16 SETEMBRO 2021
18:35:41
INFORMATIVO - MATÉRIAS
11-09-2021 - GUERRA CIVIL DIA 181. RECUO FOI PARA INGLÊS VER.

11-09-2021   -   GUERRA CIVIL DIA 181. RECUO FOI PARA INGLÊS VER. 

  

          Como dissemos, agora numa reflexão mais detida, foi a economia o principal fator que determinou a nota pública de Bolsonaro.

 

          Após o atentado terrorrista biológico da ditadura chinesa, economias foram destroçadas em todo o mundo, mas o Brasil, com Bolsonaro, conseguiu se manter de pé, sobrevivendo à guerra biológica.

 

          Sobreviveu, mas teve significativa parte da atividade econômica destruída, sobrevindo depois inflação e estrangulamento nas linhas de produção.

 

          A "economia a gente vê depois", disse o filho da puta cachaceiro e canalha.

 

          A economia veio então depois: dólar a quase R$ 6,00, IPCA a quase 10% e IGPM por volta de 40% no ano. A dívida pública subiu mais de R$ 1 trilhão.

 

          Mas passado o momento mais grave, com boa parte da população já vacinada e supondo-se imune, a economia está em vias de ser retomada.

 

          Se depois de tudo isso viesse agora dólar a R$ 10,00 por conta de uma instabilidade política severa insuflada pela mídia corrupta e alavancada pela especulação financeira internacional e somando-se a isso desabastecimento provocado por locautes de caminhoneiros e empresários do agronegócio, teríamos a volta da hiperinflação, o colapso do mercado de títulos públicos e aí a parte da economia que conseguiu sobreviver ao atentado terrorista biológico da ditadura chinesa seria destroçada.

 

          A intervenção militar é a solução, mas ela tem um custo. E o custo é a instabilidade econômica passageira, mas que levaria à hiperinflação, sobretudo com o "overshooting" cambial que se iniciaria com a fuga de capitais de centenas de empresários corruptos (aqueles das 900 medidas provisórias vendidas por Lula em 2008-2009), filhos da puta que assinaram manifesto apoiando a corrupção no STF, canalhas que deixariam o Brasil para não serem presos pela Lava-jato.

 

          Esse é um problema já antigo. Boa parte do movimento cambial brasileiro é de dinheiro de crime organizado.

 

          Foi basicamente isso que pesou na decisão de baixar a bola, para inglês ver só, fazendo-se uma nota pública tranquilizadora do mercado financeiro.

 

          Este cenário está comentado nos excelentes vídeos abaixo:

 

FERNANDO ULRICH - BANDEIRA BRANCA

 

 

PROFESSOR BELLEI - O QUE ESTÁ POR TRÁS DO APARENTE RECUO

 

 

          Sobre os sombrios tempos de hiperinflação no Brasil, nos anos 80 e 90, comenta Fernando Ulrich, abaixo:

 

FERNANDO ULRICH - LEGADO CULTURAL DA INFLAÇÃO

 

 

          Não vamos dizer que o nosso livro sobre a história da inflação no Brasil ("link" para "download" gratuito no pé da página) é o melhor. Ele não é o melhor, é o único. Só ele retratou em detalhe a história da inflação no Brasil. A inflação nos livros de economia que existem por aí é um fenômeno incontrolável ortodoxo. Mentira. A inflação (quando inercial, hiperinflação) é um fenômeno heterodoxo que é 100% desejado pelos governos. 

 

          O nosso livro, "A globalização e os trinta anos de indexação no Brasil", é um roteiro histórico, político, jurídico, econômico, financeiro e sociológico sobre a inflação no Brasil. Trabalho insuperável publicado na versão impressa no ano 2000. O "download" é gratuito. Aí estão explicadas as raízes do atual desastre civilizacional. Baixe também a parte 2 do livro, que é uma errata e atualização de informações até 2002.

