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| 14-04-2026 - PARTE 3/5 - GLU GLU - PEGADINHA DO MALANDRO - MÁFIA PETISTA DÁ A VOLTA POR CIMA E ENGAMBELA MÁFIA PEEMEDEBISTA |
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14-04-2026 - PARTE 3/5 - GLU GLU - PEGADINHA DO MALANDRO - MÁFIA PETISTA DÁ A VOLTA POR CIMA E ENGAMBELA MÁFIA PEEMEDEBISTA
Os valores recebidos pelas autoridades corruptas do STF e pagos pelo corrupto banqueiro Vorcaro foram confirmados pela declaração de imposto de renda do banco Master. Agora vem a invenção sofista de se legislar, com os corruptos do STF vindo com a ladainha de que delação de quem está preso não vale. A lei não trata disso e não cabe ao tribunal legislar, criando interpretação extravagante. Todas as decisões judiciais precisam ser fundamentadas, conforme dispõe o artigo 93, IX, da Constituição Federal). E o fundamento é o texto legal.
Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:
[...]
IX - todos os julgamentos dos órgãos do Poder Judiciário serão públicos, e fundamentadas todas as decisões, sob pena de nulidade, podendo a lei limitar a presença, em determinados atos, às próprias partes e a seus advogados, ou somente a estes, em casos nos quais a preservação do direito à intimidade do interessado no sigilo não prejudique o interesse público à informação; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)
Decisões devem ser fundamentadas. O fundamento é a lei. E não o que o juiz acha que deve ser. Não existe essa história de juiz legislar. Somente no caso de mandado de injunção ou de ação declaratória de inconstitucionalidade por omissão cabe ao tribunal determinar alguma solução para o caso de alguma norma constitucional não regulamentada. No caso de lei, o máximo admissível é a analogia, quando há alguma LACUNA. No caso da delação, não há LACUNA, a lei é clara, não há margem para qualquer dúvida. Não existe essa história de tribunal legislando. O tal "ativismo" judicial, em termos doutrinários, é a situação em que havendo de fato algum conflito de normas constitucionais ou legais o juiz opta pela solução mais ousada dentro de uma margem de interpretação plausível, ou seja, dois argumentos igualmente válidos do ponto de vista da lógica doutrinária e dos princípios gerais de direito ou do direito comparado como fonte analógica excepcional. O que tem acontecido no STF não é "ativismo", é tribunal legislando em prol do crime organizado. É um crime.
Dentro desse absurdo, diriam os corruptos do STF logo mais que aquele que é investigado ou indiciado, mesmo ainda não preso preventivamente, não poderia delatar também, pois estaria sob coação. E aí então ninguém mais vai delatar. Isso é uma molecagem de adolescente cafajeste. É o que estes canalhas fazem diuturnamente. E assim é dito para que fique claro, espiritualmente, que não estamos aqui a tratar de divergências doutrinárias plausíveis e sim de sacanagem. Sacanagem feita por quem trabalha para pessoas que matam e mandam matar, gente que põe inocentes na cadeia. Gente que mata também ao deixar doentes na cadeia até a morte, como já aconteceu. Não são só vendilhões do templo pregando mentiras em praça pública, são monstros, assassinos investidos de função pública e sustentados pelo dinheiro que nós pagamos. São criminosos. Como nós aqui também já fomos em outras vidas.
