21 ABRIL 2021
12:06:50
INFORMATIVO - MATÉRIAS
02-04-2021 - GUERRA CIVIL DIA 19. CONTINUAM OS JOGOS MORTAIS

02-04-2021   -   GUERRA CIVIL DIA 19. CONTINUAM OS JOGOS MORTAIS

 

 

          Após a máfia toda visualizar a possibilidade de uma iminente intervenção militar, todos momentaneamente baixaram a bola.

 

          Como vimos ontem com Luciano Hang, o empresário das Lojas Havan, numa super acessível e clara explicação, não há qualquer motivo que justifique o "impeachment" de Bolsonaro.

 

          Depois de todo festival de autoritarismo e ditadura de governadores a justificar uma intervenção militar para detê-los (e também deter o STF corrupto), governadores canalhas boçais se uniram para fazer um manifesto ridículo pela democracia. Todos os energúmenos unidos se juntaram numa folha da papel para dizerem que não são canalhas. Foi logicamente ridículo.

  

 

          Destarte, as máfias terão, por ora, de partir para estratégias extraordinárias, entre as quais a de assassinato. Bolsonaro, agora recomposto, precisa estar mais atento à possibilidade de assassinato. E ficar atento também à possibilidade de sabotagem de seu governo por impostores em escalões intermediários da Administração em atos que dependam de chancela da presidência da República. A porcaria feita pela AGU na ADI 6764 foi um bom exemplo de sabotagem interna.

 

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          Como vimos, a Constituição, o direito constitucional, é a regra do jogo. Determina o que cada peça pode fazer.

 

          Poder-se-ia dizer que a intervenção militar do artigo 142 é a rainha do tabuleiro de xadrez constitucional. Ela até é, enquanto evento iminente. Uma vez iniciada, não é como uma peça que se move, é como uma mão que vira a mesa, jogando o tabuleiro e as peças todas no chão, pondo fim ao jogo.

 

          Como vimos, uma vez formada uma pressão consistente pela intervenção militar, os próprios covardes e corruptos do Congresso Nacional levariam a cabo o "impeachment" dos onze ministros corruptos do STF. E fariam isso porque se não fizessem seriam eles mesmos também alvo da intervenção militar.

 

           É por causa disso que o jogo teve uma pausa nestas últimas horas. As máfias estão avaliando as possibilidades existentes.

 

          Enquanto isso, a economia segue em depressão econômica, com cada fez mais famintos e cada vez mais recordistas de horas sem alimentação. Em tese, uma solução alternativa seria barrar parcialmente ou totalmente as exportações de alimentos, com o governo comprando a produção a ser exportada para distribuir gratuitamente às pessoas famintas. A ditadura chinesa ficaria com menos (ou nenhuma) comida e ninguém poderia reclamar do Brasil. Com isso, ter-se-ia uma via de terrorismo alimentar, para coibir o terrorismo biológico da ditadura chinesa. Terrorismo alimentar? Não, não, não! É cuidado governamental com as pessoas famintas cuja fome se originou do atentado terrorista biológico chinês.

 

          Hoje seremos resumidos e rápidos, pois temos pendências a resolver e este nosso "site" é só um passatempo. As máfias logicamente têm alternativas, mas o implemento dessas alternativas pode acelerar a intervenção militar em vez de evitar sua consecução.

 

          "Ceteris paribus" as condições de "lockdown", a intervenção será inexorável e, como disssemos, vai se impor quando explodir a violência urbana. As Forças Armadas terão de ir para a rua para estuprar o povo faminto em fúria para fazer valer um estado de sítio anti-violência. Não custará fazer o serviço completo, em vez de estuprar o povo pode pegar e comer o rabo dos políticos logo de uma vez, dissolvendo o STF, pondo fim à raiz do problema.

