28 NOVEMBRO 2021
23:39:36
INFORMATIVO - MATÉRIAS
20-11-2021 - GUERRA CIVIL DIA 251. ESPIRAL EXPONENCIAL DO IMPASSE PARADOXAL

20-11-2021   -   GUERRA CIVIL DIA 251. ESPIRAL EXPONENCIAL DO IMPASSE PARADOXAL

 

            "Lockdowns" voltam a ser cogitados, alguns já com data marcada na Europa.

 

          Joga-se a culpa nos não vacinados, o que não tem sentido, pois boa parte dos não vacinados já se contaminou e já tem imunidade. E os vacinados continuam a transmitir o vírus chinês.

 

          O índice de letalidade dos que morrem com o vírus está em 2,0%, segundo a OMS, Organização Mundial da Saúde:

 

https://covid19.who.int/

 

          Globally, as of 4:50pm CET, 19 November 2021, there have been 255.324.963 confirmed cases of COVID-19, including 5.127.696 deaths, reported to WHO. As of 18 November 2021, a total of 7.370.902.499 vaccine doses have been administered.

 

          Em 19/5/2021 havia 255.324.963 casos confirmados do vírus chinês, dentre os quais 5.127.969 resultaram em morte. Em 18/5/2021 já havia 7.370.902.499 de doses de vacinas aplicadas, 7,3 bilhões de doses aplicadas.

 

            A taxa de letalidade no mundo agora está em 2,0%, considerando-se pessoas mortas com o vírus chinês. Dentro desses 2,0% estão os que efetivamente morreram do vírus chinês exclusivamente, a menor parte. Mas consideremos esses 2,0%.

 

          O índice de eficácia das vacinas não é de 100%. Pessoas vacinadas estão morrendo após se contaminarem. E há os que morrem por causa das vacinas.

 

          Assim, há o índice de ineficácia das vacinas.

 

          O índice de ineficácia das vacinas é superior ao índice de letalidade. Não há vacinas com 98% de eficácia em todas as faixas etárias. Assim, as vacinas para nada servem, pois se 98% sobrevivem, com ou sem vacinas, para absolutamente nada estas estão servindo. Os idosos, que são a maioria dos mortos, não estão tendo 100% de proteção contra mortes.

 

          Além disso, a coisa é uma gripe, algo que não vai passar, vai continuar para sempre, como toda gripe, reiniciando o ciclo de infecções para sempre. Assim, casos confirmados existirão sempre e serão sempre em grande quantidade. O que conta é quem morreu. Quem morreu morreu, não vai morrer de novo, nesta vida não, em outra, sim.

 

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          Com a volta dos absurdos e inúteis "lockdowns", a economia voltará a ser impactada. E continuarão as incertezas sobre retomada da atividade econômica, o que vai contribuir para a continuidade da quebra das linhas de suprimentos, pois a perspectiva de depressão econômica impede investimentos e retomada do nível de atividade anterior.

 

          Isso pode servir então de freio para a inflação, pois a queda da atividade faz com que o ímpeto de consumo ou o próprio consumo se arrefeçam.

 

          Mas novos cortes de produção somados aos gargalos já existentes produzirão novos gargalos, mais falhas na cadeia de produção, o que então vai gerar mais escassez e mais inflação, sobretudo num período posterior, caso ocorra uma retomada.

 

          Assim, tem-se um paradoxo: o "lockdown" prejudicou a atividade e a atividade prejudicada elevou a inflação. Com novo impacto sobre a atividade há redução da procura, o que inibe a inflação, mas mais adiante vai gerar mais escassez e mais inflação por nova falta de oferta. O impasse vem da incerteza. E tudo segue em espiral exponencial, pois o desarranjo econômico é altamente destrutivo, pois todos dependem de todos na economia. O "lockdown" ajuda a conter a inflação agora, mas produz mais inflação em seguida. A quebra da sociedade economicamente ativa e a quebra de Estados se avoluma com a depressão. E tudo sofre o ricochete da inflação, fazendo a degradação geral seguir em espiral exponencial e fractal.

 

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          As ordens inconstitucionais de vacinação nos EUA são setoriais. A ordem que está temporariamente suspensa por determinação judicial é a que previa vacinação obrigatória a partir de 4 de janeiro de 2022 em empresas com mais de cem funcionários. Mas há outras ordens setoriais que ainda não caíram:

 

https://www.zerohedge.com/political/osha-mandate-may-be-stalled-other-mandates-are-about-suffocate-economic-activity-all-over

 

          Cerca de 40% de seguranças de aeroportos não se submeteram à vacinação experimental. Cerca de 1/3 de profissionais de saúde em hospitais nos EUA não se submeteu à vacinação experimental. O mesmo se dá também com controladores de vôo. Por conta disso, vários setores estão em vias de colapso parcial. Por causa disso, já há empresas anunciando que contratam não vacinados, uma maneira de atrair trabalhadores.

