19 ABRIL 2026
15:54:17
INFORMATIVO - MATÉRIAS
14-04-2026 - PARTE 2/5 - GLU GLU - PEGADINHA DO MALANDRO - MÁFIA PETISTA DÁ A VOLTA POR CIMA E ENGAMBELA MÁFIA PEEMEDEBISTA

14-04-2026   -  PARTE 2/5 - GLU GLU - PEGADINHA DO MALANDRO - MÁFIA PETISTA DÁ A VOLTA POR CIMA E ENGAMBELA MÁFIA PEEMEDEBISTA

 

 

          Dentro dos absurdos em curso, há a idéia de criar o crime de misoginia. A idéia por trás disso é criar pretexto para perseguição política por caminhos secundários, acessórios. Além disso, a idéia é criar também uma mentalidade atrofiada de medo de expor opiniões. Logo mais haverá o crime final objetivado: o de peteginia. Falar que petista é corrupto será um crime hediondo. Estas são as idéias por trás destes projetos de lei cretinos sem finalidade prática de uso generalizado a ponto de justificar algum "espírito legal" subjacente formalmente concebível por ser a resultante de um retrato social amplamente disseminado, isto é, uma conduta restrita a ínfimas parcelas insignificantes da sociedade e que são na prática apenas uma imbecilidade passa a ser um CRIME, um tipo penal que passará a ter então amplo uso deturpado, como meio de perseguição política acessória, secundária, sofista, enviesada; em outras palavras: qualquer crítica, mesmo que pertinente (por se referir apenas a conduta, independentemente de o sujeito ativo ser homem ou mulher), a uma mulher, se torna um CRIME. Chamar uma deputada de corrupta será misoginia, não será uma suposta calúnia. Esta é a idéia cretina por trás desse absurdo. Um político vagabundo pode existir, mas uma política vagabunda, não. É o que está por trás dessa idéia, colocar rédeas no discurso, progressivamente apertadas, até o silêncio geral. Uma castração progressiva incutida na mente, de modo velado, formando-se gerações de néscios, medrosos que terão medo de dizer que o rei está nu.

 

          Sobre sigilos. A verdade é que as informações são públicas. A regra é o princípio da publicidade do artigo 37 da Constituição, com todos tendo o direito de saber o que foi investigado ou o que está sendo investigado. Essa história de sigilo sobre investigações só tem cabimento na fase das medidas cautelares. Uma vez "derrubada a casa", o que foi levantado deve ser divulgado, sobretudo quando indícios ou provas de corrupção se tornam evidentes. Mas medidas cautelares são cumpridas com imprensa e advogados a postos, ou seja, há "vazamentos", numa espécie de circo, de patifaria, com bandidos acuando bandidos e na grande imprensa corrompida falando-se abertamente sobre os "dilemas", inconveniências ou conveniências, com todos na grande imprensa já sabendo que se trata de uma molecagem chantagista e não tendo o menor pudor de assim tratar do assunto, assumindo-se como parte do jogo de cartas marcadas de araque, porta-vozes de facções criminosas em disputa infantil. Infantil porque são bandidos contra bandidos, nada sério está em curso. A delação de Vorcaro é, nesse cenário, uma palhaçada. Delatar o quê? Para quem? Estão todos envolvidos. E aí vem outra parte da palhaçada: uma delação que nada entrega e que pode ser homologada, produzindo efeitos. O delator que é o chefe nada tem a entregar. A menos que não seja o chefe. Vai delatar o chefe para o chefe? É um enorme circo. Por tudo isso "Sicário", o capanga de Vorcaro, foi assassinado na cadeia. Jamais um assassino de aluguel a serviço de um circo iria se matar na cadeia, sabendo que tudo termina em "pizza". O assassinato foi um meio de resolver de modo mais fácil e rápido o imbróglio, pois depois da fraude eleitoral de 2022 que "ficou por isso mesmo" tudo virou esbórnia, com corruptos se encontrando em coquetéis milionários e em orgias, a PuTaria total. Enquanto isso, no caso das fraudes do INSS, figuras de menor destaque pensam em delatar, irritando os corruptos petistas com mais uma aporrinhação. Mais sentenças terão de ser compradas com o dinheiro amealhado com a fraude.

 

          Enquanto isso, uma crise econômica externa se agiganta e se somará à falência fiscal interna, com nada sendo feito quanto a isso. E o interesse é de que quebre tudo mesmo, uma vingança do ladrão contra o povo que apoiou a prisão dele.