Dentro do circo de horrores do deboche petista, o ladrão Lula vem agora fazer recomendações ao corrupto Alexandre de Moraes, dizendo como ele deve se portar diante das denúncias para proteger a "biografia" dele. É um deboche. Quem está ferrando com Alexandre de Moraes é Lula/Dirceu, que mandou a imprensa corrupta divulgar tudo que fosse vazado pela banda podre da PF sob comando de Lula. Bandidos ferrando bandidos, na disputa pelo trono. E, com a disputa em vias de ser ganha, o ladrão Lula agora vem com o deboche. Deboche de quem está com salto alto, dando as cartas e com a mesa virada. Dentre as revelações, até Temer recebendo dinheiro do banco Master. E ele teve um papel importante na intermediação da sobrevivência do banco de lavagem de dinheiro. E no fim, veio a cereja do bolo, o corrupto Gilmar Mendes andando no jatinho de Vorcaro também. Teria sido mais fácil para a máfia petista derrubar o jatinho. Mas aí ia só um para o fundo do mar. Com o banco Master, veio um "strike" de boliche, foi todo mundo para o ralo de uma vez, numa só tacada, numa única "cama de gato". Como resultado, foi pautada finalmente a sabatina do corrupto "Bessias" para a vaga do corrupto Barroso no STF, após ser colocado um cabresto chantagista também no corrupto Alcolumbre, feito de palhaço.
A mentira agora posta em voga de que delação de quem está preso preventivamente não teria validade é mais uma aberração deste tribunal corrupto. E é tão corrupto que aplicaria esta mentira só para si mesmo, sem estender ao resto das situações análogas, como a delação fajuta e forçada de Mauro Cid, usada para levar a cabo a condenação fraudulenta de Bolsonaro e apoiadores.
Independentemente disso, quaisquer delações que sobrevenham terão o mesmo destino da delação de Joesley Batista: a prateleira, o esquecimento, até a prescrição, com todos se livrando por meio da corrupção judicial concretizada na omissão proposital em que processos mofam nas gavetas. Processos contra corruptos mofam nas gavetas até a prescrição, ao passo que processos fraudulentos de perseguição política seguem a toque de caixa, de cambulhada, violando-se o devido processo legal e o direito a ampla defesa. As violações advêm do abuso de autoridade, que vem da corrupção judicial ditatorial.
A esbórnia da era Lula foi sempre crescente. E já envolveu bancos, sendo célebre o escândalo André Esteves-Nestor Cerveró-Delcídio do Amaral, em 2015, no qual o senador era o intermediário entre os operadores da corrupção e os corruptos do STF. Terminou preso em flagrante por alegado crime inafiançável (o que era vedado pela Constituição, pois senador não pode ser preso por crime afiançável, que era o caso então, e não inafiançável como mentirosamente inventado). A prisão do senador se deu por meio de uma decisão fajuta sofista do STF: mandaram prender o senador para posar de vestais, pois eram envolvidos no escândalo e precisavam parecer isentos, honestos. E eram, por isso, impedidos de julgar o caso, mas julgaram, mandando prender o senador. O senador preso fez delação meia-boca, fajuta, que foi homologada. Foi cassado e seu caso foi enviado para o primeiro grau, onde em outra safadeza terminou absolvido, fechando o ciclo de paradoxos só explicados pela corrupção judicial, do STF à primeira instância. A esbórnia atual envolvendo banqueiro é um misto de lavagem de dinheiro de narcotráfico, lavagem de dinheiro de corrupção e distribuição de propinas lavadas, tudo por meio do banco do crime organizado. O banco quebrou e foi liquidado, ficando parte das propinas devidas em haver. Aí os corruptos quiseram reverter a liquidação do banco, para receber o resto das propinas devidas. Forçaram a compra do banco por um banco estatal, o BRB, que no fim acabou, na prática, quebrando também (o banco tem liquidez, mas está à beira da insolvência, pois comprou muitos títulos podres do banco Master). Foram até o Banco Central, para forçar o BC a passar pano em tudo e autorizar a compra do banco do crime organizado por um banco estatal. Reuniões, viagens de jatinho, propinas efetivamente recebidas e declaradas no imposto de renda. Tudo seletivamente divulgado pela grande imprensa corrompida, num verdadeiro massacre, o que é explicado pela guerra entre as facções criminosas (PT X PMDB) e também pela chantagem midiática, em busca de propinas também, em troca de silêncio. Guerra que só teve uma pausa para enganar trouxa, sendo agora retomada e com a máfia petista dando a volta por cima e virando a mesa. Alexandre de Moraes terá duas opções: ser cassado ou continuar no STF, mas como escravo petista, com o cabresto imposto por Dirceu. E o corrupto "Bessias" vai entrar para a Corte, formando maioria petista corrupta dentro do tribunal integralmente corrupto e até há pouco sob comando da ala de Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes. A máfia petista deu a volta por cima e não vai parar nisso. Formada a maioria e mantido o controle sobre a fraude eleitoral, a máfia petista continua no poder em 2027 e fará depois um expurgo seletivo dos corruptos das facções rivais associadas. Algumas vidências já falam em golpe militar petista este ano, o que é totalmente plausível, 100% conforme a realidade que até a eleição só irá degradar por conta do cenário externo, que seguirá crescentemente e exponencialmente conturbado.
