16 SETEMBRO 2021
17:44:36
INFORMATIVO - MATÉRIAS
09-08-2021 - GUERRA CIVIL DIA 179. DAY AFTER. COM O CU NA MÃO, MÁFIAS FICAM COM RECEIO DE DAR O BOTE, COMEÇA A INTESTINAÇÃO FINAL DO STF PARTE 1/2

09-08-2021   -   P 1/2 - GUERRA CIVIL DIA 179. DAY AFTER. COM O CU NA MÃO, MÁFIAS FICAM COM RECEIO DE DAR O BOTE, COMEÇA A INTESTINAÇÃO FINAL DO STF PARTE 1/2

 

 

          "Day After", 8/9. Todos com o cu na mão. 

 

          A manifestação foi     G   I   G   A   N   T   E   S   C   A.

 

          Foi a maior manifestação da história no Brasil em termos quantitativos, um evento de nível planetário em termos qualitativos.

 

          E houve o seguinte detalhe: pessoas saíram do interior para as capitais, só que houve manifestações de grande porte também no interior. Não houve esvaziamento das cidades do interior para engordar o movimento nas capitais. Pessoas saíram do interior, mas eram as que normalmente já se manifestavam. Nas cidades as manifestações que ocorreram foram de quem não foi para as capitais e também novos manifestantes.

 

          Não foi uma   G   I   G   A   N   T   E   manifestação na Paulista. Foi   G   I   G   A   N   T   E   em todo lugar: em Brasília, no Rio de Janeiro e em outras cidades.

 

          Fosse uma manifestação isolada na Paulista, ou em Brasília no no Rio, de per si já seria algo estrondoso. Mas foi estrondoso em vários lugares.

 

          E de todos que apóiam Bolsonaro esta parte que foi para as ruas é a menor, a maioria ficou no sofá, apoiando, mas em casa.

 

          Ficou mostrado que o presidente tem respaldo para fazer o que precisa ser feito.

 

______________________

 

 

 

          Foi uma completa VERGONHA o que se viu na grande imprensa, incluindo até os ex-heróis do Antagolixo, os antagopatas. Não se trata de posição política. É crime organizado na veia. A grande imprensa é braço do crime organizado da politicalha. Mente descaradamente, não tem mais qualquer credibilidade, não tem mais qualquer escrúpulo. Atingiu os píncaros da bizarrice, da "fake news", do hospício, da degeneração, da putrefação. E como comentado na internet, em algo tão visível como a quantidade de pessoas na manifestação mentiu. Que validade então tem o que se fala na mídia com relação a outros assuntos, como o vírus chinês? Zero, abaixo de zero. Não se trata de burrice ou posição política, é PuTaria mesmo, crime organizado, a grande imprensa tornou-se braço do crime organizado da politicalha. Lulou de vez.

 

          Dentro disso há um paradoxo: foi bom para o marginal Lula. Todos aqueles que na grande imprensa o malhavam com gosto em 2014, 2015, 2016, 2017 e 2018 agora chupam o saco dele. Lula é um marginal, mas ele prestou, sem querer, um enorme serviço à nação: trouxe à tona uma hecatombe de hipocrisia midiática, mostrou que TODO MUNDO TEM UM PREÇO e se corrompe, que praticamente ninguém presta na grande imprensa, que tudo sempre foi uma grande farsa. Outro naco de hipocrisia que Lula trouxe à tona foi o de grandes empresários, unidos agora contra Bolsonaro e atuando também como braço do crime organizado, o mesmo se dando com podres associações de magistrados apoiando a PuTaria no STF, inclusive agora. Lula foi um monstro, mas ele ajudou a trazer tudo isso à tona. Mais um pouco de hipocrisia que venha à tona e Lula estará moralmente perdoado de tudo que fez, pois trouxe o esgoto da Republica à superfície. E é todo este esgoto fascista que agora está contra Bolsonaro. Se houvesse uma esquerda-raiz, de verdade, honesta, hoje no Brasil, ela estaria apoiando Bolsonaro, pois ele é o homem que está contra o sistema.

