15 MAIO 2021
12:00:34
INFORMATIVO - MATÉRIAS
29-04-2021 - GUERRA CIVIL DIA 46. VÁRIOS PESOS E VÁRIAS MEDIDAS. LUGAR DO STF É NA CADEIA

29-04-2021   -   GUERRA CIVIL DIA 46. VÁRIOS PESOS E VÁRIAS MEDIDAS. LUGAR DO STF É NA CADEIA

 

 

          Oswaldo Eustáquio, inocente. Esteve preso e ficou paraplégico na prisão, que foi ilegal, em abuso de autoridade. Será condenado ao final e permanecerá preso.

 

          Daniel Silveira, inocente. Está preso ilegalmente, em abuso de autoridade. Foi denunciado, em abuso de autoridade. A denúncia foi aceita por unanimidade. Será conenado e mantido preso por décadas.

 

          Lula, culpado. Está solto, depois de ter sido preso. Os processos foram anulados, em abuso de poder, em decisão ilegal. Tudo irá prescrever e o criminoso ficará livre para sempre, em mais uma fraude no STF contra a lava-jato.

 

          Alexandre de Moraes, culpado (assim como todo o STF). Está solto e continua a agir criminosamente. Foi denunciado. A denúncia ficou na gaveta de Pacheco. Ação para forçar o recebimento por Pacheco foi recusada por Kassio, com argumentos pífios. Vai ficar por isso mesmo. Houve agravo, o colegiado manterá a decisão de não forçar o recebimento, descumprindo a lei.

 

          Bolsonaro, inocente. Foi pedida investigação em CPI e houve várias denúncias. Ação no STF para forçar a abertura da CPI teve decisão liminar ordenando a abertura da CPI. A CPI foi aberta.

 

          Renan Calheiros, culpado. Denunciado várias vezes, tudo segue na gaveta. Indicado para relatoria da CPI, teve esse direito obstado por ação popular em primeiro grau, por ser suspeito para investigar o próprio filho. Em segundo grau, foi mantido na relatoria, após decisão do Tribunal Regional Federal. A imparcialidade numa comissão deste tipo é algo que não existe. CPI política é para acusar, para tocar o terror, é feita por inimigos políticos, é feita pela oposição. Numa haverá isenção numa CPI, em tese. A CPI é política, para tomar decisão política. Eventualmente poderá haver isenção, mas em princípio na prática isso não tem como existir na maior parte dos casos. Assim, exigir imparcialidade num julgamento político é utopia. Agora o pai investigando o filho, aí é diferente, não é política, é caso de impedimento total.

 

          A coisa segue totalmente pelo avesso. E isso acontece por causa da corrupção total no STF, como vimos aqui exaustivamente. Integração de organização criminosa, obstrução da justiça, abuso de autoridade, prevaricação e corrupção passiva. Estes são os crimes praticados pelos integrantes do STF, os onze. O lugar do STF é na cadeia.

 

          Ante a omissão do Senado (quanto a todos estes absurdos), que é majoritariamente constituído por criminosos (que diante das graves omissões acima vistas nada fazem, justamente por serem coniventes e dependentes dos bandidos do STF), as soluções jurídicas, EM TESE, são as seguintes:

 

          a) esperar a próxima eleição e renovar o Senado (utopia, nada vai mudar e até lá as panelinhas eleitorais vão se aprofundar ainda mais), para que um novo Senado tome as providências cabíveis;

 

          b) intervenção militar, artigo 142, pois não há o que esperar, a situação é de máxima gravidade e só se tornará cada vez mais grave;  quanto mais passar o tempo a ditadura civil só se aprofundará (e está tudo por um fio, basta Bolsonaro ser assassinado e a ditadura será plena,  irreversível e exponencialmente aprofundada);