 

          Enquanto isso, dados oficiais de saúde pública da Inglaterra dizem que as taxas de infecção pelo vírus chinês são mais altas entre vacinados do que entre não vacinados (para a faixa etária acima de 30 anos), considerando-se a taxa por 100 mil habitantes (o que nesse caso significaria a situação na respectiva faixa etária e não no geral):

 

https://www.zerohedge.com/covid-19/official-public-health-england-data-says-covid-infection-rates-higher-vaxxd-unvaxxd

 

          Segundo os dados oficiais no Reino Unido, as vacinas só oferecem 17% de proteção para as pessoas com mais de 50 anos de idade. 

 

          Considerando-se taxas por 100 mil habitantes, na faixa de 40 a 79 anos as taxas de infecção entre vacinados são duas vezes maiores do que entre não vacinados.

 

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           Assim, há a infecção. Todo mundo se infecta, vacinados e não vacinados. Isso vale para qualquer vírus.

 

          Há a transmissão. Vacinados transmitem o vírus e não vacinados também transmitem.

 

          Há a hospitalização e a possível morte, que é o que se procura evitar com as vacinas. Pessoas continuam morrendo, mesmo algumas sendo vacinadas. E há os que morrem por causa da vacina. Considerando que a taxa de letalidade é menor do que a taxa de ineficácia das vacinas, estas não passam de uma grande engambelação. Isso vai ficar diluído porque boa parte dos que tinham de morrer (os idosos, obesos, pessoas com graves comorbidades) já foi para o brejo, é gente que já morreu sem ter se vacinado. A última leva de mortos está vindo agora.

 

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          Os dados no mundo todo mostram o que já se sabia desde o início: o problema está concentrado nos idosos e nas pessoas com comorbidades. Estas precisam de ajuda, de proteção, de tratamento, de vacina. O resto não será afetado ou será aliviado pelo tratamento precoce.

 

          Deveria existir então, daqui para frente, um esquema de separação deste grupo. Os trabalhadores nestas condições seguiram em casa e as empresas fariam o possível para adaptar as condições de trabalho para isso, no que então os governos poderiam ajudar, com mais impressão de dinheiro para custeio dessa adaptação. Noutro flanco, os governos, também com impressão de dinheiro (já que a vaca já foi para o brejo mesmo), poderiam criar serviços de suporte a pessoas em condições de vulnerabilidade (entregas a domicílio, pagamentos de contas, compras, etc.), o que seria feito então por desempregados que para tanto receberiam um auxílio governamental.

 

          O Brasil não imprimiu dinheiro para custear gastos com o atentado. Tudo veio da emissão de títulos públicos em leilões normais. Já na Europa e nos EUA houve impressão de dinheiro mesmo, além da emissão de títulos também.

 

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          A coisa toda segue em ritmo de corrupção, incompetência, ignorância, ditadura e totalitarismo. A união de todas as chagas rumo ao apocalipse final.

 

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          Dito isso, vamos aos vídeos de hoje.

 

ALEXANDRE GARCIA  -  CARTA BRANCA DO PL PARA BOLSONARO

 

 

ALEXANDRE GARCIA -  PARTIDOS ALTERNATIVOS PARA BOLSONARO

 

 

          Sem partido, Bolsonaro só tem como opções as máfias existentes. E dentre elas, os partidos nanicos. O partido do "boy" não é pequeno. Se não der, ainda há algumas opções. Mas sempre tudo vai ser como já é: impasse, ante as exigências de salafrários.

 

PROFESSOR BELLEI - FIM DA ÁUSTRIA

 

 

          Na Áustria, como já visto, a coisa segue para uma ditadura. A elite financeira se desfez de patrimônio físico nesta nova terra de ninguém. Da Áustria veio Adolf Hitler, o Lula de cem anos atrás. No fim a Áustria continua sendo o lixo que era há cem anos, depois de um período em que pareceu ser país de Primeiro Mundo.

 

CAIO O ALEMÃO - A CRISE DOS FERTILIZANTES

 

 

          A situação da produção de fertilizantes é comentada neste vídeo. O quadro mostra o quanto estão brincando com fogo. A elite fascista totalitária globalista e chinesa e também o oligopólio do setor.

