15-02-2026 - PARTE 9-12 - MARATONA DE CARNAVAL - - ESCALADA NA GUERRA ENTRE FACÇÕES CRIMINOSAS, TENTATIVA DE GOLPE PETISTA DENTRO DO STF, POR ORA, FRACASSA
15-02-2026 - PARTE 9-12 - MARATONA DE CARNAVAL - - ESCALADA NA GUERRA ENTRE FACÇÕES CRIMINOSAS, TENTATIVA DE GOLPE PETISTA DENTRO DO STF, POR ORA, FRACASSA
A área de informática passa por uma entropia abrupta e exponencial. Com IAs (inteligências artificiais) ainda deficientes, empresas começam já a enxugar estruturas logísticas para reduzir custos. A tendência é isso se tornar progressivamente violento. Ao mesmo tempo, tutoriais de diversos assuntos na internet que sempre são buscados perdem o incentivo para disponibilização, dado que consultas via IA são muito mais rápidas. Assim, tutoriais futuros deixarão de existir, deixando as IAs sem fonte de pesquisa e acéfalas. Esse é um exemplo bobinho do caos em curso. Ao mesmo tempo, com empresas demitindo e pessoas não mais se preparando para o mercado de trabalho com estudos prolongados e profissionalização, o conhecimento acumulado detido pelas próprias pessoas entra em progressiva extinção. Junte-se a isso a aposentadoria de antigas gerações após décadas de trabalho em que experiências inauditas foram acumuladas, abrindo-se vagas para novatos que do zero tentam inovar sobre o que já está consagrado, resultando desastres como os vistos na Boeing no 737-max, por exemplo. O conhecimento humano acumulado nos séculos recentes e principalmente nas décadas recentes dentro do próprio cérebro humano começa a se esvaziar, pois ele está na memória de quem hoje já se aposentou ou está se aposentando. As IAs começam com um robusto arcabouço de conhecimento, cuja tendência paradoxal é de se esvaziar, levando as IAs a um beco sem saída, a menos que elas consigam de fato se tornarem IAs autônomas e não meras programações já censuradas de respostas a problemas antigos já conhecidos. Assim, por ora, os profissionais realmente experientes e altamente gabaritados ainda serão necessários, principalmente para corrigir falhas grotescas das IAs (na área do direito, por exemplo, há erros grotescos ainda, coisas horrorosas como até mesmo mentiras que as IAs inventam para disponibilizar respostas - e quando são contraditadas, entram num "looping" de mentiras e erros). Robôs dominarão tudo, produzindo conteúdos artificiais e sendo os próprios expectadores artificiais para efeito de monetização, com recursos de publicidade escoando para lugar nenhum, pois ninguém de fato viu a publicidade, ao mesmo tempo em que uma quantidade colossal de recursos minerais e de energia é dissipada numa luta insana por disponibilização de conteúdo inútil gerado artificialmente para simplesmente ninguém acessar, dado que robôs serão a maioria da audiência, ou seja, a maior parte do tráfego na internet será gerada simplesmente para nada. De todo este inferno e mais um pouco se trata no vídeo abaixo:
ATTEKITA DEV - A IA ESTÁ QUEBRANDO A INTERNET E ISSO MUDA TUDO
Ao mesmo tempo, as ditaduras tendem a levar a uma fragmentação da internet, formando-se ilhas incompatíveis umas com as outras, sob controle totalitário absoluto. Caminha-se para uma destruição completa da internet e do mundo digital. Mas esta mesma fragmentação permitirá que novos "hardwares" e novos "softwares" feitos por qualquer um driblem a censura totalitária, mas ao custo de novas incompatibilidades, as quais poderão constituir as células para novos padrões universais, repetindo-se a padronização hoje vista dos monopólios que naturalmente surgiram em face da inovação rapidamente espraiada enquanto simplesmente nada existia, como no caso dos sistemas operacionais. Isso tudo ganhou uma aceleração repentina descontrolada nos últimos meses, caminhando-se para o desconhecido, pois novos paradoxos continuarão se formando e redesenhando as estratégias logísticas, oportunidades, desafios, perigos e benefícios.
O mesmo cenário de caos na internet se vê no mundo militar, onde a tecnologia diariamente cria novidades infernais, fazendo as guerras parecerem com o tráfego de internet gerado por IA: um teatro de insanidade em que milhares de robôs lutam entre si, num grande hospício consumidor de recursos e energia.
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Com tudo isso, o preço dos metais explodiu de forma exponencial. Mas ao bater na estratosfera passou por uma correção. A volatilidade naturalmente gerou perdas cavalares com chamadas de margem em toda parte, impactando o preço do "bitcoin" de maneira violenta:
ANCAPSU - OURO e PRATA DERRETERAM! Mas também as AÇÕES e o BITCOIN! O QUE está ACONTECENDO? COLAPSO TOTAL?
