21 ABRIL 2021
11:24:41
INFORMATIVO - MATÉRIAS
31-03-2021 - GUERRA CIVIL DIA 17. 31 DE MARÇO, NOVAMENTE, 57 ANOS DEPOIS

31-03-2021   -   GUERRA CIVIL DIA 17. 31 DE MARÇO, NOVAMENTE, 57 ANOS DEPOIS

 

 

          Passados 57 anos do início do regime militar (1964-1985) ou "ditadura militar", chega-se a 31 de março com a necessidade de um novo regime militar.

 

          A corrupção no STF, a base da atual ditadura civil montada na era petista, ultrapassou todos os limites que se possa imaginar.

 

         Neste 31 de março, em todo o país, o povo se mobiliza para seguir para os quartéis, para reinvindicar a intervenção militar com Bolsonaro no poder, para dissolver o STF integralmente corrupto, aplicando-se o artigo 142 da Constituição. O movimento ocorre porque no Senado predomina a corrupção e a canalhice. O órgão majoritariamente corrupto recusa-se a cassar os ministros corruptos do STF petista. Por isso há o clamor pela intervenção militar.

 

          Canalhas de todo tipo se dão as mãos agora, como na frente de prefeitos, para mendigar dinheiro da China, para ser roubado. Dão-se as mãos também no Congresso Nacional e no STF, para atacar o presidente da República. Dão-se aos mãos também no manifesto de 500 boçais. Todas as máfias unidas contra o presidente da República fazem um apelo internacional para que dinheiro seja enviado ao Brasil, para ser surrupiado, para criar um clima de "impeachment" para Bolsonaro. São todos boçais.

 

          Como dissemos, alavancaram o número de mortes, para criar um clima de irresponsabilidade. Tudo besteira. As mortes são inexoráveis. Vão de 1000 por dia para 2000 por dia, de 2000 por dia para 4000 por dia, de 4000 por dia para 8000 por dia, de 8000 por dia para 16000 por dia, seguindo-se assim até que todos os que sejam vulneráveis morram. Reclamam de hospitais lotados. Ora, vão encher mesmo. E vai encher até sair gente pelo ladrão. Onde estão os hospitais de campanha? Onde foi parar o dinheiro enviado para a ampliação do atendimento.

 

          Supondo-se uma letalidade de 2% (e será menos ao final), seriam 4,2 milhões de mortos. Para acomodar isso dentro de 55 mil vagas originalmente existentes em UTIs e considerando-se 14 dias para cada paciente, tem-se que seriam 77 grupos de 55 mil pacientes, ou seja, seriam necessários (77 x 14) 1079 dias, ou 2,95 anos de restrições para distribuir os mortos nas vagas, ou seja, só pode morrer depois de passar pela UTI, é proibido morrer sem ter passado pela UTI. Só que os que precisam de atendimento não são só os supostos 2% que morrem, são mais, pois dos que vão para UTI mais de 80% morrem sem o tratamento precoce.  E mais. Foram considerados hospitais vazios, 100% destinados ao vírus chinês. Dessa forma, ter-se-ia de distribuir pessoas nas UTIs por uma década. Seria preciso uma década de "lockdown" para acomodar os que vão morrer nas UTIs existentes.

 

          Pessoas vão agüentar uma década em "lockdown", sem trabalhar, sem comer? O Estado agüenta uma década de depressão econômica? Alguém fez estudo sobre isso?

 

          Resumo da ópera: o objetivo é destruir a economia, arruinar o governo e inviabilizar para sempre a independência do povo. Estão de sacanagem. Isso tudo já foi exaustivamente comentado.

 

          Nas cidades crescem, de forma incipiente, movimentos pela intervenção militar, desta vez espontâneos, mas a máfia petista já se infiltrou em todos.

 

          Para hoje, 31 de março, estão programadas manifestações populares civis em todos os quartéis do país. Manifestações pela intervenção militar, artigo 142, com Bolsonaro no poder. Objetivo: dissolver o atual STF, integralmente corrupto, em face da prevaricação do Senado Federal, vocalizada pelo presidente da Casa, o senador Pacheco, um vagabundo que disse que a prioriedade nacional é combater o corona vírus e que não há coisa mais importante do que isso. Trata-se de balela, diversionismo, para deixar na gaveta denúncias de crime de responsabilidade contra os marginais do STF. É um que terá de seguir também para a cadeia, junto com os ministros do STF, uma vez decretada a intervenção militar.