 

___________________________

 

          O ponto agora é esse: não há mais volta. Chegou o momento da intervenção militar. E é só isso que vai resolver a coisa. Por na cadeia os corruptos do STF.

 

          Cada dia a mais que passe sem a intervenção militar será um dia de desgaste para Bolsonaro, de corrosão em sua base de apoio. Essa deterioração tende a seguir em progressão geométrica.

 

          Do lado da máfia, todos se uniram e chegaram à conclusão de que terão de dar o bote, mas este bote pode precipitar a intervenção militar, que é inexorável. 

 

          Assim, ficam todos ciscando agora, ensaiando armar o bote, mas sem dar. Estão todos com o cu na mão, pois as ruas mostraram que Bolsonaro tem apoio para a intervenção militar.

 

           Assim, o dia de ontem foi de reflexão estratégica. A pauta ficou por conta de Fux, o "Maria vai com as outras do STF", o petista sofista corrupto de venalidade seletiva, pusilânime ao extremo. Só tomou coragem de se expor de maneira decisiva porque houve um consenso geral das máfias, sendo ele o porta-voz do crime organizado. Mas jogou tudo nas costas de Arthur Lira, forçando-o a dar início ao "impeachment" de Bolsonaro.

 

          Quando a pessoa fica muito velha o pau não funciona mais, aí a pessoa fica em pé na mureta junto à calçada da rua, olhando o movimento passar. O vai-vém do pau é substituído pelo movimento de mastigar a boca sem dentes e sem a dentadura, com a língua em movimentos saltitantes, como se fosse a língua de um reptliano prestes a se transformar ao vivo. A língua denuncia que a virilidade acabou. Assim estava Fux ontem em seu discurso hipócrita e cínico sobre o atual estado de coisas. Ele balançava também com a cabeça como se fosse Bruna Torlay com mal de Parkinson e segurava a folha com o texto como se fosse o colete salva-vidas que achou no mar depois do naufrágio. Confira no vídeo abaixo:

 

 

          Abaixo temos a transcrição do discurso hipócrita e depois a tradução do significado oculto embutido na fala cínica e mentirosa:

 

          Pronunciamento do Senhor Ministro Luiz Fux, Presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça 

          Sessão Plenária de 8 de setembro de 2021 

          Senhoras Ministras, Senhores Ministros, Cidadãos brasileiros, O Brasil comemorou, na data de ontem, 199 anos de sua independência. 

          Em todas as capitais e em diversas cidades do país, cidadãos compareceram às ruas. O país acompanhou atento o desenrolar das manifestações e, para tranquilidade de todos nós, os movimentos não registraram incidentes graves. 

          Com efeito, os participantes exerceram as suas liberdades de reunião e de expressão – direitos fundamentais ostensivamente protegidos por este Supremo Tribunal Federal.

          Nesse ponto, é forçoso enaltecer a atuação das forças de segurança do país, em especial as Polícias Militares e a Polícia Federal, cujos membros não mediram esforços para a preservação da ordem e da incolumidade do patrimônio público, com integral respeito à dignidade dos manifestantes. 

          Destaque-se, por seu turno, o empenho das Forças Armadas, dos governadores de Estado e dos demais agentes de segurança e de inteligência pública, que monitoraram em tempo real todas as manifestações, permitindo assim o seu desenrolar com ordem e paz.

          De norte a sul do país, percebemos que os policiais e demais agentes atuaram conscientes de que a democracia é importante não apenas para si, mas também para seus filhos, que crescerão ao pálio da normalidade institucional que seus pais contribuíram para manter.

          Este Supremo Tribunal Federal também esteve atento à forma e ao conteúdo dos atos realizados no dia de ontem. Cartazes e palavras de ordem veicularam duras críticas à Corte e aos seus membros, muitas delas também vocalizadas pelo Senhor Presidente da República, em seus discursos em Brasília e em São Paulo.

          Na qualidade de Presidente do Supremo Tribunal Federal, em nome do colegiado, impõe-se uma palavra de patriotismo e de respeito às instituições do país.