 

          Como vimos, logo mais teremos uma GLO e um estado de sítio decretado, com apoio do Congresso, mas não para conter o avanço do vírus chinês e sim para conter a violência urbana. A máfia, neste ponto, irá sabotar as operações de GLO, para tentar jogar o povo contra as Forças Armadas. Essa sabotagem irá ocorrer de mil e uma formas. Para parar de enxugar gelo e deter a deterioração, o serviço terá de partir para a etapa completa, dissolver o STF, para estancar a fonte de instabilidade e completa implosão concreta da ordem pública. O único caminho para deter o caos será restabelecer o comércio, pondo-se fim aos "lockdowns". Com a volta da atividade econômica, o ímpeto violento tende a arrefecer.

 

          A meta do governo federal é, obviamente, resolver a crise institucional sem a intervenção militar, com o Senado cassando todo o STF. Com a intervenção na ordem do dia, quem passa a estar na berlinda é o Senado Federal, que fica obrigado a se mexer, pondo em pauta denúncias contra ministros do STF e cassando-os. Desta maneira, a crise institucional terminal é superada sem traumas e sem sobressaltos. A omissão do Senado combinada com a violência urbana darão o "timming" da virada de mesa. Virando a mesa, nenhuma peça sobre o tabuleiro será poupada, exceto o Rei, o presidente da República.

 

          A situação do Congresso Nacional agora é a de alguém que vai tentar arrancar um fio da bomba relógio. Mas ao mexer-se para alcançar o fio intercepta o laser invisível e este então aciona automaticamente o 142. E a bomba relógio é a fome, o desemprego, a violência urbana. Estas levarão a uma GLO e a GLO se convolará em 142 assim que tropas estiverem nas ruas.

 

          Neste cenário, será natural para a máfia petista optar pelo assassinato do presidente da República. Sem o presidente, não há intervenção, a menos que esta se faça de modo bruto, depois, virando-se a mesa e jogando peças e tabuleiro na fogueira.

 

          Seguem os jogos mortais. Presidente assassinado, mortos nos hospitais por conta do atentado terrorista biológico chinês e mortos nas ruas, mortos pela fome e pela violência urbana. Para a máfia, qualquer cenário é cenário, pois joga-se com todas as cartas sem receio de arrependimento ou qualquer resquício de pudor.

 

          A intervenção militar virá. Mas o assassinato também. Para a máfia, impasse no meio de campo se resolve à bala.

 

          Assim, o cenário das últimas horas é de calmaria, mas esta calmaria é so aparente. Nos bastidores tudo segue por um fio. Não se trata de política, trata-se de crime organizado interno, assassinato interno e genocídio perpetrado pela ditadura chinesa. Tudo sopesado, o que se tem é terrorismo. A ditadura chinesa, por sua vez, segue impávida, pois também tem alternativas múltiplas de ação, como o lançamento de novas cepas artificiais, muito mais mortais, se necessário, para reinstalar a histeria, só que desta vez realmente justificada.

 

          Como dito, tudo se deve ao "efeito Biden", o fim dos Estados Unidos da América com a fraude eleitoral, hoje uma republiqueta de Terceiro Mundo, igual àquelas que eram invadidas pelo coronel Braddock nos anos 80.

 

          Os próximos lances agora ocorrerão na calada da noite, de forma repentina. O dia vai amanhecer com a novidade já consumada. Será um choque. Pessoas que foram dormir num país livre acordarão na Coréia do Norte no dia seguinte. O que está feito está feito, refletirão os mafiosos. Irá ter revolta? Quem a aglutinará para que produza efeito específico útil? O povo irá para as ruas exigir o que, se não há mais peças no tabuleiro?

 

          É por conta disso tudo que a prontidão deve ser para uma intervenção militar arrasadora que não deixe pedra sobre pedra, alcançando-se, além dos marginais do STF, quase todo o STJ, governadores, os 364 marginais da Câmara dos Deputados, os 65 marginais do Senado Federal, governadores, prefeitos, deputados estaduais e até vereadores, todos que agiram em atentado contra a ordem constitucional praticado por grupo armado (o que é imprescritível e inafiançável), atentado este caracterizado pela prisão de pessoas por desobediência a restrições ilegais típicas de estado de sítio impostas por meio de legiferação em abuso de poder e desvio de finalidade. Junto com a intervenção vem a cassação da concessão de canais de televisão, por atuação típica de crime organizado. E nesse barco entram ainda jornalistas da imprensa corrompida, aquela da qual falou Emílio Odebrecht à PGR na lava-jato.

