15-02-2026 - PARTE 8-12 - MARATONA DE CARNAVAL - ESCALADA NA GUERRA ENTRE FACÇÕES CRIMINOSAS, TENTATIVA DE GOLPE PETISTA DENTRO DO STF, POR ORA, FRACASSA
15-02-2026 - PARTE 8-12 - MARATONA DE CARNAVAL - ESCALADA NA GUERRA ENTRE FACÇÕES CRIMINOSAS, TENTATIVA DE GOLPE PETISTA DENTRO DO STF, POR ORA, FRACASSA
BREVE DIGRESSÃO SOBRE O FIASCO DA LEI 14.365/22 SANCIONADA POR BOLSONARO COM VÍCIO DE FRAUDE NO PROCESSO LEGISLATIVO
É o que falamos. Em matéria de tecnocracia jurídica, o governo Bolsonaro foi um fracasso por falta de assessoria, a mesma falta de assessoria que levou à indicação de corruptos para o STF, Nunes Marques e André Mendonça.
A mesma falta de assessoria (vista na sanção a um projeto de lei viciado por fraude nessa lei 14.365) levou à capitulação do governo perante o crime organizado encastelado dentro do STF. A mesma falta de assessoria que levou o presidente a voluntariamente abrir mão de aplicar o artigo 142 da Constituição Federal e fazer a necessária intervenção militar (por não ter ele mesmo - Bolsonaro -, e ninguém ao redor, a consciência do significado real deste artigo 142 e do quanto ele significa em se tratando de sobrevivência do Estado como último meio de ação ainda disponível para conter a capitulação da Administração Pública perante o crime organizado, que aconteceu com o suborno do Legislativo via Mensalão/Petrolão e com o aparelhamento político criminoso de todo o STF, assim como do STJ e outros tribunais nos "governos" anteriores, incluindo a PGR, o que inviabilizou por completo o combate ao crime organizado, fechando-se todos os caminhos institucionais para o próprio Estado ou para os cidadãos restabelecerem a ordem pública, que se tornou uma ordem privada criminosa, travestida de República).
A operação para garantia da lei e da ordem (GLO), prevista no artigo 142 da Constituição, seria para colocar na cadeia o tribunal corrupto (todos os onze corruptos do STF), em prisão preventiva, restabelecendo-se toda a "lava-jato" e evitando a fraude eleitoral de 2022, que colocou o ladrão Lula de volta no trono. Embora tenha havido consultas diversas sobre o que fazer em matéria de aplicação do artigo 142, nada foi efetivamente levado a cabo, (também) por absoluta ausência de firmeza na tomada da atitude necessária, firmeza dada pela certeza absoluta do significado incontroverso das leis, certeza conseguida pela formação profissional na área jurídica por parte de Bolsonaro ou por parte de alguma assessoria que compusesse uma tal "República de Eldorado" (a cidade onde Bolsonaro viveu a infância), ou seja, um "staff" formado de pessoas com formação na área jurídica que ele conhecesse desde a infância ou adolescência e que fossem de confiança. Bolsonaro não tinha isso, ele estava só. E nem pode ser culpado por isso, pois em condições normais o Estado existe justamente para que a estrutura permanente da Administração Pública atue de modo a prevenir o crime, sendo impensável que o Estado pudesse ser capturado de alto a baixo pelo crime organizado, infiltrado em diversos cargos de relevo, os cargos-chave, como cargos no STF, na PGR, na presidência do Senado, no STJ, no TCU, no TSE e assim por diante. Mas o Estado foi capturado, foi um processo que consumiu uma década, de 2003 a 2013, piorando-se ao máximo uma estrutura que já era parcialmente muito podre.