 

          Assim, o principal motivo para o "recuo" do presidente foi a economia. O "recuo" foi para preservar a economia. Uma instabilidade agora destruiria o país. As máfias têm esta parede protetora contra a intervenção militar, ao mesmo tempo em que estão por ela (a intervenção militar) emparedadas, o jogo está empatado depois do que se viu em 7/9.

 

          A intervenção continua como carta na mesa, em "stand-by". Por isso as máfias ficaram em silêncio sepulcral nas últimas horas. Mas segue-se a estratégia original: dela só se lançará mão em último caso, pois o custo é muito alto.

 

          A não intervenção, no médio prazo, irá também destruir o país, pois resultará na volta da máfia petista ao poder. Mas essa questão ficará para quando for inevitável e o tempo acabar. O custo de uma intervenção agora é alto, mas o custo Lula depois, de 2023 em diante, é infinitamente maior.

 

          Fôssemos nós iríamos lançar mão da intervenção já, custasse o que custasse, pois depois o resultado é o mesmo: virando Venezuela, vai tudo para o saco.

 

          Mas Bolsonaro é prudente, tem mais anos de vida, tem mais paciência e faz o possível para levar a coisa com o mínimo de danos, pensa com mais calma e sangue frio. Não faz birra como criança mimada, soltando os cachorros a esmo de forma inconseqüente. Tanto que foi bem comedido no dia 7/9, mandando só Alex tomar no cu, em vez de mandar todos os corruptos da Corte para o raio que o parta.

 

          Assim, têm razão aqueles que dizem que ele teve motivos para fazer o que fez e que merece um voto de confiança:

 

ED RAPOSO - VOTO DE CONFIANÇA EM BOLSONARO

 

 

           Veio a "fake news" de que teria havido um acordo de Bolsonaro com os marginais do STF em que estes cederiam em vários pontos. Trata-se de balela totalmente infundada, sobretudo por conter coisas sem congruência, como questões judiciárias resolvidas pelo Legislativo e questões legislativas resolvidas pelo Judiciário, tudo sem pé e sem cabeça. No vídeo abaixo estes absurdos todos são explicitados em detalhe e reconhecidos como tais, histórias absurdas:

 

ANCAPSU - "FAKE NEWS" SOBRE MOTIVO DA NOTA DE BOLSONARO

 

 

          O mesmo é comentado no vídeo abaixo, mas sem a ressalva bem destacada de que os pontos do tal acordo são todos incongruentes e sem nexo (muita picuinha em troco de absolutamente nada e muito nada em troco de picuinhas):

 

VISTA PÁTRIA - SUPOSTO ACORDO STF-BOLSONARO

 

 

          Totalmente sem nexo. Se houve algum acordo, talvez um ou outro ponto seja atendido, mas não toda esta pauta sem pé e sem cabeça. O vídeo atem-se apenas a reprisar a informação, sem chancelá-la.

          

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          Numa analogia, o que pode ter acontecido é algo do tipo:

 

          Bolsonaro ter dado o recado para os marginais: eu posso dar um tiro na cabeça de vocês agora, mas isso vai sujar o chão de sangue (dólar a R$ 10,00) e depois eu vou ter de carregar o corpo de vocês para fora e ainda ter de limpar o chão cheio de sangue (depressão econômica e colapso do mercado de títulos públicos).

 

          Assim, eu não vou dar um tiro na cabeça de vocês (fazer a intervenção militar), mas eu quero que vocês andem até o abismo e pulem de lá depois de deixarem uma carta de suicídio, assim o chão não ficará sujo de sangue e eu não vou precisar carregar o corpo de vocês (ter de fazer uma intervenção militar duradoura, por tempo indeterminado, sem prazo para reversão, para evitar vinganças futuras caso parte da máfia sobreviva e retorne ao poder mais tarde).

