22 NOVEMBRO 2019
22:08:02
INFORMATIVO - MATÉRIAS
01-11-2019 - SE

01-11-2019   -   SE


          "Se". É isso que disse Eduardo Bolsonaro. E só.


          E o "se" vai acontecer, ele já aconteceu antes, o "se" está acontecendo agora. O que se vive no momento é uma escalada terrorista. E que será exponencial e sem limite, só vai terminar quando Bolsonaro estiver deposto ou assassinado. A máfia petista tem pressa, ela quer a chave do cofre já. E isso tudo não é um problema político de esquerda x direita, é um problema de crime, de ladrões que são terroristas e assassinos. Quantas vezes isso terá de ser repetido até que os Senhores Jumentos todos entendam isso? O Foro de São Paulo é uma organização criminosa TERRORISTA. Essa palavra perdeu o sentido no cérebro DERRETIDO dos Jumentos. O problema imediato central do país AGORA é colocar o STF inteiro na cadeia, assim como o resto dos bandidos do Congresso.


          As FARC na Colômbia são o exemplo. Depuseram as armas, para fingir bom-mocismo. E agora rearmaram-se novamente, voltaram à ativa, depois de o Estado baixar a guarda, acreditando em promessas de ardilosos mentirosos.


          Sérgio Moro seria assassinado. Para não dar na vista o óbvio, apelou-se para as sucessivas fraudes no STF. Os canalhas do tribunal petista fingem que estão votando sobre algo polêmico. Mas estão deliberando sobre coisa julgada. Flávio Bolsonaro foi objeto de atuação ilegal por parte do MP-RJ. Seus dados de sigilo bancário não podiam ser divulgados. Cabia ao MP-RJ o acesso aos dados, mas a divulgação era vedada. Divulgou-se para fazer um "assassinato de reputação às pressas", um "assassinato de reputações à vista". Juridicamente é isso que se tem, a despeito de qualquer materialidade ou autoria quanto a delitos. E o mesmo vale para bandidos do STF, que não podiam ter seus dados bancários revelados fora das hipóteses previstas relativas a apurações em andamento. Isso é uma coisa. Outra coisa é a investigação em si, que foi barrada. A investigação não podia ser obstada. Os dados de sigilo bancário dos bandidos do STF poderiam ser divulgados se houvesse procedimento administrativo fiscal que concluísse por haver crime tributário e no bojo de representação por crime tributário. Não sendo assim, nada poderia ser revelado. No caso do STF não se tratou de "assassinato de reputações" puro e simples, mas sim de um "assassinato de reputações" chantagista a prazo (em suaves e progressivas prestações), no qual uma fresta da realidade foi divulgada, para chantagem: ou os bandidos do STF soltam Lula ou mais será divulgado. É disso que se tratou. Foi um aperitivo no qual uma amostra ínfima da podridão veio à tona de forma criminosa. Em retaliação, os bandidos do STF suspenderam investigações sobre eles mesmos. Não podiam fazer isso. Já no caso de Flávio, o que se exigia era o fim da divulgação de dados. No caso de Flávio, o que houve foi divulgação proibida de indício seguida de divulgação proibida do que nem indício era, onde uma realidade grande veio à tona e, depois, uma marola (mais dados de divulgação proibida e acessados de forma indevida) só para manter aceso o noticiário seletivo criminoso da Globolixo. Flávio, culpado ou inocente, exigiu apenas o que era o seu direito (não ter dados de sigilo divulgados a esmo). Já no caso dos bandidos do STF o que se teve foi divulgação de dados permitida, mas antes do momento permitido (representação). O imbróglio todo é muito sutil. E como visto no caso Mariele, tudo que vem do Rio de Janeiro é seletivo, feito com desvio de finalidade e abuso de poder, repetindo-se a novela do petista Janot (o "filho da puta", segundo Collor, e "mau caráter", segundo Renan, do fundo do bar) vista em Brasília. "Filho da puta" e "mau caráter" justamente por levar a cabo uma conduta seletiva (abuso de poder combinado com desvio de finalidade, no interesse direto da máfia petista). Teori Zavascki foi assassinado porque também adotava conduta seletiva, mas comedida. Na fraude de Joesley o abuso foi violento, assim como também a audácia. Por isso Teori foi morto, assumindo em seu lugar o "camarada" Fachin, que participou da fraude de Joesley sem pestanejar. Teori foi o quinto morto em suposto acidente aéreo desde o início da "Lava-jato".


