22 NOVEMBRO 2019
22:07:55
INFORMATIVO - MATÉRIAS
31-10-2019 - MAIS UM TIRO NO PÉ. AGORA É OFICIAL: MÁFIA PETISTA MATOU MARIELE

31-10-2019  -  MAIS UM TIRO NO PÉ. AGORA É OFICIAL: MÁFIA PETISTA MATOU MARIELE


          O porteiro do condomínio mentiu no depoimento (ele agora já está dentro de um caixão do IML - e na polícia o barril de pólvora vai explodir por conta da burrice, caso o porteiro seja inocente). Quem comprou o depoimento falso? Era quem pretendia prejudicar Jair Bolsonaro. Quem pretende prejudicar Jair Bolsonaro? A máfia petista. Quem matou Mariele? Os mesmos que pagaram pelo falso testemunho e que pagaram para Adélio matar Bolsonaro. Quem pagou? A máfia petista.


          Desde quando a ilustre desconhecida foi assassinada já se percebeu ser algo encomendado pela máfia petista. E dissemos isso na época. Mulher, negra, pobre, lésbica. A idéia da máfia petista era concentrar numa só pessoa todos os estigmas possíveis. Um atentado contra as mulheres, contra os negros, contra os pobres e contra os homossexuais. Essa é a motivação real do crime. Jogar mulheres, negros, pobres e homossexuais contra o mandante do crime. E quem se pretendeu fazer crer ser o mandante: Jair Bolsonaro, algo completamente sem nexo, pois ele não teria absolutamente nenhum motivo para matar a moça que nada representava em termos políticos, exceto a doença esquerdopata diversionista. Nenhum motivo sério apareceu para o assassinato até agora. Nada. Ene, á, dê, á, nada. Foi algo encomendado para criar um fato político, o assassinato de uma mulher, de um negro, de um homossexual, de um pobre, para predispor esses grupos contra o "establishment", para criar uma bandeira eleitoral diversionista e com esta peneira tampar o Sol escaldante da corrupção petista. Os assassinos e ladrões praticaram mais um assassinato para dizer que são os defensores dos assassinados. Exatamente igual ao caso do óleo. O Foro jogou o óleo e a máfia petista (da qual fazem parte os ambientalistas-fake) faz o protesto contra Bolsonaro, como se ele fosse o culpado pelo óleo derramado. O Foro joga o óleo e faz o protesto contra o óleo jogado. Na verdade, é o leite derramado, o leite petista, da vaca que foi para o brejo de Curitiba e lá ficou empacada, dentro de uma sala da PF, dentro da qual está o terrorista da "deep web" que ameaça Toffoli, o ladrão, corrupto, terrorista, torturador e assassino que faz "pistolagem", para por medo em Gilmar, para forçar a barra e sair da cadeia, chantageando os "covardes", a "mulher com saco", o cara da "disenteria verbal", sempre acossado pelo "filho da puta" e "mau caráter" do fundo do bar, que junto com o cara do prego da tampa do caixão e mais o "camarada" sofista petista tentaram derrubar o vampiro para tomar de volta o seu lugar.


          Lula foi delatado. Marcos Valério disse que ouviu Ronan Maria Pinto dizer que Lula foi o mandante do homicídio e tortura de Celso Daniel, no seqüestro-fake. Seqüestro-fake diversionista, para dizer que o homicídio foi algo comum. E para dizer que não houve tortura, e portanto crime hediondo, morre o médico legista do caso, afogado num copo de água. Mais uma morte-fake. Sobre o assassino comprovado que pagou R$ 1,6 bilhão a chantagistas para não ser delatado, Lula, a Globolixo não fala uma linha no dia da notícia em 25 de outubro de 2.019. Sobre a canalhice de envolver Bolsonaro no caso Mariele gasta boa parte do noticiário propositalmente deturpado, com foco na mentira e deixando a verdade como mera nota de rodapé.


