25 ABRIL 2019
13:14:08
INFORMATIVO - MATÉRIAS
16-04-2019 - TIRO NO PÉ, CENSURA OBJETIVOU CONTER CHANTAGEM PETISTA

16-04-2019   -   TIRO NO PÉ, CENSURA OBJETIVOU CONTER CHANTAGEM PETISTA


          Encurralados por diversos escândalos desde 2012 e que progridem exponencialmente em matéria de gravidade, o STF chegou ao limite. É insuportável a pressão. Lula quer sair. E chantageia o tribunal. Mas está sendo feito de bobo, por todos que o rodeiam. Até os advogados o enganam, como num HC impetrado em que nem autoridade coatora foi identificada, sendo o HC negado, no STF.


            Está sendo feito de palhaço, até pelo STF, que adia sempre a sua soltura prometida. O leproso não tem como ser solto, sob pena de fazer o país explodir.


          A prisão após decisão de segunda instância foi decidida no início de 2016, logo após o escândalo de Delcídio (final de 2015), para o tribunal fazer uma média e apagar de sob os holofotes o que pairava sobre si. Também foi aprovada para chantagear políticos do PMDB, que seriam alvo de perseguição seletiva da PGR. Com delatores amedrontados, as delações seriam turbinadas com benefícios abusivos. Ajuda no STF contra as investigações e processos seria trocada por ajuda a Dilma Rousseff no Congresso Nacional. Votos a favor de sua absolvição da criminosa no Senado trocados por ajuda no STF petista seletivo.


          A decisão foi tomada em procedimento de controle concentrado de constitucionalidade (repercussão geral), sendo escolhido um processo para servir de paradigma, o HC 126.292. A decisão sobre este HC determinou que é constitucional a prisão após decisão de segunda instância. E transitou em julgado no início de 2017, formando coisa julgada. Meses depois Lula foi condenado e depois perdeu na apelação, sendo preso. O feitiço então virou contra o feiticeiro. Agora querem reverter a coisa julgada em ações declaratórias de constitucionalidade (ADCs) que deveriam estar arquivadas, por versarem sobre coisa julgada.


          Certa ou errada, a decisão no HC 126.292 (tema 925 de repercussão geral) transitou em julgado. É impossível revertê-la. Mas querem reverter, para tirar Lula da cadeia.


          Como é impossível, a chantagem contra o tribunal veio se agigantando nos últimos meses, sendo exemplo a investigação vazada da Receita Federal contra Gilmar Mendes, tomado como boi de piranha no tribunal para na verdade chantagear toda a corte (com c minúsculo). Não funcionou. Abriram o inquérito combo para investigar tudo, num procedimento nulo, inconstitucional (investigação pode haver, mas não iniciada da maneira como foi e nem sendo dirigida pelo tribunal, pois não há autoridades com prerrogativa de foro como investigados, indiciados ou acusados, sem falar em que a norma do regimento interno do tribunal dispõe sobre crime cometido nas dependências do prédio apenas).


          A pressão das ruas foi violenta. O povo - por iniciativa própria - foi às ruas contra o tribunal no dia 7 de abril. Lula foi encurralado e o tribunal emparedado. Lula não tem como sair, pois se ele sair, como já explicado, tudo explode. Ele, falando o tempo inteiro todo dia, seria a propaganda diária de fomento da revolução final contra o tribunal.


          A solução para a máfia petista foi insistir na chantagem, apelando-se então para Marcelo Odebrecht, o rei do blefe.


          Documento supostamente inserido em processo criminal na 13ª vara da justiça federal em Curitiba, PR, continha informação do empreiteiro criminoso a respeito de que o codinome "Amigo do amigo do meu pai" se referia ao então Advogado-geral da União em 2007, José Antônio Dias Toffoli, atual ministro do STF. Estaria ele, segundo o empreteiro, maquinando negociata relativa a hidrelétrica a ser construída pela Odebrecht, mas ele não soube precisar mais detalhes.


          Consta agora a informação de que o documento foi desentranhado dos autos (é preciso informar tudo).


