29 JANEIRO 2020
05:01:45
INFORMATIVO - MATÉRIAS
30-11-2019 - EM MAIS UMA ENTREVISTA ARRASADORA, MODESTO CARVALHOSA REDUZ O STF A PÓ - NOSSOS COMENTÁRIOS A RESPEITO (NC)

30-11-2019   -   EM MAIS UMA ENTREVISTA ARRASADORA, MODESTO CARVALHOSA REDUZ O STF A PÓ  -   NOSSOS COMENTÁRIOS A RESPEITO (NC)

 

          Voltamos. Em 28 de novembro de 2019 o advogado Modesto Carvalhosa, de 87 anos, concedeu entrevista ao canal de Leda Nagle no YouTube pela segunda vez. Tratou da corrupção no STF numa imperdível entrevista em que reduziu a pó os monarcas de toga corruptos e arrogantes hoje completamente desmoralizados, integrantes de organização criminosa e praticantes de obstrução da justiça, numa saraivada sem fim de fraudes processuais.


          Veja no vídeo abaixo a entrevista no canal de Leda Nagle no "YouTube":

  


          Após cada trecho de interesse mencionado, fazemos aqui nossos comentários (NC:) a respeito.


          A entrevista começa com Carvalhosa dizendo que o Supremo Tribunal Federal se "deslegitimou". Diz que o STF como um todo está totalmente desmoralizado como instituição e que o povo odeia o STF, a despeito de uma parte do tribunal resitir (aqui é onde ele se engana, o tribunal é inteiro corrupto e decisões aparentemente corretas de hoje são apenas "lavagem de sentenas" dos votos fraudulentos proferidos em outras ocasiões). Não é "desprezo", é "ódio" o que o povo sente pelo STF, diz Carvalhosa.


          Fala Carvalhosa de "insegurança institucional", não apenas "insegurança jurídica". Foram quebrados "todos os padrões mundiais de civilização". O tribunal existe para garantir apenas o direito dos bandidos.


          Diz que o STF é uma "instituição subversiva", "subverte a ordem da civilização".


          Leda Nagle diz que o mais grave é que eles não são eleitos, não podem ser tirados pelo voto.


          NC: quem "tira" os ministros do cargos é o Senado. E este nada faz por ser também corrompido e dependente das vendas de sentença do tribunal poupado.


           Estabilidade dá sensanção permanente de "prepotência", que se torna uma "tirania" por parte dos integrantes do STF, diz Carvalhosa.


          Leda Nagle pergunta sobre se o povo na rua terá algum efeito sobre o que acontece.


          NC: é preciso muito povo na rua, dezenas de milhões. Para se criar a sensação de disrupção do contrato social e de iminente guerra civil. O pânico gerado por esta situação, se ocorrente, obriga os senadores a agir e tomar as providências cabíveis, sob pena de dissolução da ordem estabelecida.


          Disse Carvalhosa, em resposta, que, ao assistir pela TV Justiça uma das últimas sessões sobre o julgamento do RE 1.055.941 (a questão da Receita, Banco Central, CVM e do Coaf),  a "fisionomia dos ministros era uma coisa deprimente, eles pareciam, Leda, pareciam réus no tribunal de Nuremberg, assim aquela cara envergonhada de aparecer perante milhares de telespectadores que estavam ali, inclusive, para julgá-los mesmo e já com uma noção de que eles eram réus. E são réus, são réus da nação brasileira. Eles devem à nação brasileira."


          Sobre os criminosos do STF, disse: "Fisionomia de réus, reús acuados, réus na delegacia de polícia presos em flagrante delito, uma coisa terrível." "Gilmar com uma cara assim meio escondida".


          Sobre os criminosos do STF, disse Carvalhosa que "isso é a elaboração da impunidade completa, eles estão ali a serviço de que nenhum criminoso seja mais investigado." "Veja se é possível um Supremo Tribunal Federal trabalhar para desmontar todos os instrumentos que levam à investigação de crimes no Brasil e no mundo inteiro." "Como eles podem impor uma coisa se não há lei para isso?", falando sobre a necessidade de autorização judicial para repasse de informações ao MP. Diz que é uma coisa "muito estranha, muito revoltante, verificar o que aconteceu com o Supremo Tribunal Federal."


          NC: Não é estranho, é evidente: tratam-se os integrantes do tribunal de braço da organização criminosa petista e de outras organizações criminosas, um tribunal 100% corrupto a serviço do crime.