Dentro deste universo de mentira e engambelação por toda parte, uma "corretora" fajuta focada no comércio de ouro na China entrou em colapso:
ANCAPSU - EMPRESA CHINESA de OURO COLAPSA e deixa PREJUÍZO de 1.4 BILHÃO de DÓLARES: BITCOIN tem FUNDAMENTOS
A história de nova moeda substitutiva do dólar é outra balela. A tal moeda dos BRICs é como o ouro da "corretora" fajuta vista acima, promessa vazia. Um yuan lastreado em ouro, se existisse algum dia, seria grande parte lastreado em latão. Contrato, confiança, lei, é coisa de Estado de Direito, não é elemento característico de ditaduras. Ditaduras se fundam basicamente na mentira, que é geral: ditadura travestida de democracia, índices inflacionários mentirosos, vacinas experimentais obrigatórias aprovadas pela "ciência", usinas nucleares sem segurança, tribunais corruptos, assassinatos travestidos de acidentes, diplomas falsos, eleições fraudadas, contabilidade fraudulenta e, completando, moedas lastreadas em latão. A ditadura chinesa jamais constituirá um padrão monetário que seja padronizado no mundo civilizado. Se algo existir, será por muito pouco tempo e adotado apenas pelos países igualmente esculhambados.
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Seguindo, agora com as principais guerras, a guerra da Ucrânia (x Rússia), a guerra no Irã, a guerra na China (x Taiwan), a guerra em Cuba e a guerra na Venezuela.
É iminente o surgimento de mais um conflito bélico de gigantesca proporção, a guerra no Irã. E, depois, a invasão de Taiwan pela ditadura chinesa.
Seja qual for lugar, o pano de fundo é sempre o mesmo: ditadores que querem subjugar os próprios povos ou subjugar povos vizinhos, quase nunca se trata de guerra efetiva entre povos ou entre países.
A ditadura russa massacra o próprio povo e controlava a Ucrânia subornando políticos corruptos locais. Estes foram preteridos quando Zelensky foi eleito, libertando o povo ucraniano do domínio oligárquico corrupto russo. O povo da Ucrânia não se viu livre da Rússia, se viu livre do ditador Putin. Esta é a verdadeira guerra, o povo da Ucrânia contra o ditador Putin, não contra a Rússia.
A ditadura chinesa massacra o próprio povo chinês e almeja escravizar a parte do povo chinês que se refugiou na ilha de Taiwan em 1949 (a antigamente chamada Ilha Formosa) após a guerra civil entre capitalistas e comunistas. Os comunistas no continente venceram e os derrotados capitalistas fugiram para a ilha, lá formando um governo próprio e independente, mas continuamente ameaçado pela ditadura do continente. Os comunistas revolucionários montaram uma ditadura comunista e se converteram, décadas depois, numa nova oligarquia corrupta unida ao capitalismo selvagem patrocinado justamente pelos EUA (nos anos 70, no tempo de Henry Kissinger, a idéia de atrair a China para o capitalismo foi engendrada nos EUA). Hoje a oligarquia corrupta que domina o continente chinês quer escravizar também o povo refugiado da ilha de Taiwan, ampliando a área de domínio da ditadura hoje capitalista e travestida de comunismo sobre a nova plebe.
A ditadura iraniana massacra o próprio povo e é inimiga de Israel porque não quer que o povo livre vizinho seja exemplo para o próprio povo local se libertar.
A ditadura cubana massacra o próprio povo e tem tentáculos sobre toda América Latina, sobrevivendo com remessas de dinheiro do exterior em vez de com recursos próprios. O embargo comercial, seguido agora pelo cerco naval norte-americano, colocou o ditador cubano de joelhos. Mas os ditadores comunistas são cruéis, são terroristas. O povo cubano morrerá de fome, sem energia, antes que o ditador concorde em se submeter a exigências de Trump, se é que vai concordar.
A ditadura venezuelana formada por líderes revolucionários comunistas que fariam a tal "justiça social" teve o mesmo fim de sempre: os comunistas uniram-se ao narcotráfico, enriqueceram e se tornaram a nova oligarquia corrupta ditatorial capitalista na prática e comunista para efeito de propaganda e engodo eleitoral.
A Europa foi destruída pelo fascismo oligárquico corrupto disfarçado de socialismo, com vários países já tomados pelo totalitarismo, com liberdades castradas por leis absurdas de censura com as quais amplas maiorias concordaram de bom grado.