 

          O acordo que pode ter existido - e por isso Temer serviu de intermediário - é o de o tribunal baixar a bola e deixar o presidente governar e se candidatar em 2022, mesmo que com voto eletrônico. Algo mais "light", o tribunal continua, mas castrado. Aliás esquecemos: Michel Temer é um jurista de gabarito, constitucionalista de mão cheia, figura famosa dos áureos tempos do século XX. Mas depois que virou presidente e bandido renegou até o que disse sobre Direito Constitucional nos livros, virou uma porcaria qualquer. Estudamos com o livro de Direito Constitucional dele nos anos 90. Fosse honesto, seria o presidente-modelo, o gabarito. O interlocutor, assim, é figura de mão cheia, excelente conhecedor do artigo 142. Serve então de garoto de recados de confiança, para avisar aos filhos da puta que a coisa é séria, aviso dado por gente de peso, de gabarito, de escol, gente que faz os boçais da Corte corrupta apodrecida parecerem crianças dementadas, mongolóides boçais.

 

          Assim, de um lado Bolsonaro baixou a bola, com a notinha servindo para desenquadrá-lo em tese do artigo 85, VII, da Constituição, como dissemos, e com a notinha servindo também para acalmar os ânimos no mercado financeiro, o que se soma ao esvaziamento do locaute dos caminhoneiros e do agronegócio, garantindo-se estabilidade econômica (sem desabastecimento e sem colapso hiperinflacionário), uma sobrevida para o país antes de se tornar uma Venezuela a partir de 2023, caso a intervenção não venha em 2022.

 

          Do outro lado, os filhos da puta comprometeriam-se então a baixar a bola também, enfiando a viola no saco. Mas a máfia não tem palavra, é máfia.

 

          Nos próximos dias se verá o resultado do embainhar de armas.

 

          Independentemente do que quer que venha a ocorrer no flanco Legislativo e Judiciário, o que de fato pesou e vai contar é a economia, que seguirá então incólume, sendo este o resultado a ser observado no futuro breve. Se a economia fosse agora destruída, o efeito seria o mesmo de um "lockdown" como visto na Argentina, um completo desastre (um câncer depois da Covid). Foi isso que Bolsonaro quis evitar (por agora). Mais adiante essa questão não terá mais como ser adiada. Até o final de 2022 a intervenção vem, pois se não vier quem vem é Lula, com a fraude eleitoral engendrada dentro do TSE. E aí o país será destruído, tal como se agora houvesse a instabilidade econômica que se procurou evitar com a nota pública em que o presidente "recuou" (mas só para inglês ver). As ruas mostraram que não há condições políticas para "impeachment" de Bolsonaro. A intervenção teria de abarcar também os filhos da puta do Senado, onde impera a corrupção. Legislativo e Judiciário seriam simplesmente riscados do mapa. Embora necessário, isso tem o custo da instabilidade econômica e da posterior instabilidade política no longo prazo. E é por isso que em todas as revoluções, como se viu em Cuba ou na Rússia, vai todo mundo para o paredão, para não haver vingança depois, revanche. No atual cenário, os filhos da puta teriam de ser presos apenas, sem fuzilamento. E teriam de ser depois julgados. Para um cenário deste se consumar de maneira estável seria preciso um expresso e uníssono apoio à intervenção militar. Para ser zero no futuro a chance de os filhos da puta voltarem como injustiçados e partirem então para a vingança. É tudo isso que Bolsonaro procura evitar, seguindo a programação original: a intervenção fica como uma carta na manga, apenas para último caso. Bolsonaro na verdade busca um milagre, uma solução civil menos custosa, o que então significa conviver com os filhos da puta. 

 

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          Neste cenário de precariedade econômica seria preciso trocar integralmente as reservas cambiais em dólar (empatadas em títulos do Tesouro dos EUA) por ouro físico, guardado no Brasil, para evitar retaliações estrangeiras no caso de intervenção militar (confisco de ativos brasileiros no exterior). O ouro serviria como lastro da moeda (real) e ao mesmo tempo como reserva cambial. Com ele se compraria o dólar para as transações, em vez de se comprar com real. Assim o país ficaria blindado contra a variação cambial no caso de intervenção militar. E para isso o Banco Central precisaria voltar ao controle estatal direto.

