24 JULHO 2019
03:52:19
INFORMATIVO - MATÉRIAS
06-04-2019 - BANDIDOS DO STF RECUAM. GOLPE PARA LIVRAR LULA É ADIADO

06-04-2019   -   BANDIDOS DO STF RECUAM. GOLPE PARA LIVRAR LULA É ADIADO

 

          A pressão do público fez os bandidos do STF adiarem a soltura de Lula, que estava marcada para o dia 10, pelo plenário, na votação das ADCs 43, 44 e 54, que versavam sobre coisa julgada.


          O cerne do golpe consistia em violar a coisa julgada, julgando-se novamente o que já está julgado.


          A execução penal após decisão de segundo grau foi julgada em repercussão geral (RG). E foi julgada constitucional.


          A execução penal após decisão de segundo grau (EPADS) seria julgada novamente, em ação direta de constitucionalidade (ADC). E seria julgada inconstitucional.


          Uma decisão em RG vale tanto quanto uma decisão em ADC. São duas alternativas de controle concentrado de constitucionalidade (CCC).


          A matéria julgada em CCC forma coisa julgada "erga omnes" e não tem como ser revista. A não ser que a Constituição se altere. Como o julgamento em da EPADS em CCC se deu na modalidade RG, não cabe ser revista na modalide ADC.


          É como se em RG se tivesse decidido que a união homossexual é constitucional e depois em ADC se decidisse que é inconstitucional. Isso é vedado pela própria Constituição, que proíbe a violação da COISA JULGADA (CJ). E a norma proibidora é cláusula pétrea.


          Supondo que a EPADS fosse novamente julgada em ADC e que o placar final fosse no sentido da inconstitucionalidade, isso significaria que a maioria antes formada em RG teria praticado abuso de autoridade. E que a minoria teria prevaricado ao presenciar isso e não representar contra.


          Assim, a CJ se forma em CCC em RG, em ADC, em ADI, etc., mas uma vez formada não pode ser alterada.


          As ADCs 43, 44 e 54, portanto, não têm mais objeto. Deveriam estar arquivadas.


          Lula é o ícone, o meme, o emoji intergaláctico da corrupção. É o símbolo máximo da esbórnia. Ele quis ficar e ficou mais famoso do que o Papa e depois foi flagrado em orgia infernal. Isso não tem volta, não tem conserto. É um cadáver político, um leproso do qual todos (que ainda estão a salvo) querem distância para não se contaminar. Lula deve morrer na cadeia. Assassinado ou após ter cumprido a pena. Ele não sai vivo da prisão. Ele não tem como obter benefícios para delatar, pois é líder da organização criminosa. Sua situação não tem solução. O julgamento pautado para o dia 10 no STF, para deliberar sobre coisa julgada, era exclusivamente para tirá-lo da cadeia. Não teve jeito. Manifestações marcadas para 7 de abril, domingo, contra o STF, emparedaram o tribunal, que teve de recuar. É por isso que foram chamados de "covardes" por Lula. Hoje já se está num novo patamar, já não se trata de "covardia", mas de inutilidade. Não adianta por Lula na rua e depois o povo linchar em praça pública os bandidos da Corte, bandidos que Lula escolheu para os cargos, justamente para evitar sua prisão, caso fosse preciso, como agora.  Falar de corrupção no STF é o mesmo de falar de corrupção policial numa favela de morro carioca, é carne de vaca, um pleonasmo, "chover no molhado". Muitos crimes do tribunal passam em branco perante o público, mas soltar Lula, não, isso não tem jeito.


          Assim, neste cenário, a estratégia da máfia petista é a "pistolagem". Em vez de Lula delatar, ele seleciona asseclas para chantagear um por um os ministros, em troca de salvação. Ele, nada tendo a perder, não tem com o que se preocupar. Quem está ferrado são os bandidos da Corte, estes sim, tendo coisas a perder, como os cargos e a mina de ouro. A CPI da Toga no Senado, por exemplo, é um instrumento de chantagem. O escolhido para ser chantageado é Gilmar Mendes, por isso é atacado com veemência pelos emissários da máfia petista, infiltrados em toda parte. Evidentemente que não são todos os que querem a CPI que estão chantageando o tribunal, há uma parte séria na coisa.


