21 ABRIL 2021
10:11:47
INFORMATIVO - MATÉRIAS
03-04-2021 - GUERRA CIVIL DIA 20. PIT-STOP

03-04-2021   -   GUERRA CIVIL DIA 20. PIT-STOP

 

          Hoje vamos a uma pausa para descanso em matéria de tragédia. Vamos falar de um assunto mais leve, o colapso do dólar.

 

          Abaixo temos um vídeo de Fernando Ulrich (com seu habitual alto astral), analista da Liberta Investimentos, sobre o orçamento brasileiro de 2021. Confira:

  

 

          Complementando o vídeo, há sempre a idéia de que em termos ordotoxos a situação brasileira é muito pior do que a dos Estados Unidos e da Europa. Estados Unidos e Europa já passaram pela situação atual do Brasil e estão imprimindo dinheiro desde 2008. O Brasil não imprimiu dinheiro ainda.

 

          Fed e BCE estão agora comprando títulos das dívidas públicas nacionais. Fazem isso desde 2008. Nos EUA, cerca de 80% da dívida pública federal é prefixada, como mostrado no vídeo acima. É justamente isso que está na raiz do colapso do dólar. Com dívida prefixada e juro real negativo, se a inflação começa a alcançar patamar, digamos, de dois dígitos anuais, tudo pode implodir, com credores se desfazendo de títulos públicos em dólar em massa, num "flash-crash".

 

          No caso brasileiro, mais de dois terços da dívida pública não são constituídos de títulos prefixados. A alta inflação de 2020 gerou juros reais negativos, mesmo nos títulos pós-fixados. Isso aconteceu porque eram títulos não indexados ao IGPM e sim indexados a outros índices de inflação. Havendo inércia inflacionária, a tendência é os demais índices de inflação, como IPCA, alcançarem (em termos de número-índice) a inflação acumulada pelo IGPM no médio ou longo prazo.

 

          Em que pese o aumento nominal da dívida pública, a opção para o governo agora seria o lançamento de títulos públicos pós-fixados, indexados ao IGPM. Assim, há garantia de juro real positivo para o investidor, mesmo que a inflação seja alta. Assim, a rolagem da dívida é mais garantida. Estes títulos precisariam ser recolocados no mercado, com isso abrandaria-se a pressão pela elevação dos juros reais. Isso porque, no caso de títulos prefixados, o índice nominal de juros precisa ser muito elevado, pois sendo indefinida a inflação futura o investimento ou o lançamento do título torna-se uma aposta muito grande. Sendo aposta, o juro precisa ser em tese mais alto do que seria no caso de títulos pós-fixados, que garantem sempre juro real positivo.

 

          A ortodoxia na comparação Brasil-EUA vem da idéia de que o dólar é uma moeda mundialmente aceita e que por isso o "quantitative easing" seria algo tolerável, sendo isso inviável no Brasil em face da pouca credibilidade da moeda.

 

         Na verdade mesmo, em termos ortodoxos, os EUA hoje já são um país de terceiro mundo. Trilhões de dólares foram impressos e continuarão sendo impressos, formando-se uma República de Weimar eletrônica. Com a fraude eleitoral, desceu ainda mais em matéria de credibilidade em termos de segurança jurídica, tornou-se uma República de bananas.

 

          Sob este novo ponto de vista, a situação brasileira é melhor do que a dos Estados Unidos. No Brasil não se chegou ainda a imprimir dinheiro, estando-se a seguir por caminhos 100% ortodoxos ainda, a despeito de ser um país também sem credibilidade hoje por conta da corrupção total no Supremo Tribunal Federal. Em tese, a situação brasileira é de virada em termos de segurança jurídica, com o Supremo Tribunal em vias de ser dissolvido e ter seus integrantes presos, resgatando-se a credibilidade institucional. Atualmente vive-se um impasse, com os integrantes do tribunal corrupto dando suas últimas cartadas para tentar garantir a sobrevivência do crime organizado no país. O impasse poderá ser superado com o assassinato do presidente da República  Jair Messias Bolsonaro pela organização criminosa de Luís Inácio Lula da Silva. Nesta hipótese, o país mergulhará rumo ao ostracismo político e econômico venezuelano ainda em 2021. Na hipótese inversa, com a deposição e prisão de todos os integrantes do tribunal e a eliminação de figuras criminosas como Lula e José Dirceu, o país terá bom potencial para decolar.

 

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          Dia de "pit-stop". Do lado do governo tem-se agora uma trégua para descanso. Do lado da máfia, segue o planejamento de novas estratégias para superação dos atuais contratempos. Todos os pernas de pau entraram em campo, até o time reserva. No campo, segue agora o campeonato para ver qual a coisa mais ridícula a ser lançada contra Bolsonaro, a mais patética, a mais sem pé e sem cabeça.

 

          Dentro do STF segue a putrefação, com tripas expostas a céu aberto sendo reviradas pelos urubus no lixão. Veremos depois mais detalhes disso caso a calmaria temporária ora reinante persista por mais algumas horas. A máfia se reorganiza e não vai se render, é lógico. A qualquer momento o tempo vai fechar de novo. Vai começar logicamente com coisas ridículas, numa fulminante disputa em que essas coisas ridículas vão rivalizar com o agripinoday, mas depois deverão surgir coisas mais elaboradas. Nada dando certo, a opção será apelar para um novo Adélio. Lula está em crise de abstinência por falta de dinheiro público. Dinheiro novo, é lógico. Roubar por roubar, só por esporte.

 

          Não vamos falar de coisas positivas aqui porque isso faz as pessoas amolecerem. A pressão tem de continuar, como se fosse o fim do mundo. É isso que fará mudar o cenário.

 

         A coisa toda só estará resolvida quando todo o STF, Lula e Dirceu estiverem na cadeia. Com a boca de veludo a todo vapor numa cela comum.

 

          Do lado da máfia agora, a solução será pagar para ver. Se não der certo, há a alternativa de sempre, mandar para o caixão. A máfia não gosta muito de pornografia explícita, prefere mais os cinquenta tons de sangue em que tudo vira "acidente" ou acaso. Lula, caso sobreviva, terá de ser o candidato, não vai adiantar escolher poste ou preposto. No novo manifesto de boçais em prol da democracia ninguém quis assumir como cara do grupo. Ninguém está a fim de acompanhar Celso Daniel na vala. E falando nisso, o líder do MBL, Mais um Braço de Lula, declarou que vai votar em Lula. Como dissemos aqui mil vezes, o tal MBL era só um braço da máfia petista disfarçado de direita liberal. Os impostores estão por toda parte. O curioso é que para quem está acostumado com a história eles são detectados logo de cara, de plano. Na testa deles já está escrito o que são. Um simples "a" que digam e já se revelam. O esporte da vez agora é identificar impostores. Antes falavam 90% de coisas pertinentes e 10% de mensagem subliminar petista. Agora a proporção de de 99 para 1. Assim fica mais divertido identificar os boçais. Por mais que escondam o que são, sempre a mensagem subliminar vem no meio do discurso. A diferença entre o impostor e o não impostor é que o impostor sempre está a par de tudo. Para complicar um pouco, no meio de tudo isso há os sensacionalistas que buscam monetização. Diferenciar tudo isso é uma das maiores diversões agora. Boa-fé e lucidez juntas só mesmo com Olavo de Carvalho. Há ainda um outro super restrito grupo de pessoas que quase chegaram lá, são os não impostores que não são advogados. E há os níveis de otários também. O meio otário é o que manda pelo whatsapp um super escândalo, mas que ocorreu três anos atrás e só agora ele ficou sabendo. Éfe, ó, dê, a.

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