          A escalada terrorista vai continuar e será acelerada. AI-5 será pouco perto do que precisará vir quando o leite estiver sendo derramado. A máfia petista fez os atentados do PCC em São Paulo em 2006. Para ofuscar o escândalo do Mensalão de 2005-06 e para destruir  imagem do governador Geraldo Alckmin, o candidato que venceria as eleições de 2006. Mas os CÉREBROS DERRETIDOS DOS JUMENTOS já ESQUECERAM DISSO.


          O sistema de máscaras de José Dirceu, máscaras que vão se derretendo conforme o andamento da situação, é sofisticado. Do jeito que a coisa caminha, os infiltrados se apresentarão até mesmo nos locais mais inimagináveis. Por ora, a ingenuidade fica por conta da pouca idade dos envolvidos. Quem não conhece a História acredita em Papai Noel, em Coelho da Páscoa e em Saci Pererê, acha que quem assaltou, roubou, torturou, matou, explodiu repartições e até seqüestrou embaixadores na década de 60  - e depois, em 1990, se aliou a traficantes de drogas terroristas para formar uma agremiação criminosa internacional (o "Foro de São Paulo") e depois, a partir dos anos 2000, matou Toninho, fez a chacina dos amigos de Andinho em Caraguatatuba, resgatou bandidos do PCC do presídio Parada Neto em Guarulhos para seqüestro-fake, tortura e assassinato de Celso Daniel em 2002, que matou o agente funerário, que matou o delegado do caso, que corrompeu para esconder Freud Godoy, que matou a testemunha do caso, que matou a testemunha que viu a testemunha sendo morta, que matou o vice-prefeito, que matou o bandido Dionísio Severo e depois seu amigo "orelha (ambos do PCC, contratados para tortura e assasssinato de Celso Daniel), que matou o médico legista Delmonte Printes em 2005 (para evitar novo laudo sobre a tortura), que fez os atentados terroristas do PCC em São Paulo em 2006, que bancou financeiramente ditaduras sanguinárias na América Latina e na África, que admitiu em seus quadros partidários o ex-assaltante de banco condenado e preso Luiz Moura (eleito em 2010 deputado estadual por São Paulo e flagrado pelo DEIC em 2014 em reunião na Transcooper com treze bandidos do PCC com mandados de prisão expedidos e procurados), que possivelmente matou Eduardo Campos, o filho do governador Alckmin, executivos do Bradesco, Roger Agnelli, Teori Zavascki e que matou Mariele Franco para criar bandeira política, que mandou assassinar Bolsonaro e agora junto com a Globolixo tenta dizer que ele é o assasssino, que está aliada e apóia um ditador assassino denunciado no Tribunal Penal Internacional (Nicolás Maduro) que despachou milicianos para por fogo no metrô chileno, que fala em democracia mas pratica uma ditadura civil - é gente frouxa que vai baixar a bola no mais grave momento de todos e vai se render ... Quem não conhece a história não conhece. Quem conhece não tem como ser ingênuo. Quem conhece a história só tem duas opções: é um idiota ou um impostor que fica floreando o Demônio, dizendo que um psicopata que chega a enganar a própria esposa como fez Dirceu é coisa do passado. A máfia petista está viva, nunca esteve morta. E é nos momentos de maior perigo para sua sobrevivência que o sangue escorre, tanto mais quanto maior for o perigo, como se viu em 2006 e tantas outras vezes, como agora com Mariele e Bolsonaro, ambos vítimas da máfia petista e do "Foro".