          A máfia também se infiltrou nos movimentos sociais, para domesticá-los, mas não foi suficiente.


          A estratégia nova agora é focar no STJ e na Segunda Turma do STF, em busca de algum plantonista de araque. Aliás, o próprio, teve seu processo arquivado pelo petista Barroso, petista salvando petista, com Barroso mostrando, para quem ainda não sabia, a quem ele realmente serve. Por isso a "pistolagem" centrará fogo nos bandidos da Segunda Turma, todos eles. A festança no STF serviu para que as cartas marcadas fossem combinadas. No Titanic da corrupção judicial, arrombado pelo "iceberg" da "lava-jato", a festança seguiu como se o navio já não estivesse entornando, com todos entorpecidos pela certeza da impunidade, com uns se agarrando aos outros para disfaçar autorias, culpas, constrangimentos, dolos, responsabilidades e vergonhas, com bandidos de todo lado homenageando a Corte do Diabo.


          A resiliência da Corte corrupta, que demora a cair, ocorre porque muitos acreditaram que haveria uma salvação geral, como a anulação de toda a "lava-jato". Por isso houve sucessivos ensaios de delação contra o STF, começando com Delcídio e Cunha e terminando com Joesley. Eram chantagens.


            Esta resiliência inverteu a ordem natural das coisas. Era para primeiro cair o STF e em seguida os ministros do STF, todos eles, começarem a delatar ministros no STJ e juízes nos TRFs. A resiliência está fazendo com que ocorra o contrário. Primeiro estão sendo delatados ministros do STJ, em chantagem. A resiliência fez a fase de chantagem ser superada. Ministros do STJ começarão a entregar desembargadores em TRFs e TJs e ministros do STF. A implosão do Judiciário, que se daria como no World Trade Center, com o 110º andar do STF desabando sobre tudo, está se dando de outro modo. Os andares intermediários estão sendo explodidos antes e o STF pairará sobre o ar, antes de cair sobre os escombros do STJ, dos TRFs e dos TJs no nível do solo. A resiliência, ao final, tem sido positiva, pois ajudou a tornar fractal a imanente implosão do braço jurídico das organizações criminosas, os corruptos infestados em vários tribunais, preenchidos pela indicação política das organizações criminosas travestidas de partidos políticos.


          O adiamento da votação do dia 10 objetivou esvaziar as manifestações do público no próximo dia 7, para formar um ambiente para que algum bandido no STJ ou na Segunda Turma do STF solte Lula nos dias subseqüentes. Não haverá ambiente. O adiamento teve por objetivo preponderante, na verdade, engambelar o próprio Lula, fazendo-o de palhaço, prometendo-lhe uma salvação que não tem como vir. Tentou-se a tabelinha em que o STJ usaria a decisão fraudulenta do STF no inquérito 4435 para anular o processo do tríplex e remetê-lo para a justiça eleitoral. Mas não há como, pois seria uma nova fraude, a fraude dentro da fraude. Nessa hipótese, o processo seria anulado e Lula não só sairia da cadeia, ele estaria livre do próprio processo, pois daí em diante poderia subornar o novo juiz ou ameaçá-lo de morte.


          O problema maior é que Lula livre seria uma propaganda diária e horária do golpe desferido pelo STF, que então viria abaixo, com o moleque Lula fomentando a ira do público todos os dias na imprensa falida sob seu comando ao fazer chacota de Sérgio Moro e do próprio público. As ghilhotinas de 1789 se instalariam, com ministros do STF sendo linchados em praça pública, o que levaria a uma intervenção militar, para restabelecimento da ordem em si, independentemente de seu caráter, se público ou privado/criminoso. Os ministros seriam então protegidos, mas presos e afastados de suas funções, para serem julgados por seus crimes, com Lula retornando à cadeia.