          Leda Nagle pergunta se o Supremo ou qualquer juiz pode criar leis, se isso seria prerrogativa do Judiciário.


          "Eles criam leis e suprimem a vigência de leis", responde Carvalhosa.


          NC: de fato, como vimos. Criam a execução penal antecipada e fazem isso se tornar coisa julgada. Depois violam a coisa julgada, eliminando a execução penal antecipada. Tiram a competência de Sérgio Moro, como na fraude do foro privilegiado que vimos. Inventam a questão do prazo para alegações finais. Remetem para justiça eleitoral lide que já tem juízo prevento na justiça federal. Criam o crime da homofobia. Querem descriminalizar a posse e o uso de maconha. Virou bagunça.


          Diz Carvalhosa: "Suprimem leis que estão em vigor". "E citam essas leis". Falou do "voto bizantino de cinco horas" de Toffoli. Toffoli cita leis existentes. E não as reconhece, negando-as.


          Leda Nagle pergunta onde eles querem chegar com tudo isso.


         NC: eles querem garantir a impunidade dos criminosos que foram padrinhos de indicação deles. Mas mais: querem também escapar das chantagens a que estão submetidos, pois se não salvassem os criminosos seriam delatados. Esse é o motivo para as aberrações exponencialmente crescentes no tribunal porco.


          Carvalhosa diz que o que está por trás de tudo é que "alguns deles [dos ministros] estão implicados nestes crimes financeiros". Diz que são alguns, não todos, dois deles, implicados claramente em crimes financeiros.


          NC: os crimes financeiros dos familiares de Toffoli e Gilmar, na verdade, foram ventilados na impresa como chantagem, sendo as informações vazadas por células da máfia petista na Receita e repassadas a outros investigados por crimes, que fizeram o repasse do que foi vazado. E contorcendo a verdade, a corregedoria da Receita diz que o que vazou não é vazamento, foi um engano. A incongruência geral ocorre porque após o tribunal ceder à chantagem, "passou-se o pano em tudo", livrando chantagistas e chantageados das apurações, voltando tudo ao "status quo" anterior em que ninguém seria punido por coisa alguma. Nem por violação de dever funcional e nem por crime tributário apurado.


          Carvalhosa comete o deslize, porém, de dizer que há alguns ministros "corretos", "decentes", no STF, que não seriam todos os onze os criminosos, só alguns. O deslize ocorreu porque ele não acompanhou a fundo outros debates, como o da PET 7003, da PET 7074, da AP 937 (restrição do "foro privilegiado"), o caso Delcídio, a própria questão da coisa julgada relativa à execução penal em segunda instância (o julgado em controle concentrado de constitucionalidade em repercussão geral no tema 925 não pode ser revisto em controle de constitucioalidade em ação direta de constitucionalidade, pois a coisa julgada formada no tema 925 é "erga omnes"), entre outros.


          Segundo Carvalhosa, além de terem por objetivo salvar eles mesmos de investigações na Receita, os corruptos do STF queriam também tirar da cadeia políticos presos e ainda determinar que "as oligarquias brasileiras que estão  aqui há quinhentos anos não podem ser objeto de investigação, nem de acusação, nem de denúncia, e nem de julgamento, quer dizer, eles estão ali para demonstrar que a lei penal é apenas para crimes comuns, crimes violentos, etc., mas a oligarquia ... ser objeto dessas investigações da lava-jato ... Você vê o que eles falam da lava-jato dentro do Supremo Tribunal Federal. Eles querem acabar com a lava-jato."


          Diz ainda Carvalhosa: "O que que aqueles camaradas querem lá no Supremo Tribunal Federal? Eles querem acabar com essa possibilidade de criação de uma cultura de que todos são iguais perante a lei. Isso é inadmissível num país atrasado como o Brasil, e atrasado exatamente por isso: de que os donos do poder  sejam objeto de investigação, sejam conedenados, sejam presos, isso é uma coisa inadmissível."


          Carvalhosa diz que a lava-jato foi só um "fato histórico", mas não um "fato cultural", repetindo-se o que se viu na Itália, com a "Operação Mãos Limpas".