A ditadura brasileira atual está na aurora do desastre ainda, com amplas parcelas de pessoas de classe média ainda por serem atingidas violenta e irreversivelmente pela exclusão social construída pela corrupção e pela incompetência, mesclando o que há de ruim em toda parte: tribunais corrompidos, leis inconstitucionais aprovadas por Legislativos incompetentes e corrompidos, milícias criminosas já a postos (PCC, CV, MST, etc.), narcotráfico impregnado no Estado e na marginalidade urbana insuportável, censura, prisões e assassinatos. Uma mescla do que há de pior em toda parte, em doses quantitativas ainda pequenas perto de outras ditaduras, mas qualitativamente iguais. Caminha-se agora para tudo se igualar em termos também quantitativos, sendo essa a grande novidade daqui em diante.
Embora os interesses comerciais sejam o que sempre permeia a atuação do governo Trump - como no fim sempre foi ao longo da história recente do imperialismo norte-americano no século XX, sendo esses interesses comerciais agora prementes como nunca, tudo agravado pelo fato de que os EUA ainda (!) são uma democracia, mas em avançada via de extinção, o que significa que o destino político será comandado pelo povo inerte à mercê da volatilidade econômica, facilmente insuflável por meio de guerra híbrida, tornando, portanto, Trump refém do próprio gado político local -, a questão estrutural central de curto, médio e longo prazo é a democracia, é a liberdade, sem o que nenhum progresso geral é alcançado e mantido. O ponto absolutamente central envolvendo a geopolítica no momento (em termos aqui doutrinários tendo em conta o que seria necessário para a sobrevivência da civilização no planeta) é a extinção das ditaduras, que hoje tomam a gigantesca maior parte do mundo, tornando-se raros os lugares onde ainda vige o Estado Democrático de Direito. Eliminar as ditaduras é (em tese o que deveria ser) a prioridade número zero do planeta na atualidade, o que só poderá ser levado a cabo pelos países ainda democráticos e com gigantesco poder bélico como os EUA. Com as ditaduras, a guerra e a miséria serão realidades constantes, tudo agravado pela guerra híbrida, que é a única maneira de vencer uma batalha no mundo tecnológico atual: doenças criadas em laboratório, vacinas experimentais assassinas, crises financeiras colossais, atentados terroristas ou cibernéticos, sabotagens, suborno de políticos corruptos e infantilização proposital do cidadão (a cultura "woke", que no fim é a versão moderna, globalista, com aplicação oligárquica, da idéia comunista de Antônio Gramsci, que é destruir tudo por dentro no Estado e na Sociedade - o gramscismo tinha por objetivo arruinar a sociedade e o Estado com a sabotagem da cultura, do conhecimento, da ética e da moral, facilitando assim uma revolução sangrenta comunista liderada por revolucionários numa sociedade anestesiada e domesticada; já a cultura "woke" objetiva o mesmo, anestesiar e domesticar, mas para manter todos como súditos e assim evitar que uma revolução aconteça ou que um povo acordado repudie o absolutismo monárquico disfarçado de República, travestido de democracia).
Nas ditaduras tudo isso (a guerra híbrida) fica facilitado, tanto para emprego interno contra o próprio povo quanto para emprego externo, contra outros povos e governos (que sendo democráticos, constituem ameaça às ditaduras vizinhas, o modelo de liberdade precisa ser erradicado, para não servir de exemplo para outros povos). Eliminar as ditaduras e garantir a cidadania é o único meio de garantir que um povo não se ajoelhará perante a barbárie que nascerá depois quando a guerra híbrida obtiver resultados.
E é o que os Estados Unidos teriam de fazer, começando pelo próprio quintal. Depois, espraiando isso para os países vizinhos, alguns dos quais teriam de ser efetivamente invadidos, como se viu no caso da Venezuela. Manter regimes ditatoriais sob conveniente cabresto comercial é como manter um câncer sem combate dentro do próprio corpo. Em que pese interesses comerciais de curto prazo serem gravemente afetados pela adoção de uma solução bélica mais ampla e definitiva, no cenário atual, em médio prazo, as ditaduras unidas destruirão os EUA por dentro, ainda no atual mandato presidencial. É urgentíssimo para os EUA eliminarem as ditaduras do planeta. Começando pelas beiradas, Venezuela e Cuba. Depois Irã, sabotando assim a ditadura chinesa. Esta, quando invadir Taiwan, precisará passar por um embargo comercial total, com a proibição total das importações da China, levando a ditadura ao colapso total imediato, custe o que custar. Este é o cenário, mas nada disso deve ser levado a cabo, porque o custo imediato será altíssimo, será impossível arcar com o custo, pois isso envolve gravíssimos problemas para o gado eleitoral, que não está preocupado com tudo isso.