 

          Independentemente de aplicação do artigo 142, o fato inexorável é que mais adiante será mesmo preciso decretar estado de sítio, não por causa do vírus, mas por causa da desordem econômica. Saques em supermercados, arrastões, explosão da violência urbana (pois o tráfico de drogas também é afetado pela depressão econômica no médio e longo prazos). Pessoas famintas vão invadir até a casa do vizinho em busca de comida. Supermercados, farmácias, postos de gasolina, as poucas coisas ainda em funcionamento, terão de fechar também, por conta do vandalismo, dos arrastões, dos saques. Pessoas ficarão ilhadas em casa, sem combustível, sem comida, sem remédios. Quanto maiores forem as cidades maiores serão os problemas de violência urbana. As Forças Armadas terão de intervir para conter a violência urbana, numa tarefa insana. Enquanto isso estiver acontecendo, ter-se-á um colapso no mercado financeiro e a quebra da Fazenda Pública. Neste momento de turbulência final e de desmantelamento da ordem pública, com tropas já nas ruas, o resto do serviço poderá então ser completado, colocar na cadeia ministros do STF, governadores, prefeitos, deputados estaduais, vereadores e até, em último caso, dissolver o Congresso Nacional.

 

          A intervenção militar começa. Mas uma vez iniciada é como o Evergreen, não tem mais como parar ou controlar.

 

          A intervenção virá, mas não por causa do vírus ou da corrupção no STF e sim por causa da violência urbana. Um verdadeiro "lockdown" poderá vir, via estado de sítio. Mas este "lockdown" não será para conter o avanço do vírus e sim para conter a violência. Com o estado de sítio decretado e com tropas nas ruas, poderá ser feita a censura dos meios de comunicação, cancelando-se as transmissões da Globolixo.

 

          As máfias querem criar o caos para derrubar o governo, mas o caos obrigará o governo a por as tropas nas ruas, em GLO, para garantir um estado de sítio a ser decretado. Chegado a este momento de convulsão social, e sendo incontroversas as conseqüências da inconseqüência do STF, de governadores e de prefeitos, segue-se para o 142.

 

          A intervenção deverá alcançar primeiro o STF, com prisões, depois governadores, para evitar o uso político das polícias militares, que agora já começam a desertar. Seja como for, as polícias militares são reservas das Forças Armadas, podendo ser avocadas. No caso da Câmara dos Deputados já está pronta a lista de 364 marginais a serem presos também. No caso do Senado, a lista também já está pronta. As listas foram preenchidas voluntariamente e alegremente pelos bandoleiros a serem presos.

 

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          Em princípio as primeiras movimentações são para deixar de prontidão as Forças, tendo em vista a necessidade de decretação do estado de sítio com GLO para  conter a violência urbana, que sairá do controle. Não será estado de sítio por causa da doença e sim por causa da violência. E não é para prender pessoas trabalhando, é para conter a onda de saques e arrastões.

 

          Chegado a este momento, no entanto, ter-se-á alcançado o limite de tolerância para com o absurdo, não sendo mais possível contemporizar. Daí para frente a intervenção se convola em artigo 142, para combate ao epicentro da violência e do crime organizado, o STF. Restabelecida a ordem pública, o estado de sítio poderá ser ainda mantido por algum tempo, prorrogado ou revertido. "Lock" no STF e "down" direto para a cadeia.

 

          É como um avião descendo. Quando estiver nos últimos metros antes de impactar o solo e se autodestruir o controle é tomado dos governadores e ministros do STF genocidas, desviando-se o curso para cima e evitando-se o impacto.

 

          A intervenção não advirá de uma vontade, de um desejo. Irá se autoimpor diante do caos da violência urbana.

 

          Canalhas engravatados, dentro do ar-condicionado, em togas brilhantes, com sapatos flutuantes que não ficam nem com as solas sujas por só trafegarem sobre nuvens de arrogância, prepotência, luxúria, propinas e distanciamento da realidade, terão um encontro marcado com o mundo real da convulsão social incontrolável, aquela da qual falou Paulo Brossard em 2006 no programa Roda Viva: nenhum Estado, autoritário ou democrático, dará conta de resolver o caos urbano gerado por décadas de inconseqüência política.

 

          Hoje, 31 de março, o povo estará nas ruas novamente, em todo o Brasil, 57 anos depois, para clamar pela intervenção militar do artigo 142, com Bolsonaro no poder, para dissolver o STF integralmente corrupto, a base da atual ditadura civil. Embora exista este apoio, a intervenção propriamente dita se imporá quando o caos urbano explodir. Uma vez aberta a caixa de pandora, não há limite para o que virá depois.

 

          Nós, como soldados reservistas, nos colocamos à disposição para dar cumprimento ao artigo 142 da Constituição e dissolver o STF corrupto.

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