O nosso canal sugerido predileto (com a ressalva de que discordamos sobre alguns pontos: [1] haverá fraude eleitoral na urna, ao contrário do dito no canal, e [2] todos no STF são corruptos, ao contrário do que é dito, de que há uma banda podre), ANCAPSU, está agora com quase um milhão de inscritos. Torna-se agora alvo potencial então de perseguição política. O comentarista do canal Ricardo Albuquerque, que usa o pseudônimo Peter Turguniev, é um anarcocapitalista (e o anarcocapitalismo, muito apreciado por liberais de direita, é em essência uma idéia gramsciana comunista diversionista de desconstrução do capitalismo), é engenheiro e advogado e já trabalhou com análise de sistemas, produzindo "softwares" e prestando consultoria na área de segurança de informação. Foi agora no final de 2025 denunciado por fraude a licitação (por fato ocorrido há cerca de quinze anos, possivelmente até já tendo se operado a prescrição). Ele afirma ser inocente, o que é plausível. Mas, no atual cenário de ditadura, a possibilidade de esta denúncia não ser produto de perseguição política por parte de autoridades corrompidas é praticamente zero. A função do promotor/procurador é denunciar, mas não é denunciar por denunciar por esporte e foda-se. Deve haver um filtro, denunciando-se apenas o que efetivamente tem provas de autoria e materialidade. Não pode ser feita uma imputação apenas com base em indícios, por puro esporte, gratuitamente, para depois, no processo, se estudar se há alguma viabilidade na denúncia. O promotor é o fiscal da lei e tem obrigação de não denunciar o que flagrantemente não tem viabilidade ou não constitui crime. O promotor/procurador não tem um compromisso legal de denunciar obrigatoriamente todos os indiciados em inquéritos que lhe chegam às mãos, para depois o juiz resolver. Não, ele tem o dever de denunciar só o que é viável. É uma questão de ética no exercício da profissão. Ele funciona como um filtro, fazendo chegar ao juiz só o que efetivamente tem potencial de gerar condenações (ou seja, condutas efetivamente criminosas com autoria identificada e com provas suficientes e estando ainda em aberto o prazo da denúncia, ou seja, sem estar operada a prescrição). Se uma denúncia é feita gratuitamente, sem lastro em provas, ter-se-á aí um caso de perseguição política, o que é feito por autoridades corrompidas, que agem em abuso de autoridade (como feito contra Jair Bolsonaro e apoiadores ou como feito nos inquéritos fraudulentos de "assassinato de reputações", conforme contado em livro pelo ex-delegado e ex-secretário nacional de justiça Romeu Tuma Júnior). Quando não se tem corrupção da autoridade, o que às vezes se tem é um desleixo (uma preguiça de analisar a fundo a viabilidade do feito), que transforma o processo numa loteria ("o juiz que resolva", pensa o preguiçoso - a mesma preguiça que ocorre quando um promotor substituto faz uma cota inútil enquanto o titular está de férias, para assim ganhar tempo e não precisar estudar o processo a fundo: quando a cota volta respondida, o titular já voltou das férias e o substituto se exime de trabalhar). Noutras situações, as denúncias são feitas e realmente o crime aconteceu, mas ao final surge dúvida, por conta de insuficiência efetiva de provas, o que também não é muito raro se observar (às vezes força-se um pouco a barra, denunciando-se alguém que é sabidamente criminoso mesmo e culpado, mas com insuficiência de provas colhidas, na esperança de que o juiz também "force um pouquinho a barra" e condene o criminoso). Somando todos os tribunais regionais federais, tem-se poucas centenas de