16 SETEMBRO 2021
18:09:21
INFORMATIVO - MATÉRIAS
10-09-2021 - GUERRA CIVIL DIA 180. FOI SEM QUERER QUERENDO, ISSO, ISSO, ISSO ...

10-09-2021   -   GUERRA CIVIL DIA 180. FOI SEM QUERER QUERENDO, ISSO, ISSO, ISSO ... 

 

          Depois de montar um time monstruoso e de atravessar todo o campo com a bola, chuta-se para o lado, para a lateral, para fora do campo.

 

          Como Hitler ao invadir a França em 1940 e depois cercar as Forças da Inglaterra, as tropas nazistas então recuam. E depois perdem a guerra.

 

          Foi o que aconteceu ontem. Bolsonaro fez uma nota pública se retratando do que disse na manifestação de 7/9 sobre a bandalheira no STF.

 

          Depois de se encontrar com Temer, da máfia do MDB, entrou em contato com Alexandre de Moraes e depois divulgou a seguinte nota:          

 

Declaração à Nação

 

          No instante em que o país se encontra dividido entre instituições é meu dever, como Presidente da República, vir a público para dizer:

 

          1. Nunca tive nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes. A harmonia entre eles não é vontade minha, mas determinação constitucional que todos, sem exceção, devem respeitar.

 

          2. Sei que boa parte dessas divergências decorrem de conflitos de entendimento acerca das decisões adotadas pelo Ministro Alexandre de Moraes no âmbito do inquérito das fake news.

 

          3. Mas na vida pública as pessoas que exercem o poder não têm o direito de “esticar a corda”, a ponto de prejudicar a vida dos brasileiros e sua economia.

 

          4. Por isso quero declarar que minhas palavras, por vezes contundentes, decorreram do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem comum.

 

          5. Em que pesem suas qualidades como jurista e professor, existem naturais divergências em algumas decisões do Ministro Alexandre de Moraes.

 

          6. Sendo assim, essas questões devem ser resolvidas por medidas judiciais que serão tomadas de forma a assegurar a observância dos direitos e garantias fundamentais previsto no Art 5º da Constituição Federal.

 

          7. Reitero meu respeito pelas instituições da República, forças motoras que ajudam a governar o país.

 

          8. Democracia é isso: Executivo, Legislativo e Judiciário trabalhando juntos em favor do povo e todos respeitando a Constituição.

 

          9. Sempre estive disposto a manter diálogo permanente com os demais Poderes pela manutenção da harmonia e independência entre eles.

 

          10. Finalmente, quero registrar e agradecer o extraordinário apoio do povo brasileiro, com quem alinho meus princípios e valores, e conduzo os destinos do nosso Brasil.

 

          DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA

 

          Jair Bolsonaro

 

          Presidente da República Federativa do Brasil

 

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          No seriado Chaves, do SBT, o personagem sacana dizia, ao ser contrastado pelo que fez: foi "sem querer querendo, isso, isso, isso!".

 

          A afirmação do presidente em 7/9 o enquadraria em tese no crime de responsabilidade do artigo 85, VII, qualquer atentado contra o cumprimento de decisões judiciais:

 

          Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:

          [...]

          VII - o cumprimento das leis e das decisões judiciais.

 

          Embora enquadrada a conduta, em tese, no artigo 85, VII, na prática não há crime, pois ordem manifestamente ilegal não se cumpre.

 

          Mas isso renderia um entrevero na Câmara dos Deputados e depois no Senado, que não admitiriam a putaria no STF como realidade.

 

          Com esta retratação de ontem, busca-se então neutralizar esta frente de batalha, pois o discurso em 7/9 referia-se a fato futuro. Com a nota presente, apaga-se o futuro incerto a que se referiu no passado (7/9). 

 

          É um malabarismo semântico. Se a máfia quisesse insistir na tecla de crime de responsabilidade, em tese consumado, teria campo aberto para prosseguir, mesmo com esta retratação.

 

          A retratação vai soar para muitos como "amarelar", rendendo dezenas de pontos percentuais de perda de apoio político IMEDIATO. E depois mais uma leva, quando o resto dos apoiadores tomar ciência do ocorrido, o que pode ocorrer ao longo dos próximos três anos, que é o tempo médio que leva para alguém saber do que se passa num determinado momento atual.

 

          Essa severa deterioração na base de apoio, que já começou ontem mesmo, pode abrir caminho para o "impeachment", a ser intentado pelas máfias unidas. E elas têm agora uma filigrana igual àquela que derrubou a criminosa Dilma Rousseff em 2016. No caso dela, ela era culpada em tese e na prática. No caso de Bolsonaro, a culpa só existe em tese, pois na prática o que se tem é ordem manifestamente ilegal.