          Considerando-se as informações divulgadas, a investigação sobre isso, tendo em vista o decidido na ação penal 937 no STF, a respeito da restrição das hipóteses de prerrogativa de foro, - a investigação sobre Dias Toffoli - neste caso deveria ser feita pela própria Polícia Federal, em inquérito sob supervisão da primeira instancia da justiça federal em Curitiba, PR. Seria "Lava-jato" pura em primeira instância, pois os fatos seriam relativos a período anterior ao do atual cargo exercido e sem relação com este.


          Desta forma, o desentranhamento da peça informativa do inquérito constante dos autos de processo criminal foi também ilegal, pois não haveria razão alguma para o desentranhamento, uma vez que já está sob sigilo. O desentranhamento é medida que indica que o STF avocou a peça para lhe dar fim. E fez isso violando as regras processuais sobre competência.


          A revista "Crusoé" foi censurada, assim como o "site" "O Antagonista", aplicando-se multa diária de R$ 100 mil caso a decisão inconstitucional e criminosa do STF não fosse cumprida. Os "sites" cumpriram a decisão, mas continuaram a noticiar a censura de que foram vítimas e o motivo. O tribunal então aplicou multa de R$ 100 mil, para intimidar as publicações (tudo foi por água abaixo porque na televisão tudo foi renoticiado, junto com a notícia da censura, transformando o que era um temporal num terremoto de grau 9).


          Sendo o documento público, constante de autos de procedimento oficial, nada houve de ilegal na publicação, sendo indevida a censura, que é a natureza fática motivadora do crime praticado pelo relator Alexandre de Moraes. Tratou-se de um efetivo crime e o lugar do relator, assim como de todo o tribunal, por este e por vários outros eventos, é a cadeia.


          O Senado, após uma meia dúzia de manifestações de gatos pingados, quedou-se, como sempre. A imprensa acabou dando ênfase, mesmo que tímida, ao escândalo, fazendo o feitiço virar contra o feiticeiro. O tiro no pé dado para censurar abriu um rombo que trouxe à tona o escândalo com mais evidência, pois ele estava contido no meio da elite leitora apenas. Agora aquela "gentalha" de que falou Gilmar Mendes tomou conhecimento da bestialidade do tribunal, que se queria esconder.


          A censura veio também num momento atrasado, onde já se tinham exaurido os potenciais efeitos indesejados. A notícia estava no ar, mas já era carne de vaca, era só mais um escândalo do dia envolvendo a corrupção no STF. Quem viu viu, quem não viu não iria ver mais, pois já era cansativo. Assim, a censura não teve efeito prático algum, pois veio tarde, mostrando apenas uma truculência estúpida e cretina por parte do relator Alexandre de Moraes, asqueroso, nojento e insuportável.


          O caso mostra que o que objetivamente se tentou fazer e ainda se tenta é conter com um durex várias trincas na represa de lama do STF que já estavam abertas e que a máfia petista tratou de fazer crescer, pondo o dedo na ferida com as chantagens, os recadinhos intimidadores para "medrar" o tribunal, no dizer do também bandido Gilmar Mendes: "pistolagem".


          O que se está tentando conter é a chantagem petista, este é o objeto de fundo da ação ilegal, inconstitucional, imoral, criminosa e cretina do relator Alexandre de Moraes. Imagina-se ridiculamente que a máfia petista vai ficar com medinho de a imprensa ter sido censurada e perder os canais de vazamentos seletivos de extorsão, seja por jornalistas honestos, seja por jornalistas bandidos.


          Acredita-se então que essa censura vai intimidar a máfia petista, que ela ficará sem canais para os vazamentos chantagistas. É isso que se quer conter, ridiculamente. A medida é completamente inócua, pois os jornalistas bandidos que trabalham para a máfia petista fazem o que for preciso. E os bons jornalistas terão escândalos na terça, na quarta, na quinta, na sexta, na semana que vem e nos meses seguintes. O STF não pára, é uma máquina de corrupção diária.