desembargadores. Somando-se todos os tribunais de justiça estaduais, tem-se algumas centenas de desembargadores. O aparelhamento político criminoso das instituições do Estado é uma realidade que sempre existiu, mas não tinha uma finalidade ditatorial; o fio condutor das indicações era o nepotismo e o apadrinhamento político (a venalidade tradicional, apenas para proteção dos padrinhos), ficando as nomeações mescladas, com uma parte das indicações sendo de pessoas competentes e honestas e outra parte sendo de energúmenos incompetentes e prepotentes corruptos ignorantes (foi o que formou o chamado "Imbecil Coletivo" de que trata, com propriedade, o filósofo Olavo de Carvalho). Iniciada a era Lula em 2003 e a formação da atual ditadura, iniciou-se o aparelhamento político criminoso das instituições com finalidade ditatorial (venalidade seletiva, ou seja, autoridades corruptas que protegem criminosos [como foi feito para o ladrão Lula, livrado da "lava-jato"], mas que também incriminam inocentes em perseguição política [como feito contra Bolsonaro] e também "sacaneiam" políticos corruptos rivais, que passam a não mais contar com a proteção do sistema, numa luta de gangues [como agora acontece com a ala de Alexandre de Moraes dentro do STF, que é alvo da perseguição seletiva, isto é, só alguns corruptos escolhidos a dedo são alvo, quando na verdade todos deveriam ser alvo da persecução penal]), tornando-se obrigatória a indicação de autoridades corruptas sempre que fosse possível. Passadas quase duas décadas e meia, com muitas aposentadorias e progressiva esculhambação geral da sociedade, com isso se refletindo na degeneração progressiva da já apodrecida classe política nacional em geral, a ditadura já aparelhou criminosamente boa parte também dos tribunais nas instâncias intermediárias, estando hoje a classe judiciária falida no Brasil, o que se vê pelas associações de classe, todas atuando em modo de promoção do crime organizado, apoiando a corrupção no STF. O Estado moderno no mundo se tornou instrumento do crime organizado, tornando-se impossível a remoção de regimes ditatoriais pela via dos assassinatos seletivos, como feito por Israel contra a ditadura iraniana. Corta-se uma cabeça e surgem dezenas à disposição, para restabelecer o poder criminoso ditatorial (ou o chamado "Deep State", ou "Estado Profundo", isto é, o estamento tecnocrático administrativo estatal se torna parte do fascismo que impera na politicalha ditatorial). Assim também acontece na ditadura brasileira atual. Não há mais a mais remota possibilidade de mudança deste quadro, é uma situação irreversível. O comunismo terrorista vigarista se apossou do "imbecil coletivo" (que existiu no Brasil até 2002 e ainda existe). E o fascismo das oligarquias antigas se uniu ao comunismo vigarista, compondo um super bloco fascista, cujo resultado prático, já em curso e em ampla disseminação, é a remonarquização absolutista da ordem social. E é o que se vê agora na quase totalidade do planeta, razão pela qual o democrático governo Trump não tem significativo respaldo em âmbito internacional, sendo combatido por todos os governos corruptos e ditaduras, que já tomaram a quase totalidade do planeta. Caindo o governo Trump nos EUA, o planeta inteiro se transformará numa ditadura do crime organizado, selando-se o destino de irreversível colapso mundial, o fim de mais uma era civilizacional. A tendência inexorável é isso se efetivar, pois o povo em todo o planeta é uma massa amorfa sem disciplina e sem determinação, sem foco, sem direção, uma massa preocupada apenas com o próprio umbigo e com o agora imediato.
