21 ABRIL 2021
11:45:42
INFORMATIVO - MATÉRIAS
01-04-2021 - GUERRA CIVIL DIA 18. PAUSA EM BRASÍLIA. A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR

01-04-2021   -  GUERRA CIVIL DIA 18. PAUSA EM BRASÍLIA. A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR

 

 

          Após as mudanças ministeriais, a turba de vagabundos resolveu acusar Bolsonaro de usar militares para fazer um golpe de Estado. Protocolaram denúncia de crime de responsabilidade e chamaram o ministro da defesa para depor no Congresso.

 

          Nada aconteceu de concreto que justique qualquer tipo de aporrinhação. E não existe meio termo nesta situação. Ou segue tudo como está ou depois não haverá quem conceda "habeas corpus" ao Supremo, como na célebre passagem histórica do início da República.

 

          Enquanto nada acontece, nada aconteceu. Depois que acontecer alguma coisa não haverá o que fazer, pois quem poderia fazer alguma coisa estará preso. Não há meio termo. Nada é nada e quem quiser fazer o nada virar alguma coisa vai no fim fazer alguma coisa acontecer.

 

          Os políticos em Brasília são também brasileiros, são tão displicentes, boçais, ignorantes, acéfalos, bobocas, ingênuos e alienados como qualquer brasileiro. Vivem dentro de uma bolha, a bolha da corrupção e do distanciamento extremo de qualquer realidade. Assim como o povo do BBB em boa parte ignora o que se passa na cúpula política, a cúpula política também ignora o que se passa na base da sociedade. Os políticos não têm noção do que se passa na mente de quem está agora passando fome.

 

          Em face desta alienação, os politicos em Brasília estão num semi-cagaço, sem acreditar muito na hipótese de intervenção militar, tanto que começaram a se meter a besta de quererem se intrometer neste assunto de forma a criar ingerência. Daqui a pouco vão pedir para a REDE petista, o PSOL petista, o PSB petista ou o PC do B petista, todos satélites da máfia petista, ajuizarem ação no STF para impedir as nomeações da cúpula militar. São todos idiotas, sem noção. Se de fato alguma mudança estivesse em curso para possibilitar uma intervenção militar e se for partir para colocar empecilho nisso, aí é que a intervenção vai ocorrer mesmo.

 

          O mendigo na rua não conhece o que se passa na mente dos corruptos em Brasília. Mas estes também não fazem a menor idéia do que se passa na mente do mendigo e o quanto de sofrimento precisa acontecer para que políticos sejam guilhotinados (ou presos por uma intervenção militar). Por isso, em Brasília, nos últimos dias, foi vivido um semi-cagaço. Estão todos peidando de forma controlada, para não borrar as calças. Estão todos ressabiados, sem entender muito o que se passa e ainda querendo fazer uso político de uma suposição, cutucando a onça com vara curta. São de fato uns animais.

 

          Ontem, em alguns quartéis, aqui na região de São José dos Campos, SP, o povo se manifestou. Em São José dos Campos, por exemplo, pessoas acamparam na frente do Centro Tecnológico de Aeronáutica, CTA. Em Caçapava, SP, pessoas protestaram pela intervenção militar em frente ao 6º Batalhão de Infantaria Leve. Em Taubaté, SP, o povo também esteve nas ruas. Estas manifestações têm se repetido agora semanalmente ou, como em São José dos Campos, de forma permanente, com o povo acampado por tempo indeterminado em frente ao CTA. Repete-se o visto no Occupy Wall Street de 2008. Começou com alguns acampados e meses depois fez iniciar a Primavera Árabe. Em Brasília ocorreram protestos também. Em Brasília, porém, era nítido o direcionamento dos protestos por impostores. A moda agora, na última safra de impostores, é a de impostores acusando impostores de serem impostores. O bagulho está "punk", cada vez mais "punk", uma verdadeira pandemia de diversionismo, desvio de foco e engambelação. Aqui na região de São José dos Campos, SP, impostores transforam o movimento num Fora Dória e ainda com as cruzes de José Dirceu, para fazer os transeuntes imaginarem ser um protesto petista. Os impostores e pessoas que foram enganadas acreditando em orientações apócrifas, no entanto, foram advertidos e foi retomada a ordem: intervenção militar, conforme previsto no artigo 142 da Constituição, para dissolver o STF integralmente corrupto, com Bolsonaro mantido na presidência de um governo civil. O público que apoiou a intervenção militar ao longo da última década e que ainda apóia a idéia segue com resiliência, sendo inabalável, pois tem a certeza absoluta do futuro: Venezuela.