 

CAIO O ALEMÃO - 95% DOS QUE MORRERAM COM O VÍRUS NA ALEMANHA TINHAM MAIS DE 60 ANOS E 65% DOS QUE MORRERAM TINHAM MAIS DE 80 ANOS DESDE O INÍCIO DO ATENTADO TERRORISTA DA DITADURA CHINESA

 

 

          É o que foi falado acima. As mortes concentram-se entre idosos e pessoas com comorbidades. O resto não tomará conhecimento do vírus, embora uns e outros possam se borrar de medo por verem a viola em caco ao se contaminarem. O fenômeno é crítico, mas não justifica a histeria que foi criada desde o início. Boa parte do pânico visto na Europa se deu porque a quantidade de leitos em UTIs já era relativamente baixa antes do atentado, havia um repúdio geral a se gastar dinheiro com saúde pública. O Brasil, mesmo sendo um lixo, estava em melhores condições em termos relativos em se tratando de vagas em UTIs inicialmente disponíveis, pois o sistema de saúde é mantido pelo governo com impostos, ao contrário do que acontece nos hospitais privados europeus e na escassa rede pública. É mais ou menos como se fosse uma casa sem banheiro. Quando veio a dor de barriga, todos ficaram em histeria desesperados por uma privada.

          

CAIO O ALEMÃO - IRLANDA INTRODUZ NOVO TOQUE DE RECOLHER

 

 

          As incertezas continuam. Vai fechar tudo de novo em alguns lugares.

 

CAIO O ALEMÃO - COM MAIOR TAXA DE VACINAÇÃO DO MUNDO, REINO UNIDO PROÍBE FESTAS NATALINAS

 

 

          Não se sabe se as vacinas funcionam. Esta é a verdade. Vieram as doses de reforço, primeiro para idosos, depois para todos. Agora fala-se em fechar tudo de novo. Mas jogando a culpa nos não vacinados, que são a minoria, sendo que boa parte deles já se contaminou e já tem anticorpos, que funcionam mais do que as vacinas experimentais. A verdade é que os governos não sabem se as vacinas vão funcionar. E os laboratórios também não sabem. Não houve tempo para avaliar a duração do efeito da vacina, se é que algum efeito existe. Estudos já mostraram que a suposta eficácia vai caindo com o tempo, poucos meses.

 

          Isso tudo aconteceu porque tudo foi feito às pressas, num desespero para conter a dissseminação do vírus. De um lado, laboratórios querendo ganhar dinheiro. De outro, políticos querendo roubar e/ou fugir da pecha de ineptos.

 

          Da mesma forma que nada se sabe sobre a eficácia, muito menos ainda se sabe sobre a segurança, que demanda muito mais tempo e muito mais observação.

 

          Virão os efeitos colaterais. E aí governos irão à falência com as indenizações. Governos que já estão falidos. Laboratórios não se responsabilizarão por isso, vão só faturar. Políticos corruptos que fizeram leis para obrigar o povo a se submeter a experimento terão então de responder por crimes gravíssimos.

          

CAIO O ALEMÃO - INTERNAÇÕES  VOLTAM A SER USADAS NA ALEMANHA PARA IMPOSIÇÃO DE NOVAS RESTRIÇÕES SANITÁRIAS

 

 

          O mesmo já visto acima na Áustria e na Irlanda. A única coisa que se sabe sobre eficácia e segurança das vacinas é simplesmente porra nenhuma. Soubessem alguma coisa, máscaras e "lockdowns" já teriam acabado, estando tudo liberado.

 

          O fato é que realmente nada se sabe, nem sobre eficácia e nem sobre segurança.

 

          Assim sendo, algumas restrições ou cuidados teriam de continuar existindo, não para evitar as mortes, mas para atrasá-las o quanto possível enquanto se busca uma solução.

 

          Da mesma forma que as restrições continuam sob cogitação ou até implemento, a obrigatoriedade de vacinação, conversamente, jamais poderia ter sido imposta, pois absolutamente nada se sabe sobre a segurança.

 

          Nada se sabe sobre a eficácia. E muito menos ainda sobre a segurança.

 

          O que está em curso é um completo absurdo. E é no mundo inteiro.

 

          Por causa disso tudo continuam os protestos em vários lugares contra o passaporte sanitário, um ardil utilizado por governos irresponsáveis para forçar a submissão do povo ao experimento das vacinas. Na Holanda o povo foi para cima, com vigor:

 

PODER 360 - PROTESTOS CONTRA LOCKDOWN NA HOLANDA

 

 

          Infelizmente a coisa chegou a este nível, ao nível de guerra civil. Governos ditatoriais terão mesmo de ser postos abaixo. Pelo meio que for. Nas urnas a coisa ficou difícil, pois a maior parte do gado se acomodou por medo do vírus, submetendo-se ao experimento e ao risco. Mas boa parte dos povos não se submeteu e não aceita ser tratada como lixo, como coisa, como escória, como plebe, como gado, como cobaia. 