 

          A artilharia da máfia manteve o fogo ontem, com o corrupto petista sofista Barroso falando merda a dar com pau, bem animadinho.

 

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          Noutro flanco, procurou-se desmobilizar os caminhoneiros, que gradativamente iniciaram mesmo uma paralisação. Isso iria afetar a economia de forma significativa, causando mais desgaste. E há sempre a questão sobre a seriedade dessas movimentações. Em 2017/18 a movimentação de caminhoneiros foi insuflada pela máfia petista com impostores, para derrubar Temer. Agora em 2021 o movimento é em boa parte legítimo, mas há infiltrados, o que se vê pela participação destacada do jornalista sindicalista petista pepo que está agora no México.

 

          Considerando que a adesão não seria total, o saldo resultante da movimentação seria apenas mais inflação e desabastecimento, além de possíveis altercações entre caminhoneiros nas estradas.

 

          Assim, dadas todas as variáveis, optou-se por desincentivar o movimento, esvaziando-o.

 

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          O saldo disso agora é que Bolsonaro já começou a derreter significativamente ontem mesmo (o que já ia acontecer por conta de não ter lançado mão do 142 de imediato). E isso tende a aumentar agora, até atingir nível crítico. Com isso, as máfias se sentirão à vontade para vir para cima, seja para cassar, seja para condenar, seja para assassinar. Ninguém irá chorar pela morte daquele que acham que "amarelou".

 

          Paralelamente, houve o que falamos: o mosaico de abobrinhas, um grande retrato de amebas aos borbotões, clamando por "liberdade", quando deveriam estar clamando por "cadeia" para os marginais do STF. O apoio implícito à intervenção militar ocorreu, mas sem uma EXPRESSA chancela. Sem uns dez Robertos Jeffersons nos caminhões de som, a coisa ficou murcha, sem elã, fraca, anódina e acanhada.

 

          Faltou um Rui Barbosa, um Whashington de Barros, um Carlos Lacerda, um Celso Ribeiro Bastos, um Rousseau, um Pontes de Miranda, um Helly Lopes Meirelles, um Theotônio Negrão, um Damásio de Jesus, um Cândido R. Dinamarco, para falar abertamente sobre os crimes comuns em curso no STF, com todas as letras: integração de organização criminosa, obstrução da justiça, corrupção passiva, prevaricação e abuso de autoridade, o que abarca todos, não apenas Alexandre de Moraes.

 

          O recuo numa acusação criminal importa rendição ao inimigo e desmoralização perante o eleitorado, um preço que agora vai ser pago. E num momento chave, no qual as máfias têm uma filigrana técnica em tese bem configurada para ser usada para o "impeachment". Na prática ela não se sustenta, mas para isso teria de haver insistência nas acusações. A retratação desmonta a configuração em tese de uma acusação, mas as máfias não levam em conta aspectos legais, fazem o que bem entendem. E ao mesmo tempo a retratação tira argumentos para a contraposição fática prática da verdade. Essa é uma combinação agora explosiva, logo depois de uma façanha planetária, façanha que não mais se repetirá agora, em boa parte já se esvaziou com a retratação de ontem.

 

          O recuo tático até pode ter a sua utilidade, mas terá um custo alto.

 

          Assim que os dias forem passando as máfias recobrarão o ímpeto de artilharia.

 

          No novo cenário, a probabilidade de assassinato agora é a que vem em primeiro lugar, para abortar no ninho uma reação após o bote, a intervenção militar. Diante do esvaziamento do apoio, a reação pós-assassinato não será mais um grande problema.

 

          Os empresários de pequeno e médio porte devem então começar os preparativos para deixar o país o quanto antes. Vem aí o assassinato, a hipótese agora mais provável.

 

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          E falando nisso, completaram-se 20 anos hoje do assassinato de "Toninho do PT", prefeito de Campinas, petista, assassinado em 10/09/2001. Operou-se assim a prescrição, ficando agora para sempre impunes os verdadeiros mandantes do assassinato.

 

          Toninho era o vice-prefeito de Jacó Bittar (petista pai dos laranjas do sítio de Lula em Atibaia) em meados dos anos 80 e o denunciou por corrupção. O vice petista denunciando o prefeito também petista. Como resultado, foi expulso do partido, a fachada da organização criminosa petista.

 

          Cerca de quinze anos depois, Toninho voltou, em 2000, para ser o candidato petista para prefeito de Campinas. Eleito, governou por poucos meses, até ser assassinado. Por não concordar com a corrupção.