 

          Como dissemos, com ou sem impostores, quem tem feito a maior parte do trabalho de angariar público para os protestos é a própria máfia, ao criar impostores para serem lideranças e ao destruir a economia. A novidade agora é o surgimento de lideranças legítimas e que têm aos poucos se organizado cada vez mais e criado as condições para que os movimentos continuem crescendo de forma sustentável.

 

           O público alienado também não seguiu as orientações de José Dirceu. Ninguém vestiu preto e ninguém colocou fitinhas prestas nos braços. Não somos só nós aqui a falar para as paredes, José Dirceu fala para as paredes também, só que para uma parede mais grossa, mais espessa e mais alta. É o grande paradoxo. E é por isso que a máfia tem dado sucessivos tiros pela culatra ou tiros nos próprios pés.

 

          Neste cenário, será a violência urbana a geradora da intervenção militar. Assim que começarem os saques, arrastões e explodir a violência será preciso decretar estado de sítio, colocar tropas nas ruas. E não vai adiantar enxugar gelo. O gelo só vai parar de derreter quando o STF estiver inteiro na cadeia. Desta forma a intervenção virá de forma inexorável, como conseqüência inevitável do desmoronamento concreto da ordem pública, que advém da dissolução da ordem pública em termos abstratos, a corrupção total nas cúpulas dos Poderes Judiciário e Legislativo.

 

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          Luciano Hang, um dos grandes empresários brasileiros, dono das Lojas Havan, foi entrevistado no programa Direto ao Ponto. Veja ao final o vídeo.

 

 

         Acossado por quatro jornalistas da imprensa podre capitaneados pelo, até agora, lúcido, isento, justo, ético e profissional Augusto Nunes, o empresário conseguiu driblar absolutamente todas as "pegadinhas" montadas pelos jornalistas para desmoralizar Bolsonaro. Hang respondeu a tudo, de bom humor, sem se irritar, sem se indispor com os jornalistas sedentos por uma falha de Hang, mas acabaram tendo de enfiar a viola no saco. Liso como um quiabo, mas sempre falando verdades e sem ser deselegante ou se indispor com os jumentos, Hang tirou de letra a inquisição a que Bolsonaro foi submetido na entrevista. Usaram todas as perguntas para fazer Hang defenestrar Bolsonaro, mas não conseguiram. Aconteceu justamente o oposto.

 

          Fosse qual fosse o assunto, vírus chinês, vacinas, tratamento precoce, desemprego, crise, mudanças ministeriais, inquérito no STF, número de mortos pelo vírus, ..., Hang tirava de letra ao responder. Três dos quatro jornalistas acabaram desistindo de arrancar de Hang algo que comprometesse Bolsonaro, restando só uma jornalista, que ao final também se rendeu de tanto Hang tratá-la com respeito e consideração, deixando-a sem jeito de se indispor. Em resumo, foi a repetição do que se viu nos tempos bíblicos, quando Jesus foi indagado sobre os tributos devidos a Roma, ocasião em que queriam criar animosidade entre ele e os romanos, quando então veio Jesus e disse: de quem é esta face nessa moeda? Assim, os que queriam incriminá-lo tiveram de enfiar a viola no saco e ainda ouvir: a César o que é de César.

 

          Ao contrário da patifaria do manifesto dos 500 vagabundos, Luciano Hang deu um verdadeiro "show", numa entrevista sensacional, uma verdadeira aula de como se comportar perante a PuTaria que acontece na imprensa (tirou de letra tudo, deu um baile nos capachos da máfia petista, deixou todos desconfortáveis e desmontados, ao mesmo tempo em que foi simpático e não se indispôs com quem quer que fosse, terminando como um Jesus Cristo, de bem como todo mundo apesar de tudo):

  

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