O ladrão Lula foi eleito em 2002 e assumiu em 2003, iniciando o aparelhamento político criminoso da estrutura do Estado e a formação da atual ditadura. As autoridades que iam se aposentando, fossem corruptas de venalidade tradicional {1} ou honestas, iam sendo substituídas por autoridades corruptas de venalidade seletiva {2}, chegando-se a 2013 a se ter no STF um tribunal 100% corrupto, de maioria petista, de venalidade seletiva {2}, com a minoria formada por corruptos de venalidade tradicional {1} como Gilmar Mendes. Em 2013, quase 100% do STJ (Superior Tribunal de Justiça) já era corrupto. Antes de 2003 era mesclado, parte dos tribunais e das instituições era ocupada por autoridades corruptas de venalidade tradicional {1} e outra parte, menor, formada por autoridades honestas. Em uma década no poder na era lulista, tudo foi destruído e ocupado pela corrupção, na integralidade, sobrando apenas estruturas intermediárias e inferiores da Administração ainda por serem destruídas (na "lava-jato" mais da metade dos ministros do STJ chegou a ser delatada).
Aos poucos, essas estruturas intermediárias foram também sendo aparelhadas criminosamente (TRFs, TJs, TREs, juízes de primeiro grau, procuradores, promotores, etc.). Isso foi possível porque as altas esferas administrativas de alto poder formam pequeno número de pessoas. As autoridades honestas que ainda sobraram na Administração Pública, nos níveis baixos e intermediários, estão já prestes a se aposentarem e não há mais no estamento da Administração Pública alguma força coesa significativamente grande e que tenha ao mesmo tempo consciência da infinita gravidade do quadro atual de decomposição do Estado e ao mesmo tempo poder de ação que não possa ser obstruído pela corrupção nas esferas superiores de poder. Qualquer atuação de alguma força ainda restante e coesa seria à revelia de tudo e de todos, como se fosse um verdadeiro golpe de Estado (e que, nesse cenário, não seria um golpe).
O trabalho atualmente feito na Polícia Federal e que alcançou a corrupção no STF/Banco Master está sendo levado a cabo pela banda podre da polícia federal a serviço do ladrão Lula, num serviço de venalidade seletiva {2}, numa guerra entre facções criminosas pelo controle do STF. Quem está no comando dessa empreitada é a máfia petista, que quer porque quer o controle do STF, desbancando Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, figuras corruptas de venalidade tradicional {1} atreladas ao grupo criminoso de Temer, Sarney e outros oligarcas corruptos que tradicionalmente em tudo mandaram até se iniciar a Era Lula. É o golpe petista final, desbancar a oligarquia corrupta associada e ficar só no poder, como Chávez e Maduro fizeram na Venezuela.
Todo este processo de capitulação do Estado (a Era Lula) que vem desde 2003 não foi interrompido no governo Bolsonaro (de 2019 a 2022 - a atual ditadura esteve em pleno comando da situação, mesmo durante o tempo em que Jair Bolsonaro ocupou o Poder Executivo, a ditadura não foi interrompida) porque Bolsonaro nunca foi do ramo jurídico e não tinha um "staff" jurídico, não houve a "República do Vale do Ribeira", com ministros amigos de infância de Bolsonaro e que tivessem estudado junto com ele e se preparado para a ocupação de altos cargos tecnocráticos, como normalmente ocorre com corruptos em geral (que já têm um estamento próprio, apto a assumir qualquer governo municipal, estadual ou federal, com ligações já com empreiteiras corruptas e projetos de corrupção adredemente preparados). Isso não aconteceu, Bolsonaro era um "outsider", chegou à presidência por um golpe de sorte, que foi a "lava-jato", que tirou de cena simplesmente todo o espectro político, mostrando que da esquerda socialista corrupta (Lula, Dirceu e companhia) à extrema direita oligárquica corrupta fascista (Renan, Sarney, Collor, Waldir Raupp, Romero Jucá, ACM, Temer, Alckmin, Dino, Ciro, Kassab, Valdemar, etc.) ninguém se salvava, estava na "lava-jato" ou em outras investigações sobre corrupção como investigado, denunciado, condenado ou preso. Bolsonaro, não, Bolsonaro estava limpo. É por isso que ele foi e é perseguido. E perseguido por todos, terminando então preso.
