16 SETEMBRO 2021
18:04:07
INFORMATIVO - MATÉRIAS
13-09-2021 - GUERRA CIVIL DIA 183. FRACASSO ABSOLUTO NO PROTESTO DAS MÁFIAS UNIDAS CONTRA BOLSONARO

13-09-2021   -   GUERRA CIVIL DIA 183. FRACASSO ABSOLUTO NO PROTESTO DAS MÁFIAS UNIDAS CONTRA BOLSONARO

 

          No meio da guerra, foi preciso socorrer os que ficaram pelo caminho, os doentes e os que ficaram em depressão. Por isso atrasamos hoje.

 

          Ontem, 12/9, as máfias (UNIDAS) estiveram nas ruas com as claques para pedir o Fora Bolsonaro. Foi um fracasso absoluto. Simplesmente NINGUÉM compareceu, exceto a claque.

 

          Antes a máfia petista trazia os sindicalistas, funcionários dos sindicatos, correligionários do partido e alguns mortadelas de todas as cidades do interior para um protesto na Paulista e aí conseguia encher meio quarteirão da avenida de maneira rala.

 

          Desta vez, a claque teve de se distribuir por todo o país em várias cidades, não sobrando correligionários para engordar as claques das maiores cidades. Foi um completo desastre.

 

          As demais máfias participaram, mas não conseguiram arregimentar meia alma para bater palma para defuntos eleitorais. O Mais um Braço de Lula mostrou definitivamente o que é, parte da organização criminosa petista, o conjunto da primeira leva de pepos e frutas que foram criados.

 

          Mamãe Falei virou Mamãe Chorei. O impostor admitiu que NINGUÉM veio para o protesto do Fora Bolsonaro. Ninguém. Ene, i, ene, gê, u, é, eme, nin-guém. A claque rala na Paulista não encheu meio quarteirão e os defuntos fizeram discursos para fantasmas e assombrações. Calça apertada chegou aos píncaros do vexame, ao dançar com pulinhos enquanto a claque cantava musiquinha mandando Bolsonaro tomar no cu. Patético. E uma vergonha, o governador dançando música com palavrões cantada pela claque fantasmagórica. Fosse uma cena gravada dentro de um hospício (de verdade) seria algo compreensível. Vexame é pouco, é preciso criar uma palavra nova para designar a cena dantesca, o último espasmo de um cadáver provocado pelo acúmulo de gases da putrefação política. Espasmo cadavérico, este era o "movimento", o de um defunto em avançado nível de decomposição. Nós aqui, que absolutamente nada somos, podíamos até, se fosse o caso, dançar numa rodinha com a musiquinha cheia de palavrões, mas um governador de Estado, jamais. Realmente dantesco. Faltou abrir uma privada no chão para todos se jogarem dentro.

 

            O marginal Lula não compareceu, para não passar vergonha.

 

          O desastre é mais uma prova da mentira das empresas de pesquisas eleitorais que colocam o ladrão Lula como primeiro colocado na intenção de voto para presidente. Mas não é só mentira. Essas empresas de pesquisa fazem parte do CRIME ORGANIZADO, junto com as empresas jornalísticas que divulgam estas mentiras, que também fazem parte do CRIME ORGANIZADO. E - junto com as empresas de pesquisas eleitorais e as empresas da grande imprensa - outro braço do crime organizado é constituído pelas agências verificadoras de fatos, criação da própria máfia, hoje um "know-how" de manipulação explorado em todo o mundo pelas máfias locais. Confira nos vídeos abaixo:

 

 

 

 

 

 

 

          Enquanto isso, uma ínfima parte da grande imprensa que ainda restou de pé, constituída por alguns jornalistas da Rádio Jovem Pan, deu um VERDADEIRO SHOW de JORNALISMO SÉRIO no programa Quatro Por Quatro ontem, imperdível:

 

 

          Entre os diversos temas reportados estava a obrigatoriedade da vacinação, um completo ABSURDO.

 

          O programa de ontem estava simplesmente SENSACIONAL, PERFEITO, ESPETACULAR, EXEMPLAR, FULMINANTE, CABAL, O GABARITO DO ASSUNTO. Simplesmente o que todos queriam ver explanado. Nota dez.