          Seguindo exatamente a orientação de Emílio Odebrecht. Divulgar, mas não explorar. Se possível, nada divulgar. A Globolixo fez mais: deturpou tudo. Em menos de uma semana o jornal nada fala sobre o verdadeiro assassino, Lula, e dá amplo destaque a "fake news", dando como manchete participação de Bolsonaro em homicídio, quando a manchete deveria ser falso testemunho tenta envolver Bolsonaro em assassinato. Repete-se a canalhice de sempre, por no título uma coisa e na reportagem outra.


          Surge o mais novo impostor. O governador do Rio de Janeiro. Isso já desconfiávamos desde o início, pois TODAS as novidades que surgiram nos últimos anos são crias da máfia: blogueiros que se elegeram, revistas, jornais, candidatos, líderes de movimentos de rua, etc. O governador saiu simplesmente do nada e se elegeu. E agora se mete nesta confusão. Disse bastante coisa, mas fugiu do essencial: nenhum "a" falou sobre o dia 9 de outubro, do encontro no Clube Naval, que o incriminaria, pois confirmaria o que disse Bolsonaro. Bolsonaro não mente, isso é carta dada no exercício de raciocínio lógico. Para não cair em mentira, o governador omite a parte principal da história, a de que contou a Bolsonaro no dia 9, no Clube Naval, sobre o estado do processo e sobre o depoimento do porteiro. Tudo que vem de investigações e processos no Rio de Janeiro é seletivo, "fake" e fajuto: sejam os perseguidos inocentes (como a família Bolsonaro) ou culpados (bandidos do PMDB), a persecução penal se dá de modo seletivo, com desvio de finalidade, a serviço da máfia petista, que quer tomar conta do epicentro do mercado de drogas e armas. E agora a máfia já tem o Estado sob controle, com o seu impostor. A menos que o governador se explique mais detalhadamente sobre o dia 9 de outubro, ele já era. É mais um farsante primário.


          Suspeitos ligados à máfia petista, omissão essencial do governador (para não se incriminar), falso testemunho e deturpação jornalística. Tem-se uma completa conspiração, um caso de segurança nacional e que enseja a cassação da concessão da Globolixo, que deu um tiro no pé, o tiro de misericórdia que trouxe à tona o verdadeiro mandante do assassinato de Mariele: a máfia petista. Sempre ela. Ela corta na própria carne, descartando os seus "idiotas úteis", que seguem na defesa de bandeiras diversionistas inúteis e teratológicas.


          Cabe a Bolsonaro agora aproveitar esse gancho deixado pela máfia petista e explorar isso até a exaustão, invertendo o jogo. Chamar uma cadeia nacional de rádio e televisão bem no horário do Jornal Nacional, expor a verdade e falar do depoimento de Marcos Valério que revelou Lula como mandante do assassinato de Celso Daniel e que não foi noticiado na Globolixo nem em nota de rodapé e que não teve o devido destaque para um caso provado de homicídio praticado a mando. Deve aproveitar para bater no STF, mas de forma reflexa, insinuando que é esse canalha assassino, ladrão, terrorista e torturador (Lula) que o tribunal quer soltar para sempre. Com isso mata todos os coelhos com uma só pedrada: desfaz a "fake news" direcionada que o desgasta, põe Lula de volta no foco desfazendo o porco serviço de desvio de foco da Globolixo, mata a Globolixo ao expor o seu caráter criminoso e ainda põe novamente no foco a fraude do STF para tirar Lula da cadeia no dia 7. Feito o esclarecimento em rede nacional de rádio e TV, deve bater nesta tecla todos os dias até o dia 7 de novembro, devolvendo na mesma moeda a canalhice da máfia petista, do STF e da Globolixo, que são todos uma só organização criminosa diabólica, maldita e nojenta.