 

          A culpa do assassinato ficou para uma quadrilha que supostamente estava fugindo da Polícia e que disparou tiros a esmo, história para boi dormir. A quadrilha foi depois objeto de chacina em Caraguatatuba, chacina feita pelos próprios policiais de Campinas que investigavam o crime. Queima de arquivo geral. Mandaram matar o prefeito e depois mandaram matar os assassinos, zerando a história.

 

          Passados vinte anos, tudo agora está prescrito, os verdadeiros mandantes não poderão mais ser punidos. Confira esta macabra história da máfia petista, o início da saga de assassinatos envolvendo esta organização criminosa demoníaca:

 

 

           Está aí o final da história: a máfia vai comendo pelas beiradas, corrompendo todas as autoridades, matando as pessoas pelo caminho, enterrando sob o taptete todos os crimes. E passados vinte macabros anos, tudo agora está prescrito, enterrado para sempre. Tudo vai sendo levado em "banho-maria", sendo empurrado com a barriga, até cair no esquecimento. Passado o tempo, todos estão irremediavelmente impunes. Uma saga de crimes: corrupção, assassinato, corrupção para enterrar a corrupção, fraudes e tudo termina esquecido, enterrado e prescrito. E com a máfia dando a volta por cima. Esta é a saga em curso, que não vai ter fim com homeopatia e sim com um gigantesco pau no cu dos filhos da puta, em dose cavalar, um 142 bravo. Está aí o assassinato de Bolsonaro, três anos depois e nada resolvido. E ele ainda vai sofrer uma segunda tentativa de assassinato. Desta ele não vai escapar. Agora a coisa vai ser na caradura mesmo, à bala.

 

          Este é o destino. Quem baixa a cabeça para a máfia morre. Ou é preso. Não se brinca com a máfia, não há contemporização possível, não há acordo. Quem é idiota morre, sai do tabuleiro.

 

          Este é o cenário de agora. Embora o recuo seja estratégico, vai ter um alto custo e enquanto isso pode sobrevir o assassinato, pondo então tudo por terra.

 

          Independentemente de tática ou estratégia, a coisa só vai ser resolvida quando ocorrer um grande "strike", com uma intervenção militar levando para a cadeia marginais no STF, no STJ, em TRFs, no TCU, na OAB, na imprensa, em governadorias e partidos políticos, na PGR, no MPF, na própria PF e nas polícias estaduais, etc. Mas começando pelo STF.

 

          Enquanto não existir CADEIA nada estará resolvido. E estará tudo sempre por um fio.

 

          Não basta a destituição dos marginais do STF. Eles devem seguir para a CADEIA, por crimes comuns.

          

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          Parte das bolhas de realidade paralela (e esse termo é nosso aqui e foi copiado pelos jornais da máfia para designar quem está na realidade real) é explicada pelo fato de existir uma nova nobiliarquia no funcionalismo público: a de esquerdopatas que copiaram o mesmo esquema de nepotismo tradicional no governo federal, em governos estaduais e em prefeituras. A máfia petista esquerdopata já está também super infiltrada no serviço público estadual e municipal, razão pela qual nas repartições impera um aparente autismo, com boçalidade a granel. Esquecem os esquerdopatas que a teta que hoje consegiuram será depois destruída quando tudo se tornar uma Venezuela.

 

          Outra bolha de realidade paralela é a Maçonaria atual, que até mesmo na sua porção autodesignada regular é irregular, estando hoje completamente rendida e regurgitando seu verdadeiro caráter: o de panelinha fascista, um clube de amigos preocupados apenas com o próprio umbigo, em troca de favores para conseguir poder e dinheiro. E hoje todos dobrados pela máfia petista, como se fossem vítimas da síndrome de Estocolmo, com integrantes totalmente apalermados diante do dantesco quadro de desmantelamento terminal da ordem social, em silêncio absoluto e negacionismo total.

 

          A maior parte hoje de pessoas lúcidas agora está no setor privado, donos de empresas ou profissionais autônomos.

 

          O recuo estratégico de um lado serve para neutralizar uma frente de batalha, a do artigo 85, VII, da Constituição, aberta no discurso de 7/9.

 

          Mas do lado da máfia não existe trégua. A máfia não irá baixar a bola e se render às ruas, sobretudo com elas agora se esvaziando. Não se trata de política. Trata-se de CRIME ORGANIZADO, ladrões, assassinos e terroristas. Não existe conversa com esta gente, não existe acordo, não existe trégua e não existe paz possível. A máfia só termina quando estiver exterminada.

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