          NC: a coisa é ainda mais profunda. A lava-jato não foi uma mudança de comportamento no país. Foi apenas o azar que as organizações criminosas deram de ver uma grande investigação da PF ser iniciada por pessoas honestas, corajosas, competentes e eficientes, com tudo desaguando também nãos mãos de autoridades honestas, corajosas, competentes e eficientes (MPF de Curitiba e Sérgio Moro). Essa combinação foi um alinhamento cósmico intergaláctico. Jamais ocorreria. O padrão no Brasil é o que se viu no TJ da Bahia, o que se vê dentro do celular de Francisco de Assis até hoje não periciado, o que se vê na justiça de Brasília, o que se vê no STJ, no STF e na PGR petista de Janot e na PGR da "Bruxa": corrupção e incompetência, quando não covardia.


          NC: Os criminosos acharam que Sérgio Moro era um brasileiro da gema, que em algum momento se corromperia, quando chegassem em seu preço. Mas não, Sérgio Moro não era brasileiro, era um ET. Foi isso que causou a catástrofe. O trabalho de Sérgio Moro, da PF e do MPF foi agora por água abaixo, seguindo pela ralo da corrupção, da prescrição, da anulação, tudo por causa da PuTaria no STF. É isso que aconteceu. O Judiciário já era podre antes da Era Lula. O "rouba mas faz" gabava-se de nunca ter sido condenado. A seu tempo, os indícios eram de 50% de corrupção na justiça federal, por isso a malufada seguia sem punição. E Maluf só foi punido para servir de "boi de piranha", para o STF dizer que pune alguém, como ocorre nas delegacias podres que só prendem traficantes pés de chinelo para gerar estatísticas.


          NC: junto com toda esta desgraça, gerada por aquela "oliarquia" da qual falava pomposamente Carvalhosa, ocorreu a falência da Advocacia no Brasil, como se vê pela Ordem dos Advogados do Brasil, hoje uma instituição comandada por pessoas a serviço do crime e umbilicalmente ligadas à organização criminosa petista. O advogado Carvalhosa tem 87 anos e é atuante. Pessoas do seu naipe na advocacia já morreram todas. Hoje há um deserto. E quem tem conhecimento técnico e alguma fama e rendeu à criminalidade, como se vê nos jantares de adulação da porquice feita no STF por advogados vagabundos ligados a todos os canalhas depedentes de vendas de sentença, das quais esses advogados de bermuda são os intermediários das propinas, razão pela qual recebem altos honorários para defender o óbvio ou então o absurdo. E a adulação é atividade de promoção de organização criminosa, crime também. Carvalhosa, nos seus 87 anos, está só. Existissem no Brasil vinte Carvalhosas que tivessem sua competência, sua coragem e sua determinação e seu renome, o STF já teria vindo abaixo há bastante tempo. A advocacia no Brasil é hoje uma classe falida. Moralmente, financeiramente e intelectualmente. Ela é o resultado do fracasso terminal de uma civilização. Carvolhosa, a despeito de não estar 100% a par da corrupção no STF, deu um show em sua entrevista histórica, coroando sua intrépida carreira exemplar com o máximo da cidadania possível, a dissecação de um tribunal porco, corrupto, nojento, odiado, organicamente criminoso, chantegeado e totalmente apodrecido, um cadáver exposto ao Sol e repleto de urubus disputando com vermes os restos da carniça togada em putrefação, dando nomes aos bois e não se intimidando perante a arrogância de canalhas que até há pouco se julgavam deuses intocáveis e onipotentes. A soltura de Lula nas ADCs fez a máscara cair, podendo-se ver a verdadeira face do cadáver judicial carcomido pelos vermes. Lula saiu, mas junto com ele o tribunal acabou, assinando sua sentença de morte, num suicídio institucional. Foi o melhor que poderia acontecer. Lula matou o STF.


          Para Carvalhosa, o que o STF almeja é a manutenção do "domínio" dos "donos do poder", das "dinastias", das "oligarquias", sem que haja mudança de mentalidade cultural. O STF contribui "full-time" para que não haja esta mudança de valores no país: o fim da corrupção.


          Carvalhosa fala da "quebra de democracia" e que o STF está atento com relação a isso. Isso porque ele ensaia as fraudes com perigo de ensejar rupturas, só as fazendo depois de haver ambiente propício, isto é, as ilegalidades são cometidas aos poucos e tudo é calculado para ser levado a cabo só em momentos em que o povo está amansado e desatento. Por isso a demora de algumas decisões e o vai-vem jurisprudencial.