          Nós, Ministras e Ministros do STF, sabemos que nenhuma nação constrói a sua identidade sem dissenso. 

          A convivência entre visões diferentes sobre o mesmo mundo é pressuposto da democracia, que não sobrevive sem debates sobre o desempenho dos seus governos e de suas instituições. 

          Nesse contexto, em toda a sua trajetória nesses 130 anos de vida republicana, o Supremo Tribunal Federal jamais se negou – e jamais se negará – ao aprimoramento institucional em prol do nosso amado Brasil.

          No entanto, a crítica institucional não se confunde – e nem se adequa – com narrativas de descredibilização do Supremo Tribunal e de seus membros, tal como vem sendo gravemente difundidas pelo Chefe da Nação.

          Ofender a honra dos Ministros, incitar a população a propagar discursos de ódio contra a instituição do Supremo Tribunal Federal e incentivar o descumprimento de decisões judiciais são práticas antidemocráticas e ilícitas, que não podemos tolerar em respeito ao juramento constitucional que fizemos ao assumir uma cadeira na Corte.

          Infelizmente, tem sido cada vez mais comum que alguns movimentos invoquem a democracia como pretexto para a promoção de ideias antidemocráticas.

          Estejamos atentos a esses falsos profetas do patriotismo, que ignoram que democracias verdadeiras não admitem que se coloque o povo contra o povo, ou o povo contra as suas próprias instituições. 

          Todos sabemos que quem promove o discurso do “nós contra eles” não propaga democracia, mas a política do caos. 

          Em verdade, a democracia é o discurso do “um por todos e todos por um, respeitadas as nossas diferenças e complexidades”. 

          Povo brasileiro, não caia na tentação das narrativas fáceis e messiânicas, que criam falsos inimigos da nação. 

          Mais do que nunca, o nosso tempo requer respeito aos poderes constituídos. O verdadeiro patriota não fecha os olhos para os problemas reais e urgentes do Brasil. Pelo contrário, procura enfrentá-los, tal como um incansável artesão, tecendo consensos mínimos entre os grupos que naturalmente pensam diferentes. Só assim é possível pacificar e revigorar uma nação inteira. 

          Imbuído desse espírito democrático e de vigor institucional, este Supremo Tribunal Federal jamais aceitará ameaças à sua independência nem intimidações ao exercício regular de suas funções.

          Os juízes da Suprema Corte – e todos os mais de 20.000 magistrados do país – têm compromisso com a sua independência, assegurada nesse documento sagrado que é a nossa Constituição, que consagra as aspirações do povo brasileiro e faz jus às lutas por direitos empreendidas pelas gerações que nos antecederam.

          O Supremo Tribunal Federal também não tolerará ameaças à autoridade de suas decisões. Se o desprezo às decisões judiciais ocorre por iniciativa do Chefe de qualquer dos Poderes, essa atitude, além de representar atentado à democracia, configura crime de responsabilidade, a ser analisado pelo Congresso Nacional. Num ambiente político maduro, questionamentos às decisões judiciais devem ser realizados não através da desobediência, não através da desordem, e não através do caos provocado, mas decerto pelos recursos, que são as vias processuais próprias.

          Ninguém fechará esta Corte. Nós a manteremos de pé, com suor e perseverança. No exercício de seu papel, o Supremo Tribunal Federal não se cansará de pregar fidelidade à Constituição e, ao assim proceder, esta Corte reafirmará, ao longo de sua perene existência, o seu necessário compromisso com a democracia, com os direitos humanos e com o respeito aos poderes e às instituições deste país.

          Em nome das Ministras e dos Ministros desta Casa, conclamo os líderes do nosso país a que se dediquem aos problemas reais que assolam o nosso povo: a pandemia, que ainda não acabou e já levou 580 mil vidas brasileiras; o desemprego, que conduz o cidadão ao limite da sobrevivência biológica; a inflação, que corrói a renda dos mais pobres; e a crise hídrica, que ameaça a nossa retomada econômica.

          Esperança por dias melhores é o nosso desejo, mas continuamos firmes na exigência de narrativas verdadeiramente democráticas, à altura do que o povo brasileiro almeja e merece.