 

          Dentro da inconsequência governamental entraram também em alguns lugares autoridades judiciais, violando direitos humanos fundamentais, ao chancelar a barbárie do passaporte sanitário. O Estado de Direito foi dissolvido, parte por corruptos ditadores fascistas totalitários e parte por autoridades ignorantes (que seguem a boiada, com medo de se indispor contra o "politicamente correto" ou por incapacidade intelectual - nisso incluindo juízes e promotores, que já escolheram essa profissão por serem incapazes de passar num vestibular de coisa séria como medicina ou engenharia).

 

          Com as pessoas ficando simplesmente proibidas de viver, pura e simplesmente, e tendo ocupado por anos a fio territórios onde havia uma ordem pública e garantia de liberdade, não há escapatória: Estados terão de ser postos abaixo pela via violenta, repetindo-se o que sempre existiu na história e o que inclusive os fez nascerem: sangue derramado, o sangue dos reis, dos ditadores absolutistas, o sangue de oligarcas corruptos, o sangue de uma elite corrupta fascista que com medo de cair na vala da exclusão social reage com o apoio totalitário ao fascismo reacionário. Houvesse hoje partido político de esquerda, de fato, raiz, estaria em curso agora uma revolução comunista sangrenta. Mas não há, os que se dizem de esquerda (hoje, no mundo todo) são hoje apenas vigaristas que se uniram à panela fascista que sempre existiu e compuseram uma panelona de super fascismo totalitário. Para os não vacinados resta a anarquia, a exclusão social definitiva, resta lutar pelo restabelecimento da democracia, do Estado de Direito, da lei, da ordem pública. Como estes não existem mais, o sangue terá de ser novamente derramado para reinstituir tudo. Tal como foi em 1789, na revolução francesa. É nesse momento que se está agora. Por isso o povo enfurecido foi às ruas na Holanda, pronto para por tudo abaixo. 

 

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          A ladroagem, a canalhice, a ditadura, a opressão ditatorial, a roubalheira, a bestialidade seguem por toda parte. E no Brasil não é diferente, o ladrão quer voltar ao poder e quer censurar tudo, como já disse que ia fazer várias vezes:

 

OS PINGOS NOS IS - AUGUSTO NUNES COMENTA SOBRE A CANALHICE DO LADRÃO

 

 

OS PINGOS NOS IS - LADRÃO QUER CENSURAR INTERNET 

 

 

          Não há mais lei, não há mais ordem pública, não há mais Estado de Direito, não há mais Judiciário. O que existe é apenas o crime organizado, a ditadura, a canalhice. E dentro dela os vermes se pronunciam, sedentos por voltar ao poder absoluto, falando em "controle social da mídia", o que significa censura na internet, a voz permitida apenas à grande imprensa corrupta, que hoje é braço do crime organizado.

 

          A única coisa que vai deter este canalha é de fato o "controle social", encher de formigas a boca desse verme asqueroso, corrupto filho da de um puta, este canalha abjeto. Nós estivemos a ponto de dar cabo deste canalha pessoalmente em 2006, já antevendo todo este caos àquele tempo. Seria a repetição do que se deu na Alemanha com Adolf Hitler, que sofreu sucessivas tentativas de assassinato, numa tentativa de abortar o funesto desastre que se deu em seguida no país nazista, por conta do devaneio de um louco. Mas no fim refletimos, por força do fato de que o assassinato é um pecado, muito mais do que um crime. Nós sabemos que depois tudo continua e que todos pagarão pelo que fizeram. E que se algo acontece é porque está determinado. Assim, se o canalha tiver de ser assassinado (e com isso o funesto destino ser abortado) alguém vai aparecer e dar cabo do filho da puta. Seguimos então, a contragosto, nos esforçando para nos resignarmos. Foda.

 

          Seja como for, a coisa só será resolvida à bala. Com uma intervenção militar, que é o que nós defendemos (artigo 142 da Constituição), inclusive em ações judiciais, ou com uma guerra civil (fora da lei, pois Estado já não há mais).

 

          Mesmo que o ladrão fosse exterminado à bala, a situação continuaria, pois ele é só um dentre milhares de corruptos que perfazem a plêiade de criminosos da elite fascista atual. Não adianta só ele ir para a vala, milhares teriam de ir também. Assim, é inútil o extermínio desse troglodita corrupto infernal. A solução é a intervenção militar, a prisão. Dele, dos canalhas do STF e de centenas de autoridades corruptas espalhadas pelo país. Mas só a intervenção em si também não resolve, pois o problema é muito mais profundo e muito mais grave do que a própria corrupção. O problema central e profundo é a ignorância, a displicência, a incopmetência, o desleixo, a anomia de uma gigantesca parte do povo. Esse é o problema de fundo, a raiz de onde brotou o verme eleito em 2002. O ladrão não é a causa de tudo, ele é consequência de um desastre anterior. 