 

          O importante para 2027 seria eleger senadores, para se formar o quórum qualificado no Senado, para "impeachment" dos corruptos do STF. Isso é mais importante do que eleger o presidente. Um presidente eleito, se assumisse, nada conseguiria fazer com a cúpula judiciária corrupta integralmente e com o Congresso majoritariamente corrompido. A ditadura continuaria. O ideal é eleger senadores que sejam advogados, gente preparada, e não os "tinhos" da vida. Mas é improvável que se forme maioria qualificada no Senado. Primeiro por conta da fraude eleitoral. Segundo pela própria ausência de gente qualificada no meio político. Raros são os hoje qualificados. E eles serão perseguidos. A tendência é a ditadura continuar, apesar de todo o desastre. E será uma ditadura petista, com a vitória agora conseguida -  a se confirmar no fim do mês - na formação de maioria corrupta petista no STF com o "Bessias".

 

          Multas e penas absurdas são impostas contra os presos políticos, tudo de forma a intimidar as pessoas e castrar os discursos, seguindo-se o "script" de toda ditadura. O dia do genocídio, como no Irã, chegará, se necessário, pois todos os abusos são cometidos em exponencial gradação, sem que haja qualquer reação à altura. O ponto central subjacente a isso tudo é o esvaziamento da própria cultura, um processo que consumiu o último meio século, com censura da ditadura militar, hiperinflação, globalização, aparelhamento político criminoso das instituições, hoje quase totalmente degradadas, da primeira à última instância, chegando-se à atual ditadura (cuja formação se iniciou em 2003, consolidação se deu em 2013 - com a formação de um STF 100% corrupto de maioria petista - e reconsolidação se deu em 2022 - com a fraude eleitoral e recrudescimento da perseguição política criminosa do regime), com a sociedade já morta. E a própria morte da sociedade teve sua certidão de óbito com a primeira eleição do ladrão Lula em 2002, quando então ele ainda não tinha uma ficha criminal oficial, era apenas um despreparado. Era o retrato do que tinha se tornado o povo, uma massa majoritariamente sem instrução e facilmente manipulável.

 

          O padrão-eterno de todo indiciado culpado é a contradição. Quanto mais fala e quanto mais passa o tempo mais se cai em contradição. Assim foi com Alexandre de Morais e demais corruptos do STF. Contratos, valores, viagens, reuniões, mensagens trocadas. Tudo foi desmoronando, como num castelo de cartas. E este só esteve de pé por conta da mentira coletiva, a promoção do crime organizado, com entrevistas, reportagens, palestras, eventos. Iniciada a guerra entre as facções, o castelo foi propositalmente desmantelado. E é esse cafajeste corrupto, acobertado por todos os outros corruptos, quem condenou os inocentes por um golpe de Estado que não existiu. Corruptos declarados e assumidos condenando inocentes. E em barganha, corruptos do Congresso propõem e aprovam uma redução de pena ("dosimetria") cosmética e isso é usado como meio de chantagem para que não seja aberta a CPI do Master. E, depois de satisfeita a exigência chantagista, a cosmética "dosimetria" continua empacada, numa molecagem de cafajestes. Enquanto isso, nos EUA, mais uma vez se reconhece, no âmbito do Legislativo norte-americano, a violação de direitos humanos e a parcialidade na condução do processo eleitoral fajuto de 2022 pelos corruptos do STF no Brasil. 

 