Paralelamente, o Congresso Nacional também se esvaziou em termos de tecnocracia, com a morte da sociedade, um processo que consumiu meio século, com censura, ditadura militar, hiperinflação e globalização. Os engenheiros, professores, auditores, contadores, advogados, médicos, administradores de empresas e outros profissionais que existiam no Congresso representando a sociedade parte da sociedade deram lugar a pastores evangélicos de araque, funkeiras, prostitutas, homossexuais oportunistas, "youtubers", jogadores de futebol, etc., gente sem preparação técnica para coisa alguma de útil, uma massa facilmente manipulável e também corrupta. E, dentro desse processo, a ditadura também trabalhou, para dar espaço para mulheres e negros com cotas em toda parte, como meio de baixar ainda mais o nível cultural e profissional dos candidatos, substituindo a tecnocracia profissional eventual pela "ninguenzada" (aquele termo usado pelo famoso e saudoso jornalista Joelmir Beting). No passado, mulher era a dona de casa, sem assunto, sem profissão. E negro era o desempregado pobre sem estudo. Embora essa realidade fosse mudando ao longo do século XX, no geral as gerações que se sucederam oriundas dessa parte da sociedade não progrediram a ponto de atingir um nível tecnocrático profissional, compondo ainda uma mediocridade baixa facilmente manipulável via suborno oportunista e representativa de boa parte do gado eleitoral que supostamente encontraria nessas figuras alguma representação, uma esperança de "justiça social". As cotas eleitorais para mais mulheres e mais negros objetivam o rebaixamento do nível do Congresso Nacional, algo proposital, para se ter um Congresso mais dócil, submisso à ditadura. A situação do negro no Brasil foi sim no passado, no século XX, conseqüência direta da absurda escravidão. Mas o capitalismo gradativamente fez a situação do negro melhorar por si só, muito lentamente, mas não totalmente. Mas a ditadura militar, a hiperinflação, a globalização e agora a ditadura petista destruíram o Estado e mataram a sociedade. O problema da pobreza do negro hoje no século XXI não é mais por ele ser negro, mas por ele ser brasileiro, o cidadão de um Estado falido e tomado pela corrupção, que nada mais produz de útil. O negro se tornou duplamente vítima. E o mesmo se pode dizer da mulher. Depois de conquistar a independência e a igualdade no século XX, passou a ser também uma brasileira. A situação da mulher evoluiu como numa parábola invertida. Melhorou qualitativamente a ponto de se igualar ao homem em direitos e oportunidades, mas não ainda em termos quantitativos. Quando o momento da melhora quantitativa ser alcançada chegou, chegou-se ao século XXI e à ditadura petista na era globalizada. O negro deixou de ser negro e se tornou um brasileiro. E a mulher deixou de ser mulher, tornou-se uma brasileira. Ou seja, um nada irrelevante. As gerações mais novas de negros e mulheres que iriam usufruir das conquistas alcançadas no século XX chegaram ao século XXI sob o jugo da ditadura petista e da capitulação do Estado perante o crime organizado, passando a regredir em matéria de cultura e qualidade de vida, passando a ampliar o número de cidadãos de segunda classe sem conhecimento e sem cultura que era composto por estes grupos. Os descendentes de negros e mulheres que não tinham ainda sido beneficiados em termos quantitativos pelas conquistas do século XX não foram mais alcançados no século XXI pelas melhorias qualitativas, fazendo com que negros e mulheres voltassem a compor altíssimo percentual do crescimento das classes marginalizadas na sociedade, ou seja, o objetivo da ditadura com cotas é extrair dessas classes que voltaram a se marginalizar de maneira crescente a maior quantidade possível de péssima representação política, reservando cotas de representação política para estratos já arruinados da sociedade, dentro de uma sociedade já praticamente toda arruinada, dado que brancos e homens também já compõem na quase esmagadora totalidade uma classe imprestável de pessoas em termos tecnocráticos, sobretudo tendo-se em conta que o combate a uma ditadura de autoridades sofistas e mentirosas exige qualificação cultural. A idéia das cotas, aparentemente justa, no fim, como tudo em matéria de PT, era uma armadilha, para desqualificar ainda mais o Congresso Nacional em termos de tecnocracia.