 

          Mas o ladrão, apesar de fliho da puta, também  veio com um destino traçado. O de trazer à tona toda hipocrisia nacional e planetária. Todos que a ele se uniram vieram do mesmo brejo. O ladrão veio com destino traçado, o de jogar luz sobre o esgoto. O ladrão trouxe à tona a falência da Ordem dos Advogados do Brasil, comandada hoje por marginais, a falência do Judiciário nacional, da primeira à última instância, a falência da grande imprensa, a falência moral da elite empresarial, a falência moral da elite política oligárquica podre e, acima de tudo, a falência moral de um povo ajoelhado, escravizado, covarde, otário, burro, displicente e ignorante, um povo que vê essa quantidade insana de lixo e segue orbitando o próprio umbigo, à espera de que alguém desça dos céus e faça um milagre.

 

          O ladrão é um canalha, mas ele é parte do destino também. E dentro deste destino está o desastre intenso, que é necessário para que os que dormem acordem. É certo que acordarão, mas quando for tarde demais, como na Venezuela. Mas o que conta no destino é acordar e não quando se acordará, em que condições se acordará ou o que vai acontecer com o cenário, o palco teatral, a matrix de realidade virtual da vida material. O ladrão é o AntiCristo brasileiro, uma espécie de demônio em torno do qual todas as almas enlanguescidas e ávidas por favores materiais se reuniriam, em idolatria, dependência, escravidão, egoísmo, orgulho, depravação e ilusão, para rumar todos juntos para o abismo dos pecados infernais, todos seguindo em completa adoração ao demônio, a lacração.

 

          Adolf Hitler, na Alemanha, foi, no tempo e no lugar, o demônio da vez, igual ao ladrão brasileiro que quer censurar tudo ao voltar ao poder. Mas Hitler teve toda a proteção, escapando de todos os atentados contra si. Em parte isso se deve primeiro ao fato de que os maus têm toda chance do mundo para primeiro se regenerarem por livre e espontânea vontade. Em segundo lugar, como já era sabido que isso não ia acontecer, pois Ele nos conhece mais do que nós mesmos, a proteção a Hitler veio porque ele era o responsável pelo destino de dezenas de milhões de pessoas que tinham por carma o sofrimento da incerteza, o sofrimento da doença e dos ferimentos e o sofrimento da morte. Estava tudo escrito, tudo programado. Todos os milhões que então morreram já vieram para isso, para morrer na guerra, no acerto de contas com o passado. Por causa disso Hitler escapou de todas as tentativas de assassinato contra si, pois se tivesse sido assassinado o destino geral não teria se cumprido.

 

          O mesmo aconteceria com o ladrão aqui no Brasil, caso alguém fosse detê-lo. Isso porque o atual desastre está dentro da programação, faz parte das conseqüências do passado. Foi refletindo sobre tudo isso que resolvemos então não dar cabo deste canalha. Mas não só isso, nós aqui também somos vermes, também fizemos igual, até pior, em outras oportunidades. Também somos canalhas. Nosso trabalho de combater a canalhice aqui é apenas uma prestação pelo mal que fizemos, não temos crédito algum por ter combatido todo este lixo aqui durante todos estes anos.

 

          A despeito de tudo isso, a situação se agrava continuamente. E caminha para um desenlace em que, se não houver a intervenção militar, a coisa terá de ser resolvida à bala mesmo. Como já comentado, isso não resolve muito, pois quando se chega a este ponto é porque coisas muito mais graves e insolúveis já estão em curso. No caso, um povo que segue em anomia, em displicência, em complacência. Que fossem cem marginais como o ladrão para a vala. No dia seguinte outros cem vagabundos do mesmo naipe estariam sendo eleitos em substituição. É enxugar gelo a coisa. Vereador mais votado da cidade? Foi o que mais deu a bunda. Por isso ficou conhecido. Depois de cagar para dentro em todo lugar, eleito, começou a cagar para fora, uma cagada atrás da outra, só merda. É isso que se tem em âmbito municipal, reflexo do quadro geral. A cascata de lixo que desagua é invencível.

 

          No nosso caso específico o que existe é apenas uma crise existencial, que sentido existe em se continuar num palco teatral onde não há mais qualquer utilidade em qualquer coisa que se faça, resumindo-se a vida a simplesmente esperar o destino traçado se implementar? E dentro disso vem mais: se nada há a fazer com relação ao gigantesco desastre, o mais impactante, que importância têm os demais desastres, os particulares e próximos? Tudo segue então para um vazio ou para um marasmo. Mas a esse ponto chega quem sabe que a coisa existe.

