24 JULHO 2019
03:52:26
INFORMATIVO - MATÉRIAS
15-05-2019 - EM DECISÃO CRIMINOSA, STF IMPEDE CPI DO BNDES DE QUEBRAR SIGILO DE TELEFONE DE FRANCISCO DE ASSIS E SILVA, DIRETOR JURÍDICO DA JBS

15-05-2019   -   EM DECISÃO CRIMINOSA, STF IMPEDE CPI DO BNDES DE QUEBRAR SIGILO DE TELEFONE DE FRANCISCO DE ASSIS E SILVA, DIRETOR JURÍDICO DA JBS


          Ontem o "site" "O Antagonista" foi derrubado, ficou instável todo o dia, quase inacessível. Foi um dia quente. O STF esteve por um fio, mais uma vez.


          Ontem foi impetrado pela OAB, em favor do criminoso Francisco de Assis e Silva, diretor jurídico da JBS, habeas corpus 171.273 no STF, para impedir a CPI do BNDES de quebrar o sigilo de telefone apreendido há dois anos de propriedade do diretor jurídico da JBS e comparsa de Joesley Mendonça Batista nos diversos crimes por ele praticados.


          A justificativa foi a de que como se tratava de celular de advogado, havia de ser respeitado o sigilo profissional. Advogado ele foi um dia. Hoje é um criminoso, tanto que prestou depoimento confessando crimes e fechando acordo de colaboração premiada com a PGR, que foi homologado na PET 7.003 no STF.


          O motivo real para se impedir a quebra de sigilo é o fato de Francisco de Assis e Silva ter contatos com diversas figuras, entre as quais Gilmar Mendes e sua secretária Dalide. Joesley Mendonça Batista mantinha relações criminosas no país inteiro e mantinha relações com o IDP de Gilmar Mendes, para o qual pagou vantagens milionárias em contratos desprovidos de qualquer nexo em termos de retorno financeiro formal. A quebra do sigilo deste telefone derrubaria o STF de uma vez por todas. Esse é o real motivo da manutenção do sigilo, sob argumentos estapafúrdios.


          As CPIs, como vimos, têm poderes próprios de autoridades judiciais, os mesmos poderes, poderes judiciais inclusive sobre o próprio STF, pois não existe limite para o que uma CPI possa investigar, sobretudo em se tratando de corrupção no STF, como a profusão de escândalos mostra, escândalos comprovados pelo Diário da Justiça Eletrônico, repleto de decisões ilegais e inconstitucionais, tal como a tomada ontem, sempre em proveito de criminosos, principalmente os responsáveis pelas indicações para os cargos na Corte.


          A decisão tomada pela petista sofista fingida Cármen Lúcia foi efetivamente um crime de obstrução da justiça (art. 2º, § 1º, da lei 12.850). Decisão judicial com fundamentação teratológica no sentido de que um criminoso tem direito a sigilo profissional. Francisco de Assis e Silva é criminoso delatado por Sérgio Machado na PET 6.138, é criminoso confesso e delator na PET 7.003 e antes disso tudo já era investigado, pois agia junto com Joesley, que já era investigado no âmbito da "Lava-jato" desde pelo menos o final de 2.015, quando da "Operação Catilinárias", na Ação Cautelar 4.044 no STF, motivada, entre outros fatores, pela delação de Ricardo Pernambuco e Ricarbo Pernambuco Júnior, da Carioca Engenharia, nas PETs 5849/5899 no STF.


          Francisco de Assis e Silva foi advogado, não é mais. Agora (e desde muito tempo atrás) é um criminoso confesso. Confesso e delatado. Confesso, delatado e delator. Confesso, delatado, delator e investigado.


          Como criminoso colaborador, a recusa em fornecer os dados do celular importa quebra do acordo de colaboração premiada, com a conseqüente rescisão do acordo. Isso não significa que o que já foi levantado tenha de ser desconsiderado e provas colhidas tenham de ser devolvidas, sobretudo as colhidas antes da colaboração. Assim, o argumento de que se trataria de celular de um advogado e por isso sujeito a sigilo profissional não passa de uma falácia. Fosse assim, bastaria a qualquer criminoso se inscrever na Ordem dos Advogados e nunca mais se preocupar com quebras de sigilo.


          A decisão de ontem no HC 171273 foi mais um escândalo no STF, mais um crime, mais uma decisão fraudulenta, mais um motivo para "impeachment" de ministro e mais um motivo para irem para a cadeia. Quando falamos aqui de crimes no STF falamos de forma totalmente fundamentada, não se trata de retórica, de bravata. A PuTaria não tem fim. O tribunal é uma máquina de corrupção, a todo vapor. E a todo vapor agora para garantir a própria sobrevivência, pois o celular é mais uma prova contra o tribunal, daquelas bem didáticas, como as conversas gravadas de Delcídio em 2.015, as conversas de Gilmar com Silval, as conversas de Gilmar com Aécio, as conversas de Gilmar com Aloysio, o encontro de Dilma em Portugal com Lewandowski, os assessores petistas lotados em gabinetes, as delações refutadas por Janot, o "amigo do amigo do meu pai" da Odebrecht censurado no inquérito 4781 criminoso e fajuto, os 100 mil depositados na conta todo mês, os encontros do criminoso Joesley no IDP, incluindo pagamentos milionários em troca de supostamente absolutamente nada (em que uma empresa internacional bilionária aporta recursos num instituto desconhecido e sem relevância no cenário nacional, só vindo a ser conhecido por causa dos escândalos), os cinco ministros de Dilma no STF, a suruba com Cármen Lúcia e Dilma, o encontro do "filho da puta" no fundo do bar, a "disenteria verbal" contra o petista "filho da puta" e "mau caráter" do fundo do bar, que votou em Haddad e assumiu a imoralidade, a fila para pegar senha no gabinete da ADPF que solta corrupto (com a prevaricação do petista sofista sem vergonha denunciador calunioso que depois tentou se retratar da prevaricação), ...