 

          Os movimentos sociais fajutos, controlados pela máfia petista, convocam protestos a favor da execução penal em segunda instância e a favor da emenda constitucional (que será julgada, depois, inconstitucional), quando o correto é protesto pelo "impeachment" de todo o STF. Como sempre, a máfia tenta domar o gado, com seus movimentos sociais controlados por infiltrados que pedem o inútil quando deveriam estar exigindo a solução final.


          E a casa está caindo. Reveja abaixo a representação que fizemos na Procuradoria-geral da República contra os CRIMES COMUNS praticados pelos onze bandidos do STF. Ela foi recebida e o procedimento agora tem o número de manifestação PGR-00497289-2019:


29-10-2019   -   REPRESENTAÇÃO FEITA À PGR CONTRA OS 11 MINISTROS DO STF
 
          Segue abaixo o conteúdo da representação feita à procuradoria-geral da República em 29 de outubro de 2019, de número 20190089514, contra os 11 ministros do STF:
 
_______________________________________________
 
 
          Em 01-10-2019 foi protocolado no Senado Federal pedido de "impeachment" contra os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal pela prática de crimes comuns diversos, entre os quais integrar organização criminosa, praticar embaraço de investigações e corrupção passiva. Estas condutas criminosas perfazem crime de responsabilidade.

 

          Em 4166 páginas de denúncia, que pode ser acessada no "link" abaixo, tem-se a descrição de várias fraudes de abuso de autoridade tipificadas pela lei 4898, crime-meio cometido com o fim de inviabilizar o regular prosseguimento de investigações e processos relativos à chamada "Operação Lava-jato" da Polícia Federal, que investiga crimes de corrupção e lavagem de dinheiro na Petrobras e crimes conexos. A denúncia está no "link" abaixo:

https://drive.google.com/file/d/1jc1forISjO581qZ4N8Aw_ywp6EVJkOPK/view

 

          A principal fraude denunciada ocorreu em questão de ordem na ação penal 937 no STF, na qual o objetivo oculto foi retomar entendimento superado com o cancelamento do verbete 394 da súmula de jurisprudência do STF, segundo a qual a prerrogativa de foro remanesce após deixado o cargo, mesmo que denúncia ou inquérito se iniciem após o exercício da função na qual o crime foi cometido. O foro foi restringido para crimes não relacionados à função, mas ampliado, veladamente, para crimes relacionados à função. O objetivo desta fraude, que violou coisa julgada, em decisão sem fundamentação jurídica e com desvio de finalidade, foi eliminar a jurisdição da primeira instância da justiça federal para crimes relacionados à função envolvendo ex-detentores de prerrogativa de foro, como o criminoso Lula. Como assassinar o juiz Sérgio Moro era algo inconveniente, em face da sua reputação mundialmente consagrada, a opção da organização criminosa petista foi acionar os integrantes da organização no STF, para com a fraude retirar a competência do juiz Sérgio Moro sorrateiramente.

 

           Os detalhes desta fraude estão descritos minuciosamente em ação cautelar antecedente de ação popular 50211961120184047000 ajuizada em 22-5-2018 na primeira vara da justiça federal no Paraná. E estão descritos também, com ainda mais detalhes, no pedido de cassação dos onze ministros do STF. Foi ajuizado também pedido de instauração de incidente de resolução de demandas repetitivas (IRDR) no TRF4 e depois no próprio STF, resultando na PET 7706, que é um IRDR cumulado com pedido de informações, no qual os demandados são acionados para responder a quatro perguntas sobre o significado real oculto da decisão fraudulenta tomada na questão de ordem na ação penal 937 no STF em 3-5-2018. O voto vencido do demandado Marco Aurélio sacramentou o sentido oculto da fraude, dando o real sentido do decidido. A programação fraudulenta era deixar o tempo passar para só depois, no futuro, os réus beneficiários da fraude provocarem o STF para justamente responder a perguntas como as feitas na ação 50211961120184047000. A resposta que viria é de que de fato o entendimento da 394 foi retomado e por isso a primeira instância perde a competência para julgar ex-detentores de prerrogativa de foro que cometeram crime relacionado à função. Esta incompetência absoluta pode ser alegada a qualquer tempo e gera nulidade de atos processuais. Na ação, os demandados foram provocados para responder o que teriam de responder no futuro. E que já é sabido de antemão para quem prestou bastante atenção nos debates, assistindo à integralidade da discussão. Foi efetivamente um CRIME praticado em benefício dos padrinhos de indicação dos ministros para tirar a competência do HONESTO juiz Sérgio Moro.