          A esbórnia no Banco Master chegou ao cume em 2024 porque, depois da intervenção militar não feita em 2022, todo e qualquer obstáculo para a continuidade da atual ditadura do crime organizado desapareceu. A porteira da corrupção foi arrombada e virou uma festa, com tudo saindo do controle e ninguém mais tendo escrúpulo, participando de coquetéis e orgias na caradura. O criminoso Vorcaro em coquetéis com corruptos do STF, da PGR e da PF, assim como também em orgias. A desembestada corrupção com dezenas de milhões escoando pelo ralo do desperdício aconteceu porque virou uma festa, a festa do triunfo da ditadura. Mas uma certa "cama de gato" foi armada, com corruptos da ala de Temer/Sarney sendo as figuras centrais do escândalo do banco Master, a despeito de muitos estarem envolvidos. Foi encontrado um veio, um filão, uma brecha, para incriminar gente do antigo PMDB e corruptos do STF a essa gente ligados, como Alexandre de Moraes. Mas numa luta entre facções criminosas. O momento de descarte de Alexandre de Moraes chegou e a máfia petista stalinista move seu braço na grande mídia para fazer uma incriminação (devida) seletiva, uma perseguição política de bandidos contra bandidos. Sem a necessária intervenção militar de 2022, o caminho ficou aberto para a esbórnia, ficando todos despreocupados, acumulando dezenas de milhões de dólares em propinas em território nacional, em patrimônio no Brasil, em vez de manter os valores no exterior, em ativos sem titular identificável. Propinas foram recebidas diretamente em território nacional, em vez de se receber no exterior. Normalmente o grosso fica no exterior e algumas quireras são deixadas no Brasil, para desfrute imediato dos prazeres da riqueza, da opulência e da ostentação. Mas houve um abuso nestas quireras, na certeza absoluta da impunidade, ficando mais fácil a montagem da "cama de gato" petista, o novo golpe petista contra Temer/Sarney e outras máfias associadas. Com a "cama de gato" petista montada contra Alexandre de Moraes, este pode ser descartado ou chantageado, para que a máfia petista detenha a maioria no STF com o corrupto "Bessias". Após a engambelação da "pacificação" (enterro da CPI do Lulinha/INSS via STF, vedando-se ilegalmente a prorrogação) entre as facções, Lula conseguiu o que queria, mas não cumpriu a parte dele, mantendo os "ataques" midiáticos contra Alexandre de Moraes (que são denúncias pertinentes, válidas, coerentes, procedentes, mas que jamais seriam divulgadas com tanta ênfase pela mídia corrompida, como está sendo feito, há uma guerra em curso; e ela foi retomada, continua). E há ainda o deboche petista, com o corrupto petista sofista Fachin "cantando de galo", vindo falar em código de ética para o STF e que "ministros devem pagar por seus erros", como se ele fosse uma vestal e não o relator de várias fraudes, como a do HC 193.726, que declarou Moro incompetente para a "lava-jato". Um cafajeste, um canalha, portando-se como uma vestal, falando dos "erros", que não são "erros", são crimes, a respeito dos quais ele também prevarica como presidente do STF. E prevarica porque é um corrupto, faz parte do crime organizado também, mas da facção criminosa rival, a organização criminosa petista.

 

          A esbórnia do banco Master foi tão grande que até o banco BRB de Brasília na prática "quebrou". R$ 129 milhões em propinas para Alexandre de Morais foram contratados em prestações mensais. Do total, mais de R$ 80 milhões foram pagos, segundo declaração de imposto de renda do banco Master. Faltava ainda pagar cerca de R$ 50 milhões em propinas. Como o banco Master tinha como função principal a lavagem de dinheiro e Vorcaro aparentemente é só um laranja, o banco acabou quebrando, o que não teria problema algum, pois instituições de lavagem são para isso mesmo, para quebrar e não dar lucro. Mas com a quebra do banco R$ 50 milhões em propinas para Alexandre de Moraes (e outros corruptos) não seriam pagos. Daí então a insistência em reverter a liquidação do banco e a insistência em se forçar a compra do Master pelo BRB. Aí entra uma tese do canal Ancapsu que agora faz sentido: o governador do DF, Ibaneis Rocha, do MDB de Temer, assumiu em 1/1/23 e foi afastado do cargo para a intervenção federal por conta da farsa do 8/1. E estava no inquérito circense do dito e inventado golpe de Estado bolsonarista. Ele provavelmente foi chantageado para que permitisse investimentos do BRB em títulos do Master e depois compra do Master pelo BRB. Em troca não seria condenado por golpe de Estado. Essa hipótese ventilada pelo canal Ancapsu agora faz muito sentido. Contratos milionários de serviços de consultoria ou compra e venda do Master foram firmados com diversos corruptos ou parentes de corruptos como Mantega, Lewandowski, Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Toffoli, entre outros. Cerca de meio bilhão de reais em propinas (cerca de cem milhões de dólares) foi distribuído entre vários corruptos e não há o que justifique tanto gasto, que inclusive representa alta parcela percentual do patrimônio líquido do banco quando ele ainda era solvente e tinha liquidez. Apenas uma pessoa poderia fazer toda a "consultoria" milionária. Mas não, vários foram os "consultores". E tanta "consultoria" fizeram que o banco até quebrou. Um banco de lavagem de dinheiro do narcotráfico e da corrupção. Era lavagem e distribuição de propinas lavadas na forma de contratos de consultoria. Propinas pagas a todos os corruptos, num novo mensalão, com propinas pagas também aos que faziam coro à ditadura, como até ex-dirigentes da OAB (que vem ano após ano se omitindo a respeito dos abusos de autoridade no STF). É disso que se trata, pois se tem um corrupto numa ponta, Vorcaro, e vários corruptos de outros carnavais e verões na outra (corruptos do STF e políticos corruptos diversos). Corrupto de um lado, dinheiro no meio e corruptos do outro lado. É merda pura. Somando-se a isso, um banco de lavagem de dinheiro do crime organizado, ou melhor, o próprio banco era do crime organizado. E a panca desses corruptos cafajestes é tanta que ainda se julgam no direito de se sentirem injuriados, dizendo-se alvo de calúnias. O circo veio abaixo e pegou fogo. E ainda exigem que se acredite nessa corja de pilantras, um bando de salafrários. Uma canalhice sem fim. É por isso que esses filhos da puta apóiam a censura, exigem a censura, querem todos imbecilizados, idiotizados, para que ninguém se atreva a dizer que o rei está nu. São monarcas absolutistas e todos os tributos escorchantes recolhidos após uma reforma tributária - que na verdade foi um confisco stalinista disfarçado - são na verdade dinheiro para sustento de uma Corte nobiliárquica absolutista, um confisco tributário comunista que na prática é uma expropriação real monárquica, o dinheiro está indo para os cofres dos monarcas que se dizem comunistas. A tal "lei Felca" que veio para facilitar a censura do regime na internet trouxe penas mais baixas para os crimes contra menores de idade (em relação às anteriormente existentes): além de censura, vem o deboche, com a facilitação do crime contra menores, com punições mais brandas. Logo mais haverá imposição de mais censura, via decreto, para "regulamentar" a lei.