 

          c) guerra civil, o povo, em estado de necessidade e em legítima defesa da ordem pública, como detentor originário supremo do poder, partir para a justiça com as próprias mãos, com os meios disponíveis, quaisquer que sejam eles, cumprindo a regra do artigo 301 do Código de Processo Penal, o povo pode prender quem se ache em flagrante delito. Como não há poder de polícia institucional para isso e nem meios de coerção em massa, a única alternativa é o povo em peso na rua exigindo a renúncia coletiva de todos os corruptos ou partir para a eliminação física pontual a conta-gotas de cada um dos envolvidos, pois não há meios de um ação conjunta coletiva grupal, ou seja, todos contra todos ao mesmo tempo. É por isso que se chama guerra civil. É a esse ponto que se chegou. Nesse estado de natureza não há mais ordem pública, o Estado se dissolveu. Desta forma não há mais procedimentos formais jurídicos de conhecimento e execução de penas. E também não há mais regras ou limites. Vale tudo, partindo-se para a execução efetiva do inimigo, como efetivamente se tem numa guerra externa. Por isso se chama guerra civil. Em substituição ao vale tudo judicial corrupto entra o vale tudo revolucionário, um banho de sangue em praça pública. Quem declarou aberta a guerra civil foram os marginais do STF, ao rasgarem todas as leis. Eles autorizaram o povo a matá-los em praça pública, pois agora o Brasil é um país sem lei.

 

          Desta forma, a única solução PRÁTICA EFETIVA é a intervenção militar prevista no artigo 142 da Constituição. O presidente se mantém no cargo e ordena a dissolução total do STF e a dissolução total ou parcial do Congresso Nacional, com as respectivas prisões. Desta forma a questão se resolve de forma rápida, completa, pacífica, ainda dentro do espírito da ordem pública versado no direito positivo antes formalmente constituído e que não mais tem valor por ter sido inteiramente revogado pela marginalidade no STF.

 

          Foi o judiciário corrupto quem declarou: agora vale tudo, vale qualquer coisa, vale o que der na telha. Assim, o vale tudo é para os dois lados. Para o povo também vale tudo agora, inclusive aplicar a pena de morte, que é proibida pela Constituição. Ele mesmo aplicar a pena de morte. A quem bem entender também. E pelo motivo que achar que der na telha. É ou não é? Todos não são iguais perante a lei? Ou só os marginais do STF têm o direito de avacalhar com tudo?

 

          Quem tem de denunciar não denuncia. Quem tem de dar andamento à denúncia não dá. Denúncia que não cabe tem andamento e termina em condenação. Crimes são criados por sentença, como o de "homofobia", equiparado (sic) a racismo por decisão judicial teratológica do STF. Pessoas são afastadas dos cargos alegando-se crimes que não existem. Incompetência que não existe e cuja preclusão para efeito de alegação já se operou é declarada, anulando-se processos findos. Juiz faz acusação, juiz investiga, juiz denuncia, juiz julga. Juiz condena inocente, por crime que não existe e por fato não tipificado em lei. Vale tudo. Se vale tudo, então vale tudo. Copiando-se tudo que é feito pelo STF e tendo em conta a proibição da pena de morte e as regras processuais, o povo pode então matar os ministros corruptos do STF, aplicando ele mesmo a pena de morte, ele mesmo investigando, ele mesmo denunciando, ele mesmo julgando e ele mesmo executando, inclusive aplicando pena que não existe e não pode ser aplicada, por ser inconstitucional. Essa é a jurisprudência do caos. Pode matar então agora? Segundo os marginais do STF, sim. Vale tudo.

 

          Pode isso Arnaldo? É Galvão, segundo o STF pode. Agora pode tudo. Pode fazer gol de mão? Pode. Pode enfiar a mão também? Pode. Pode dar canelada? Pode. Pode dar cotovelada? Pode. Pode matar em campo? Pode também. Pode fazer barricada com fogo na grande área? Pode. Pode usar drone para fazer passe? Pode. Pode jogar com o time reserva em campo também? Pode. Vale UFC? Vale. Vale usar moto em campo? Vale. Pode fazer blindagem nas traves e no travessão? Pode. Pode tomar o apito do juiz? Pode. Pode enfiar a bandeirinha no cu de quem quiser? Pode. Pode chamar a torcida para entrar em campo também? Pode. Pode usar arma em campo? Pode. Vale golpe de karatê? Vale. Pode queimar a bola? Pode. E ai Casagrande? É, isso está parecendo mais jogo de Argentina com Venezuela. Tem tudo para terminar em merda.

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