          Os "pilares institucionais da democracia" são três: o STF, o Executivo e o Legislativo. Um já "ruiu", o STF. Isso pode causar uma "ruptura". E os criminosos do tribunal não tem "coragem" de levar adiante certos crimes com velocidade. De seis em seis meses há um golpe no STF. Um "golpe branco", "desmanchando o ordenamento jurídico". As fraudes serão cometidas aos poucos, disse Carvalhosa.


          NC: de fato ele tem razão. Do HC 126.292 em fevereiro de 2.016 até a reversão ilegal da decisão nas ADCs 43, 44 e 54 foram quase quatro anos, à espera do ambiente propício. Janaína Paschoal, no Roda Viva, sobre isso, disse que era muito pouco tempo transcorrido para o STF rever sua jurisprudência. Nesse ponto ela errou, pois não existe esta história de rever jurisprudência por mudança de composição do tribunal. A impessoalidade determina que a coisa julgada não pode ser violada a esmo. Decidiu, está decidido. Não importa que no futuro o tribunal venha a ter outra composição. Janaína "comeu bola" aí.

 

          Carvalhosa diz que as "ruas têm uma enorme força". Dilma caiu por causa das ruas, disse ele. Foram as ruas que seguraram o STF, disse Carvalhosa. "Pressão do povo" é a única coisa válida para "manutenção da democracia" hoje, nada mais há, disse Carvalhosa. Carvalhosa disse que Alcolumbre não "teve coragem ainda" e arquivar denúncia por ele apresentada contra Gilmar Mendes. E que Alcolumbre usa os pedidos para chantegear o STF com relação a suas condutas que um dia possam vir a ser objeto de persecução penal. É uma "política sórdida". Para Carvalhosa, a pressão das ruas será cada vez maior pela cassação do STF.


          Leda Nagle pergunta se há ministros que se comportam bem no STF. Carvalhosa diz que sim, citando os exemplos de Fachin, Barroso e Fux. Cita Cármen Lúcia, dizendo ser ela claudicante nos últimos tempos. E descarta Rosa Weber, colocada na latrina junto com os demais.


         NC: como vimos aqui ao longo de todo este tempo, ninguém se salva no STF. Barroso, Fachin, Fux, Rosa e Cármen pertencem ao grupo de petistas sofistas radicais da Corte. Sempre disfarçam seus crimes com sofisma. E exemplo disso foi a PET 7003 de Joesley relatada por Fachin, assim como a PET 7074 (julgamento da homologação fraudulenta do acordo de Joesley na PET 7003) e a AÇÃO PENAL 937, relatada por Barroso, usada para restrição do "foro privilegiado", fraude na qual foi tirada a competência de Sérgio Moro, sem ninguém perceber. Os cinco nada valem, são flor do mesmo esgoto de Gilmar Mendes e companhia. E são acusados de crime na denúncia que fizemos. Ao votarem contra a soltura de Lula nas ADCs 43, 44 e 54 só "lavaram sentenças" (deveriam ter se negado a participar da votação e prender os demais em flagrante, mas não, como são bandidos também, silenciaram sobre o crime cometido a respeito da preliminar de mérito violação de coisa julgada), lavando a sujeira que fizeram na AP 937, cujo objetivo era tirar a competência de Sérgio Moro para julgar Lula sem que ninguém percebesse (ressuscitaram a súmula 394 do STF, violando coisa julgada em decisão sem fundamentação). Esta fraude consta da ação cautelar antecedente de ação popular 50211961120184047000 no TRF4, por nós ajuizada ainda em maio de 2018, há já longos dezessete meses neste tempo de "updates" a cada segundo. É aí que Modesto Carvalhosa se engana, ao considerar flor que se cheire cinco boçais também corruptos e integrantes da organização criminosa petista, que fazem tanto ou mais porcaria quanto Gilmar Mendes e companhia. Gilmar esfaqueia a lei em plena luz do dia. Barroso e Fachin também esfaqueiam, mas fazem no escuro. Tudo fica gravado, mas como estava escuro ninguém percebe. No STF ninguém se salva. N-i-n-g-u-é-m. Ene, i, ene, gê, u, é, eme, niguém. Ouviu? Viu? Nin-guém. É uma corja de onze bandidos de toga. Onze. Ó, ene, zê, ê, 11.