 

          Várias outras fraudes foram cometidas, antes e depois da fraude da ação penal 937, estando explicadas na denúncia de crime de responsabilidade. E entre estas fraudes está o inquérito 4781, que versa sobre fato sem autoria e sem materialidade identificadas, nem mesmo data consta relativa ao que se apura.

 

          É mais do que evidente, sendo público e notório, a sucessão interminável de crimes no tribunal, que só não foi dissolvido ainda por conta da corrupção no Senado, cuja dimensão foi descrita pelo próprio tribunal ao afastar de forma inconstitucional parlamentares do exercício do mandato, alegando-se preponderância da criminalidade nas Casas Legislativas para justificar a intromissão de um Poder no outro, pois era essa preponderância da criminalidade que inviabilizava a cassação de parlamentares envolvidos em condutas criminosas ricamente documentadas.

 

          No anexo 39 da denúncia tem-se um resumo num esquema gráfico, num banner de 36 metros de comprimento, que pode ser visualizado em PDF no "link" de internet abaixo descrito:

https://drive.google.com/file/d/1DJTwRKex-1zIg80AJQYviZhm9oSHHOGJ/view

 

          Demais peças informativas indicadas na denúncia podem ser obtidas no próprio "site" do Supremo Tribunal Federal.

 

          Sucessivos procuradores-gerais passaram pela PGR sem tomar providências a respeito dos crimes no tribunal, atuando em conivência criminosa, sendo isso também detalhado na denúncia de crime de responsabilidade apresentada ao Senado em 01-10-2019 por André de Oliveira Guimarães (bacharel em Direito) e Maurício Marcondes (advogado, OAB-SP 62.996).

 

          Segue esta representação para efeito de pedido de "impeachment" do atual procurador-geral da República, Exmo. Doutor Augusto Aras, caso comporte-se como os antecessores, em prevaricação e divisão de tarefas de organização criminosa. O material é vasto, mas o apodrecimento integral do STF é hoje algo internacionalmente reconhecido, de modo que não há qualquer justificativa para complacência e morosidade na tomada das providências cabíveis.

 

           A representação é feita então para chamar a atenção para procedimentos já em curso nos quais a conduta criminosa dos onze ministros do STF é dissecada de maneira cabal e que demandam resposta imediata, nada havendo que justifique conduta diversa no sentido de omissão, exceto o conluio criminoso. O inquérito 4781 tramita em sigilo justamente para que estes crimes não sejam revelados, como os descritos na PET 7706 e na ação 50211961120184047000, descritos também na denúncia apresentada ao Senado. A representação é feita para alertar o novo procurador-geral (que pode estar sendo enganado pelos ministros do STF), portanto, a respeito de armadilhas deixadas por sua antecessora, que fugiu da responsabilidade e deixou para o sucessor o "abacaxi", para "fugir da batata quente", o que põe em grave risco o mandato do novo procurador-geral, que foi deixado propositalmente numa desconfortável situação para quem acaba de assumir tão importante cargo. Fica então aqui o alerta para que o novo procurador-geral livre-se das amarras deixadas pelos antecessores e não seja arrastado para a cadeia por uma estrutura inteiramente podre prestes a desabar.


 
          A integralidade da denúncia, assim como seus anexos, consta também dos autos da ação 50211961120184047000, aos quais as peças foram juntadas.

 

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