite é contada a história de alguns PMs do Bope que planejaram o assassinato do governador corrupto da época no RJ. Assim como do lado da máfia petista há assassinatos planejados, como o que se tentará fazer novamente com Bolsonaro, do outro lado há também, no atual cenário de guerra civil, a possibilidade de algum acesso de raiva terminar no assassinato de algumas autoridades corruptas da máfia petista ou de outras máfias. Temendo isso, o "calça apertada" já mudou de sua casa, onde cerca de "200 PMs" faziam escolta, para o Palácio dos Bandeirantes. Muitos "surtados" por aí estão ou estarão na cola dele. E, como dissemos, a máfia petista pegará carona nesta realidade para dar um fim no adversário do butim em 2022. Nossa recomendação é que ele se antecipe e tire Lula da parada, mexendo os pauzinhos que tiver. Se não fizer isso, aí é caixão.

 

          Destarte, a próxima etapa de sangue derramado agora envolverá autoridades corruptas ditatoriais que levaram ao atual desastre. No caso delas não haverá aviso prévio, ameaças ridículas, serão simplesmente mortas e pronto. A depender de como evolua a guerra civil agora em curso, poderemos ter imagens de cabeças sendo despedaçadas ao vivo, repetindo-se coisas como visto na Itália no tempo da II Guerra, com Mussolini morto e pendurado de cabeça para baixo em via pública, como se fosse um simples pano de chão pendurado no varal. É a história, que sempre se repete, em outro lugar, em outra época, com outras pessoas, mas sempre com o mesmo pano de fundo: olho por olho, dente por dente. Matou, morre. Subjugou, será subjugado. Expropriou, será expropriado. Prendeu e arrebentou, termina com a cabeça cortada na guilhotina. Muitos idiotas de hoje em dia diriam que estamos falando em conspiração, em coisas inimagináveis, em coisas absurdas, mas não, estamos falando da História. Sempre que o nível de maldade ultrapassa um patamar intolerável, o que vem depois é a matança, a vingança. A maldade da ditadura chinesa não é só maldade pura, é também em parte vingança por tudo que fizeram contra a China no passado. E quem fez contra a China no passado? Os que agora dela são vítimas. Assim, cabeças vão rolar. Isso é inevitável, é a história, é o que acontece quando se chega ao atual nível de abjeção de autoridades públicas corrompidas, intolerantes, arrogantes, absolutistas, desumanas e cruéis. É inexorável. Autoridade corrupta que vacilar andando sem segurança vai pro caixão. É a próxima etapa que vivenciaremos agora. Quem nunca "surtou" entre aspas não sabe do que é capaz um "surtado" entre aspas. No fim, os canalhas são também displicentes, pois acreditam que 100% da plebe tem sangue de barata. Não tem, 100% não. Sempre sobra algum "surtado" aqui e ali. Pessoas sem religião, que não acreditam em Deus, que são 100% materialistas e que agora estão perdendo tudo, toda a dignidade, até os meios de própria subsistência, e tudo por simples sacanagens de reizinhos ditadores, vão se vingar, vão "surtar" também. Mas não vão para o Farol da Barra. Vão para onde estiver o político filho da puta. Não deve ser algo generalizado obviamente, mas que alguns verão a viola em caco verão. Uma revolta generalizada, como se viu em 1789 na França, só terá espaço se o Estado colapsar totalmente, formando-se uma anarquia completa. Nesse caso sim políticos serão cassados e mortos, não só por vingança, mas para pilhagem do que amealharam ao longo de décadas de roubalheira na vida pública. Parte será para subistência imediata e outra parte será por puro vandalismo, como se fosse o tempo da queda do Império Romano invadido por bárbaros.

 

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          Enquanto na Bahia formou-se um turbilhão de eventos positivos no sentido de amenizar a situação de acusações infundadas a que Bolsonaro está sujeito, em Brasília ontem tudo desmoronou, com trocas em vários ministérios. Confira com Ottoni de Paula, deputado bolsonarista, abaixo, alguns aspectos (positivos) relacionados às mudanças:

  

 

          O mesmo pode ser visto no canal Vista Pátria, abaixo, no qual outros aspectos (negativos) das mudanças são comentados, entre os quais a secretaria de governo na mão da deputada Arruda, uma verdadeira aberração:

  

 

          A secretaria de governo de fato será um problema agora. Bolsonaro poderá ser sabotado nesta situação, ao colocar lobo para tomar conta de ovelha. Na parte de articulação política tudo bem, mas na parte da burocracia ministerial poderá haver problemas.

 

          A mudança no setor militar está por ora nebulosa, sem um significado definido. 

 

          Um problema de severa gravidade, porém, foi um dos alvos da mudança. A AGU. O ex-AGU Levi deixou o datilógrafo assinar a petição inicial da ADI 6764 e por isso ela não foi recebida. A mudança na AGU sinaliza que a ADI será novamente ajuizada, desta vez com tudo certo. O novo advogado-geral da União será o ex-AGU André Mendonça, ou seja, o anódino água com açúcar cupincha de Glimar Mendes. 

 

          No Ministério das Relações Exteriores ficou patente a influência da ditadura chinesa, que já está dando as cartas no Brasil. Isso signficou uma rendição do país. Por outro lado, considernado-se o atual momento de necessidade de importação de vacinas, a mudança pode ajudar temporariamente. De mais a mais, a diplomacia sempre foi um jogo de hipocrisia em que o embaixador só faz jogo de cena. Nos bastidores o presidente acha que a vagabunda do choro é livre merecia cem chineladas na cara pela besteira que falou, mas o embaixador vem e diz sobre isso que a fala da apresentadora foi infeliz e imprópria. A finalidade do diplomata é funcionar de filtro hipócrita para que nações que não se bicam consigam manter algum contato. Destarte, a mudança nas relações exteriores não significa mudança da política, vai voltar a ser o que sempre foi, prega-se uma coisa pela via diplomática e nos bastidores tudo é sabotado, pois o diplomata é só um representante que segue ordens, não é quem decide. Bolsonaro inaugurou uma novidade, o embaixador que não é diplomata, o diplomata que manda tomar no cu. Com a mudança nada vai mudar. Por ora, enquanto se tenta sobreviver à atual crise, tudo seguirá agora boiolisticamente, mas depois quando cessar o atual impasse, pode ser retomada a truculência diplomática (sic).

 

          Os protestos por intervenção militar, embora incipientes, estão florescendo em todas as cidades onde existem quartéis. Wesleys começam a surgir em toda parte. A máfia petista faz qualquer pessoa lúcida "surtar".

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