          Ao elogiar os petistas sofistas, Carvalhosa acaba caindo dentro da vala dos impostores, ao defender o grupo de ação seletiva petista do STF. A verdade sobre isso (o que Carvalhosa pensa - se algo incompleto ou desvirtuado) só virá com o tempo. Em princípio, por ora, tal deslize ficará por conta de ele não ter se inteirado de outras fraudes ocorridas no tribunal, fraudes mais elaboradas e sutis.


          Vem depois na entrevista a questão do trânsito em julgado obrigatório para o início da execução penal. Para Carvalhosa, a cláusula pétrea do trânsito em julgado não se refere a prisão.


          NC: como vimos, a cláusula se refere sim a prisão. Mas foi criada para isso mesmo, para ninguém ser preso. E nunca foi cumprida. Só foi cumprida para salvar réus do Mensalão em 2008 e agora para salvar réus do Petrolão. Em 2016 foi criada a execução penal para ser usada como chantagem PT X PMDB, PSDB e outros. Com a execução penal antecipada, as delações seriam turbinadas naturalmente. Com o petista Janot na PGR, as delações seletivas foram turbinadas contra alvos no PMDB e PSDB. Salvação no STF petista para delatados seletivamente seria trocada por salvação para Dilma no seu "impeachment" no Senado. Esse foi o jogo. Como Lula foi preso, foi preciso reverter esta chantagem. E ela foi revertida com Lula chantageando o STF, a "pistolagem" contra os "covardes" da qual falou Gilmar Mendes, uma verdadeira confissão, como tantas outras.


          Leda Nagle pergunta sobre a possibilidade de sucesso da PEC da segunda instância.


         NC: a emenda, se aprovada (no dia de São Nunca), será julgada depois inconstitucional pelo STF. E se terá perdido tempo e energia à toa. Tempo e energia que deveriam estar agora sendo gastos para pressionar o Senado a cassar o STF.


          Carvalhosa diz que o governo Bolsonaro claramente não é um governo corrupto. E diz que o STF faz de tudo para acabar com a Lava-jato, a despeito do trabalho de Sérgio Moro.


          Carvalhosa defende o voto distrital puro, o fim das eleições proporcionais e a permissão das candidaturas indepedentes. Só assim haverá renovação política. A democracia não vai progredir sem isso.


          Carvalhosa disse nunca ter se filiado a partido e nem ter querido seguir carreira política, a despeito de ter trabalhado no governo Franco Montoro (seu amigo) e no governo Itamar Franco.


          Carvalhosa diz que quem está destruindo a democracia no Brasil é o Congresso e que a questão do Foro de São Paulo não é a principal (a questão da Venezuela e da máfia petista).


          NC: na verdade as duas coisas andam juntas. A Merda Disfarçada de Bosta das oligarquias, os Nhonhos, a bandidagem no STF e mais o Foro de São Paulo. A bandidagem política tradicional está deixando tudo pronto para a volta do Foro de São Paulo ao poder. O câncer político tradicional da merda emedebista dos nhonhos e companhia mata um corpo que será devorado depois pela aids bolivariana do Foro de São Paulo. Esta é a história.


          Para Carvalhosa, Lula está politicamente morto. O PT não tem mais futuro no curto e médio prazo para Carvalhosa.


          NC: o PT não é um partido político, é um grupo de marginais disfarçados de políticos. Gente que mata, rouba e faz terrorismo, sem limite. Mata, rouba e toca o terror. Gente que vai matar de novo para continuar roubando e que vai tocar o terror (de novo, e tantas vezes quanto for necessário, como se vê no Chile, na Bolívia, na Colômbia, na Argentina e na Venezuela e se verá agora, também, no Uruguai).


          Ao menosprezar o perigo do Foro de São Paulo, Modesto Carvalhosa mais uma vez mergulhou na vala dos impostores. Isso ficou ruim na fala. Sua predileção por Gilmar Mendes é outro indicativo da atuação seletiva. Só o tempo trará a resposta sobre esse aspecto, neste festival de máscaras que vão caindo. Por ora, vamos creditar essa falha na conta do deslize e da falta de informações completas por parte dele.


          Como dissemos, não somos contra o comunismo ou os comunistas. Quem quiser ser comunista pode ser e é um direito. Nós somos contra a IDÉIA (em si e não contra as pessoas) por princípio lógico, é uma idéia fadada ao fracasso por ser inviável e contraproducente. Se o mundo fosse comunista desde o início, todos seriam índios até hoje.