 

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20 ANOS DOS ATENTADOS DE 11 DE SETEMBRO DE 2001 NOS EUA

 

          "Ontem", há vinte anos, era a manhã do dia 11/9/2001, uma terça-feira. Estávamos na rede no alpendre estudando para o concurso de analista do Banco Central do Brasil. Uma garrafa de Coca-Cola e um copo de café ao lado, para manter o cérebro ligado no máximo, sem dormir. Eram 18 horas de estudo por dia, por meses a fio, de segunda a segunda. Nas seis horas restantes do dia era comer, dormir e tomar banho. Este é o ritmo de concurso público, o ritmo necessário para combate à máfia atual.

 

          Concurso público com prova escrita e com prova oral é concurso com "peixada". Sempre foi assim, a vida inteira. Na época estávamos estudando também para o concurso de fiscal do ICMS-SP (150 vagas, 12 mil candidatos, ficamos na posição final 192, a menos de meia questão do 150º colocado na segunda fase, depois de ter ficado em 171º na primeira fase, antes da prova escrita da segunda fase). Com 31 anos de idade, este ritmo era possível. Agora com 51, vinte anos depois, estamos nesse ritmo de novo, aqui no "site", mas sem o compromisso de gabaritar para ficar dentro dos 150. Depois disso só não dá um tiro na cabeça quem tem alguma religião. Depois dos 30, cada ano passa em um mês. Depois dos 40, cada ano passa em uma semana. Depois dos 50, cada ano passa em um dia. Vinte anos atrás, foi ontem, 2001. O tempo passou e a nossa vida se foi. É muito rápido.

 

          Estávamos na rede e repentinamente fomos chamados: venha ver isso aqui na televisão ... Mandamos à merda. Parar para ver besteira na televisão, tendo de estudar 18 horas por dia de segunda a segunda. Piada. Venha ver caralho! Fomos lá ver. Era 10, 11h da manhã. Na televisão passava a cena de um filme: um avião chocava-se contra uma das torres do "World Trade Center". Mandamos à merda. Caralho! Tanta coisa para estudar e nos chamam para ver a merda de uma cena de filme de ficção! Foi avisado, não é filme, é verdade. Mandamos tomar no cu e voltamos para a rede. Que verdade, verdade o caralho. Quando é que um avião vai bater num prédio desse? Vá pra puta que o pariu, temos mais o que fazer! Veja! É verdade. Vimos então de novo um avião batendo num prédio. É "replay". A mesma cena de novo no filme! VAI TOMAR NO CU CARALHO! TEMOS MAIS O QUE FAZER PORRA! Perdendo tempo vendo filme de ficção aqui caralho! Vai tomar no cu!

 

          Não é filme! É real! Vamos ver então a data e o letreiro que passa no noticiário. Vimos então, era 11/9/2001, a terça-feira. Depois vimos então que bateu mesmo um avião no prédio, devia ser um acidente. E tinha a cena do "Replay". Não era "replay", era outro avião batendo na outra torre.

 

          Quando vimos que era real, jogamos as apostilas e os livros fora e mandamos à merda o concurso público. Ficamos sentados na frente da televisão ali sem levantar para ir no banheiro, sem levantar para ir beber água e sem levantar para ir comer até a madrugada do dia seguinte. Era tudo verdade, um apocalipse INIMAGINÁVEL.

 

          Só quem viveu o dia e a época sabe o que isso tudo significou.

 

          Os prédios, que são os que ilustram o logotipo do "site", foram derrubados, há vinte anos. Edifícios mágicos, de áureos tempos, dos sagrados tempos em que "Wall Street"/Manhattan era sinônimo de sucesso, gabarito, fama, técnica, solenidade, institucionalidade, referência, paradigma, modelo, meta, Olimpo.

 

          Eram 110 andares em cada um, em cada torre. E depois eles ainda desabaram por completo, desaparecendo do cenário de Manhattan. Foi isso que nos motivou a comprar um simulador de vôo de computador pessoal e a aprender a pilotar em 2003. Refizemos a trajetória do atentado centenas de vezes para ver a sensação como seria.