 

          No mundo inteiro seguem os jogos mortais, exatamente como agora no Brasil. O Irã, por exemplo, está prestes a ser riscado do mapa por uma bomba atômica israelense. Putin está prestes a ser assassinado pela ditadura chinesa. A Europa está prestes a ser riscada do mapa com o fim da sustentação do euro pela Alemanha. O dólar está para colapsar num "flash-crash" assim que um hiato inflacionário significativo ocorrer.

 

          O melhor "hedge" para o atual cenário é o ouro físico, desde que enterrado em Marte.

 

          O esgarçamento da sociedade poderá ser amplificado, prorrogando-se a fase pré-explosão da violência urbana com dinheiro enviado pela ditadura chinesa a título de ajuda humanitária. É por isso que todos os canalhas da política se uniram para fazer um apelo internacional para dizer que a situação brasileira é de calamidade única (mentira). Chegando a grana da China, governadores poderão custear auxílios emergenciais para prorrogar o fechamento da economia até que o máximo possível de empresas vá à falência. E o dinheiro vem. A ditadura chinesa já enviou dinheiro para os sindicatos, que são braços da máfia petista.

 

          O horror sem fim segue dentro da casa dos jogos mortais.

 

           O andamento da coisa até aqui indica que de fato o desejo da ditadura chinesa é provocar o máximo de destruição econômica possível. Ela não quer só dar uma balançada para comprar algumas coisas na bacia das almas. Ela veio para destruir tudo mesmo, comprar o país inteiro. E exige Bolsonaro destituído do poder.

 

          Como vimos, porém, tudo é paradoxal no cenário da globalização, valendo isto para mega eventos como para eventos isolados. O dinheiro que a ditadura chinesa já envia e vai enviar para ajudar a prorrogar a tortura a que o povo brasileiro está sendo submetido (ou seja, manter a fome, mas impedindo a morte por completa inanição) pode ajudar a adiar a intervenção militar que viria após a GLO para conter a violência urbana. Considerando-se este ponto de vista econômico pontual, o ideal seria a intervenção militar agora, para evitar o colapso econômico total ou quase total do setor industrial, que será levado a cabo com o dinheiro do auxílio emergencial vindo da ditadura chinesa usado para manter "lockdowns" ainda por meses a fio. Por outro lado, o dinheiro do auxílio emergencial vindo da ditadura chinesa poderá servir para conter a violência urbana até que grande parte das pessoas seja vacinada. Neste cenário de morde e assopra, de faz de conta, de contradições e mentiras em série por parte da OMS/ditadura chinesa, o dinheiro para o auxílio emergencial vindo da ditadura chinesa será como uma dose de cocaína para o viciado dentro da clínica de recuperação. Depois de o internado para recuperação estar novamente viciado e ao mesmo tempo dopado, a ditadura chinesa lança a nova cepa artificial, para com isso justificar o não funcionamento de vacinas e ainda vender mais vacinas, prorrogando-se os "lockdowns" e pondo tudo por terra. Será então quando tudo vai colapsar de vez, como  numa "overdose" de cocaína.

 

          Pessoas em intensa e "gigantescamente" profunda alienação que vagavam pelos "shopping centers" em 2019 alegremente, acreditando piamente que a liberdade é uma dádiva da natureza inexorável, irão acordar, mas dentro de um forno crematório em Auschwitz na Polônia, na III Guerra Mundial, um "lockdown" de anos a fio, após o que tudo será terra arrasada e com gado marcado, pronto para abate. O sapo dentro da água é o forno crematório, que começa numa doce temperatura de 25 graus, temperatura de férias em casa. Vai subindo, subindo, até chegar à temperatura da Coréia do Norte, quando então todos são queimados vivos. Olha-se pelo vidro lá fora, mas o que se vê são só corpos já queimados amontoados, são os clientes desempregados do comércio que está falido. A flanela do flanelinha terá sido roubada e aquele banco da praça (onde sentam todos os dias os que não têm o que fazer por estarem desempregados e pensam durante todo o dia em como irão se matar) estará sendo objeto de disputa sanguinária.