 

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          O passaporte de vacinados está levando o mundo para uma GUERRA CIVIL nos países mundo afora. Nos EUA, Biden agora quer se sobrepor aos Estados confederados, tornando a vacinação obrigatória em âmbito nacional. Cerca de metade dos Estados são contra a obrigatoriedade e colocaram o governo federal na parede:

 

 

 

          As chamadas "vacinas" são apenas protótipos experimentais cuja eficácia e cuja segurança não foram ainda verificadas, havendo já efeitos colaterais gravíssimos notificados, embora em quantidade ínfima. O gravíssimo e ínfimo de agora pode se tornar o grave ou meio grave para muita gente num futuro incerto.

 

          MEDIDA PROVISÓRIA DA LIBERDADE NAS REDES SOCIAIS

 

          Como vimos, parte da MP era de fato inconstitucional, a que tratava de punições, direito penal. Aras pediu que fosse concedida liminar para suspender a eficácia da MP até o STF deliberar sobre o tema. Na prática isso vai por por terra a MP, que, não sendo votada dentro do prazo, perde a validade.

 

          Como dissemos, a questão dos termos de uso das plataformas de internet é matéria propriamente atinente a direito do consumidor. O usuário, apesar de beneficiário de uma obrigação unilateral (para a qual não há contrapartida inicial), é um consumidor de serviço, e como tal tem de ter seus direitos respeitados. A plataforma fornece o serviço gratuitamente, mas obtém ganho indireto com a disponibilização para terceiros dos dados dos usuários e com as propagandas que são destinadas aos usuários, assim a empresa fornece o serviço gratuitamente de forma unilateral, mas obtém lucro com isso, é como se fosse um serviço pago indiretamente. A obrigação unilateral, apesar de unilateral, é também obrigação, deu está dado, não tem volta. Prometeu que ia dar, tem de dar. É como um comodato (empréstimo gratuito de coisa não fungível, que deve ser restituída no tempo convencionado pelas partes), só que a disponibilização do serviço de internet é como um empréstimo sem tempo convencionado para restituição.

 

            Visto como direito de consumidor, o direito do usuário é algo muito mais violento do que os direitos previstos na regulamentação da internet já existente.

 

          A solução, para os usuários, é exigir na justiça o direito de consumidor de serviços quando forem acusados de violação de termos de uso das plataformas. É algo muito mais infernal para as empresas.

 

          Numa nova MP, o direito dos usuários poderia ser expressamente configurado como direito de consumidor, pura e simplesmente. Mas, no STF, mesmo assim, haveria margem para a MP cair. Em tese há argumentos para dizer que a MP se sustentaria, mas também há argumentos em sentido contrário, embora de menor plausibilidade. Assim, o tribunal corrupto optaria pela ótica mais desfavorável aos usuários, pura e simplesmente por capricho e não por técnica.

 

          A solução é o próprio usuário enquadrar a plataforma como violadora de direito de consumidor, algo com muito maior potencial de dano para as empresas. 

 

          E solução maior ainda é a migração dos usuários para outros serviços de internet. A solução final virá quando cada máquina utilizada pelo usuário for ao mesmo tempo um servidor.

          

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          Enquanto isso, falta agora a definição sobre se os marginais do STF irão para a cadeia já, em alguns meses ou no final de 2022. Eles agora definirão o prazo. 

 

          Em alguns temas no STF há margem plausível para manutenção parcial de algumas decisões tomadas e há margem para não concessão de direitos, como no caso da MP da Liberdade, o que pode então ensejar alguma desinteligência entre Poderes. Já em outras matérias, como o inquérito-fake 4781, tudo tem de ser integralmente anulado. O caso da MP da liberdade na internet vai entrar nesta zona cinzenta, pois ela é parte constitucional e parte inconstitucional (a parte inconstitucional é a que trata de punições para empresas, matéria de direito penal, algo de criação vedada por meio de MP, conforme previsto no artigo 62 da Constituição).

 

          A grande imprensa é a porta-voz do crime organizado, é parte do crime organizado. E ela está em silêncio sepulcral desde o dia 7/9. O cagaço da máfia foi grande, gigantesco. E amplificado agora no dia 12, com o absoluto fracasso do mortadela-day. Nem os mortadelas foram.

 

          Os canalhas dentro da Corte estão agora pensando se irão tomar a pílula de cianeto dentro do "bunker" de Hitler em 30 de abril de 1945 ou se vão sair do "bunker" e tentar lutar contra as tropas russas que já cercaram Berlim. O dia 7/9 não foi o dia D, 6 de junho de 1944, foi o dia 30 de abril de 1945. O cerco em Berlim foi completo. Os marginais aguardam então para decidir se irão se matar com cianeto, se irão ser trucidados na rua ou se estarão em Nuremberg logo mais.

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