          Nós somos radicalmente contra (isso sim) a bandidagem comunista, a vigarice comunista, o uso do "know-how" comunista para galgar e manter o poder por pessoas que se dizem esquerdistas como Lula e Dirceu mas que na prática são de extrema direita, como o rei cubano Fidel Castro, o rei venezuelano Nicolás Maduro, o rei norte-coreano Kin, ditadores sanguinários que enriquecerem ao mesmo tempo que levaram o povo à miséria, sem implantar comunismo algum, comunismo só para os pobres. Nós somos contra a bandidagem comunista, nós somos contra o comunismo vigarista. E somos contra a idéia furada do comunismo. Mas quem quiser ser comunista que seja, é um direito (não somos contra esses, que estão, até, se formos considerar referências, num patamar acima do ocupado pelo gado, que não pensa, só segue vagando pelo pasto sem rumo). A raiz do comunismo está na revolta contra as oligarquias corruptas nojentas do Estado-fake, que reproduzem um sistema monárquico disfarçado de democracia e de Estado de Direito. Alguém até poderia dizer que somos comunistas, mas não. Nós somos terroristas, terroristas jurídicos. É algo muito mais sério do que ser comunista. O negócio é mais embaixo, mais radical e mais sério. O comunista sério é um revoltado cuja bandeira é a idéia (furada, mas idéia). Nós não. Nossa bandeira é a Lei vigente, o "dever ser" de Kelsen estatuído no direito positivo.


          Conversamente - voltando -, foi o comportamento de extrema direita das oligarquias capitalistas que criou o ambiente para a proliferação da esquerda vigarista, com a exploração sem regulação da atividade econômica, fomentando-se monopólios e escravidão, como nos séculos XVIII e XIX. A extrema direita máxima que existiu foi o Rei, dono de tudo e de todos, a quem todos deviam tudo, até a própria vida.


          Na aviação existe o que se chama "envelope", um limite máximo e mínimo para a incidência de um determinado fator na dinâmica de vôo da aeronave. Exemplo disso era a máxima alteração do centro de gravidade possível da aeronave considerando-se a carga transportada e seu posicionamento.


          Da mesma forma, o progresso só tem como existir dentro de um "envelope" econômico, só que neste caso um "envelope" em que o centro de gravidade possível em dado tempo não seja um ponto dentro de uma área determinada e sim toda esta área preenchida. Assim, o progresso só vai existir com um pouco de esquerda e um pouco de direita, ambos juntos, como acontecia ao tempo da Constituição de 1.988.


          A esquerda honesta não vai defender o comunismo como via econômica e nem o socialismo como via política. A direita honesta não vai defender o liberalismo cretino integral. Deve existir um pouco da parte útil de cada lado:


          1) O papel de uma esquerda honesta não é defender assistencialismo para desempregados permanentes e sim direitos sociais para os que trabalham.


          2) E o papel de uma direita honesta é defender liberalismo econômico sim, mas dentro de uma regulação honesta e eficiente. Com isso se evita o que aconteceu nos Estados Unidos em 2008, a crise do "subprime", uma completa bagunça econômica onde regras não eram mais cumpridas e levaram todos em bloco para o buraco. E na raiz disso tudo estava a ditadura comunista chinesa vigarista, que permitiu um capitalismo selvagem dentro da China, fazendo renascer os monopólios (globais) e a escravidão, que geraram fugas de empresas e déficits comerciais crescentes, gerando precariedade crescente no mercado de trabalho e concorrência cada vez mais carnívora a ponto de levar empresas a ignorar riscos futuros em troca da sobrevivência atual.