 

 

 

 

 

 

          O atentado, que também contou com mais dois aviões seqüestrados, um deles atingindo o prédio do Pentágono, fora perpetrado a mando de Osama Bin Laden.

 

          Como resultado, os EUA iniciaram a guerra do Iraque e a guerra do Afeganistão, nas quais enterraram trilhões de dólares, guerra do Afeganistão essa que foi encerrada abruptamente por ordem da ditadura chinesa, que agora controla os EUA.

 

          Antes das guerras, o país devia US$ 6 trilhões. Chegou a 2008 devendo US$ 9,2 trilhões, quando então eclociu a crise de 2008, a do "subprime".

 

          A crise de 2008 vem até hoje, com o Fed imprimindo dinheiro e com juro zero (negativo em termos reais).

 

          Com o atentado terrorista biológico da ditadura chinesa e a fraude eleitoral de 2020, os EUA chegaram ao fim da linha, transformando-se em colônia chinesa governada por um senil pau-mandado que logo mais será substituído por uma comunista lunática. Foram impressos eletronicamente US$ 9 trilhões desde 2008, o país deve mais de US$ 28 trilhões. A dívida pública se tornou impagável e os juros sobre a mesma, se fossem positivos em termos reais hoje, consumiriam toda a arrecadação anual federal de tributos. O mercado financeiro, com derivativos altamente alavancados, tem um potencial de rombo nocional em caso de colapso financeiro da ordem de quadrilhão de dólares. E é isso que está sendo segurado pelo Banco Central (o Fed), com US$ 9 trilhões em dinheiro impresso eletronicamente, para segurar a base da alavancagem que já virou rombo e que se explodir vai transformar em pó um quadrilhão de dólares em implosão fractal, levando o mundo para a Idade da Pedra, o grande "reset".

 

          Passados vinte anos dos atentados do "Word Trade Center" em 2001, os EUA foram destruídos, transformaram-se num grande Brasil e agora caminham para se transformar numa Argentina e logo mais irão desaparecer do mapa. Foi uma saga. Em vinte anos o país foi completamente destruído, chegando a um ponto irreversível de colapso. É o grande legado, aquele do qual falava Fernando Ulrich: a inflação deteriora os padrões civilizacionais, pois deteriora o poder aquisitivo e corrói a atividade econômica, transformando o povo empobrecido em presa fácil de políticos inescrupulosos, farsantes, vigaristas, inconseqüentes, incompetentes e boçais. Foi o que aconteceu com os EUA, elegeram um dementado que tem como vice uma lunática e formaram uma maioria legislativa de boçais, tudo turbinado pela fraude eleitoral propiciada pelo atentado terrorista biologico da ditadura chinesa, criado justamente para tirar Donald Trump do poder e levar a América à ruína, o fim do sonho americano, que agora virou um pesadelo totalitário chinês macabro, diabólico.

 

          É inútil descrever a coisa. Só quem viveu a epoca tem a dimensão do que foram estes últimos vinte anos. A derrubada dos prédios, prevista pelo médium Nostradamus no século XVI numa das mais nítidas passagens das centúrias, marcou o fim de uma época dourada (o apogeu da civilização humana) e o início da atual tragédia mundial, o fim das referências e o início da Idade Média Digital.

 

          Abaixo alguns vídeos com imagens dos prédios atingidos em 2001 (tempo mágico do fax, da impressora matricial, dos escritórios de contabilidade manual, em que cada segundo demorava um ano para passar, época mágica dos melhores tempos das nossas vidas, quando tudo era novidade e todas as referências que marcaram para sempre nossas vidas estavam ainda presentes, quanto mais para o passado seguimos mais tudo é mágico, não porque era melhor, mas porque estávamos ainda aprendendo sobre a realidade e muita gente de gabarito existia para sobre ela nos ensinar, muito, muito, muito mágico). Mas tudo se foi. Hoje estamos no inferno, no pesadelo do futuro, no qual o chão desapareceu e o céu escureceu, com o Sol se apagando e tudo se dissipando. Muito triste. Acabou tudo. Segue o velório:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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