          Como dissemos, a quaresma seria movimentada e depois viria uma explosão nuclear. Ela está para acontecer agora. Este ainda não foi o evento bombástico. O tribunal acredita que com esta censura idiota vai conter a chantagem petista. Mas não vai. A próxima bomba será muito maior. E a maior de todas é o próprio Lula solto, que vai por fogo em tudo, com os marginais de toga sendo linchados em praça pública diante da anarquia total e as claques dos "coletivos" petistas em duelo com o povo revoltado na rua, repetindo-se o que se vê na Venezuela, o narco-Estado maldito.


          Como dito, zero de movimento nas ruas, mostrando-se o comando da máfia petista nos movimentos. Generais da ativa, com seus pijamas, foram dormir. Bolsonaro e Moro calados. No Senado, a troca de figurinhas se mantém intacta. Renan já se arvora como se fosse alguma coisa, dentro do baixo clero do ostracismo.


          Teremos então duas explosões nucleares ainda. A próxima chantagem petista e depois o próprio Lula solto.


          Como dito, o STF é hoje um cadáver. A intervenção militar tem de começar fechando o Senado, que é a raiz de tudo, o órgão supremo a quem compete resolver esta crise, mas que nada faz porque uma mão lava a outra. Os bandidos do Senado se omitem quanto aos bandidos do STF e vice-versa, como se o artigo 52, II, da Constituição fosse uma miragem.


          Existe uma parcela significativa ainda de pessoas relativamente informadas que ainda não acordou para a realidade e que não tem noção do atual desastre, acreditando que a corrupção no STF é algo a ser relevado. E nesse grupo estão os próprios jornalistas censurados.


          Como dois buracos negros que gravitam um em torno do outro e se aproximam até se unirem e se destruírem, o STF gravita em torno de Lula agora e vice-versa. Eles se aproximam cada vez mais e a tendência é a autodestruição de ambos quando estiverem unidos no dia da soltura de Lula.


          Infelizmente, existem pessoas que não entendem o que é prioritário numa sociedade. Essas pessoas são mais irritantes do que os próprios criminosos, que apenas estão cumprindo o seu papel, numa terra de acéfalos. As pessoas heróicas que trabalharam para reverter o desastre são as primeiras que estão pagando por terem ajudado um povo frouxo. Moro perdeu o emprego e após a ditadura Lula ser retomada será preso. Bolsonaro será assassinado. Os jornalistas foram censurados e depois serão presos. Nós não. Seremos censurados, presos, multados, mortos, cremados e desmaterializados, tudo ao mesmo tempo.


          A grande reflexão que fica é esta: um povo frouxo merece ser socorrido? Ser honesto tem algum valor? Ajudar os outros tem algum sentido? Lula catalisou tudo isso, mostrando que as pessoas mais nojentas são as que estão no sofá desde 2002, como aconteceu na Venezuela. Elas pagarão o preço agora por serem o maior lixo que existe, gente indiferente e ridícula que pensa que tem o direito privado de viver sem se preocupar com o Estado. Moro agora está abandonado, jogado às traças, depois de tudo que fez pelo país, com os trogloditas sentados no sofá, alheios ao que se passa. É realmente triste ver como pessoas que fizeram tanto foram descartadas. É como alguém que foi crucificado, o maior de todos tratado como lixo. É o Inferno na Terra, que continua até hoje.


          A despeito disso tudo, a situação continua crítica. A parcela de pessoas, no entanto, revoltadas é crescente e disposta a tudo, uma vez que o país se tornou uma terra de ninguém, onde até juízes são marginais. Em termos de repúdio e indigência, os marginais do tribunal igualaram-se a esses bandidos que são linchados nas ruas pelo povo saturado. A história acaba se repetindo, como em 1789. Sempre é uma pequena parte que faz a revolução, com ou sem sangue. Sempre foi assim. Estão eles agora presos na redoma do Olimpo, de onde não podem mais sair, fazendo escândalos no aeroporto diariamente para não se misturar com a plebe, algo hoje perigosíssimo. O curioso é que o poder é entorpecente, os marginais ainda imaginam que são alguma coisa, mas o Rei está nu, rebolando e fazendo xixi e "bukkake" na cara do povo corno, em cima da plataforma de circo do STF.

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