Terminando essa resenha rápida das últimas semanas, temos agora Fux revendo votos proferidos na ação fraudulenta no STF que condenou inocentes por golpe de Estado, por conta da invasão insuflada por infiltrados petistas no 8/1/23 em Brasília. No início Fux, que também é corrupto, começou condenando todo mundo. Depois que a casa começou a ser espancada pela grande mídia corrompida no STF, modificou sua visão, passando a absolver acusados. Mas já tinha condenado uma pá de gente antes. Agora resolve rever os votos de condenações antes proferidos, o que não mudará o resultado. Mas é o produto do cagaço, ao ver o circo pegando fogo, seja qual for o motivo, guerra de facções ou não. A idéia de "anistia" para os presos políticos, agora transformada em "dosimetria" (mera redução de penas para os manifestantes e quase nada para Bolsonaro e a cúpula governamental) foi da própria máfia petista, sugerida pelo impostor general Mourão, o "melancia" hoje senador, o mercenário (e tanto é que não figurou entre os acusados, sendo ele há mais de uma década a figura-chave da intervenção militar, a tal ponto que ganhou gigantescos bonecos dele nos protestos de rua em 2015 e 2016). A "anistia", agora convertida em "dosimetria" (e ainda pendente de aprovação), tem duas finalidades:
a) tirar da cadeia impostores petistas como Ana Priscila Azevedo, uma das líderes dos protestos de rua por intervenção militar até 2022 (e também próxima do "melancia" Mourão) - os impostores ganham uma grana para posar de "golpistas" e manipular a boiada até o abate, ficando um tempinho na cadeia e depois saindo de boa;
b) fazer os manifestantes contra a ditadura lutarem pela própria liberdade em vez de lutarem contra a ditadura, exigindo anistia para um crime que não cometeram, ou seja, assumindo um crime que não cometeram, sendo feitos de palhaços, com energias que deveriam estar sendo despendidas contra a ditadura sendo desperdiçadas num esforço cretino de auto-incriminação, a busca de um perdão pelo que não fizeram, ou seja, a luta por um atestado de culpa.
O esforço que deveria estar sendo feito é de anulação das condenações, afastamento dos onze corruptos do STF dos cargos, com a cassação e prisão deles, por conta de todas as decisões ilegais tomadas para destruir a "lava-jato" e depois para levar a cabo a fraude eleitoral de 2022, a isso se somando as decisões ilegais de perseguição política contra inocentes, a respeito das quais o certo seria a individualização das penas, para que fossem punidos apenas os que perpetraram danos contra o patrimônio público. Mas mais: esses que perpetraram danos efetivos são os impostores; esses sim deveriam ser punidos por golpe de Estado, golpe de Estado perpetrado pela máfia petista, com auxílio dos corruptos do STF e do TSE; deveriam todos ser punidos também por integração de crime organizado.
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A tudo isso se somam os enterros. O tempo passa e tudo desaparece gradativamente. Vamos sumindo dia após dia. Os que morreram foram poupados, tiveram a graça de não viver no tempo final do apocalipse. Esta tragédia não é resultante de um destino traçado por mero capricho, antevisto e descrito numa profecia. Não, a tragédia é resultado do que sempre acontece. O ser humano é um lixo e uma vez alcançada uma era tecnológica, após milênios de escuridão e ignorância, o resultado é sempre o mesmo: a destruição geral, em quase todos os planetas habitados que chegam nesta fase (muito difícil de transpor nos mundos materiais habitados mais atrasados do Universo como a Terra).
Infelizmente é isso. Já esgotamos um frasco inteiro de Dorflex com enxaquecas de novembro/2025 até agora. Sobre a guerra falaremos depois, outro dia. É muito lixo. Seguem então os vídeos sugeridos, relativos aos pontos acima tratados na resenha.
CONTINUA NA PARTE 4/5
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