          O tribunal mais uma vez esteve por um fio. Por isso o "site" "O Antagonista" foi derrubado, para ser abafado o escândalo do dia, maior do que a soltura de Temer, preso, solto, preso e agora solto de novo, pelo STJ lulista. Mais uma página virada da história da corrupção no STF, que vai para a lata de lixo da história, para ser esquecida, quando o próximo escândalo surgir, ofuscando os anteriores ...


          A PuTaria não tem fim. A pauta do STF está 100% tomada pela corrupção. Chega ao fim o inquérito 3.883 no STF, o primeiro da "Lava-jato" no STF, envolvendo Collor. Ultrapassada a fase de alegações finais, será o próximo escândalo, com a absolvição se dando por falta de provas, no mais primitivo esquema de lavagem visto até agora. A agenda está lotada de lixo para salvar os criminosos. A cada dia tem-se um tijolo a mais assentado no túmulo do STF. O cadáver do STF já estava no caixão desde 2.013. O velório se deu de 2.013 até 2.017, a partir de quando o caixão foi colocado dentro da sepultura. Desde 2.018 vem sendo preparada a massa de cimento para fechar o túmulo. Agora em 2.019 estão sendo colocados os tijolos para lacrar o jazigo, um por dia. O tribunal cavou a sua própria sepultura, jogou-se dentro e se matou. Não passa uma semana agora sem que pelo menos mais um motivo para cassação do tribunal surja. A máquina de corrupção está a todo vapor, agora em luta pela própria sobrevivência, pois o nível do mar de lama subiu tanto que a arrebentação das ondas já se dá nas portas do tribunal desde 2.015, com as chantagens, a "pistolagem".


          O tribunal hoje só sobrevive por conta da corrupção majoritária no Congresso Nacional, onde criminosos dependem de vendas de sentença de juízes corruptos do STF para se salvar da "Lava-jato". São os mesmos criminosos que fazem de tudo contra o governo Bolsonaro e contra Sérgio Moro, de projetos de lei a ações judiciais no STF.


          Podem nos processar, multar, censurar, prender e até matar se quiserem. A verdade já foi dita e já é sabida: só se resolverá esta ditadura civil com uma intervenção militar. O país está em guerra contra uma ditadura civil montada por criminosos que dominaram a cúpula do Judiciário e a maioria do Congresso Nacional, estando agora a perseguir até autoridades honestas, como juízes e procuradores que têm denunciado todos estes crimes. Os criminosos, todos canalhas imundos e malditos, estão justamente a perseguir agora indevidamente as autoridades honestas, sejam elas quem forem, incluindo até magistrados, que não têm mais a quem recorrer, estando em estado de necessidade, pois as cúpulas das instituições judiciais e legislativas foram tomadas pelo crime, perante o qual o Estado capitulou. As autoridades honestas remanescentes, seja nas Polícias, seja no Ministério Público, seja no Congresso Nacional, seja nas Assembléias Legislativas, dependem agora do povo nas ruas, para como na Venezuela, depor a ditadura com as próprias mãos. Moro perdeu seu emprego de juiz, está jogado às traças. Foi forçado pela conjuntura a abandonar o cargo, para galgar um posto mais alto na Administração e assim tentar organizar alguma reação com o controle da parte remanescente do Estado. Os maiores poderes constitucionais, no entanto, são do STF e do próprio Congresso Nacional. O presidente da República sozinho praticamente nada pode contra dois Poderes da República tomados pelo crime. Seu único grande poder é o de decretar uma intervenção militar, aquela prevista no artigo 142 da Constituição. E é o que terá de ser feito. Resta saber qual será a gota de água a ser escolhida dentre as que já transbordam do copo e continuarão transbordando para que se a tenha como pretexto final para a dissolução do Congresso Nacional e do STF, ambos a serviço do crime. No Congresso há uma minoria operante que se salva e poderia ser mantida. Já no STF nada se aproveita. E a intervenção terá de ser ampliada, dissolvendo-se também o STJ e alcançando inclusive TRFs, que terão de passar por uma drástica depuração em face do longo período de ditadura civil em que com o aparelhamento político criminoso tudo foi contaminando.


          Deitado eternamente em sofá grande, ao som do funk e da globolixofake, afundas Brasil, grandão da América, engambelado pelo Foro de São Paulo. A soltura de Lula será a gota de água faltante, a partir de quando se terá então o sangue derramado, como em 1.789. Confetes do carnaval de 2020 serão feitos com pedaços de togas recheadas de lama.

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