            Sejam quais forem as regras, elas precisarão ser iguais em todos os países. Caso contrário, a precariedade e as turbulências continuarão. Fora isso, será preciso de fato engrendrar um novo arranjo social neste mundo de elevada tecnologia e alta produtividade em que o empregado (e portanto o consumidor) é peça desnecessária ou descartável e as empresas são cada vez mais dependentes (por opção própria) de fornecedores em progressiva canibalização. O novo arranjo da sociedade a ser criado é ainda um mistério. Ninguém tem a solução para isso. Mas enquanto ela não chega é preciso fazer o básico, o feijão com arroz. Regrais internacionais padronizadas e erradicação da corrupção. Colocar o STF brasileiro na cadeia está agora na ordem do dia. O país não vai andar economicamente enquanto este gargalo nacional não estiver resolvido. E, resolvido este, o Brasil poderá crescer ainda por algum tempo, a despeito das fragilidades internacionais crescentes, até quase atingir sua linha de tendência de crescimento original traçada a partir de 1986, quando do Plano Cruzado e da "Nova República". Não haverá o tangencimamento, pois o mundo inteiro está em decadência, mas há muito espaço para preencher a área do gráfico de crescimento não realizado. Com o STF na cadeia, começa o desmonte do sistema oligárquico que foi aproveitado e insuflado pela organização criminosa petista para construir no Brasil o seu sistema de extrema direita radical, com o bilionário rei José Dirceu comendo Lagostas junto com seus vassalos no STF e o povo comendo lixo venezuelano. Ainda tem chão. E, se o caminho não for percorrido já, a fossa do Foro de São Paulo irá se abrir e engolir o país nos próximos meses. E não custa lembrar. Bolsonaro levou uma facada. Por ordem da máfia petista. E é com máfia que se lida, com marginais. Lula praticou tanta corrupção que os adjetivos colados nele perderam significado retórico: marginal, corrupto, ladrão, assassino, terrorista, criminoso, demônio. Só quem leva a facada e sente na carne sabe com o que se lida.


          O velório do STF foi encerrado. A tampa do caixão já foi fechada. A urna funerária já foi colocada no túmulo. Falta agora tijolo e cimento para fechar a sepultura. Dar andamento aos processos de cassação. Tirada da gaveta qualquer denúncia que seja, começa o reboque da cova. Nas mãos de um único homem, Alcolumbre, está o destino de 200 milhões de pessoas pelos próximos 200 anos. Com a morte do STF, ele deve ser o alvo dos protestos a partir de agora. Junto com a carniça podre do tribunal.


          A decisão sobre o Coaf no STF foi quase unânime porque nas ADCs todos foram libertados. A chantagem sobre o tribunal cessou. A Receita passou o pano dizendo que a chantagem foi um engano. Lula está livre, mas morto. O STF está livre das chantagens, mas também morreu. Falta resolver agora o caso de Eduardo Cunha, o último chantagista ainda preso, que teve recusado em primeira, segunda e terceira instâncias seu pedido de revogação da segunda prisão preventiva. O STF vai tirá-lo da cadeia e estará resolvido o último problema de chantagem. Com tudo desmoralizado, a opção para a máfia petista será o assassinato de Bolsonaro e o terrorismo, repetindo-se o cenário dos anos 60.


          O foco, portanto, é dezenas de milhões nas ruas para exigir a cassação integral do STF. As convocações precisam ser nas ruas também, fisicamente, para atingir a parcela do gado que fica imersa dentro da bolha de limbo própria da sua alienação. Placas, bandeirinhas, adesivos, outdoors, camisetas, como uma campanha eleitoral. O protesto precisa ser diário, em tempo integral, virtual e real. E com um boneco gigante de Alcolumbre, o maior de todos, algo gigante mesmo, maior do que os outros bonecos. Inflado do lado do estádio de futebol, para aparecer nas imagens. Deve-se partir para coisas deste tipo agora, físicas também, concretas, reais. Só assim a parcela maior do gado será sensibilizada, ao ver nas ruas no ambiente físico real as sinalizações. E isso porque o barulho da internet, apesar de gigantesco, só atinge a faixa do gado que está na internet e tem algum contato com as lideranças efetivas de manifestações espontâneas. A coisa quando se torna física se torna muito mais emocionante e contangiante, como assistir a um jogo no estádio. Para quem já não tem idéia para presentes de natal vai aí a sugestão: camisetas com os dizeres "Fora STF". Ou "Fora Globolixo". As duas inscrições numa só.


          E não adianta os vagabundos reclamarem, pois são criminosos. O lugar de vocês é na cadeia. Veja na denúncia apresentada no Senado em 01-10-2019 por nós aqui. Está tudo provado, tim tim por tim tim. Vocês já eram:

https://drive.google.com/file/d/1jc1forISjO581qZ4N8Aw_ywp6EVJkOPK/view

 

          A denúncia tem 4.166 páginas, com 103 anexos. No endereço de internet a seguir indicado é possível acessar arquivo em PDF que contém um esquema gráfico ("banner") com um resumo da denúncia, com 36 metros de comprimento por 0,9 metro de altura. É o anexo 39 da denúncia, constante do apenso 7:

 

https://drive.google.com/file/d/1DJTwRKex-1zIg80AJQYviZhm9oSHHOGJ/view

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