Logo mais, este mesmo custo altíssimo será pago, com a capitulação dos EUA. E, aí, do mundo inteiro. A ditadura cubana está agora ardilosamente sendo posta abaixo. Será preciso algum tipo de interferência logística concreta na ilha após a capitulação da ditadura local, produzindo-se algum tipo de drástica melhoria econômica a partir do zero, o que seria um enorme desafio no mundo do desemprego tecnológico estrutural exponencial hiperbólico da IA. Em princípio, por se tratar de uma ditadura controlada por terroristas profissionais, o povo deverá morrer de fome num verdadeiro genocídio antes que o ditador cubano concorde em ceder, se é que vai ceder. Cuba, como é uma pequena ilha, talvez acabe tendo de ser invadida. E aí o local acabará tendo de se tornar um protetorado, com uma interferência total dos EUA na administração, tendo aí de arcar com o custo da solução de um desastre social resultante de quase sete décadas de comunismo e miséria.
No caso da ditadura iraniana, onde se tem uma guerra assimétrica em que contingentes militares esparsos concentrados em pontos conhecidos no oceano ou em terra tornam-se alvo fácil de contingentes terroristas espalhados com alta capilaridade em pontos inesperados (seja na guerrilha urbana, seja no terrorismo em alto-mar com drones e mísseis, a solução acaba sendo uma invasão total por terra em grande escala, sem o objetivo de amedrontar ou intimidar e sim com o objetivo de ocupação total. Como se o objetivo fosse constituir um protetorado, retomando-se o que havia no tempo das colônias efetivas. Nada disso deve acontecer, pois o custo financeiro e em vidas é altíssimo.
Em teoria, um caminho rumo a uma alternativa de melhoria temporária seria preciso algo como um Jesus Cristo no comando dos EUA, invadindo as ditaduras e formando protetorados, que a seguir seriam transformados em lugar de progresso, tal como os EUA fizeram com a China. Há muitos consumidores na pobreza sem dinheiro, há muitas melhorias na qualidade de vida que demandam produção. É um gigantesco mercado consumidor que não é explorado, pois não há dinheiro, não há trabalho, não há empresas, não há conhecimento. Um altruísmo estatal. Na prática, isso é uma utopia e logicamente não vai acontecer, pois do lado do crime organizado e das ditaduras haverá também reação. Resolver tudo isso, no atual cenário, é como trocar o pneu com o carro andando ou tentar atravessar o Pacífico de avião sem combustível suficiente. Não se vislumbra alta probabilidade de sucesso na reversão disso tudo, sendo praticamente certa a vitória do crime organizado e das ditaduras.
Sendo assim, o que compensaria seria ir para as cabeças logo de vez. Países como Cuba, Venezuela ou Irã, totalmente tomados pelo crime organizado ditatorial e por estamentos totalmente corrompidos, sem significativas parcelas cultas de povo e sem condições de retomada de alguma ordem pública, constituindo territórios juridicamente abandonados e sem soberania, se fôssemos adotar aqui alguma tecnicalidade doutrinária (e não formal positiva) em termos de direito internacional (pois se tornariam na prática anarquias caso as pressões bélicas externas vindas dos EUA se ultimassem até as últimas conseqüências, ao passo que as ordens privadas criminosas continuam mantidas, dado não haver propriamente - e também não haver por ser impossível em face da repressão - forças políticas organizadas de oposição que possam formar algum tipo de administração coletiva), são na prática terras de ninguém que não irão se estabilizar com interferência externa calculada apenas para o atendimento de interesses comerciais e deverão se unir para produzir uma virada de mesa dentro dos EUA por meio de guerra híbrida, seja dentro dos EUA, seja no próprio campo de batalha no Oriente Médio onde as forças militares se concentram. Dessa forma, em tese, o que compensa mais é ir para as cabeças, uma invasão total por terra para tomada de poder e constituir nesses territórios abandonados novos protetorados, uma nova colonização imperial, mas desta vez altruísta. O Brasil atual já atingiu também esta qualidade de terra de ninguém sem soberania como Irã, Cuba ou Venezuela, faltando alcançar apenas o aspecto quantitativo, dado pelo retorno da hiperinflação, pela ampliação exponencial dos presos políticos e dos assassinatos a granel de manifestantes contra o regime nas ruas e pelo espalhamento colossal da miséria, com a dispersão da exclusão social integral para o resto das classes sociais ainda restantes. As ditaduras teriam de ser varridas, transformando-se em protetorados dos EUA. Trump não queria 51 Estados? Não queria a Groenlândia? Então. Que queira o Irã, a Venezuela, Cuba. Por que incorporar só o que já está pronto? Ainda caberia mais discussão aqui, mas não haverá tempo, o que fazer com esses países abandonados de modo a aproveitá-los como fonte de crescimento econômico via reconstrução, mas de modo que o dinheiro circule e traga progresso econômico imediato também para os EUA.
É então o que temos então nos vídeos sugeridos na próxima parte (10/12), sobre parte das guerras em andamento.