          Não temos tempo a perder. 

          Ministro Luiz Fux

 

          TRADUÇÃO:

 

Pronunciamento do Senhor Ministro Luiz Fux, Presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça 

 

          TRADUÇÃO: Pronunciamento do Senhor Ministro Plenipotenciário do Reino Fascista, senhor Luiz Fux, Presidente do Supremo Prostíbulo Nacional e do Conselho Fascista Totalitário

 

          Sessão Plenária de 8 de setembro de 2021 

 

          TRADUÇÃO: Cagaço Geral Pleno, 8 de setembro de 2021

 

          Senhoras Ministras, Senhores Ministros, Cidadãos brasileiros, O Brasil comemorou, na data de ontem, 199 anos de sua independência. 

 

          TRADUÇÃO: Senhores Ministres, Cidadães brasileires, E Brasile comemorou, na data de ontem, 199 anos da substituição do Monarca pelos oligarcas.

 

          Em todas as capitais e em diversas cidades do país, cidadãos compareceram às ruas. O país acompanhou atento o desenrolar das manifestações e, para tranquilidade de todos nós, os movimentos não registraram incidentes graves. 

 

          TRADUÇÃO: Em todas as capitais e em diversas cidades do Reino, plebeus compareceram às ruas. A plebe acompanhou atenta o desenrolar de manifestações subversivas de insurreição e, para tranqüilidade de nós, guilhotinas não foram dispostas em praça pública.

 

          Com efeito, os participantes exerceram as suas liberdades de reunião e de expressão – direitos fundamentais ostensivamente protegidos por este Supremo Tribunal Federal.

 

          TRADUÇÃO: Com efeito, os plebeus insurgentes exerceram suas limitadas liberdades de reunião e expressão, direitos cosméticos ostensivamente suprimidos por este Supremo Prostíbulo Real.

 

          Nesse ponto, é forçoso enaltecer a atuação das forças de segurança do país, em especial as Polícias Militares e a Polícia Federal, cujos membros não mediram esforços para a preservação da ordem e da incolumidade do patrimônio público, com integral respeito à dignidade dos manifestantes. 

 

          TRADUÇÃO: Nesse ponto, é forçoso enaltecer a atuação dos exércitos reais, em especial as milícias feudais e a Gestapo Real, cujos membros não mediram esforços para a preservação do reino e da incolumidade dos castelos reais, com integral condescendência para com os insurgentes.

 

          Destaque-se, por seu turno, o empenho das Forças Armadas, dos governadores de Estado e dos demais agentes de segurança e de inteligência pública, que monitoraram em tempo real todas as manifestações, permitindo assim o seu desenrolar com ordem e paz.

 

          TRADUÇÃO: Destaque-se, por seu turno, o empenho dos Templários, dos chefes das capitanias hereditárias e dos demais soldados do reino e equipes de monitoramento de rebeliões, que fiscalizam em tempo real todas as insurgências, permitindo assim o seu desenrolar com água e açúcar.

 

          De norte a sul do país, percebemos que os policiais e demais agentes atuaram conscientes de que a democracia é importante não apenas para si, mas também para seus filhos, que crescerão ao pálio da normalidade institucional que seus pais contribuíram para manter.

 

          TRADUÇÃO: De norte a sul do reino, percebemos que os soldados e demais mercenários atuaram conscientes de que a  monarquia absolutista é importante não apenas para nós, mas também para nossos filhos, que crescerão ao pálio da normalidade real que seus pais contribuíram para manter.

 

          Este Supremo Tribunal Federal também esteve atento à forma e ao conteúdo dos atos realizados no dia de ontem. Cartazes e palavras de ordem veicularam duras críticas à Corte e aos seus membros, muitas delas também vocalizadas pelo Senhor Presidente da República, em seus discursos em Brasília e em São Paulo.

 

          TRADUÇÃO: Este Supremo Prostíbulo Real também esteve atento à forma e ao conteúdo da inssurreição do dia de ontem. Cartazes e palavras de ordem veicularam duras críticas à Corte Real e à nobiliarquia, muitas delas também vocalizadas pelo Senhor Tiradentes, em seus discursos em Brasília e em São Paulo.