 

          Enquanto isso, segue em suspenso a verdade sobre o homicídio na cadeia, o do capanga de Vorcaro, o "Sicário". Agora o IML, Instituto Médico Legal, quer acesso às imagens da cela do capanga. Foi divulgado que as imagens existem e que houve suicídio. Normalmente as perícias são feitas em separado, não havendo acesso de peritos ao trabalho de médicos legistas e vice-versa. Tudo acaba reunido no inquérito e é o delegado, depois, quem decide se será necessária alguma complementação, com interação entre os trabalhos periciais. Às vezes, consultas são feitas informalmente, com peritos acessando trabalhos de médicos legistas e vice-versa antes da disponibilização definitiva. Assim ocorre para se confirmar ou descartar conclusões a partir de elementos adicionais e evitar-se laudos conflitantes por conta de alguma falha ou lapso no levantamento de vestígios. Sendo um caso de ampla repercussão, o IML solicitou acesso às imagens, o que normalmente não acontece. Não quer dizer isso, necessariamente, que haja algo absurdamente estranho, mas pode indicar que há alguma dúvida pertinente e relevante que pode ser esclarecida com acesso às imagens, de forma a que se chegue a um laudo conclusivo, ou seja, que não deixe em aberto alternativas sobre o que aconteceu. Do longo histórico de crimes e assassinatos da ditadura do crime organizado e da velocidade com que o caso se desdobrou, se tem que é praticamente nula a hipótese de suicídio. Daí porque então, a princípio, se requisitou o acesso às imagens. Nesta situação, poderia então ser identificada uma adulteração no vídeo, encontrando-se alguma crassa incongruência. Embora tudo possa acontecer, é praticamente nula a probabilidade de suicídio.

 