          O paradoxo é o fio condutor de absolutamente tudo no mundo globalizado e, no caso de Lula, tem aplicação também. O criminoso copiou Fidel, copiou Maduro, com discursos diários em que vomitava sua hipocrisia. Tornou-se mundialmente famoso, chamado de "o cara" pelo socialista fabiano Obama. Depois tornou-se mundialmente conhecido como ladrão, num processo minucioso e recheado de provas cabais. Ele catalisou em torno de si todas as atenções, transformando-se em ícone máximo do crime, o símbolo extremo da merda fedida. O povo hoje o odeia e dele tem asco e não tolerará que um tribunal de pústulas pelo próprio bandido escolhidos para os cargos o tire da prisão em mais uma marmelada judicial.


          A execução penal antecipada (EPADS) veio no início de 2016 para o tribunal pegar uma moral diante do escândalo de Delcídio no final de 2015, quando então já era para o tribunal ter caído (nas conversas gravadas havia menção a conversas sobre vendas de sentenças no STF para abafar a "lava-jato" e salvar o então delator Nestor Cerveró, Lula e Delcídio). O estratagema da EPADS foi utilizado também como meio de chantagem contra delatores aptos a entregar bandidos do PMDB. Estes seriam salvos da cadeia pelo STF em troca de votos para absolvição da bandida Dilma Rousseff no seu "impeachment". A EPADS foi aprovada e depois transitou em julgado, formando coisa julgada. Logo depois, o feitiço virou contra o feiticeiro: Lula foi condenado duplamente e foi preso. Era preciso então reverter o estratagema da EPADS para salvá-lo da prisão. Mas era tarde, formou-se COISA JULGADA, CJ, na matéria. E violar a COISA JULGADA é crime de responsabilidade, pois a lei não se alterou no período e nem tem como se alterar, pois a regra de regência da matéria é cláusula pétrea constitucional. Assim, ferrou. Como dito, falar de corrupção no STF é um pleonasmo, algo que já dura vários anos, não é de hoje que a Corte Suprema caiu no ostracismo, transformando-se numa repartição pública vagabunda qualquer onde o crime corre solto pois nada em volta funciona ou é sério. Para Lula, o jogo acabou. Mas ele quer mais é que se foda. Como dito na camisa de Dirceu, a derrota só existe para quem desiste. Destarte, as togas já sujas de lama agora ficarão sujas de sangue também. A máfia petista não se renderá e está a esta altura pouco preocupada se os ministros do STF serão linchados em praça pública por cometerem o crime capital: tirar Lula da cadeia.


          Com a pausa das horas dos próximos alguns dias, os ministros do STF poderão sonhar, talvez, e fazer de conta que acordarão depois sem Lula, Dirceu, o seminarista e seu canhão sobre a mesa, como em Santo André, no encalço deles. A agitada quaresma vai terminando e em seguida começa o apocalipse. No carnaval de 2020, os confetes serão feitos com pedaços de togas rasgadas.


          Sem o STF inteiro estar na cadeia, a economia não tem como andar, pois o governo Bolsonaro estará travado por um Legislativo podre que confia na retomada do poder pela máfia petista, usando para isso os bandidos do STF. É um ciclo vicioso. Caindo o STF, haverá então um céu de brigadeiro econômico, pois, enfim, o governo será destravado, pois a esperança dos canalhas que infestam o Legislativo apodrecido terá então terminado e a estrutura de ditadura civil terá sido debulhada. Para tudo isso acontecer, o povo terá de ir às ruas, para exigir a cassação integral do STF pelos crimes de responsabilidade e a prisão de seus integrantes pelos crimes comuns cometidos. Em teoria é isso: o povo tem papel central na historia. Mas, na prática, isso nunca foi tão verdadeiro como agora.

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