 

          Mas a vida é montada para que todos acreditem que nada mesmo existe além dela. Não existe a hipótese de alguém ter certeza absoluta da realidade a ponto de se eximir de quaisquer preocupações terrenas, mesmo porque todos estão presos ao corpo, que precisa dormir, ser alimentado e ser cuidado, o que demanda trabalho, tempo, exercícios e dinheiro. Não há como chutar o balde. Em determinado ponto a coisa fica crítica demais e torna-se necessário reagir ao mal. Neste ponto estamos agora. Se diante de tanta desgraça o que temos fazer é sentar, esperar o tempo passar e apenas assistir a tudo passivamente, então nada temos mais a fazer por aqui. É um gigantesco paradoxo. E essa crise também faz parte do processo. Quem não passar por isso não terá passado por um centésimo do que precisa passar ainda dentro da senda. Tudo isso é assim mesmo, porque a gigantesca maioria em nada acredita e viverá 100% à mercê do cenário virtual em que o que vale é o aqui e agora, sofrendo então todas as conseqüências de tudo e agindo conforme a própria vontade. Para os "evolúidos", resta o seguinte paradoxo: o fundamentalismo religioso, dentro do qual cada um deve se preocupar apenas com a própria evolução, fazendo só o bem, não interferindo na realidade negativa infernal de modo a modificá-la de forma significativa, ou seja, a evolução seria um ato egoísta de focar no próprio umbigo, deixando o pau comer, dando dez reais de esmola na esquina e calando sobre os dez trilhões de roubalheira mundial que farão com que todos, até nós, peçam esmolas no semáforo e fiquem sem ter de quem receber. Silêncio sobre o ladrão, tolerância sem limite para com o ladrão. E assim, em vez de dar esmolas passaremos a pedir esmolas. Não se sabe para quem. Essa é a situação, que não será resolvida com educação, com moderação, com ponderação, só será resolvida com um canhão. Em termos materiais é isso. Essa crise, no entanto, é preocupação apenas para um ou outro gato pingado que seja cdf do assunto. No geral 99,99% dos próprios fiéis não chegarão a este ponto de reflexão, o de entrar em crise existencial por conta do paradoxo do ladrão. E é isso que conta, a coisa é montada para os 99,99%, que não chegarão a este nível de reflexão, estando totalmente imersos no carma, na anomia e orbitando o próprio umbigo. Assim, o que falamos agora não tem relevância geral, trata-se apenas de curiosidade. O ladrão está aí, vai ferrar com todo mundo mesmo e nós estamos aqui por conta das milhares de páginas inúteis que escremos quando fomos um Lewandowski no passado, um Dias Toffoli. Faz parte. Chegar ao vazio, dentro do nada, a lugar nenhum, depois de ter percorrido toda a galáxia. Este é o nosso destino particular aqui.

 

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          Sobre tudo isso temos um vídeo no seguinte endereço:

 

https://www.youtube.com/watch?v=4TYDXchWzAg

RICARDO MINARRO - LIMITAÇÃO DOS MENTORES

 

          O médium Ricardo Minarro fala sobre o destino, a linha da vida de cada um. Cada um já nasce com uma rota traçada, quem vai ser, onde vai nascer, quando vai nascer, até onde vai chegar, com quem vai se casar, quantos filhos terá, quando e como vai morrer, etc., os principais "benchmarks" da vida. Assim, todos têm um limite de graças e também um limite de infortúnios já traçado de antemão, o que vai resultar num valor médio durante toda a vida. Esta média pode estar acima de zero ou abaixo de zero em termos de felicidade relativa. Por isso alguns ganham na loteria, outros nada conseguem mesmo se esforçando muito ou alguns nascem na abundância e outros nascem na miséria. isso tudo está em função do passado e pode sofrer uma mutação limitada conforme o que se der no presente. O cara pode transar com todas as mulheres do mundo, mas aquela com a qual ele terá um filho e para o qual pagará pensão depois de ter as próprias coisas jogadas fora pela janela do apartamento já está determinada, não falha. E quem vai ser o filho também já está determinado, é função do passado.

 

          Assim o homem por exemplo veio para ser presidente. Mas veio também para levar uma facada. Como presidente passará pela prova da tentação de se corromper e pela missão de endireitar a coisa de forma suave e inteligente. A facada veio como resgate do débito de uma facada anterior. A facada, algo gravíssimo, vem junto com uma vitória intensa, a eleição para presidente. Um grande mal e junto um grande bem. Para manter o equilíbrio geral e o ânimo durante a caminhada (ou há o inverso: um grande mal logo após um grande bem, para cortar a displicência dos deslumbrados).