           Há a discussão sobre se a propina de Alexandre de Moraes, os R$ 129 milhões, seriam relativos à interferência dele junto ao Banco Central para que fosse revertida a liquidação do Banco Master. Mas não. A propina se deve a outros eventos, vendas de sentença pagas por meio do banco, um dinheiro já limpinho. A interferência junto ao BC ocorreu porque só R$ 80 milhões dos R$ 129 milhões foram efetivamente pagos e aí o banco quebrou. Com a reversão da liquidação, os R$ 50 milhões restantes seriam pagos. Essa é a seqüência lógica da história. O Banco Master era a SPMP-B ou da DNA de Marcos Valério, as fontes do Mensalão. O Master era o Banco Rural do Mensalão. Era a Petrobras e a JBS do Petrolão. Propinas distribuídas a rodo para todo mundo, disfarçadas de contratos de consultoria. Fosse ainda o tempo em que pairava a possibilidade de intervenção militar ou de "impeachment" de corruptos do STF pelo Senado, com o povo em peso nas ruas, não haveria a interferência junto ao Banco Central. Deixariam isso "quieto", ou seja, relevariam a perda de R$ 50 milhões das propinas em haver. A insistência junto ao Banco Central ocorreu porque a esbórnia se tornou sem limite, não há quem ou o que possa abortar a ditadura do crime organizado, não havendo razão para pudores, preocupações, limitações, escrúpulos, timidez, comedimento ou prudência. Desfaça-se a liquidação, pois aqui pode tudo! Mas tudo veio abaixo por conta da guerra entre facções criminosas. E há, talvez, um "replay" do Mensalão. O mensalão explodiu como escândalo porque Roberto Jefferson queria propinas de R$ 60 mil mensais em vez dos R$ 30 mil habituais. Aí Dirceu fez a "cama de gato" para Roberto Jefferson nos Correios, com o apadrinhado de Jefferson sendo flagrado recebendo propina e detonando aí o escândalo. Jefferson, em vingança, jogou tudo no ventilador numa entrevista no jornal Folha de São Paulo, em 6/6/2005, o que deu início à CPMI dos Correios de 2005-6 e depois à ação penal 470 no STF, julgada em 2012, onde todos foram condenados, incluindo Dirceu. Na farsa dos embargos infringentes de 2013, novos corruptos no STF como Barroso "julgaram de novo" o caso, absolvendo Dirceu. Foi a "consolidação" da ditadura petista, há treze longos anos. Foram treze dias para nós aqui. Para o povo, isso foi há treze bilhões de anos. As propinas de Alexandre de Moraes estavam muito altas. E isso gera dor de cotovelo. A coisa foi tão grande que já há repercussões criminais na justiça dos EUA, onde o banco também atuava. Além da briga por dinheiro, há a briga por poder, briga para ver qual a facção criminosa terá maioria dentro do tribunal INTEGRALMENTE CORRUPTO.

 

          Vem se falar em "inércia" do procurador-geral Gonet. Não há "inércia". Há prevaricação, como crime-meio do crime-fim de corrupção e do crime-fim de integração do crime organizado. O corrupto procurador-geral é o que nada fez com relação as fraudes do STF contra a "lava-jato", é o procurador-geral corrupto que fez as denúncias fraudulentas contra Bolsonaro e apoiadores, é o procurador-geral corrupto que nada fez com relação às violações de direitos humanos e do devido processo legal no STF no caso do 8/1, é o procurador-geral corrupto que estava nas festinhas de Vorcaro, bebendo junto com criminosos. Não há "inércia", há corrupção e integração do crime organizado, ele é da facção criminosa de Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, daí a prevaricação. Não é de hoje que isso acontece. Sucessivos procuradores-gerais corruptos passaram pela PGR ao longo das décadas anteriores, sendo a corrupção a praxe na PGR. E não é de hoje que surgiu o termo "Engavetador-geral da República". É a tradição. O Estado no Brasil é hoje um instrumento do crime organizado e tributos são recolhidos para pagar salários para criminosos. Ministério Público e Judiciário são hoje instituições falidas, com um grau de apodrecimento igual ao do Legislativo e do Executivo. Corruptos defendem corruptos. O procurador corrupto defende o juiz corrupto, o desembargador corrupto defende o colegiado corrupto e vice-versa. Isso foi possível porque esses cargos de cúpula são poucos, sendo muito fácil o aparelhamento político criminoso. Em poucas décadas, tal como aconteceu, é possível se chegar ao apodrecimento completo das cúpulas e depois das instâncias intermediárias. É uma nova Corte Real Nobiliárquica Absolutista. Parte disso veio do nepotismo que sempre existiu em concursos públicos fajutos e outra parte veio do aparelhamento político comunista criminoso, que só copiou o que antes havia, em vez de moralizar a coisa. Antes havia ilhas de moralidade, competência, coragem e decência. Mas o aparelhamento comunista ocupou todos os espaços, fazendo minguar essas ilhas, hoje muito esparsas e em extinção. Sérgio Moro e Deltan Dallagnol foram exemplos dessas ilhas. Foram perseguidos, excluídos da vida pública e silenciados. Moro está ainda no cargo de senador, mas segue como uma luz apagada, prestando continência a vermes.

 

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