 

          Voltando então ao atual cenário, a solução final, em tese, é a intervenção militar já e a suspensão total da exportação de alimentos para a ditadura chinesa. Seria um tranco violentíssimo, mas é a única maneira de deter o mal pela raiz. No futuro a exportação poderia ser retomada, quando caísse o governo ditatorial chinês, o que indicaria o fim das estratégias de terrorismo biológico. Na guerra cada um usa as armas que tem. Não existe guerra em que só se dá tiro e se ganha território. Em toda guerra há perdas, perda de equipamentos, perda de território e perda de vidas humanas. Na guerra só não perde quem se rende? Não, quem se rende na guerra perde tudo. A rendição não é opção. Isso vale para todos. Para países, para políticos e para máfias. Ninguém irá retroceder ou se render. Exceto os ingênuos. Em princípio, a corda já arrebentou. A estratégia de Bolsonaro em sido amarrá-la novamente, mas trançando o nó no pescoço dos algozes. A corda vai arrebentar de novo, mas em outro ponto e ao mesmo tempo vai enforcar o pescoço dos mafiosos. É mais ou menos isso que está montado. O dinheiro da China está para vir para ser usado como auxílio emergencial. Isso evitará que a corda arrebente. A tendência então é a continuidade do impasse. É exatamente por isso que a ditadura chinesa manda então o dinheiro, mais cocaína para viciados em clínicas de recuperação. A ditadura chinesa quer manter a sangria econômica, quer manter a deterioração da indústria. Por isso manda dinheiro para bancar o "fique em casa". "Fique em casa" enquanto a economia morre. Primeiro manda dinheiro para sindicatos agora. Depois vai mandar para governadores criarem auxílios emergenciais estaduais.

 

          Neste novo contexto de dinheiro da ditadura chinesa sendo remetido ao Brasil, por outro lado, possibilita-se uma sobrevida para os famintos, até que a vacinação termine. Primeiro o dinheiro está vindo para sindicatos, para fomento de manifestações orquestradas contra Bolsonaro. Mais dinheiro virá depois da ditadura chinesa, para governadores fazerem os seus auxílios emergenciais para os famintos. Esse dinheiro, no entanto, poderá fazer a economia continuar girando, reduzindo-se sua deterioração, que é o objetivo da ditadura chinesa. Povo vacinado, de férias em casa, com dinheiro no bolso. Quem vai ser contra o quê? Quem vai reclamar de alguma coisa? É o eterno tiro que sai pela culatra, como sempre. Depois de dois anos de terrorismo, tudo terá resultado em absolutamente nada.

 

          Íamos escrever um parágrafo só hoje. Não tem jeito, é foda, o assunto não nos permite começar a falar e conseguir parar. Tragédia à parte, é fascinante ver como as peças se movimentam no tabuleiro sobre uma mesa que está prestes a ser virada, ou pela intervenção militar por Bolsonaro ou pelo assassinato de Bolsonaro pela máfia petista. Custa crer que estamos imersos na III Guerra Mundial e também numa guerra civil interna.

 

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          Observação: o canal "Caio O Alemão", do "YouTube", foi censurado. Está suspenso por duas semanas. Como mostrou a verdade do que tem acontecido na Europa, a revolta do povo contra o "lockdown", o canal foi censurado. A rede social de Donald Trump está para ser lançada em algumas semanas. Dentro da nossa agora Idade Média Digital, isso equivalerá ao invento da imprensa de Gutenberg na primeira metade do século XV.

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