 

          Na qualidade de Presidente do Supremo Tribunal Federal, em nome do colegiado, impõe-se uma palavra de patriotismo e de respeito às instituições do país.

 

          TRADUÇÃO: Na qualidade de ministro plenipotenciário do Supremo Prostíbulo Real, em nome da Corte Real, impõe-se uma palavra de repúdio à plebe ignara e de desagravo para com a Monarquia.

 

          Nós, Ministras e Ministros do STF, sabemos que nenhuma nação constrói a sua identidade sem dissenso. 

 

          TRADUÇÃO: Nós, ministres do STF, sabemos que nenhum consórcio de organizações criminosas sobrevive com dissenso.

 

          A convivência entre visões diferentes sobre o mesmo mundo é pressuposto da democracia, que não sobrevive sem debates sobre o desempenho dos seus governos e de suas instituições. 

 

          TRADUÇÃO: A convivência entre visões de diferentes facções criminosas sobre o mesmo inimigo é pressuposto do fascismo, que não sobrevive sem acordos entre facções criminosas sobre o rumo a seguir dado por governadorias corruptas e instituições apodrecidas.

 

          Nesse contexto, em toda a sua trajetória nesses 130 anos de vida republicana, o Supremo Tribunal Federal jamais se negou – e jamais se negará – ao aprimoramento institucional em prol do nosso amado Brasil.

 

          TRADUÇÃO: Nesse contexto, em toda a sua trajetória nesses 130 anos de vida fascista, o Supremo Prostíbulo Real jamais se negou - e jamais se negará - ao arreganhamento criminoso em prol do nosso amado butim.

 

          No entanto, a crítica institucional não se confunde – e nem se adequa – com narrativas de descredibilização do Supremo Tribunal e de seus membros, tal como vem sendo gravemente difundidas pelo Chefe da Nação.

 

          TRADUÇÃO: No entanto, a revolta da plebe não pode ser vista como associada a descredibilização do Supremo Prostíbulo Real e de seus membros, tal como vem sendo gravemente difundida por Tiradentes, esse exterminador do sangue azul real.

 

          Ofender a honra dos Ministros, incitar a população a propagar discursos de ódio contra a instituição do Supremo Tribunal Federal e incentivar o descumprimento de decisões judiciais são práticas antidemocráticas e ilícitas, que não podemos tolerar em respeito ao juramento constitucional que fizemos ao assumir uma cadeira na Corte.

 

          TRADUÇÃO: Ofender a nobiliarquia corrupta expondo a podridão escrotal do Ministério Plenipotenciário, incitar a plebe com discursos de ódio contra a instituição corrupta do Supremo Prostíbulo Real e incentivar o descumprimento de ordens reais manifestamente ilegais são práticas republicanas e anti-monárquicas, coisas que não podemos tolerar em respeito ao juramento prostibular que fizemos ao assumir nosso lugar na Corte Real.

 

          Infelizmente, tem sido cada vez mais comum que alguns movimentos invoquem a democracia como pretexto para a promoção de ideias antidemocráticas.

 

          TRADUÇÃO: Infelizmente tem sido cada vez mais comum que alguns movimentos invoquem a República como pretexto para a promoção de idéias antimonárquicas ou que algums novimentos invoquem a lei como pretexto para a promoção de idéias antiditatoriais e anticorrupção.

 

          Estejamos atentos a esses falsos profetas do patriotismo, que ignoram que democracias verdadeiras não admitem que se coloque o povo contra o povo, ou o povo contra as suas próprias instituições. 

 

          TRADUÇÃO: Estejamos atentos a esses líderes revolucionários de esquerda, que ignoram que monarquias verdadeiras não admitem que se coloque a plebe contra o Rei, ou a plebe contra as forças reais.

          Estejamos atentos a esses profetas da verdade, que ignoram que ditaduras corruptas não admitem que se coloque o povo contra elas, ou o povo contra a corrupção.