 

          Há também o homem por exemplo que vem para ser presidente. Fracassa na prova da tentação pela corrupção, ordena assassinatos, prejudica milhões. A índole já era conhecida e por isso já se sabia que assim seria. Mas esse homem vem então para cumprir outro destino, o destino coletivo do AntiCristo, ao redor do qual todos os hipócritas se reuniriam em adoração, para todos serem arrastados para o esgoto e para o infortúnio por conta das mazelas particulares; todos que se preocupam só com o próprio umbigo se reuniriam em torno do demônio, em adoração, na esperança de favores particulares pelos quais venderam a própria alma em lacração. O homem mau veio então para arrastar para o esgoto todos os outros maus, mas isso foi permitido para que fosse mostrada a hipocrisia de todos estes outros, que caem então unidos em desgraça, com o super mau levando para o ralo os mauzinhos, a turma da lacração, que agora está tomando no cu.

 

          Assim como cada pessoa já tem então a sua linha da vida, que pode ser só parcialmente alterada ao longo da existência (pois as pessoas não mudam da água para o vinho da noite para o dia e sim só um pouco ao longo de muito tempo, não havendo então razão para grandes mudanças no destino, o que só se dá de forma extremamente excepcional), o planeta também tem a sua linha já traçada, que está em função dos carmas individuais e coletivos. É por isso que no Apocalipse Bíblico os acontecimentos atuais estão já todos ditados. É uma programação feita com milênios de antecedência. Desde então passaram-se vinte séculos, o que seria suficiente para no máximo vinte longas vidas seguidas. Como não se volta logo em seguida, pois há uma programação que é resultado do passado e as várias pessoas precisam se reencontrar novamente noutro ambiente, os últimos vinte séculos teriam sido suficientes para algo como uma meia dúzia de vidas seguidas apenas para os que hoje estão aqui. A maior parte nem é daqui, pois a população mundial cresceu muito no último século, antes era pequena. Assim, a programação geral de meia dúzia de vidas adiante é algo totalmente possível, pois o carma se paga em prestações. E em refinanciamentos. E o futuro possível é previsível pois o conhecimento absoluto é acessível para os que chegaram em certo nível e comandam as dimensões mais distantes. 

 

          Assim, o que está previsto no Apocalipse é algo que na escala de tempo espiritual foi alinhavado há poucos minutos, não passou quase tempo algum desde então, quase nada, é a simples previsão a respeito da menina que tirou dez na prova no primeiro bimestre e se vê então que vai passar de ano por ser boa aluna. Ou a previsão de que o motorista de uma Saveiro na faixa da esquerda numa pista com limite de 110 km/h e que vem a 90, 80, 70, reduzindo e ziguezagueando, está falando no celular e vai resvalar com a roda na guia do canteiro e depois capotar. Ou a previsão de que quem comprou um Celta 2009 não sabe que a faixa da esquerda é para ultrapassagem e que ao se entrar em via de trânsito rápido é preciso acelerar. Assim são as previsões. Ciência e tecnologia são conhecimento. Verdade sabida. Quem está no futuro e vê o presente ou o passado sabe o que vem depois do presente. Nas dimensões superiores planeja-se o que vai acontecer daqui a bilhões de anos.

 

          Assim, há um destino geral, assim como há o individual, a linha da vida. Mas esse destino geral também tem limite de graças e de desgraças. Assim, o período de 1945 a 1989 foi uma época de felicidade para os nascidos na década de 30. Os que nasceram em 1900 sofreram nas duas guerras mundiais como soldados e oficiais em ação. Os que nasceram nos anos 60 e 70 vieram para viver a esperança seguida do declínio. Os que nasceram dos anos 90 em diante vieram para o vazio total, pelo menos por ora.

 

          A crise atual, do dragão chinês, da marca da besta sem a qual ninguém conseguirá comprar ou vender, já estava prevista. Porque o ditador Xi já tem a sua linha da vida, é o Hitler da China, o Lula chinês. Mas era sabido que assim seria porque já era sabido que todos focados no próprio umbigo iriam montar suas empresas na China e importar do dragão tudo mais barato, produzido por escravos. A ignorância geral, do ditador, dos empresários e dos consumidores, tudo unido numa grande tragédia na qual todos estão focados no próprio umbigo e dane-se o mundo. O mundo então se danou. Tecnologia, imoralidade, avanço científico. Já era sabido que haveria esta combinação. Quem está resolvendo integrais na engenharia sabe que no curso fundamental (antigo primário) depois que se aprende a somar vai se aprender a multiplicar e a dividir. E depois virão os erros de conta e virão também as colinhas. Os engenheiros de dois mil anos atrás falavam sobre o tempo atual em que o povo ia querer usar calculadora para responder a pergunta na prova, o seno de 45 graus. Mas sabiam que ia dar errado, porque todos iam esquecer de mudar de grados para radianos e para graus no modo de trigonometria. Sabiam que o dono da calculadora que errou ia passar cola para o espertão do lado, mas com dado errado.