Assim, Jair Bolsonaro não possuía a qualidade tecnocrática necessária para combater de frente a ditadura petista e não era assessorado por um "staff" adequado, que teria de ser composto por ele mesmo. Ao mesmo tempo, não havia mais no Congresso Nacional, como visto acima, um grupo relevante de parlamentares de alto nível tecnocrático, dado serem eles representantes de uma sociedade falida, morta culturalmente, o retrato de um povo morto e destruído ao longo de meio século. A quase totalidade dos "staffs" tecnocráticos de alto relevo ainda existentes no Brasil foi tomado pela corrupção, como se viu pela falência integral da classe jurídica brasileira, em que simplesmente TODAS as associações de classe da área jurídica foram tomadas pela corrupção, magistrados, promotores, advogados, reitores de universidades, tudo acabou, selando-se a ruína civilizacional. É o que se vê nas palestras de promoção do crime organizado ditatorial organizadas pelo corrupto Dória em toda parte, em defesa dos corruptos do STF, festejados aqui e ali em eventos já programados de promoção do crime organizado, em que autoridades corruptas do STF são incensadas, bajuladas, aduladas, aplaudidas e festejadas por agentes de crime organizado que funcionam como propagandistas do regime ditatorial, como se viu no lançamento do canal SBT News. No atual contexto, isso foi um crime, na pura acepção do termo. Crime de promoção do crime organizado (lei 12.850, de 2013):
Art. 2º Promover, constituir, financiar ou integrar, pessoalmente ou por interposta pessoa, organização criminosa:
Pena - reclusão, de 3 (três) a 8 (oito) anos, e multa, sem prejuízo das penas correspondentes às demais infrações penais praticadas.
João Dória, reitores de universidades, canais de televisão. Está todo mundo enquadrado aí, ao funcionarem com propagandistas dos corruptos do STF, que são adulados como se autoridades honestas de um regime democrático fossem. Promoção do crime organizado, dar palanque para autoridade corrupta se promover, como se honesta fosse, dando-se respaldo a mentiras deslavadas. Uma palestra em si, num contexto de normalidade, não seria algo vedado ou irregular. Mas no atual contexto é crime por parte de quem organiza e patrocina.
Isso tudo (a DIGRESSÃO acima vista, falência da sociedade e crime organizado sendo festejado e incensado, com parlamentares fraudando na caradura o processo legislativo) também mostra o nível de esculhambação a que se chegou no Brasil, com o próprio processo legislativo sendo avacalhado (no caso da lei de 2022 com processo legislativo fraudado), inserindo-se fraude que acabou passando desapercebida, o que era de interesse dos corruptos do STF: não serem achincalhados pelos advogados que questionam o festival de ilegalidades e abusos contra seus clientes. Veja no vídeo abaixo (lei 8.906, de 1994, Estatuto da Advocacia, revogação fraudulenta do § 2º do art. 7º pela lei 14.365, de 2 de junho de 2022):
REVISÃO ENSINO JURÍDICO - ADVOCACIA PRIVADA
Outra esculhambação que agora virou moda é editar o enunciado de verbetes de súmula de jurisprudência de tribunais (exemplo: nova moda: verbete 630 da súmula de jurisprudência do STJ, com redação nova dada em 16-09-2025 - não estamos dizendo que é esse o caso aqui agora, mas futuramente esta estratégia será empregada de modo espúrio). Em vez de um verbete ser cancelado e outro ser criado, se for o caso, com numeração atualizada crescente, agora se muda o enunciado, mantendo-se o número do verbete, como se esse fosse um artigo de lei. Embora se pudesse achar plausível tolerar esse tipo de anomalia, por suposta e alegável boa-fé das cúpulas judiciárias no sentido de dar mais eficiência à prestação jurisdicional, o que está por trás disso é criar pretexto já então normalizado para mudanças que afetam a coisa julgada, algo comum, como já exaustivamente visto, em se tratando de fraudes no STF para beneficiar criminosos, entre os quais os próprios magistrados corruptos da Corte. Logo mais teremos verbetes alterados fraudulentamente, para passar a idéia de que não houve violação da coisa julgada, violação essa que é veda por cláusula pétrea constitucional.