 

          Todos sabemos que quem promove o discurso do “nós contra eles” não propaga democracia, mas a política do caos. 

 

          TRADUÇÃO: Todos sabemos que quem promove o discurso da plebe contra a monarquia corrupta não propaga a manutenção do absolutismo, mas sim a polítca do caos, que mitiga o poder real e faz desmoronar o fascismo que duramente se propagou, até atingir nível totalitário.

 

          Em verdade, a democracia é o discurso do “um por todos e todos por um, respeitadas as nossas diferenças e complexidades”. 

 

          TRADUÇÃO: Em verdade, a "pacificação" é o discurso de "um por todos e todos por um, respeitadas as divergências entre as facções criminosas na disputa pelo butim.

 

          Povo brasileiro, não caia na tentação das narrativas fáceis e messiânicas, que criam falsos inimigos da nação.

 

          TRADUÇÃO: Plebe ignara e trouxa que ainda não foi esclarecida pelos insurgentes: não acredite na verdade pregada por missionários, que levantam o véu e mostram que nós somos o inimigo da plebe.

 

          Mais do que nunca, o nosso tempo requer respeito aos poderes constituídos. O verdadeiro patriota não fecha os olhos para os problemas reais e urgentes do Brasil. Pelo contrário, procura enfrentá-los, tal como um incansável artesão, tecendo consensos mínimos entre os grupos que naturalmente pensam diferentes. Só assim é possível pacificar e revigorar uma nação inteira. 

 

          TRADUÇÃO: Mais do que nunca, o nosso tempo requer respeito à ditadura civil. O verdadeiro corrupto não fecha os olhos para os problemas do reino, problemas urgentes do fascismo que construímos e que está prestes a ruir. Pelo contrário, procura enfrentar a verdade, tal como um incansável petista filho da puta, tecendo consensos mínimos entre as facções criminosas que pensam diferente (sem o s, pois tem-se advérbio em vez de adjetivo e a linguagem neutra escrota só vale para adjetivos). Só assim é possível "pacificar" as organizações criminosas e revigorar a resistência fascista inteira.

 

          Imbuído desse espírito democrático e de vigor institucional, este Supremo Tribunal Federal jamais aceitará ameaças à sua independência nem intimidações ao exercício regular de suas funções.

 

          TRADUÇÃO: Imbuído deste espírito fascista totalitário corrupto de vigor escrotal, este Supremo Prostíbulo Real jamais aceitará ameaças à sua onisciência medieval absolutista e nem intimidações ao exercício regular de suas funções plenipotenciárias de garantismo corrupcional.

 

          Os juízes da Suprema Corte – e todos os mais de 20.000 magistrados do país – têm compromisso com a sua independência, assegurada nesse documento sagrado que é a nossa Constituição, que consagra as aspirações do povo brasileiro e faz jus às lutas por direitos empreendidas pelas gerações que nos antecederam.

 

          TRADUÇÃO: Os Marqueses do Supremo Prostíbulo - e alguns barões das castas inferiores da realeza - têm um compromisso com a putaria judicial assegurada nesse documento apócrifo de manutenção de aparências que consagra na prerrogativa de foro a garantia de que as aspirações de proteção contra a anarquia da República plebéia serão cumpridas, geração após geração de nobres de sangue azul da Corte Real nobiliárquica corrupta patrimonialista.

 

          O Supremo Tribunal Federal também não tolerará ameaças à autoridade de suas decisões. Se o desprezo às decisões judiciais ocorre por iniciativa do Chefe de qualquer dos Poderes, essa atitude, além de representar atentado à democracia, configura crime de responsabilidade, a ser analisado pelo Congresso Nacional. Num ambiente político maduro, questionamentos às decisões judiciais devem ser realizados não através da desobediência, não através da desordem, e não através do caos provocado, mas decerto pelos recursos, que são as vias processuais próprias.