 

          Assim, os próximos mil anos também já estão traçados. Mas seguem a linha também. Se algo der errado agora, muito errado, não existirão os próximos mil anos. Para o planeta existem também as linhas de limite máximo e mínimo de felicidade e infortúnio, limites que podem ser tangenciados em determinadas fases por mais ou menos tempo. O limite máximo não é ultrapassado. Mas há sempre ajuda para que não seja ultrapassado o limite mínimo. Mas se a pessoa resolver se matar, aí o limite mínimo é ultrapassado. Para o planeta existe isso também. Se  coisa avacalhar demais, como está avacalhando, o mundo pode acabar. 

 

          Analisando a história, vê-se que os atuais avanços são coisas muito recentes, três ou quatro gerações para trás (o tempo da sua bisavó ou avó) absolutamente nada havia: rádio, telefone, televisão, geladeira, eletricidade, luz elétrica, satélite, automóvel, bateria, avião, foguete, celular, internet, etc. Na história documentada, coisa dos últimos 6000 anos (ou 60 vidas seguidas de 100 anos, 60 super gerações possíveis, ou umas 200 vidas seguidas considerando-se que se vivia muito pouco antes), vê-se que foi muito lento o avanço tecnológico e científico (as criações e as descobertas), sempre havendo grandes interrupções por causa de guerras. Mas chegou-se agora nos séculos XX  e XXI a algo inédito. É como se sessenta séculos tivessem sido vividos na escuridão, na cegueira, e repentinamente a luz se fez, depois de milênios de sofrimento e miséria. O avanço no conhecimento possibilitou um crescimento exponencial i-ni-ma-gi-ná-vel para os padrões antes vividos. O que existe hoje é quase um milagre, com as descobertas com os microscópios e telescópios, com a física, com a química, com a biologia, com a engenharia genética, com a informática, com centenas de idiomas que podem ser instantaneamente traduzidos, possibilitando ao mundo uma comunicação em tempo real sem qualquer tipo de obstáculo, graças divinas milagrosas considerando-se o padrão de conhecimento do passado. 

 

            Tudo isso - milênios de esforço, escravidão, sofrimento e miséria que abriram uma brecha no espaço-tempo que possibilitou à humanidade sair da cegueira dentro da escuridão e ver a realidade iluminada pela luz do conhecimento acumulado - está agora sendo jogado fora por ditadores, por assassinos, por ladrões, por terroristas, por criminosos, por canalhas de todo tipo.

 

          O mundo precisa ser resgatado deste imenso desastre em que todo o esforço acumulado de toda a Humanidade está sendo destroçado, aniquilado, barbarizado, destruído, arruinado, desconstruído, dizimado e apagado por verdadeiros demônios, a máfia globalista que tomou conta dos EUA, a ditadura chinesa, o Foro de São Paulo criado pela máfia petista, o fascismo na Europa, a vigarice comunista, o fundamentalismo religioso no Oriente Médio, o narcotráfico, os marginais do STF brasileiro, os corruptos da grande imprensa em todo o planeta, a escória política oligárquica fascista e bilionários de grandes redes sociais fascistas. Ideologia de gênero, linguagem neutra, destruição da família, destruição da língua, promoção de crime organizado, sofisma judicial, hipocrisia política, corrupção, guerra, ditadura, censura oficial, censura voluntária, supressão de liberdades, atentado terrorista biológico, vacinas experimentais que podem causar danos genéticos no futuro, ... A Humanidade está sendo aniquilada. Todos que gastaram a energia de vidas inteiras na busca pelo conhecimento estão sendo hoje traídos por esta escória demoníaca.

 

          Nós falamos aqui de guerra, mas não é de guerra entre povos. A China não é um país do demônio. Quem atua em nome do demônio é a ditadura local. Esta sim precisa ser destruída, não o povo. E o mesmo vale para todos os países e todos os povos. Os povos do mundo precisam se unir, mas não para lutar entre si e sim para lutar contra os governos ditatoriais, que estão pondo milênios de conhecimento e avanço da Humanidade abaixo, levando a civilização à ruína, repetindo o visto no suposto mito de Atlântida.

 

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          O Brasil, neste cenário, com Bolsonaro na presidência da República, está no trilho da salvação. É um dos raros lugares do mundo que por ora estão em condição de suplantar o mal e vencer esta batalha apocalíptica. Mas para isso precisará haver a intervenção militar em 2022, para evitar que o Mal volte ao poder em definitivo.

 

          Acopanhe no vídeo abaixo parte da "live" de Bolsonaro de quinta-feira:

 

FOLHA POLÍTICA - "LIVE" DE BOLSONARO DE QUINTA-FEIRA

 

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