          Se, como dito no título, a escalada terrorista prosseguir, o país de fato terá de caminhar para um DITADURA MILITAR no sentido técnico do termo, mas desta vez com um paredão de fuzilamento, fazendo-se, enfim, o que não se fez no período 1964-1985. Será uma guerra civil, que vai ter de começar, antes, dentro das próprias Forças Armadas, para expurgar os impostores, como feito em 1964. Congresso e STF dissolvidos, sem novas eleições a médio prazo. Eduardo Bolsonaro não fez incitação de crime alguma, apenas comentou sobre um cenário hipotético (que na verdade já está em andamento). Quem praticou crime e deveria ser cassado são os que votaram a favor da nova lei de abuso de autoridade, uma aberração que seria um AI-5 elevado a menos um, algo catastrófico que veio para resolver (a situação dos bandidos). Canalhas querem cassar Eduardo agora, quando na verdade quem deveria estar cassado são eles. No tapetão do STF petista criminoso isso não será resolvido, será no paredão.


          Não se pode confiar mais em quem quer que seja, exceto Olavo de Carvalho. Muita gente boa por aí pode estar batendo cabeça, mas isso ocorre porque essas pessoas não são advogados, não têm conhecimento jurídico. Costumam analisar as coisas de maneira maniqueísta e são também iludidos pelos verdadeiros impostores. E exemplo disso é a disseminação da idéia de que uma emenda constitucional resolveria o problema da execução penal após decisão de segunda instância. Emendas constitucionais também são sujeitas a análise de constitucionalidade.


          Quem não tem conhecimento jurídico sólido está completamente à mercê das bobagens diversionistas e também do sensacionalismo de leigos.


           Vamos explicar aqui novamente para que todos entendam:

 

          1) A regra constitucional é execução penal após o trânsito em julgado. Isso é cláusula pétrea constitucional, imutável até mesmo por emenda constitucional, conforme descrito no voto de Marco Aurélio, que gabaritou a questão quanto ao mérito. Quanto à preliminar de mérito, ele comete crime de não reconhecer a preliminar COISA JULGADA (tema 925 de repercussão geral).


          2) Essa regra nunca foi cumprida, pois era uma utopia. Se fosse cumprida, ninguém seria preso. O Judiciário fez vista grossa durante anos sobre isso. A regra foi criada para ninguém ser preso mesmo. Basta contratar um advogado para intermediar vendas de sentença e pronto, liberdade garantida.


          3) Em 2008, num caso individual (depois de vinte anos sem a Constituição de 1988 ser cumprida), o STF resolveu então cumprir a Constituição, determinando execução penal só após o trânsito em julgado,  no habeas corpus 84.078. Isso foi feito para tentar salvar réus do Mensalão, julgados na ação penal 470 em 2012. Se Dirceu tivesse seu caso desmembrado, iria para primeira instância.


          4) Em 2016, no HC 126.292, o STF se reuniu e concluiu em repercussão geral (tema 925) que a execução penal pode se dar após decisão de segunda instância. Isso foi feito para tirar do foco o caso Delício e fomentar as delações seletivas contra bandidos do PMDB e do PSDB, que depois de delatados seriam salvos pelos bandidos do STF em troca de votos a favor de Dilma Rousseff em seu processo de "impeachment". Era uma chantagem dos bandidos do STF petista. Mas o problema é que ela formou COISA JULGADA "erga omnes", ou seja, a todos aplicável, tendo efeito vinculante de acordo com o artigo 927 do Código de Processo Civil. Estava em curso a esta altura uma guerra entre bandidos do PT e bandidos do PMDB, PSDB e outros partidos. Bandidos x bandidos. E nessa guerra os bandidos do STF foram usados por bandidos de um lado contra bandidos do outro lado. E as decisões tomadas ocorreram com abuso e fundamentação fraudulenta, em crime de abuso de autoridade.


          5) Logo em seguida, em 2016, duas ADCs foram ajuizadas, a 43 e a 44, versando sobre a mesma matéria de fundo do HC 126.292. Como este ficou decidido em definitivo após o ARE 964.246, com trânsito em julgado no início de 2017, as ADCs 43 e 44 perderam o objeto e deveriam ser extintas. Caso julgadas procedentes, confirmariam oficialmente o crime de abuso de autoridade cometido no julgamento do ARE 964.246, tema 925 de repercussão geral.