 

          TRADUÇÃO: O Supremo Prostíbulo Real também não tolera ameaças à autoridade de suas decisões ilegais absolutistas. Se o desprezo da lei de faz de conta ocorre por nossa iniciativa, essa atitude, além de representar uma garantia da monarquia, configura direito nobiliárquico corrupcional a ser analisado pela Assembléia Aristocrática Corrupta. Num regime totalitário ditatorial civil fascista consolidado como o de agora, questionamentos às decisões ilegais absolutistas proferidas por magistrados corruptos devem ser realizadas não por desobediência civil, não através da exposição da putaria e não através da desmoralização pública em que se mostra que o Rei está nu, mas somente pelas vias processuais próprias: recursos para nós mesmos, todos corruptos, que assim inviabilizamos a República, esta excrescência plebéia de lunáticos.

 

          Ninguém fechará esta Corte. Nós a manteremos de pé, com suor e perseverança. No exercício de seu papel, o Supremo Tribunal Federal não se cansará de pregar fidelidade à Constituição e, ao assim proceder, esta Corte reafirmará, ao longo de sua perene existência, o seu necessário compromisso com a democracia, com os direitos humanos e com o respeito aos poderes e às instituições deste país.

 

          TRADUÇÃO: Ninguém fechará este Prostíbulo Judicial. Nós o manteremos de pé, com mais corrupção e decisões ilegais, mais sofisma. No exercício do seu papel escroto, o Supremo Prostíbulo Real não se cansará de pregar a PuTaria, o menoscabo dessa Constituição apócrifa republicana defendida por plebeus boçais, e assim procedendo, este Prostíbulo Real reafirmará, ao longo de sua existência, o seu necessário compromisso com a corrupção, com o menosprezo da plebe e com o respeito ao Rei e às instituições reais nobiliárquicas corruptas.

 

          Em nome das Ministras e dos Ministros desta Casa, conclamo os líderes do nosso país a que se dediquem aos problemas reais que assolam o nosso povo: a pandemia, que ainda não acabou e já levou 580 mil vidas brasileiras; o desemprego, que conduz o cidadão ao limite da sobrevivência biológica; a inflação, que corrói a renda dos mais pobres; e a crise hídrica, que ameaça a nossa retomada econômica.

 

          TRADUÇÃO: Em nome dos Ministres deste Puteiro, conclamos os líderes de todas as facções criminosas da politicalha neste reino para que não foquem no que a Plebe ignara insurgente quer e sim foquem em coisas secundárias, como o diversionismo da ditadura chinesa, esse genocídio que já matou 580 mil pessoas para consumar uma atentado terrorista biológico, o desemprego que nós causamos e que é para ficar na conta de Tiradentes, a inflação que nós também causamos e que é para ficar na conta de Tiradentes, na crise hídrica que vem aí e que também deve ser colocada na conta de Tiradentes. E esqueçam do que a plebe ignara insurgente diz, pois isso ameaça a retomada da roubalheira, que teremos logo depois de eliminarmos Tiradentes, tirando-o do páreo, colocando-o num caixão ou na masmorra do Império.

 

          Esperança por dias melhores é o nosso desejo, mas continuamos firmes na exigência de narrativas verdadeiramente democráticas, à altura do que o povo brasileiro almeja e merece.

 

          TRADUÇÃO: Esperança pelo volta da divisão do butim, essa é o nosso desejo. E continuamos firmes na exigência de loas ao Império e à corrupção geral, à altura do que nós da elite nobiliárquica corrupta totalitária ditatorial civil e fascista almejamos e merecemos.

 

          Não temos tempo a perder. 

 

          TRADUÇÃO: Não temos tempo a perder. Há muito dinheiro no cofre e precisamos dar um fim em Tiradentes agora. Antes que ela faça a intervenção militar e nos coloque na cadeia, instaurando de fato esta merda que chamam de República e democracia, de Estado de Direito.

 

          Ministro Luiz Fux

 

          A coisa é exatamente assim. Primeiro se pensa na realidade, que é a tradução. Depois é só inverter as palavras pondo ditadura onde se pensa democracia e pondo-se democracia onde se pensa ditadura. Aí então fica pronto o discurso hipócrita dos marginais.

 

CONTINUA NA PARTE 2/2

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