          6) Lula foi denunciado, condenado e perdeu na apelação, sendo preso. As ADCs que deveriam estar exintas continuaram tramitando e os bandidos do STF, chantageados, ficaram esperando um momento em que o povo nas ruas "baixasse a bola", para rejulgar o já decidido no tema 925 e soltar Lula (para sempre). Julgadas as ADCs, Lula sai da prisão imediatamente, para nunca mais voltar. E ainda poderá pedir indenização do Estado por ter ficado preso. A ADC 53 foi proposta depois, mas dela nem se deveria conhecer, pois versa sobre matéria que já tem preliminar de mérito, COISA JULGADA.


          7) A COISA JULGADA não pode ser desfeita. E há cláusula pétrea na Constituição sobre isso também. Esta é a fraude em andamento agora. Julgar de novo a mesma coisa, para mudar o que foi decidido. E isso é proibido por cláusula pétrea constitucional.


          Assim, em 2016 se cometeu um crime de abuso de autoridade ao se legislar, criando a execução penal após decisão de segundo grau, usando para isso argumentação inidônea em parte e precária de outra parte. E em 2019 se comete agora novamente abuso de autoridade, ao se querer desfazer a COISA JULGADA. Poder não podia em 2016, mas foi feito. E feito, não pode ser desfeito, agora em 2019. São dois crimes em sucessão. Não podia fazer. Mas feito, não pode ser desfeito. O feitiço tornou contra o feiticeiro.


          Bolsonaro pisa em ovos e, como dito, nada conseguiria aprovar, pois depende de canalhas, os quais trata de maneira diplomática. Trabalhou com as cartas que tinha na mão. Só lhe resta agora a intervenção militar.


          Movimentos de rua são também controlados pela máfia petista. Devem ser esquecidos. O povo deve ir em massa às ruas JÁ e não sair mais da rua, exigindo a INTERVENÇÃO MILITAR. O Senado, com medo, cassará o STF, pondo fim ao principal escudo de defesa do sistema corrupto. Dessa forma, esta etapa da crise resolve-se de maneira suave, no âmbito civil, sem que sangue precise ser derramado.


          "Se". Foi só isso que disse Eduardo Bolsonaro (a partir de 18 min 45 s, com o "SE" em 20min e 54s - entrevista de Eduardo Bolsonaro a Leda Nagle, seguindo até 21 min 29s):

 

 

 

          O que foi dito, e com razão, é que SE a "esquerda" radicalizar, como feito na década de 60, será preciso uma resposta. E entre esta resposta pode estar um novo AI-5, o que Eduardo Bolsonaro torce para que não aconteça.
 
        O povo deve voltar às ruas em peso já e não sair mais das ruas. Brasília deve ser sitiada. Ao se exigir a intervenção militar do artigo 142, a pressão deve se voltar contra o SENADO, para que o STF seja cassado. O "impeachment" do STF inteiro deve ser a pauta e não a prisão em segunda instância alardeada pelos movimentos de rua controlados pela máfia petista.


          O tiro no pé dado pela Globolixo acelerou os fatos. Se o povo continuar dormindo, a fatura estará liquidada pela máfia petista ainda em 2019, pois a escalada terrorista do Foro (comandado pela máfia petista) será brutal. O "Se" é só um eufemismo que significa "vai". A máfia petista vai partir para as cabeças. Vai vir com tudo. E não haverá limite. Bolsonaro poderá ser assassinado. E a depender da situação, na caradura mesmo, pois morto o líder dissipasse o foco. O mandante do assassinato de Celso Daniel (Lula, delatado por Marcos Valério), nada tem a perder. Mais um homicídio na sua ficha criminal não faz diferença. É um canalha. Não vai se render e vai matar quantas pessoas for preciso para retomar o trono. E quando voltar a matar, só será contido à bala, não será por um aicinquinho. Por isso o povo deve voltar às ruas em peso, para evitar todo este sangue derramado e possibilitar a resolução civil da crise, pressionando-se o Senado, que por sua vez deve ser acossado pela ameaça de intervenção militar caso não casse o STF inteiro, pondo fim à baderna.

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